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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Amigo alega ser pai da filha de Michael Jackson.

O ex-actor Mark Lester, amigo íntimo de Michael Jackson, vem agora a público dizer que doou esperma a pedido do cantor e mostra-se convencido de que pode ser pai de Paris, filha do rei da pop, com 11 anos.Em entrevista ao tablóirde News Of The World, Mark Lester afirmou ter doado esperma a pedido de Michael Jackson e diz-se disponível para fazer um teste de paternidade.
"Eu acho que Paris pode ser minha filha", defende o actor, chamando até a atenção para a semelhança física entre a menina e uma de suas filhas, Harriet.

"Ela tem olhos azuis, pele clara e maças do rosto proeminentes. As minhas meninas têm características muito parecidas."

Ao News of The World, conta que Jackson lhe terá pedido para doar esperma em seu nome, ao que ele terá acedido.

Mark Lester, de 51 anos, que ficou conhecido com Oliver Twist, em 1968, mantinha uma amizade com Michael Jackson há 30 anos e é ainda padrinho dos filhos do cantor.

sábado, 18 de julho de 2009

Homossexuais não podem doar sangue.

O presidente do Instituto Português do Sangue reafirma que homossexuais não podem ser dadores, porque têm mais probabilidades de serem portadores de doenças. O Ministério da Saúde assumiu por escrito a decisão.

"Nós não temos nada contra os homossexuais, cada um faz o que entender, mas dar sangue não é um direito. O direito é receber sangue seguro, e isto sobrepõe-se a qualquer outro direito", afirma ao Expresso Gabriel Olim, à margem da apresentação de uma campanha de recolha de sangue que decorrerá no Algarve, de 3 a 31 de Agosto.

Gabriel Olim garante que desde os anos 80, quando começaram a aparecer em maior número os casos de SIDA, que a prática foi assumida pelos bancos de sangue a nível internacional e que posteriormente vários estudos científicos apontaram no mesmo sentido: os homens que praticam relações sexuais com outros homens são mais infectados com doenças como a gonorreia, clamídia, sífilis e o papiloma vírus, pelo que são de imediato excluídos do grupo de dadores.

Olim afirma que a questão sobre a orientação sexual é sempre colocada a cada novo dador, tal como se pergunta aos heterossexuais se tiveram algum novo parceiro nos últimos seis meses: "Quando perguntamos isso a um heterossexual e ele diz que sim, explicamos-lhe que não pode dar sangue e eles aceitam, agora experimente dizer o mesmo a um homossexual e ele acusa-o logo de estar a praticar discriminação", afirma o presidente do IPS. "Trata-se, se quiser, de uma discriminação mas de forma positiva, no fundo de uma selecção", acrescenta.

Gabriel Olim refere que o IPS está neste momento a estudar de que forma um homem homossexual poderá vir a ser dador, caso não tenha tido práticas sexuais recentemente. Olim exemplifica: "Por exemplo, um rapaz que tenha sido alvo de abuso sexual. Nessa altura, não pode ser dador, mas uns anos depois, se não incorrer na prática desses actos sexuais porque é que não pode dar sangue? O que estamos a tentar determinar é quanto tempo depois será seguro admitir essas pessoas como dadores", afirma.

A questão foi hoje de novo levantada pelo Bloco de Esquerda, após um requerimento do deputado João Semedo acusando os serviços de sangue do Hospital de Santo António de "práticas discriminatórias". Em resposta, o Ministério da Saúde fez saber por escrito que os os homossexuais estão excluídos da dádiva de sangue, como forma de "eliminar dadores com comportamentos de risco e não dada a sua orientação sexual".

terça-feira, 23 de junho de 2009

Australiana morre depois de doar rim à filha.

Uma mulher de 62 anos acabou por morrer um dia depois de ter doado um rim à filha de 29 anos. Na Austrália, até ao momento, só outra pessoa havia sucumbido depois desta operação... Penny Halbish foi a segunda.

Uma australiana de 62 anos doou um dos rins à filha Suzanne, de 29 anos. Este transplante, realizado em Melbourne, acabou por não correr bem e Penny morreu, de ataque cardíaco, um dia depois.
De acordo com os exames feitos antes da operação, Penny estava perfeitamente saudável. No entanto, esta australiana desenvolveu um coágulo de sangue após a cirurgia, e isso causou um ataque cardíaco fatal, explicou o filho, Philtes Halbish.

Phil disse que a família estava consciente dos riscos da operação desde o início, mas que haviam decidido fazer os possíveis e impossíveis para tentar salvar Suzanne, cuja doença renal estava a piorar.
Penny foi considerada a dadora ideal e, a partir desse momento, não hesitou em ajudar a filha.

"Estávamos todos muito apreensivos e nervosos. Quando soubemos do sucesso do transplante ficamos muito aliviados. Mas logo veio a má notícia (morte da mãe), o que é difícil de acreditar", contou Phil.

Suzanne, que recebeu o rim, está a recuperar bem da operação. No entanto, tem agora que conviver com a perda da mãe.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Órgãos de Natasha Richardson doados pela família.

O site da revista People dá como certa a doação dos órgãos da actriz norte-americana, logo após a sua morte, na semana passada, depois de uma queda numa aula de esqui. Veja um VÍDEO dos inúmeros tributos que têm sido feitos a Natasha Richardson.

Os órgãos de Natasha Richardson foram doados logo após as máquinas, que a mantiveram viva por umas horas, terem sido desligadas.

O mundo ficou chocado com esta perda tão precoce e a família decidiu doar os órgãos da actriz ciente de que esta seria a sua vontade. O site da People garante que fontes próximas da família asseguraram que "alguém como ela iria, naturalmente, doar os seus órgãos".

O funeral da actriz, e mulher de Liam Neeson, realizou-se no domingo, num cemitério em Nova Iorque. A cerimónia íntima contou apenas com a presença de familiares e amigos mais próximos de Natasha Richardson.

O porta-voz do hospital Lenox Hill, em Nova Iorque, onde a actriz acabou por falecer, explicou que a morte cerebral da actriz foi causada por "um hematoma epidural, causado pelo impacto na cabeça" que sofreu durante uma aula de esqui no Canadá.