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sábado, 12 de setembro de 2009

Reveladas novas imagens dos atentados às Torres Gémeas.

8º aniversário do 11 de Setembro. Imagens inéditas dos atentados do 11 de Setembro foram divulgadas hoje, véspera do oitavo aniversário dos ataques terroristas em Nova York.

As imagens foram gravadas a partir do bairro nova-iorquino do Brooklyn, por um amador. O fumo negro é visto a sair de uma das torres, enquanto um avião atinge a outra. Papéis voam pelo céu. Alguns vão parar às mãos da pessoa que fotografava.

Noutra imagem, pode ver-se bombeiros desolados e exaustos a passar por as ruas cheias de poeira em Manhattan. A fachada destruída do World Trade Center é vista atrás deles.

As imagens inéditas, assim como outros vídeos e fotos dos ataques, foram reunidas pela fundação que está a construir um memorial dedicado às vítimas.

Todos os registos podem ser vistos em: http://www.national911memorial.org

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Foto do dia/Picture of the day.

Assinalam-se esta sexta-feira 8 anos sobre o dia que mudou o mundo. Para a História ficam perto de 3 mil mortos e as imagens de terror das torres gémeas em chamas e do pânico e incredulidade globais.Faz esta sexta-feira oito anos desde que um grupo de terroristas sequestrou quatro aviões comerciais, fazendo-os embater contra duas torres do World Trade Center, que acabaram por ruir, e contra o Pentágono. O quatro acabou por se despenhar em Somerset County, na Pensilvânia, mas as autoridades acreditam que o seu alvo seria o Capitólio.Enquanto o prometido Museu Memorial do 11 de Setembro tem inauguração marcada para 2012, as cerimónias desta sexta-feira visam lembrar os atentados e homenagear as 2751 pessoas que seguiam a bordo dos voos 11 da American Airlines e 175 da United Airlines, os dois que embateram nas torres gémeas de Nova Iorque. As cerimónias incluem a leitura dos nomes das vítimas e vários minutos de silêncio nas horas precisas dos embates dos aparelhos e do colapso dos edifícios.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Estivemos mesmo na Lua?

Quarenta anos depois, ainda há quem acredite que o Homem nunca pisou a Lua. Recorde os argumentos dos que defendem que o gigante passo para a Humanidade foi encenado.

Foi o acontecimento do Verão de 1969. A 20 de Julho, o astronauta Neil Armstrong pousou o pé esquerdo na Lua. "Um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a Humanidade" foi a frase que ficou para a história.

Mas, 40 anos depois, há quem teime que tal nunca aconteceu e que a Apollo 11 nunca chegou à Lua. Para estes defensores da teoria da conspiração, tudo não terá passado de uma encenação da NASA como forma de ultrapassar os rivais soviéticos e garantir o cumprimento do obejctivo estabelecido pelo presidente Kennedy de enviar tripulantes humanos à lua até ao final dos anos 60.

Bill Kaysing, o autor do polémico livro "Nunca fomos à Lua", é um dos principais protagonistas da tese da fraude. Na obra, aponta como "provas" o céu sem estrelas, algumas as sombras visíveis em algumas fotos, a bandeira ondulante num ambiente sem vento, a pegada perfeita da bota de Armstrong e a falta de uma cratera após a aterragem do módulo lunar Eagle.

Outros dos argumentos aponta para as conversas entre os astronautas e o controlo da missão, que, alegadamente, pareciam combinadas.

Para os milhões que não despregaram os olhos das televisões a preto e branco, na madrugada de há 40 anos, a teoria de Bill Kaysing pode parecer de loucos, mas tem vários seguidores.

"Eu seu que as alunagens foram encenadas", garante também o realizador Bart Sibrel.

A mesma opinião tinham, em 1999, 6% dos americanos inquiridos numa sondagem, e, de acordo com a CNN, os números estão a subir. Cerca de 25% dos inquriridos numa sondagem publicada por uma revista britânica, a Engenharia e Tecnologia dizem não acreditar que alguma vez o Homem tenha pisado a Lua e, na Internet, multiplicam-se os blogues com a mesma teoria.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Walkman faz 30 anos.

O primeiro modelo do mais popular leitor portátil de cassetes chegou às lojas há 30 anos. O aparelho era azul e cinzento – e substancialmente maior do que qualquer moderno leitor de áudio.

O Walkman foi o primeiro aparelho a massificar a música portátil. Mas, no que à tecnologia diz respeito, está longe de ter sido pioneiro.

Os leitores portáteis de cassetes existiam há anos. O Walkman teve o mérito de ser um aparelho barato, prático (para os padrões da altura) e, sobretudo, bem publicitado pela Sony.

Já em 1978, a própria Sony comercializara um leitor portátil de cassetes. Mas era demasiado caro para o consumo geral. Um dos administradores da empresa, porém, era fã do produto (usava-o nas longas viagens de avião) e deu instruções para que a empresa tentasse criar um leitor semelhante, mas com um preço que fosse comportável para a maioria das pessoas.

A 1 de Julho de 1979, o Walkman chegou às lojas japonesas (mesmo antes das férias de Verão dos estudantes e com o objectivo de captar um público jovem). Não muito depois, o aparelho foi distribuído por outros mercados.

A marca Walkman, contudo, esteve para ser usada apenas no Japão, havendo outros nomes planeados para introduzir os outros países: Soundabout nos EUA, Stowaway no Reino Unido e Freestyle na Suécia. Mas o facto de os cartazes publicitários já estarem impressos com a palavra Walkman antes de se colocar a hipótese dos vários nomes acabou por determinar que a marca pensada para o Japão (e em parte escolhida devido à enorme popularidade do Superman naquela época) seria usada ao nível global.

O primeiro mês após o lançamento foi decepcionante: apenas três mil unidades foram vendidas e a imprensa e os comerciantes começavam a duvidar do sucesso da ideia. Mas a Sony reagiu rapidamente com um grande esforço de marketing.

Como forma de campanha, a Sony ofereceu Walkmans a celebridades para que estas o usassem. Os funcionários das lojas também tinham Walkmans e incentivavam os clientes a experimentá-los. E os próprios funcionários da Sony passeavam-se pelas ruas japonesas com um Walkman. A empresa teve ainda de combater a má imagem associada aos grandes auscultadores (que, mais tarde, chegaram a ser moda).

A estratégia deu resultados: as vendas dispararam, as primeiras 30 mil unidades produzidas esgotaram no final de Agosto e, antes do fim do ano, o produto era um sucesso e estava pronto para marcar o mundo da música da década de 80.

Depois do primeiro Walkman, seguiram-se vários modelos com a mesma marca. E a designação não se esgotou nos leitores de cassetes – foi usada para outros leitores de áudio da Sony, incluindo leitores de CD, de míni-discs (uma tecnologia que nunca vingou) e nos modernos leitores digitais.

Recentemente, a BBC fez com que um adolescente de 13 anos usasse durante alguns dias o primeiro modelo do Walkman em vez do habitual iPod. Foram precisos três dias para que o jovem descobrisse que a cassete tinha dois lados.

domingo, 3 de maio de 2009

Imagem mostra como será Maddie dois anos depois.

Em vésperas do segundo aniversário do desaparecimento de Madeleine McCann da Praia da Luz, no Algarve, os pais divulgaram uma imagem que mostra como a menina poderá ser com seis anos.

Maddie tinha três anos quando, a 3 de Maio de 2007, desapareceu da Praia da Luz, no Algarve. A polícia portuguesa deu o caso por encerrado no passado mês de Julho, sem chegar a uma conclusão, mas os pais continuam a aparecer publicamente convictos de que a filha ainda poderá aparecer viva.

Nesse sentido, divulgaram na sexta-feira uma fotografia trabalhada digitalmente, que representa a imagem da menina, actualmente.

A imagem, exibida no programa de Oprah Winfrey, foi criada por um especialista do Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas, a partir de fotografias disponibilizadas pelos pais.

sábado, 2 de maio de 2009

Ayrton Senna: O 'mago' da Fórmula 1 morreu há 15 anos.

Um dos melhores pilotos da história da Fórmula 1 e um verdadeiro 'mago'sob chuva ou em qualificação, o brasileiro morreu após uma violenta colisão no circuito de Imola.

Perfeccionista, metódico, determinado, persistente e individualista - estes eram alguns dos traços do carácter do brasileiro Ayrton Senna , um dos melhores pilotos da história da Fórmula 1 e um verdadeiro mago sob chuva ou em qualificação.

Conhecido como Beco em família, Harry durante o seu percurso nas categorias de promoção na Grã-Bretanha, ou simplesmente Mágico no "Grande Circo" da Fórmula 1, Ayrton Senna da Silva nasceu em Santana, no estado de São Paulo, em 21 de Março de 1960 e morreu em Imola, Itália, a 01 de Maio de 1994, aos 34 anos.

Faz hoje 15 anos, uma falha mecânica - a ruptura da coluna da direcção - lançou o Williams-Renault de Senna contra um muro de betão na curva Tamburello do Autódromo Enzo e Dino Ferrari, na sétima volta do Grande Prémio de São Marino, terceira prova do Campeonato do Mundo.

Senna, campeão do Mundo em 1988, 1990 e 1991, rolava a cerca de 310 km/h e a colisão violenta foi inevitável. Com graves lesões cerebrais, provocadas pela perfuração do crânio por um tirante da suspensão, acabaria por ser declarado morto pouco depois de dar entrada no hospital Maggiore, em Bolonha.Fim-de-semana trágico para a F1. Este foi um dos fins-de-semana mais trágicos da história de Fórmula 1: cerca de 25 horas antes tinha morrido o austríaco Roland Ratzenberger, que aos 31 anos disputava o seu terceiro Grande Prémio, quando o seu Simtek-Ford embateu a 315 km/h contra um muro de betão na curva Villeneuve, após perder uma parte da asa dianteira.

Sexta-feira, na primeira sessão de qualificação, o Jordan-Hart de Rubens Barrichello descolou na Variante Baixa, a cerca de 200 km/h, embateu nas redes de protecção e capotou três vezes, deixando o piloto brasileiro inconsciente e impedido de alinhar na corrida, devido aos ferimentos sofridos, entre os quais uma fractura no nariz.

Mas a corrida também começou mal, pois na largada o português Pedro Lamy não conseguiu evitar que o seu Lotus-Mugen Honda embatesse violentamente na traseira do Benetton-Ford do finlandês J.J. Lehto, que ficara parado, e a colisão lançou uma roda para as bancadas, o que provosou ferimentos em quatro pessoas.

Este acidente ditou a entrada em pista do safety car, que controlou o ritmo do pelotão até à sexta volta, pelo que Senna realizava a sua primeira volta lançada quando se despistou.

Mais tarde, perto do final da corrida, o drama voltou a acontecer, mas desta vez nas "boxes": depois de reabastecer e trocar de pneus, o italiano Michelle Alboreto preparava-se para regressar à pista, quando se soltou uma roda do seu Minardi-Ford, num incidente de que resultaram ferimentos em três mecânicos da Ferrari e num da Lotus.

O dramático Grande Prémio de São Marino de 1994 marcou uma viragem histórica na Fórmula 1, pois não só obrigou a Federação Internacional do Automóvel (FIA) a alterar de forma radical as regras de segurança, como acabou por ser o momento da sucessão entre Ayrton Senna e Michael Schumacher .

Se acabava de perder o único campeão mundial do plantel, a Fórmula 1 assistia ao início da glória do mais titulado piloto de sempre: o alemão, então na Benetton-Ford, alcançou em Imola a terceira das suas quatro vitórias consecutivas na abertura da época, lançando-se em definitivo para a conquista do primeiro dos seus sete Mundiais.

Já no final da carreira, Schumacher, que então foi muito criticado por ter celebrado no pódio o triunfo em Imola, ainda foi a tempo de retirar a Senna o seu mais emblemático recorde, ao totalizar 68 "pole positions" contra as 65 do brasileiro, que assim é segundo nesta estatística.

No entanto, 15 anos após a sua morte, Senna, que disputou 162 Grandes Prémios desde a sua estreia na Fórmula 1, em 1984 com um Toleman-Hart, ainda tem vários registos notáveis: é o terceiro piloto com mais vitórias (41), pódios (80) e pontos (614), sempre atrás de Schumacher e do francês Alain Prost.

Em 01 de Maio de 1994, o "mágico" da chuva, que alcançou a sua primeira vitória na Fórmula 1 no Grande Prémio de Portugal de 1985, num autódromo do Estoril completamente alagado, deixou Schumacher sem adversário à altura: "O Rei morreu, viva o Rei".

domingo, 26 de abril de 2009

O cravo dos 35 anos de Abril.

O cravo dos 35 anos de Abril.
Os portugueses comemoraram ontem à noite, no Porto, os 35 anos da Revolução do 25 de Abril de 1974. São várias as iniciativas previstas por todo o país. O Parlamento já prestou homenagem com uma sessão solene comemorativa. Foto: Paulo Pimenta