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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Avião da Air France só se terá partido com impacto na água.

O relatório da comissão francesa encarregue de investigar o acidente do voo AF 447 da Air France defende que o avião que se despenhou no Atlântico não foi destruído no ar.

As buscas pelas caixas negras do A330 deverão prolongar-se até ao próximo dia 10, mas, para já, os peritos apontam para a hipótese de o avião se ter mantido intacto até tocar na água, quando caiu no oceano Atlântico na madrugada de 1 de Junho.

Embora reconheçam ainda estar "longe" de descobrir o que realmente aconteceu ao voo AF 447, com 228 pessoas a bordo, os investigadores franceses apresentaram esta quinta-feira o relatório preliminar sobre o acidente.

No documento, apontam para a hipótese de o avião ter tocado a superfície da água ainda inteiro, com forte aceleração vertical.

A análise dos destroços também não mostrou, até agora, quaisquer sinais de incêndio ou explosão.

O facto de os coletes salva-vidas encontrados não estarem insuflados, conforme o procedimento em caso de aterragem de emergência na água, parece ainda confirmar que tudo aconteceu de forma imprevista.

domingo, 28 de junho de 2009

Autoridades brasileiras suspendem as buscas.

A Marinha e a Força Aérea do Brasil deixaram de procurar os cadáveres de passageiros e tripulantes do avião da Air France que desapareceu no Oceano Atlântico. Os Franceses continuam a procurar caixas negras.

As autoridades brasileiras decidiram concluir os trabalhos de buscas das vítimas do voo 447 da Air France. No total, as equipas de busca recolheram apenas 51 corpos dos 228 passageiros e tripulantes que seguiam naquele voo.

Os corpos foram entregues à Policia Federal e à Secretaria de Defesa Social de Pernambuco para os trabalhos de identificação, que foram realizados no Instituto Médico Legal do Recife. As famílias das vítimas já foram avisadas sobre o fim das operações.

Mais de 600 peças do avião foram também resgatadas do mar. Os destroços e bagagens recolhidos foram entregues às autoridades francesas. Os objectos que ainda estão em navios da Marinha serão entregues nos próximos dias.As condições climatéricas instáveis na região das buscas prejudicaram o trabalho.

De acordo com a Força Aérea brasileira, tendo passado já tantos dias depois do acidente, teriam deixado de existir condições de avistar mais corpos.

"Embora o nosso desejo fosse resgatar 228 pessoas, temos plena consciência de que o melhor foi feito pela Marinha e pela Força Aérea", afirmou um porta-voz.

Apesar desta decisão, a Marinha francesa vai prosseguir com os trabalhos para tentar recuperar as caixas negras do avião, artefactos fundamentais para perceber o que, de facto, se passou com o Airbus.

O avião da Air France transportava 228 pessoas de 32 nacionalidades, entre passageiros e tripulantes. O voo deixou o Rio de Janeiro com destino a Paris no dia 31 de Maio às 19h30 (hora de Brasília) e fez o último contacto de voz às 22h33. Às 22h48, o avião saiu da cobertura do radar de Fernando de Noronha.

sábado, 20 de junho de 2009

Quando os mortos falam.

O estado dos cadáveres já resgatados do mar dá pistas sobre o que terá acontecido ao voo AF447 sobre o Atlântico.

Ausência de queimaduras na pele, fracturas apenas das pernas e dos braços, hemorragias junto à raiz dos dentes, pulmões sem água. Analisados os sinais particulares que vão ajudar a identificar os corpos recolhidos ao largo do arquipélago de Fernando de Noronha - tatuagens e marcas de acne incluídas -, as atenções dos peritos brasileiros e franceses a trabalhar lado a lado no Instituto de Medicina Legal de Pernambuco, em Recife, têm--se concentrado nos ferimentos sofridos pelas vítimas. Enquanto as caixas negras não forem localizadas, são eles que fornecem as primeiras explicações para a queda do Airbus 330 da Air France que fazia a ligação entre o Rio de Janeiro e Paris, na madrugada de 1 de Junho.

Se a tarefa ciclópica de determinar as causas do acidente com o AF447 se assemelha a um complicado puzzle - como já comparou o investigador-chefe encarregado do inquérito, Alain Brouillard -, os cadáveres encontrados a boiar no Atlântico são das peças mais importantes. Só do exame do estado dos primeiros 16 corpos resgatados infere-se que o avião não explodiu nem se desintegrou por completo no ar, e que parte da fuselagem chegou ao mar intacta, ainda com passageiros no seu interior. Mais: no momento do embate com a água, as 228 pessoas que seguiam no Airbus já estariam mortas, devido a uma rápida despressurização da cabina.
O que eles dizem

Para começar, a ausência de queimaduras afasta a hipótese da explosão - teoria que se adensou, a certa altura, com a informação nunca confirmada de que haveria dois terroristas islâmicos a bordo.
O mesmo se pode dizer do facto de os corpos terem a sua estrutura óssea quase intacta. Se o avião se tivesse desfeito completamente ainda no ar, as fracturas seriam múltiplas. Nos cadáveres resgatados, elas concentram-se sobretudo nos terços médios das pernas e dos braços.

Ao contrário do que foi avançado nos primeiros dias após a tragédia, quem seguia no voo da Air France não teve tempo para rebobinar a vida. Se é certo que o avião enviou 24 mensagens automáticas ao longo de quatros minutos, assinalando diversas avarias, as duas cadeiras da tripulação que foram encontradas ainda fechadas e com os cintos de segurança abertos indicam que as hospedeiras e os comissários de bordo estariam a dormir noutro local ou a circular pelos corredores, no momento do acidente.
É o estado dos dentes, no entanto, que mais "descanso" dá aos familiares e amigos das vítimas. Ao apresentarem hemorragias junto à raiz, os dentes são um indicador de que a falta de oxigénio deixou os ocupantes do Airbus rapidamente inconscientes, sem tempo de reacção ou dor.

A morte por asfixia e não por afogamento é corroborada pelos pulmões, que não apresentam qualquer vestígio de água.

Enquanto os peritos analisam os corpos e os destroços do avião entretanto resgatados ao mar, continua a corrida contra o tempo para encontrar as caixas negras que deverão estar a 6 mil metros de profundidade. As suas baterias esgotam-se ao fim de um mês, e com elas a esperança de o puzzle alguma vez ser terminado.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Corrida contra o tempo para recuperar caixas negras.

A operação de recolha dos destroços do Airbus A330 da Air France que caiu há duas semanas prossegue, com os esforços concentrados sobretudo nas caixas negras do aparelho, já que daqui a cerca de duas semanas deixarão de emitir sinal, tornando praticamente impossível a sua recuperação.

As equipas envolvidas na recuperação dos destroços voo AF 447 têm cerca de duas semanas para encontrar as caixas negras do avião. Esse é o prazo durante o qual os dispositivos ainda deverão emitir o sinal que pode ajudar e localizá-los. Depois disso, segundo a imprensa brasileira, será praticamente impossível encontrar as caixas negras, única hipótese para perceber o que aconteceu na madrugada de segunda-feira, 1 de Junho.

Através do sinal que ainda emitem, os aparelhos podem ser encontrados com a ajuda de um navio rebocador que já chegou a Natal, no estado do Rio Grande do Norte e que deverá levar até o local das buscas equipamentos de escuta submarina emprestados pelos Estados Unidos.

Preciosa deverá também ser a ajuda do submarino nuclear francês Émeraude, também equipado com microfones capazes de captar o sinal das caixas negras.

Se forem encontradas, a tarefa de trazê-las à superfície será do minissubmarino Nautile, o mesmo que localizou os destroços do Titanic, na década de 1980.




sexta-feira, 12 de junho de 2009

Buscas podem só durar mais uma semana.

As correntes marítimas estão a tornar muito longa e distante a área das buscas de corpos e destroços. As autoridades brasileiras ponderam manter as operações até dia 19. Até quarta-feira, foram resgatados apenas 41 corpos das 228 pessoas que seguiam a bordo.

O tenente-brigadeiro Ramon Cardoso, director-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, afirmou que as equipas que trabalham nas aeronaves em busca de vítimas do voo 447 da Air France não avistaram corpos. Foram avistados apenas destroços, que foram recolhidos pelos navios brasileiros.

O Airbus da Air France transportava 228 pessoas de 32 nacionalidades, entre passageiros e tripulantes. O voo, de número 447, deixou o Rio de Janeiro no dia 31 de Maio e fez o último contacto de voz às 22h33. Às 22h48, o avião saiu da cobertura do radar de Fernando de Noronha.

Segundo Cardoso, as buscas estão concentradas na região de Dakar, Senegal. A área está mais longa por causa do deslocamento das correntes marítimas. Os navios brasileiros estão próximos ao local para poder rapidamente receber os corpos e mantê-los em condições adequadas para perícia.

"No momento em que for encontrado um corpo, ele será levado para um navio maior que tem condições de guardá-lo por mais tempo", afirmou.

O tenente-brigadeiro afirmou que a continuidade das buscas vai depender do número de corpos encontrados, das correntes marítimas e das condições meteorológicas. Na sexta-feira (12), será feita uma análise do que já foi encontrado para definir, ou não, o encerramento das buscas.

"A nossa ideia inicial é de que até o dia 19 poderemos permanecer nas buscas em distâncias aceitáveis para as aeronaves e para os barcos", afirmou Cardoso, que ressalta que os navios franceses permanecerão no local por tempo indeterminado Definir esse prazo é necessário por causa do planeamento logístico que a operação de buscas exige. Esse prazo também poderá ser prorrogado.

"A cada dia, a probabilidade de novos corpos surgirem diminui. A corrente está a levar os destroços para uma área distante, mas continuamos a fazer buscas. A expectativa é saber se até o dia 19 teremos oportunidade de encontrar mais corpos", disse.Nesta quarta-feira, os 16 primeiros corpos resgatados do mar deixaram Fernando de Noronha em direção ao IML do Recife, onde serão submetidos a perícia. Os outros 25 corpos encontrados estão a bordo da Fragata Bosísio, que já deixou a área de buscas em direção a Fernando de Noronha. O transporte dos corpos da embarcação para a ilha será feita por helicóptero e deve acontecer nesta quinta-feira.

Segundo Cardoso, nenhuma família pediu para acompanhar o trabalho da perícia no Recife. Somente após o trabalho no IML a identificação das vítimas poderá ser determinada. Segundo a mesma fonte, navios franceses colaboram na busca por corpos e destroços, mas devem iniciar os trabalhos direcionados para a recuperação das caixas negras esta quinta-feira.

"Esses equipamentos que serão usados nas buscas já chegaram ao Brasil. Técnicos contratados pelo organismo francês de Investigação e Análise (DEA) levarão o material até à regiã das buscas, para pesquisar no local onde possívelmente ocorreu a queda do avião da Air France", afirmou.

Corpos que por acaso forem encontrados por esses navios também serão recolhidos e passados para navios brasileiros para serem encaminhados para Recife. "Esses barcos são de pesquisa e não têm as condições ideais para manter por muito tempo os corpos recolhidos."

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Tragédia no Atlântico. Número de corpos encontrados sobe para 19.

Menos de 24 horas depois de ter anunciado a recuperação de 17 corpos de vítimas do acidente do voo AF 447 da Air France, a marinha brasileira descobriu mais dois cadáveres.

Segundo O Globo, que avança a notícia, os corpos de mais dois passageiros foram encontrados no Oceano Atlântico, elevando assim para 19 o número de corpos resgatados, sobre os quais ainda pouco se sabe: apenas que há quatro do sexo feminino e outraos quatro do sexo masculino.

Os corpos serão transportados para Fernando de Noronha, mas a identificação só será feita no Instituto Médico Legal (IML) de Recife. Caberá depois à Polícia Federal brasileira a realização dos exames genéticos que permitirão a identificação das vítimas.

Dos primeiros 17 corpos localizados, dois foram resgatados no sábado e 15, no domingo.

domingo, 7 de junho de 2009

Tragédia no Atlântico. Localizado um número indeterminado de corpos.

Além dos seis corpos já recolhidos entre sábado e domingo, a Força Aérea e Marinha brasileiras confirmam a localização de vários outros corpos no mar, que serão recolhidos nas próximas horas (VÍDEO com fotos oficiais).A Marinha e a Força Aérea brasileiras anunciaram na manhã deste domingo a localização e resgate de mais três corpos de ocupantes do Airbus da Air France que desapareceu na noite do último dia 31 no trajecto entre o Rio de Janeiro e Paris. Outros dois corpos tinham sido localizados no sábado. Um número indeterminado de corpos foram já avistados pelos navios e deverão ser recolhidos nas próximas horas.

Os cinco corpos foram transportados pela Fragada Constituição da Marinha para Fernando de Noronha e deverão chegar na segunda-feira, para, daí, serem levados para o instituto de medicina legal de Recife, onde será realizado o trabalho de identificação. Segundo informações divulgadas este domingo, não existe dúvida de que o material recolhido no mar seja dos destroços do Airbus que fazia o voo 447.

Já este domingo, um navio francês resgatou mais um corpo, elevando para seis o número de corpos de vítimas do avião da Air France resgatados durante o fim-de-semana.

A Marinha do Brasil, em colaboração com a França, começou nas últimas 24 horas a recuperar os primeiros destroços do Airbus A330, a 1100 quilómetros da costa brasileira, após cinco dias de buscas no oceano Atlântico.

No sábado, além dos dois corpos encontrados pela manhã, foram localizados uma parte da asa e assentos do Airbus da Air France. Também foram resgatados no mar pela manhã uma mochila, uma pasta e uma poltrona azul semelhante às do avião da Air France. Segundo a Força Aére, a área de buscas já soma mais de 200 mil km quadrados (pouco maior que a do estado do Paraná) e será ampliada a cada nova evidência.

As áreas de busca e resgate continuarão concentradas nos pontos onde foram localizados os corpos. A Força Aére brasileira continua a realizar voos pela na região, na esperança de identificar eventuais novos focos de destroços. A previsão do tempo para este domingo em toda a região das buscas é, no entanto, desfavorável para o trabalho das aeronaves, devido à pouca visibilidade.

Além de cinco navios da Marinha brasileira na região, as buscas passam a contar a partir deste domingo com a Fragata Ventuse, da Marinha Francesa. Duas aeronaves francesas (Falcon 50 e Atlantic Rescue D) continuam a colaborar com as missões de busca. Neste momento, 14 aeronaves (12 brasileiras e duas francesas) e cinco navios da Marinha do Brasil participam nas operações.

O Airbus da Air France transportava 228 pessoas de 32 nacionalidades, entre passageiros e tripulantes na noite do último dia 31. O voo, de número 447, deixou o Rio de Janeiro às 19h30 (hora de Brasília) e fez o último contacto de voz às 22h33. Às 22h48, o avião saiu da cobertura do radar de Fernando de Noronha. De acordo com investigadores franceses, num intervalo de quatro minutos, o avião emitiu 24 mensagens automáticas com sinais de anomalias no voo, das quais 14 entre 23h10 e 23h11.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Velocidade do avião da Air France não seria a mais adequada.

O Airbus A330 da Air France poderia não estar a voar à velocidade correcta quando se deu o acidente, refere a imprensa francesa desta quinta-feira, sem adiantar se a velocidade estava acima ou abaixo dos limites aconselhados.

Segundo fontes da Força Aérea francesa ao Le Monde, o avião que caiu no Oceano Atlântico na passada segunda-feira não estaria a voar à velocidade certa, o que pode ter sido determinante.

"Um dos possíveis motivos do acidente, embora haja várias incógnitas, é o avião voar a uma velocidade incorreta sobre o Oceano Atlântico, numa zona de forte turbulência", cita o Le Monde desta quinta-feira, não informando, no entanto, se a velocidade estava acima ou abaixo dos limites aconselhados.

O jornal adianta que a Airbus deveria publicar esta quinta-feira uma recomendação a todas as companhias aéreas que utilizam o modelo A330, alertando para a necessidade de manter a potência e a posição correctas para manter o avião em equilíbrio.

Últimas mensagens do voo AF 447 anteviam tragédia.

Um funcionário da Air France revelou as últimas mensagens transmitidas pelo voo AF 447, que acabou por se despenhar no Atlântico. Tudo levava a crer que estava prestes a acontecer uma tragédia. Quatro minutos foram suficientes para que o pior se confirmasse.
Quatro minutos bastaram para que a tragédia se desse. O voo AF 447 da Air France enviou uma mensagem manual à Air France que dava conta dos primeiros problemas. Eram 3h00, em Lisboa. O inevitável estava prestes a acontecer...

A primeira mensagem alertou a companhia aérea francesa de que estava a passar por uma zona de forte turbulência.

Às 3h10, é enviada uma mensagem automática que dizia: "piloto automático desligado". A seguinte dava conta de uma falha eléctrica.

Às 3h12, entraram em colapso dois sistemas.

Às 3h13, surgem duas novas falhas, uma no computador principal e outra no sistema auxiliar para aterragem.

Às 3h14, a Air France recebe a derradeira mensagem: "cabina em velocidade vertical". As causas de todas estas falhas ainda estão por explicar, mas o desfecho, infelizmente, já é do conhecimento público... perderam-se 228 vidas no meio do Atlântico.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Destroços encontrados são do avião da Air France.

Os destroços encontrados esta terça-feira no Oceano Atlântico, ao largo do arquipélago Fernando Noronha, pertencem mesmo ao avião da Air France que estava desaparecido desde a madrugada de segunda-feira.

A confirmação foi feita esta terça-feira à noite, hora de Lisboa, pelo ministro brasileiro da Defesa, Nelson Jobim, que adiantou também não terem sido encontrados sobreviventes.

O anúncio foi feito depois de o ministro se ter reunido com os familiares e amigos dos cidadãos brasileiros que seguiam a bordo do A330 da Air France, que fazia a rota Rio de Janeiro-Paris.

Os destroços foram localizados esta tarde por aviões da Força Aérea brasileira e consistem num banco de avião, pequenos pedaços brancos (não identificados), uma bóia laranja e um tambor, além de vestígios de combustível e óleo.

A confirmação foi possível só mais tarde, com a ajuda de um navio francês.

Os destroços encontrados estão a cerca de 80 quilómetros a este da rota prevista do voo AF 447 e num local em que o oceano tem entre 2 mil a 3 mil metros de profundidade.

O aparelho terá encontrado uma zona de forte turbulência quando contava cerca de três horas de voo. A bordo seguiam 216 passageiros e 12 tripulantes.

O avião tinha quatro anos e tinha sido revisto em Abril deste ano.