Pelo menos 41 pessoas morreram e várias dezenas ficaram feridas, no sábado, na sequência de um incêndio que deflagrou numa tenda onde se celebrava um casamento, no Kuwait.
As chamas deflagraram na noite de sábado numa das tendas usadas na festa de um casamento. No local encontravam-se apenas mulheres e crianças.
As autoridades localizaram, para já, 41 corpos por entre os destroços e 76 pessoas foram transportadas para os hospitais. Muitas foram vítimas de esmagamentos enquanto tentavam fugir da tenda.
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Casamento no Kuwait termina com dezenas de mortos.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Gripe A já fez mais de 700 vítimas mortais.
A mais recente balanço da Organização Mundial de Saúde assegura que a Gripe A já causou mais de 700 vítimas mortais, desde Março.
A OMS diz que o H1N1 se está a propagar com uma rapidez "sem precedentes", comparativamente com outras epidemias, e assegura que a Gripe A já provocou mais de 700 mortes por todo o mundo.
Apesar de ter recusado avançar com o número exacto de pessoas infectadas, a porta-voz da OMS, Aphaluck Bhatiaseve, assegurou que os países afectados continuam a fornecer todas as informações necessárias.
A OMS diz que o H1N1 se está a propagar com uma rapidez "sem precedentes", comparativamente com outras epidemias, e assegura que a Gripe A já provocou mais de 700 mortes por todo o mundo.
Apesar de ter recusado avançar com o número exacto de pessoas infectadas, a porta-voz da OMS, Aphaluck Bhatiaseve, assegurou que os países afectados continuam a fornecer todas as informações necessárias.
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
Avião despenha-se com 168 pessoas a bordo.
Um Tupolev da Caspian Airlines despenhou-se no noroeste do Irão com 168 pessoas a bordo. A agência noticiosa iraniana ISNA assegura que não há sobreviventes.Outro avião caiu, desta vez no noroeste do Irão. Os 153 passageiros e 15 tripulantes, que seguiam a bordo do aparelho, não sobreviveram, de acordo com a agência de notícias iraniana ISNA.O Tupolev da Caspian Airlines, que se despenhou por volta das 11h33 (08h30 em Lisboa), fazia a rota Teerão-Yerevan, na Arménia.
Segundo o representante da empresa, o acidente ocorreu cerca de 15 minutos depois da descolagem. O motivo da queda não está claro, e as caixas negras ainda não foram encontradas.
Um general do Exército iraniano, ouvido pela Irna, afirmou que o avião se partiu em pedaços e abriu uma cratera ao cair. Uma autoridade local, Sirous Saberi, disse que a aeronave teve problemas técnicos, tentou um pouso de emergência, mas pegou fogo no ar antes de cair.
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sexta-feira, 1 de maio de 2009
Carro atinge multidão que assistia à passagem da rainha.
Quatro pessoas morreram e 12 ficaram feridas quando um carro a alta velocidade se despistou junto à multidão que se juntara para ver passar família real holandesa. VEJA O VÍDEO.
Um repórter fotográfico da agência Associated Press que testemunhou o incidente indicou que o condutor do veículo pareceu conduzir deliberadamente a alta velocidade na direcção do autocarro aberto em que seguiam a rainha e a sua família, na cidade de Apeldoorn (oeste), por ocasião das celebrações do dia da Rainha.
O condutor desviou-se das grades colocadas pela polícia em frente das centenas de pessoas que assistiam à passagem da rainha e foi embater com o veículo num monumento.
O autocarro da rainha não foi atingido e nenhuma das pessoas que acompanhavam a rainha ficou ferida.
A televisão holandesa noticiou que pelo menos 14 espectadores ficaram feridos, mas a polícia de Apeldoorn escusou-se a confirmar qualquer balanço ou a comentar o incidente.
As imagens transmitidas pela televisão mostram agentes da polícia a retirar um homem de dentro do automóvel e a encaminhá-lo para uma ambulância.
Um repórter fotográfico da agência Associated Press que testemunhou o incidente indicou que o condutor do veículo pareceu conduzir deliberadamente a alta velocidade na direcção do autocarro aberto em que seguiam a rainha e a sua família, na cidade de Apeldoorn (oeste), por ocasião das celebrações do dia da Rainha.
O condutor desviou-se das grades colocadas pela polícia em frente das centenas de pessoas que assistiam à passagem da rainha e foi embater com o veículo num monumento.
O autocarro da rainha não foi atingido e nenhuma das pessoas que acompanhavam a rainha ficou ferida.
A televisão holandesa noticiou que pelo menos 14 espectadores ficaram feridos, mas a polícia de Apeldoorn escusou-se a confirmar qualquer balanço ou a comentar o incidente.
As imagens transmitidas pela televisão mostram agentes da polícia a retirar um homem de dentro do automóvel e a encaminhá-lo para uma ambulância.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Sismo em Itália: Centenas de feridos e 92 mortos.
O jornal "Corriere della Sera" avança que o sismo fez 92 mortos, embora o número não esteja confirmado. Ainda assim, espera-se um aumento de vítimas mortais do forte tremor de terra que esta madrugada abalou Aquila.O sismo de hoje em Aquila, centro de Itália, fez "mais de 50 mortos", segundo um balanço provisório avançado pelo ministro do Interior, Roberto Maroni, à imprensa em Aquila, a cidade mais atingida pelo terramoto. Numerosos habitantes de Aquila começaram a sair da cidade para tentar
fugir às eventuais réplicas, disseram jornalistas no local.
Equipas de socorro com cães encontravam-se nas ruínas de várias casas em Aquila, com 60.000 habitantes, onde se localizou o epicentro do sismo.
A maioria das casas do centro histórico apresenta fendas e vários habitantes preferem ficar nas ruas do que entrar nos edifícios mais atingidos.
A zona que apresenta a maior parte dos danos ocupa "uma circunferência de 30 quilómetros" em redor da capital da província de Abruzzo, disseram as equipas de socorro que estão a sair de Roma para Aquila, a cerca de 110 quilómetros da capital italiana.
Nenhum português pediu até ao momento apoio às autoridades italianas ou portuguesas na sequência do sismo que ocorreu hoje de madrugada no centro de Itália, disse à Lusa fonte da secretaria de Estado das Comunidades.
Nove estudantes portugueses que se encontram em Itália estão bem
fisicamente e apenas sofreram danos materiais, disse à Lusa fonte do gabinete do secretário de Estado das Comunidades.
Segundo a agência noticiosa italiana, a população está a ajudar as forças de socorro para tentar salvar pessoas que se encontram sob os escombros ou que estão encurraladas em suas casas.
O primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, anunciou que assinou o estado de emergência devido ao sismo que abalou a região de Abruzzi.
Um porta-voz do seu gabinete citado pela agência Efe anunciou que Berlusconi cancelou uma visita oficial a Moscovo, que devia iniciar hoje, devido ao sismo.
As vítimas mortais, assim como as pessoas que se encontram ainda desaparecidas, residiam em Aquila, região de Abruzzo, referiram as autoridades locais.
Um sismo de magnitude 6,7 fez hoje tremer o centro de Itália, depois de um outro de 4,6 se ter feito sentir domingo no norte do país.
O último e mais intenso dos sismos, testemunhado por jornalistas da France Presse, fez-se sentir também na capital italiana cerca das 3h30 locais (2h30 em Lisboa).
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Testemunho. O «inferno» da Austrália visto por um português.
Numerosas localidades australianas foram varridas do mapa com os incêndios que calcinam o sul da Austrália, queimando casas, automóveis e pessoas na maior tragédia de sempre deste género no país, saldada em 108 mortos e 750 lares destruídos.
Luís Geraldes, artista e pintor, descreveu à Lusa o ambiente no local onde se encontra, um centro de acolhimento a cerca de cinco quilómetros da sua residência, que se tornou num «cenário de inferno».
«Existe um capacete preto na atmosfera e, de vez em quando, nas várias frentes onde o fogo ainda ocupa colinas, as árvores rebentam e mandam as folhas a arder para o ar, como foguetes», explicou.
«É impossível controlar este fogo, que se espalha por todo o lado, e por mais água que se deite não é possível dominar as frentes», disse ainda, acrescentando: «A temperatura continua a mais de 40 graus, o sol não existe e para se andar é preciso levar luzes acesas. Não se vislumbra o fim deste cenário de inferno.»
A ambiente geral é de consternação: «Existe um grande traumatismo, morreram muitas pessoas, amigas e vizinhas. Nas florestas, as pessoas têm propriedades com mais de cinco hectares e todos se conhecem porque fazem reuniões durante o ano sobre como combater as frentes de fogo (comuns no Verão australiano).» «Nas actuais circunstâncias, no entanto, foi impossível combater as chamas. Mesmo os mais fortes, que ficaram para trás até à última hora, quando tentaram fugir já não conseguiram porque as árvores estavam caídas no meio das estradas, os carros ficaram bloqueadas e o fogo carbonizou-as lá dentro», adiantou.
Luís Geraldes está inconformado: «As pessoas estão psicologicamente em baixo, altamente deprimidas, desde crianças, a pessoas de idade. Há milhares no centro de acolhimento e vai ser preciso ter coragem.»
O número de vítimas continua a crescer enquanto as operações de busca e salvamento resgatam corpos das chamas que têm transformado num inferno sobretudo o Estado de Vitória.
O primeiro-ministro, Kevin Rudd, declarou estar «consternado» com a chuva de cinza que cai do céu negro, enquanto as árvores explodem sob uma temperatura de 47 graus centígrados e são levadas pela fúria dos ventos.
No distrito de Kinglake, uma centena de quilómetros a norte de Melbourne, a localidade de turismo de Inverno de Marysville, com 800 habitantes, está em ruínas e é irrecuperável, de acordo com o responsável Brian Cross. Só em Kingsdale foram contados 18 mortos retirados dos escombros de quatro dezenas de casas e também de viaturas fumegantes.
Visto do ar, o cenário é dantesco até ao horizonte, com vastas quintas e florestas inteiras reduzidas a terra preta numa área de 2.200 quilómetros quadrados.
A polícia informou que há cerca de oito dezenas de pessoas hospitalizadas com queimaduras, 22 das quais de gravidade, como é o caso de uma bebé com escassos dois anos de idade, a quem está a ser ministrada morfina para apaziguar o sofrimento.
A Cruz Vermelha confirmou 3.733 evacuações, havendo relatos de sobreviventes que diziam ter visto algo parecido ao que foi a bomba atómica em Hiroshima.






Luís Geraldes, artista e pintor, descreveu à Lusa o ambiente no local onde se encontra, um centro de acolhimento a cerca de cinco quilómetros da sua residência, que se tornou num «cenário de inferno».
«Existe um capacete preto na atmosfera e, de vez em quando, nas várias frentes onde o fogo ainda ocupa colinas, as árvores rebentam e mandam as folhas a arder para o ar, como foguetes», explicou.
«É impossível controlar este fogo, que se espalha por todo o lado, e por mais água que se deite não é possível dominar as frentes», disse ainda, acrescentando: «A temperatura continua a mais de 40 graus, o sol não existe e para se andar é preciso levar luzes acesas. Não se vislumbra o fim deste cenário de inferno.»
A ambiente geral é de consternação: «Existe um grande traumatismo, morreram muitas pessoas, amigas e vizinhas. Nas florestas, as pessoas têm propriedades com mais de cinco hectares e todos se conhecem porque fazem reuniões durante o ano sobre como combater as frentes de fogo (comuns no Verão australiano).» «Nas actuais circunstâncias, no entanto, foi impossível combater as chamas. Mesmo os mais fortes, que ficaram para trás até à última hora, quando tentaram fugir já não conseguiram porque as árvores estavam caídas no meio das estradas, os carros ficaram bloqueadas e o fogo carbonizou-as lá dentro», adiantou.
Luís Geraldes está inconformado: «As pessoas estão psicologicamente em baixo, altamente deprimidas, desde crianças, a pessoas de idade. Há milhares no centro de acolhimento e vai ser preciso ter coragem.»
O número de vítimas continua a crescer enquanto as operações de busca e salvamento resgatam corpos das chamas que têm transformado num inferno sobretudo o Estado de Vitória.
O primeiro-ministro, Kevin Rudd, declarou estar «consternado» com a chuva de cinza que cai do céu negro, enquanto as árvores explodem sob uma temperatura de 47 graus centígrados e são levadas pela fúria dos ventos.
No distrito de Kinglake, uma centena de quilómetros a norte de Melbourne, a localidade de turismo de Inverno de Marysville, com 800 habitantes, está em ruínas e é irrecuperável, de acordo com o responsável Brian Cross. Só em Kingsdale foram contados 18 mortos retirados dos escombros de quatro dezenas de casas e também de viaturas fumegantes.
Visto do ar, o cenário é dantesco até ao horizonte, com vastas quintas e florestas inteiras reduzidas a terra preta numa área de 2.200 quilómetros quadrados.
A polícia informou que há cerca de oito dezenas de pessoas hospitalizadas com queimaduras, 22 das quais de gravidade, como é o caso de uma bebé com escassos dois anos de idade, a quem está a ser ministrada morfina para apaziguar o sofrimento.
A Cruz Vermelha confirmou 3.733 evacuações, havendo relatos de sobreviventes que diziam ter visto algo parecido ao que foi a bomba atómica em Hiroshima.







segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Incêndios florestais matam na Austrália.
Pelo menos 84 pessoas morreram devido aos incêndios florestais que estão a devastar o sudeste da Austrália, e que já são os mais mortíferos de sempre, anunciou hoje a polícia.
Os incêndios alastram desde sábado em três estados do sudeste do país, sendo Victoria a região mais atingida pela catástrofe.
Um balanço anterior apontava para a existência de 65 mortos, e as autoridades reconhecem que os números poderão agravar-se, uma vez que muitos dos feridos sofrem de ferimentos graves.
Por outro lado, existem localidades fortemente atingidas pelas chamas onde a polícia e os bombeiros não conseguiram entrar, desconhecendo-se a situação de alguns moradores, o que leva as autoridades a reconhecer que os números de vítimas podem subir.
Com este novo balanço, estes incêndios são já considerados os mais mortíferos de sempre. Os fogos de 1983, que ficaram conhecidos como a «Quarta-feira de Cinzas», mataram 75 pessoas no estado de Victoria e no sul do país. O mesmo estado foi afectado também por intensos fogos em 1939, altura em que morreram 71 pessoas, na chamada «Sexta-feira Negra».
Ventos violentos atiçaram este fim-de-semana mais de 50 incêndios que se propagaram desde sábado nos Estados de Victoria, Nova Gales do Sul e aos arredores da capital, Camberra, onde a temperatura atingia hoje valores da ordem de 46 graus Celsius.
Dados divulgados pela polícia de Victoria, cerca das 20:30 (08:30 em hora de Lisboa), apontam para 750 casas destruídas e 330 mil hectares queimados.
Muitas das vítimas foram encontradas carbonizadas dentro dos carros, tendo sido apanhadas pelas chamadas quando tentavam fugir.
A polícia já reconheceu que alguns dos fogos podem demorar semanas a controlar e um bombeiro que está na zona disse que a frente de fogo tem várias centenas de quilómetros.
A zona mais atingida é Kinglake, situada a 80 quilómetros a norte de Melbourne, onde 550 casas foram destruídas e foram registadas 63 mortes.
As autoridades australianas prometeram punir severamente os incendiários que, segundo pensam, contribuíram para o início dos fogos.
«Alguns incêndios começaram em localidades onde só podiam ser ateados de propósito, nunca provocados por causas naturais», declarou um alto responsável da polícia do Estado de Victoria, Kieran Walshe.
A maioria das mortes ocorreu a noroeste de Melbourne, a segunda maior cidade do país e capital do Estado de Victoria, onde as chamas alastraram a bairros habitacionais inteiros e onde os incêndios continuam hoje fora de controlo.
Os responsáveis afirmam que as condições meteorológicas são piores este ano, devido a uma seca muito propícia à propagação dos incêndios.
Os incêndios alastram desde sábado em três estados do sudeste do país, sendo Victoria a região mais atingida pela catástrofe.
Um balanço anterior apontava para a existência de 65 mortos, e as autoridades reconhecem que os números poderão agravar-se, uma vez que muitos dos feridos sofrem de ferimentos graves.
Por outro lado, existem localidades fortemente atingidas pelas chamas onde a polícia e os bombeiros não conseguiram entrar, desconhecendo-se a situação de alguns moradores, o que leva as autoridades a reconhecer que os números de vítimas podem subir.

Com este novo balanço, estes incêndios são já considerados os mais mortíferos de sempre. Os fogos de 1983, que ficaram conhecidos como a «Quarta-feira de Cinzas», mataram 75 pessoas no estado de Victoria e no sul do país. O mesmo estado foi afectado também por intensos fogos em 1939, altura em que morreram 71 pessoas, na chamada «Sexta-feira Negra».
Ventos violentos atiçaram este fim-de-semana mais de 50 incêndios que se propagaram desde sábado nos Estados de Victoria, Nova Gales do Sul e aos arredores da capital, Camberra, onde a temperatura atingia hoje valores da ordem de 46 graus Celsius.
Dados divulgados pela polícia de Victoria, cerca das 20:30 (08:30 em hora de Lisboa), apontam para 750 casas destruídas e 330 mil hectares queimados.
Muitas das vítimas foram encontradas carbonizadas dentro dos carros, tendo sido apanhadas pelas chamadas quando tentavam fugir.
A polícia já reconheceu que alguns dos fogos podem demorar semanas a controlar e um bombeiro que está na zona disse que a frente de fogo tem várias centenas de quilómetros.
A zona mais atingida é Kinglake, situada a 80 quilómetros a norte de Melbourne, onde 550 casas foram destruídas e foram registadas 63 mortes.
As autoridades australianas prometeram punir severamente os incendiários que, segundo pensam, contribuíram para o início dos fogos.
«Alguns incêndios começaram em localidades onde só podiam ser ateados de propósito, nunca provocados por causas naturais», declarou um alto responsável da polícia do Estado de Victoria, Kieran Walshe.
A maioria das mortes ocorreu a noroeste de Melbourne, a segunda maior cidade do país e capital do Estado de Victoria, onde as chamas alastraram a bairros habitacionais inteiros e onde os incêndios continuam hoje fora de controlo.
Os responsáveis afirmam que as condições meteorológicas são piores este ano, devido a uma seca muito propícia à propagação dos incêndios.
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