A designação "hôtel de ville", em francês, pareceu a uma turista britânica um bom indicador do sítio ideal para passar a noite. Consegue adivinhar onde pernoitou a desventurada viajante?
A turista britânica chegou à pequena cidade de Dannemarie na passada sexta-feira. Na procura por um local para pernoitar, viu um simpático edifício com a inscrição "hôtel de ville". Pareceu-lhe acolhedor e decidiu-se a reservar um quarto. No entanto, antes de fazer o check-in,precisou de servir-se da casa-de-banho. Quando voltou à "recepção" do "hotel", não viu ninguém e deparou-se com a porta da rua trancada.
A britânica, de cerca de 30 anos, tinha entrado na Câmara Municipal da cidade, onde terminara uma reunião, pelo que todos os funcionários tinham saído e fechado o edifício...
A turista passou a noite nas cadeiras da entrada da câmara, depois de tentar, em vão, chamar a atenção de algum traseunte ao acender e apagar as luzes. Só no dia seguinte, alguém viu a mensagem que mulher afixou no interior de uma das portas de vidro do edifício: "Je suis fermer ici. Est ce possible moi la porte ouvrir?" (qualquer coisa como: "estou trancar aqui. É possível eu a porta abrir?")
O ex-actor Mark Lester, amigo íntimo de Michael Jackson, vem agora a público dizer que doou esperma a pedido do cantor e mostra-se convencido de que pode ser pai de Paris, filha do rei da pop, com 11 anos.Em entrevista ao tablóirde News Of The World, Mark Lester afirmou ter doado esperma a pedido de Michael Jackson e diz-se disponível para fazer um teste de paternidade. "Eu acho que Paris pode ser minha filha", defende o actor, chamando até a atenção para a semelhança física entre a menina e uma de suas filhas, Harriet.
"Ela tem olhos azuis, pele clara e maças do rosto proeminentes. As minhas meninas têm características muito parecidas."
Ao News of The World, conta que Jackson lhe terá pedido para doar esperma em seu nome, ao que ele terá acedido.
Mark Lester, de 51 anos, que ficou conhecido com Oliver Twist, em 1968, mantinha uma amizade com Michael Jackson há 30 anos e é ainda padrinho dos filhos do cantor.
O Airbus A330 da Air France poderia não estar a voar à velocidade correcta quando se deu o acidente, refere a imprensa francesa desta quinta-feira, sem adiantar se a velocidade estava acima ou abaixo dos limites aconselhados.
Segundo fontes da Força Aérea francesa ao Le Monde, o avião que caiu no Oceano Atlântico na passada segunda-feira não estaria a voar à velocidade certa, o que pode ter sido determinante.
"Um dos possíveis motivos do acidente, embora haja várias incógnitas, é o avião voar a uma velocidade incorreta sobre o Oceano Atlântico, numa zona de forte turbulência", cita o Le Monde desta quinta-feira, não informando, no entanto, se a velocidade estava acima ou abaixo dos limites aconselhados.
O jornal adianta que a Airbus deveria publicar esta quinta-feira uma recomendação a todas as companhias aéreas que utilizam o modelo A330, alertando para a necessidade de manter a potência e a posição correctas para manter o avião em equilíbrio.
Últimas mensagens do voo AF 447 anteviam tragédia.
Um funcionário da Air France revelou as últimas mensagens transmitidas pelo voo AF 447, que acabou por se despenhar no Atlântico. Tudo levava a crer que estava prestes a acontecer uma tragédia. Quatro minutos foram suficientes para que o pior se confirmasse. Quatro minutos bastaram para que a tragédia se desse. O voo AF 447 da Air France enviou uma mensagem manual à Air France que dava conta dos primeiros problemas. Eram 3h00, em Lisboa. O inevitável estava prestes a acontecer...
A primeira mensagem alertou a companhia aérea francesa de que estava a passar por uma zona de forte turbulência.
Às 3h10, é enviada uma mensagem automática que dizia: "piloto automático desligado". A seguinte dava conta de uma falha eléctrica.
Às 3h12, entraram em colapso dois sistemas.
Às 3h13, surgem duas novas falhas, uma no computador principal e outra no sistema auxiliar para aterragem.
Às 3h14, a Air France recebe a derradeira mensagem: "cabina em velocidade vertical". As causas de todas estas falhas ainda estão por explicar, mas o desfecho, infelizmente, já é do conhecimento público... perderam-se 228 vidas no meio do Atlântico.
A britânica, Lucy Gordon, de 28 anos, foi encontrada morta no seu apartamento de Paris, na quarta-feira. Apesar de as causas serem desconhecidas, pensa-se que a actriz, que entrou no Homem-Aranha, deve ter cometido suicídio.
A representante de Lucy Gordon, 28 anos, confirmou que a actriz foi encontrada morta no seu apartamento de Paris. Até ao momento, ainda não se conhecem as causas do óbito, mas pensa-se que possa ter cometido suicídio.
Lucy Gordon, que faria 29 anos esta sexta-feira, dia 22, interpretou a repórter Jennifer Dugan no "Homem-Aranha 3", em 2007, e agora estava a rodar um filme sobre Serge Gainsbourg, no qual fazia o papel da esposa do músico francês, a atriz e cantora Jane Birkin.
"Na quarta-feira, 20 de maio, a actriz Lucy Gordon pôs fim aos seus dias", confirmou a agente sem dar mais pormenores, informou a emissora de rádio "France Info".
Entretanto, as autoridades locais já ordenaram a realização de uma autópsia para esclarecer as causas desta misteriosa morte.
Lucy Gordon participou, ainda, em filmes como "Honra e coragem - As quatro plumas (2002)" e "Bonecas russas" (2005).