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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Como Brad Pitt pode arruinar o seu computador.

As estrelas de Hollywood são presença marcante na lista das 10 pesquisas online que podem levar o seu computador a ficar infectado por um vírus. Jessica Biel é a celebridade mais "perigosa", mas há mais...

A conclusão de um estudo agora divulgado é clara: Pense duas vezes antes de escrever o nome de uma estrela na caixa de pesquisa de um motor de busca, se não quer ver o seu computador danificado.

O estudo da McAfee, especialista em segurança informática, conclui que a pesquisa mais arriscada é por Jessica Biel, considera "a celebridade mais perigosa do ciberespaço": uma em cada pesquisas por estes termos leva a uma página que contém uma ameaça.

À namorada de Justin Timberlake segue-se a cantora Beyonce, a actriz Jennifer Aniston e o futebolista Tom Brady na lista das estrelas mais perigosas. A cantora e celebridade de um reality show Jessica Simpson encerra o indesejável top 5.

O actor Brad Pitt, que no ano passado encimava a lista, caiu este ano para o décimo lugar.

Curiosamente, o Presidente Obama e a primeira-dama Michelle figuram apenas nos 34º e 39º lugares respectivamente.

Segundo o relatório da McAfee, os hackers usam as tendências do momento para espalhar vírus e software malicioso.

Os riscos para o utilizador, alerta a companhia, vão desde o "aborrecido ao devastador".

O conselho: navegar apenas por sites que conheça e confie.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Walkman faz 30 anos.

O primeiro modelo do mais popular leitor portátil de cassetes chegou às lojas há 30 anos. O aparelho era azul e cinzento – e substancialmente maior do que qualquer moderno leitor de áudio.

O Walkman foi o primeiro aparelho a massificar a música portátil. Mas, no que à tecnologia diz respeito, está longe de ter sido pioneiro.

Os leitores portáteis de cassetes existiam há anos. O Walkman teve o mérito de ser um aparelho barato, prático (para os padrões da altura) e, sobretudo, bem publicitado pela Sony.

Já em 1978, a própria Sony comercializara um leitor portátil de cassetes. Mas era demasiado caro para o consumo geral. Um dos administradores da empresa, porém, era fã do produto (usava-o nas longas viagens de avião) e deu instruções para que a empresa tentasse criar um leitor semelhante, mas com um preço que fosse comportável para a maioria das pessoas.

A 1 de Julho de 1979, o Walkman chegou às lojas japonesas (mesmo antes das férias de Verão dos estudantes e com o objectivo de captar um público jovem). Não muito depois, o aparelho foi distribuído por outros mercados.

A marca Walkman, contudo, esteve para ser usada apenas no Japão, havendo outros nomes planeados para introduzir os outros países: Soundabout nos EUA, Stowaway no Reino Unido e Freestyle na Suécia. Mas o facto de os cartazes publicitários já estarem impressos com a palavra Walkman antes de se colocar a hipótese dos vários nomes acabou por determinar que a marca pensada para o Japão (e em parte escolhida devido à enorme popularidade do Superman naquela época) seria usada ao nível global.

O primeiro mês após o lançamento foi decepcionante: apenas três mil unidades foram vendidas e a imprensa e os comerciantes começavam a duvidar do sucesso da ideia. Mas a Sony reagiu rapidamente com um grande esforço de marketing.

Como forma de campanha, a Sony ofereceu Walkmans a celebridades para que estas o usassem. Os funcionários das lojas também tinham Walkmans e incentivavam os clientes a experimentá-los. E os próprios funcionários da Sony passeavam-se pelas ruas japonesas com um Walkman. A empresa teve ainda de combater a má imagem associada aos grandes auscultadores (que, mais tarde, chegaram a ser moda).

A estratégia deu resultados: as vendas dispararam, as primeiras 30 mil unidades produzidas esgotaram no final de Agosto e, antes do fim do ano, o produto era um sucesso e estava pronto para marcar o mundo da música da década de 80.

Depois do primeiro Walkman, seguiram-se vários modelos com a mesma marca. E a designação não se esgotou nos leitores de cassetes – foi usada para outros leitores de áudio da Sony, incluindo leitores de CD, de míni-discs (uma tecnologia que nunca vingou) e nos modernos leitores digitais.

Recentemente, a BBC fez com que um adolescente de 13 anos usasse durante alguns dias o primeiro modelo do Walkman em vez do habitual iPod. Foram precisos três dias para que o jovem descobrisse que a cassete tinha dois lados.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Steve Jobs "comprou" transplante?

A notícia de que o co-fundador da Apple se submeteu a um transplante de fígado num hospital do Tennessee depressa se transformou em motivo de especulação, com os media norte-americanos a deixarem no ar a incómoda pergunta: será que Steve Jobs pagou para passar à frente na lista de transplantes?

Segundo o hospital da Universidade de Memphis, no Tennessee, Steve Jobs era o doente mais grave da lista de espera da instituição quando o fígado de que precisava ficou disponível. Esta é assim a explicação oficial para as dúvidas que têm sido levantadas pelos jornais e televisões norte-americanos sobre a rapidez do transplante.

Um dos factos na origem da especulação é o local da cirurgia. O CEO da Apple mora na Califórnia, mas, segundo a imprensa norte-americana, mudou-se para o Tennessee, onde a fila de espera é de apenas 48 dias, contra os 306 dias de média nacional.

Segundo a CNN, num ano, apenas cerca de um terço dos pacientes na lista de espera para transplantes de fígado nos EUA são chamados. Em Junho, a lista tinha 16 mil pessoas, mas o site da cadeia de televisão sublinha que, "muitas vezes parece que as celebridades acabam por passar para os primeiros lugares da lista quando precisam um transplante, e as pessoas muitas vezes assumem que receberam tratamento preferencial".