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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Steve Jobs "comprou" transplante?

A notícia de que o co-fundador da Apple se submeteu a um transplante de fígado num hospital do Tennessee depressa se transformou em motivo de especulação, com os media norte-americanos a deixarem no ar a incómoda pergunta: será que Steve Jobs pagou para passar à frente na lista de transplantes?

Segundo o hospital da Universidade de Memphis, no Tennessee, Steve Jobs era o doente mais grave da lista de espera da instituição quando o fígado de que precisava ficou disponível. Esta é assim a explicação oficial para as dúvidas que têm sido levantadas pelos jornais e televisões norte-americanos sobre a rapidez do transplante.

Um dos factos na origem da especulação é o local da cirurgia. O CEO da Apple mora na Califórnia, mas, segundo a imprensa norte-americana, mudou-se para o Tennessee, onde a fila de espera é de apenas 48 dias, contra os 306 dias de média nacional.

Segundo a CNN, num ano, apenas cerca de um terço dos pacientes na lista de espera para transplantes de fígado nos EUA são chamados. Em Junho, a lista tinha 16 mil pessoas, mas o site da cadeia de televisão sublinha que, "muitas vezes parece que as celebridades acabam por passar para os primeiros lugares da lista quando precisam um transplante, e as pessoas muitas vezes assumem que receberam tratamento preferencial".

terça-feira, 23 de junho de 2009

Australiana morre depois de doar rim à filha.

Uma mulher de 62 anos acabou por morrer um dia depois de ter doado um rim à filha de 29 anos. Na Austrália, até ao momento, só outra pessoa havia sucumbido depois desta operação... Penny Halbish foi a segunda.

Uma australiana de 62 anos doou um dos rins à filha Suzanne, de 29 anos. Este transplante, realizado em Melbourne, acabou por não correr bem e Penny morreu, de ataque cardíaco, um dia depois.
De acordo com os exames feitos antes da operação, Penny estava perfeitamente saudável. No entanto, esta australiana desenvolveu um coágulo de sangue após a cirurgia, e isso causou um ataque cardíaco fatal, explicou o filho, Philtes Halbish.

Phil disse que a família estava consciente dos riscos da operação desde o início, mas que haviam decidido fazer os possíveis e impossíveis para tentar salvar Suzanne, cuja doença renal estava a piorar.
Penny foi considerada a dadora ideal e, a partir desse momento, não hesitou em ajudar a filha.

"Estávamos todos muito apreensivos e nervosos. Quando soubemos do sucesso do transplante ficamos muito aliviados. Mas logo veio a má notícia (morte da mãe), o que é difícil de acreditar", contou Phil.

Suzanne, que recebeu o rim, está a recuperar bem da operação. No entanto, tem agora que conviver com a perda da mãe.