Pelo menos 41 pessoas morreram e várias dezenas ficaram feridas, no sábado, na sequência de um incêndio que deflagrou numa tenda onde se celebrava um casamento, no Kuwait.
As chamas deflagraram na noite de sábado numa das tendas usadas na festa de um casamento. No local encontravam-se apenas mulheres e crianças.
As autoridades localizaram, para já, 41 corpos por entre os destroços e 76 pessoas foram transportadas para os hospitais. Muitas foram vítimas de esmagamentos enquanto tentavam fugir da tenda.
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Casamento no Kuwait termina com dezenas de mortos.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Noivos entraram na igreja a dançar e conquistam Youtube e internautas.
É caso para dizer que vídeos de casamentos há muitos, mas nenhum é como este. Em vez da tradicional pompa e circunstância, padrinhos e noivos entraram na igreja em grande estilo, com uma coreografia animada.
Primeiro os padrinhos, depois as damas-de-honor, em seguida o noivo e, no fim, claro, a noiva. Até aqui tudo parece conforme a tradição. Parece, sublinhe-se. Porque a entrada na igreja de St. Paul, no estado de Minnesota, EUA, deste cortejo foi tudo menos tradicional. Em vez da marcha nupcial, os noivos escolheram a canção "Forever" de Chris Brown e todos desfilaram com uma coreografia bem animada, para surpresa dos convidados.
À NBC, o casal explicou que a ideia foi da noiva, que adora dançar.
Curiosidades:
Até à publicação deste post, o vídeo já tinha sido visto 9159187 vezes, tinha 47629 comentários dos internautas, tinha sido votado 49006 vezes, a maior partes destes 5 estrelas e estava a ser visualizado por mais 20 internautas. Deixo-vos aqui o link do autor, para conferirem estes mesmo dados. (http://www.youtube.com/watch?v=4-94JhLEiN0)
Primeiro os padrinhos, depois as damas-de-honor, em seguida o noivo e, no fim, claro, a noiva. Até aqui tudo parece conforme a tradição. Parece, sublinhe-se. Porque a entrada na igreja de St. Paul, no estado de Minnesota, EUA, deste cortejo foi tudo menos tradicional. Em vez da marcha nupcial, os noivos escolheram a canção "Forever" de Chris Brown e todos desfilaram com uma coreografia bem animada, para surpresa dos convidados.
À NBC, o casal explicou que a ideia foi da noiva, que adora dançar.
Curiosidades:
Até à publicação deste post, o vídeo já tinha sido visto 9159187 vezes, tinha 47629 comentários dos internautas, tinha sido votado 49006 vezes, a maior partes destes 5 estrelas e estava a ser visualizado por mais 20 internautas. Deixo-vos aqui o link do autor, para conferirem estes mesmo dados. (http://www.youtube.com/watch?v=4-94JhLEiN0)
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Casamentos sem sexo.
Sabe que há casais que vivem felizes sem terem relações sexuais durante mais de meio ano?
Se há pessoas para quem o sexo é o sopro da felicidade há outras que passam bem sem ele. Sara e Jorge estão juntos há uma década e raramente têm relações sexuais. Casados, dois filhos, carreiras de sucesso, boa casa, saudáveis, bonitos, têm na intimidade um pormenor que os distingue, "Não fazemos amor há mais de seis meses.
Não sei bem porquê, simplesmente não nos apetece", confessa Sara. Uma situação que não se reduz aos últimos tempos. Na verdade, há vários anos que Sara e Jorge se entendem em todos os aspectos menos na cama. O mesmo acontece com Ana e Filipe Gonçalves. Conheceram-se há cinco anos, viveram meses tórridos de paixão, faziam sexo sem tabus e esqueciam-se frequentemente do mundo para lá do aconchego dos lençóis. Hoje continuam-se a amar-se mas não têm vida sexual.
Mas o que significa isto? É por causa da vida agitada de hoje? Da escassez de tempo que os casais têm para eles próprios? Da presença dos filhos? Saiba mais sobre este assunto na mais recente edição da Revista Única.
Se há pessoas para quem o sexo é o sopro da felicidade há outras que passam bem sem ele. Sara e Jorge estão juntos há uma década e raramente têm relações sexuais. Casados, dois filhos, carreiras de sucesso, boa casa, saudáveis, bonitos, têm na intimidade um pormenor que os distingue, "Não fazemos amor há mais de seis meses.
Não sei bem porquê, simplesmente não nos apetece", confessa Sara. Uma situação que não se reduz aos últimos tempos. Na verdade, há vários anos que Sara e Jorge se entendem em todos os aspectos menos na cama. O mesmo acontece com Ana e Filipe Gonçalves. Conheceram-se há cinco anos, viveram meses tórridos de paixão, faziam sexo sem tabus e esqueciam-se frequentemente do mundo para lá do aconchego dos lençóis. Hoje continuam-se a amar-se mas não têm vida sexual.
Mas o que significa isto? É por causa da vida agitada de hoje? Da escassez de tempo que os casais têm para eles próprios? Da presença dos filhos? Saiba mais sobre este assunto na mais recente edição da Revista Única.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Espanha: 12 mil casamentos gay em quatro anos.
Só entre entre 2007 e 2008, os casamentos entre pessoas do mesmo sexo registaram um crescimento de dez por cento.
Entre 2004 e 2008 realizaram-se em Espanha cerca de 12 mil casamentos entre pessoas do mesmo sexo, noticia o "El País". Uma estimativa hoje avançada pela Federação de Lésbicas, Gays, Transexuais e Bissexuais com base nos casamentos contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística espanhol (registos informatizados) e pelos julgados de paz.
Em 2008, celebraram-se 3.549 casamentos entre pessoas do mesmo sexo, o que significa um crescimento de dez por cento em relação a 2007, ano em que se terão celebrado 3.193 matrimónios.
No ano passado, cerca de 80% dos casamentos decorreram em 15 províncias: Barcelona (740), Madrid (663), Valência (213), Málaga (178), Alicante (163), Las Palmas (126), Sevilha (120), Baleares (104), Santa Cruz de Tenerife (84), Girona (77), Múrcia (74), Tarragona (73), Astúrias (72), Biscaya (70) e Granada (64).
Depois da Holanda e da Bélgica, a Espanha foi terceiro Estado-membro da União Europeia a autorizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Entre 2004 e 2008 realizaram-se em Espanha cerca de 12 mil casamentos entre pessoas do mesmo sexo, noticia o "El País". Uma estimativa hoje avançada pela Federação de Lésbicas, Gays, Transexuais e Bissexuais com base nos casamentos contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística espanhol (registos informatizados) e pelos julgados de paz.
Em 2008, celebraram-se 3.549 casamentos entre pessoas do mesmo sexo, o que significa um crescimento de dez por cento em relação a 2007, ano em que se terão celebrado 3.193 matrimónios.
No ano passado, cerca de 80% dos casamentos decorreram em 15 províncias: Barcelona (740), Madrid (663), Valência (213), Málaga (178), Alicante (163), Las Palmas (126), Sevilha (120), Baleares (104), Santa Cruz de Tenerife (84), Girona (77), Múrcia (74), Tarragona (73), Astúrias (72), Biscaya (70) e Granada (64).
Depois da Holanda e da Bélgica, a Espanha foi terceiro Estado-membro da União Europeia a autorizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Nova Iorque vai votar legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
O governador do estado de Nova Iorque, David Patterson, disse hoje que vai apresentar uma proposta para legalizar os casamentos entre pessoas do mesmo sexo que, a ser aprovada, ele verá para cinco o número de estados norte-americanos que autorizam o casamento homossexual.
O casamento entre pessoas do mesmo sexo já foi aprovado nos estados do Connecticut, Massachusetts, Iowa e Vermont e esteve em vigor durante alguns meses na Califórnia, antes de ser chumbado num referendo, a 4 de Novembro de 2008.
Patterson, o primeiro governador negro do estado de Nova Iorque, fez a defesa do projecto de lei comparando a causa do casamento entre pessoas do mesmo sexo à da luta pelos direitos civis nos anos 1960. “Temos uma crise de liderança hoje em dia. Vamos preencher esse vazio hoje”, disse.
O New York Times sublinha que é invulgar um governador envolver-se numa disputa como esta e explica que Patterson procura, desta forma, ultrapassar as resistências no Senado, que os democratas controlam por uma escassa margem (32 votos contra 30 republicanos).Um projecto de lei autorizando os casamentos gay foi aprovado em 2007 pela câmara de representantes do estado, dominado pelo Partido Democrata, mas nunca subiu ao senado, dominado pelos republicanos até às eleições de 2008. A lei de Patterson deverá passar de novo na câmara baixa, mas enfrentará problemas na câmara alta, onde pelo menos um democrata votará contra.
Patterson, um católico, contou com o apoio do mayor de Nova Iorque, o indepedente Michael Bloomberg, que respondeu às críticas dos sectores religiosos afirmando que não compete ao estado decidir quem pode e quem não pode casar-se.
43 estados norte-americanos proíbem explicitamente o casamento homossexual e em 29 existem emendas constitucionais definindo o casamento como exclusivamente heterossexual.
O casamento entre pessoas do mesmo sexo já foi aprovado nos estados do Connecticut, Massachusetts, Iowa e Vermont e esteve em vigor durante alguns meses na Califórnia, antes de ser chumbado num referendo, a 4 de Novembro de 2008.
Patterson, o primeiro governador negro do estado de Nova Iorque, fez a defesa do projecto de lei comparando a causa do casamento entre pessoas do mesmo sexo à da luta pelos direitos civis nos anos 1960. “Temos uma crise de liderança hoje em dia. Vamos preencher esse vazio hoje”, disse.
O New York Times sublinha que é invulgar um governador envolver-se numa disputa como esta e explica que Patterson procura, desta forma, ultrapassar as resistências no Senado, que os democratas controlam por uma escassa margem (32 votos contra 30 republicanos).Um projecto de lei autorizando os casamentos gay foi aprovado em 2007 pela câmara de representantes do estado, dominado pelo Partido Democrata, mas nunca subiu ao senado, dominado pelos republicanos até às eleições de 2008. A lei de Patterson deverá passar de novo na câmara baixa, mas enfrentará problemas na câmara alta, onde pelo menos um democrata votará contra.
Patterson, um católico, contou com o apoio do mayor de Nova Iorque, o indepedente Michael Bloomberg, que respondeu às críticas dos sectores religiosos afirmando que não compete ao estado decidir quem pode e quem não pode casar-se.
43 estados norte-americanos proíbem explicitamente o casamento homossexual e em 29 existem emendas constitucionais definindo o casamento como exclusivamente heterossexual.
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terça-feira, 14 de abril de 2009
Unicef precupada com casamento de menina de 8 anos com homem de 47.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância considera uma violação dos direitos da criança a recusa de um juiz saudita em anular o casamento entre uma menina de oito anos e um homem de 47.
"Independentemente das circunstâncias ou da moldura legal, o casamento de uma criança é uma violação dos seus direitos", considera Ann Veneman, directora-executiva da Unicef, em reacção à decisão de um tribunal saudita de proibir a separação do casal.
O mesmo juiz já tinha anteriormente recusado um pedido de anulação do casamento, feito pela mãe em 2008, quando o caso foi divulgado.
O marido garante que não vai manter relações sexuais com a menina até que esta atinja a puberdade.
De acordo com a CNN, o casamento foi decidido pelo pai da menor, com vista a saldar as dívidas que tinha para com o agora genro.
"Independentemente das circunstâncias ou da moldura legal, o casamento de uma criança é uma violação dos seus direitos", considera Ann Veneman, directora-executiva da Unicef, em reacção à decisão de um tribunal saudita de proibir a separação do casal.
O mesmo juiz já tinha anteriormente recusado um pedido de anulação do casamento, feito pela mãe em 2008, quando o caso foi divulgado.
O marido garante que não vai manter relações sexuais com a menina até que esta atinja a puberdade.
De acordo com a CNN, o casamento foi decidido pelo pai da menor, com vista a saldar as dívidas que tinha para com o agora genro.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
O casamento pode matar o amor romântico mas não tem que ser assim.
É uma espécie de descoberta do amor verdadeiro. Cientistas norte-americanos analisaram o cérebro de alguns casais e provaram que estes continuam apaixonados ao fim de 20 ou 30 anos de vida em comum. Melhor ainda: com a excitação típica das paixões, mas livres da obsessão e do ciúme. São "casos raros", alerta Júlio Machado Vaz, mas que provam que vale a pena investir nas relações de longo prazo.
Oscar Wilde não tinha razão. Ao contrário do que dizia o dramaturgo (e nós acreditamos porque nos disseram que é assim), o casamento ou as relações longas não têm que ser nenhuma sentença de morte para o amor romântico. Este pode sobreviver a 50 anos de vida em comum tão profundo e tão incólume como no estado de paixão. Melhor ainda: igualmente intenso, absorvente e sexualmente activo, mas sem o traço obsessivo que caracteriza os apaixonados.
A conclusão está contida no estudo Does a Long-Term Relationship Kill Romantic Love? (Uma Relação Duradoura Mata o Amor Romântico?, em tradução literal), feito por Bianca P. Acevedo, psicóloga e investigadora da Stony Brook University, em Nova Iorque. "A generalidade das pessoas habituou-se a pensar que uma relação de décadas, com ou sem casamento, se reduz inevitavelmente a uma relação de companheirismo e de ternura apenas. E nós percebemos que não é necessariamente assim: é possível que, ao fim de 40 ou 50 anos, o casal continue enamorado e sexualmente motivado, tal como quando se apaixonou", declarou Bianca P. Acevedo, em conversa telefónica com o P2.
A investigadora e o seu colega de pesquisa, Arthur Aron, começaram por analisar 42 estudos, englobando mais de seis mil casais (em relações de curto e longo prazo), para perceber até que ponto a existência de amor romântico está relacionada com um maior grau de satisfação perante a vida. Para isso, começaram por classificar o amor em três categorias: apaixonado, romântico (que é apaixonado mas sem a componente obsessiva da paixão) e amor companheiro.
A conclusão a que chegaram foi que muitos casais continuavam, ao fim de muitos anos, a sentir calafrios de excitação um pelo outro, a par de uma ligação "profundamente intensa e de uma enorme intimidade". Com vantagens relativamente à paixão inicial. "Aquele lado obsessivo, de possessão e ciúme, em que o outro está constantemente a intrometer-se nos pensamentos e a impedir-nos de trabalhar, desapareceu. E a angústia de perder o outro e as súbitas alterações de humor também", explica Bianca P. Acevedo.
Os "casais-cisne"
Este estudo, recentemente publicado na Review of General Psychology, corrobora outra pesquisa feita por Arthur Aron. Este psicólogo andou a analisar as ondas cerebrais de vários casais que se diziam apaixonados há mais de 20 anos. Submetidos a ressonâncias magnéticas, o que se provou foi que os membros destes casais, ao verem a fotografia do companheiro, tinham as mesmas reacções químicas que os casais em fase inicial de enamoramento. "Inicialmente, quando as pessoas me diziam que continuavam apaixonadas ao fim de 20 anos, pensei que estavam a enganar-se a si próprias. Mas os exames das ondas cerebrais demonstraram que havia mesmo um pico de produção de dopamina quando viam a fotografia do parceiro", declarou Arthur Aron ao Times on-line.
Esta tese, que contraria a convicção generalizada de que o amor romântico e o desejo sexual atingem o pico no início da relação e declinam com o tempo, não surpreende o sexólogo Júlio Machado Vaz. "Faço sexologia há 30 anos e já vi vários destes casais que só têm olhos um para o outro passar pelo meu consultório", confirma. Os cientistas chamam-lhes "casais-cisne". Aparentemente, porque têm um "mapa do amor" no cérebro semelhante ao dos animais monogâmicos, como é o caso dos cisnes. O que esta investigação mostra, para Júlio Machado Vaz, é que, "ao contrário do que pensávamos, não há uma diferença qualitativa tão marcada entre paixão e amor". A diferença que existe - pelo menos nestes casais - é que a paixão passa a coexistir pacificamente com as outras vertentes da vida. "O traço obsessivo da paixão faz com que o resto do mundo fique em segundo plano. A paixão vive isolada e, claro, o trabalho fica prejudicado. Imagine-se os problemas que teria alguém que vivesse apaixonado durante 30 ou 40 anos", diz o sexólogo.
Machado Vaz considera, aliás, que está na altura de os "psis" deixarem de menosprezar o amor romântico. "Nós tendemos a olhar para o amor como um subproduto da paixão, a mitificar a paixão, e isso não é justo. Muitos casais que passam pelo meu consultório dizem que gostaram muito de estar apaixonados mas que gostam mais do que conseguiram ao fim de muitos anos. E, efectivamente, um amor longo, em que a intimidade se desenvolveu e a confiança também, é muito gratificante. Aqui, ao contrário do que se passa na paixão, a pessoa já conhece o outro como ele é na realidade e não como o construiu na sua cabeça ou como ele se apresenta perante o outro. Num estado de paixão nós somos aquilo que somos mais aquilo que achamos que o outro gosta; a isso chama-se sedução, e esse tipo de relação satisfaz no curto prazo, mas depois é impossível de manter."
Há mais boas notícias a somar a estes argumentos. Nas relações onde perdura o amor romântico, os membros do casal analisados por Bianca P. Acevedo evidenciaram uma auto-estima elevada e mostraram-se mais satisfeitos com a vida em geral. Já os casais unidos pelo amor companheiro demonstraram uma satisfação moderada, enquanto os que estavam presos a relações insatisfatórias e conflituosas denotaram um desagrado generalizado. "Já há muita literatura que explica que uma relação amorosa feliz reforça o sistema imunitário das pessoas e aumenta o seu bem-estar psicológico", diz ao P2 Bianca P. Acevedo. "Os casais que têm relações longas e felizes desenvolvem uma intimidade e uma confiança, sem aquele medo de se vai ser deixado ou não, que não só solidifica a relação como dá uma gratificação muito grande", reforça Machado Vaz.
Esta descoberta pode mudar as expectativas com que partimos para relações de longo prazo. De acordo com os autores, apostar numa relação para a vida inteira não tem que ser sinónimo de conformismo ou de abnegação. "A ideia, assumida por milhares de casais, de que para estarem juntos têm que aceitar a transformação do amor que sentiam numa espécie de amor-amizade deixou de fazer sentido", sublinha Bianca P. Acevedo.
Dito de outro modo, o amor romântico passou a estar ao alcance de todos os casais. "Os casais que estão juntos há muitos anos e querem voltar a sentir-se apaixonados podem aspirar a isso", anunciou, para ressalvar: "Claro que isso implica energia e devoção."
Fugir à rotina
O problema é que, nas relações profundamente desgastadas, querer nem sempre é poder, na opinião de Júlio Machado Vaz. "Quando as relações estão num estado de profundo desgaste e rotina, é muito difícil voltar atrás", acrescenta o psicólogo, atirando as culpas para o "pecado capital" de se achar que o outro é um dado adquirido. E os tempos de crise não são propriamente o melhor preliminar. "Dantes dizia-se que o amor vence todas as barreiras. Vence, uma gaita. Se não houver dinheiro para pagar as contas, o amor ressente-se e muito."
Por outro lado, nem sempre é fácil resistir à tentação. "Vivemos numa sociedade em que as pessoas, consciente ou inconscientemente, estão sempre à espera de labaredas no amor. O que, evidentemente, é mais fácil de conseguir com alguém que não se conhece ou que se conhece em contextos que são vantajosos em relação à pessoa com quem se está todos os dias." Por exemplo, "alguém que se vê no emprego todo arranjadinho e não se imagina a ter que ver de manhã a chinelar pela casa ainda todo despenteado", aponta o sexólogo, habituado a estas situações "triangulares" de pessoas que ficam na dúvida sobre se "continuam a investir na relação que têm ou se partem para outra". Na maior parte dos casos, "se a relação for boa, e quando não se trata de alguém a quem o envelhecimento está a angustiar e a fazer acreditar que tem que correr atrás de coisas que podem não se repetir, as pessoas decidem quase sempre ficar porque percebem que a outra coisa é um entusiasmo passageiro".
Aos que recorrem ao seu consultório para reavivar uma relação que está em risco de entrar em piloto automático, Júlio Machado Vaz costuma recordar aquela canção de Neil Youg que avisa: "rust never sleeps." "A ferrugem nunca adormece e ir a um jantar que não estava previsto ou introduzir uma variante no quotidiano erótico podem ajudar muito no combate à rotina", aconselha.
Bianca P. Acevedo lembra, por seu turno, que reagir positivamente ao sucesso do parceiro é "muito, muito importante", porque "sentir que o outro está lá para nós é meio caminho andado para uma boa relação".
O recurso ao aconselhamento matrimonial é outra das possibilidades para os casos mais graves, segundo a investigadora norte-americana. Afinal, o mais difícil - provar que Oscar Wilde estava errado quando dizia que devíamos viver apaixonados e que por isso é que ninguém deveria casar-se - os cientistas já fizeram por nós.
Oscar Wilde não tinha razão. Ao contrário do que dizia o dramaturgo (e nós acreditamos porque nos disseram que é assim), o casamento ou as relações longas não têm que ser nenhuma sentença de morte para o amor romântico. Este pode sobreviver a 50 anos de vida em comum tão profundo e tão incólume como no estado de paixão. Melhor ainda: igualmente intenso, absorvente e sexualmente activo, mas sem o traço obsessivo que caracteriza os apaixonados.
A conclusão está contida no estudo Does a Long-Term Relationship Kill Romantic Love? (Uma Relação Duradoura Mata o Amor Romântico?, em tradução literal), feito por Bianca P. Acevedo, psicóloga e investigadora da Stony Brook University, em Nova Iorque. "A generalidade das pessoas habituou-se a pensar que uma relação de décadas, com ou sem casamento, se reduz inevitavelmente a uma relação de companheirismo e de ternura apenas. E nós percebemos que não é necessariamente assim: é possível que, ao fim de 40 ou 50 anos, o casal continue enamorado e sexualmente motivado, tal como quando se apaixonou", declarou Bianca P. Acevedo, em conversa telefónica com o P2.
A investigadora e o seu colega de pesquisa, Arthur Aron, começaram por analisar 42 estudos, englobando mais de seis mil casais (em relações de curto e longo prazo), para perceber até que ponto a existência de amor romântico está relacionada com um maior grau de satisfação perante a vida. Para isso, começaram por classificar o amor em três categorias: apaixonado, romântico (que é apaixonado mas sem a componente obsessiva da paixão) e amor companheiro.
A conclusão a que chegaram foi que muitos casais continuavam, ao fim de muitos anos, a sentir calafrios de excitação um pelo outro, a par de uma ligação "profundamente intensa e de uma enorme intimidade". Com vantagens relativamente à paixão inicial. "Aquele lado obsessivo, de possessão e ciúme, em que o outro está constantemente a intrometer-se nos pensamentos e a impedir-nos de trabalhar, desapareceu. E a angústia de perder o outro e as súbitas alterações de humor também", explica Bianca P. Acevedo.
Os "casais-cisne"
Este estudo, recentemente publicado na Review of General Psychology, corrobora outra pesquisa feita por Arthur Aron. Este psicólogo andou a analisar as ondas cerebrais de vários casais que se diziam apaixonados há mais de 20 anos. Submetidos a ressonâncias magnéticas, o que se provou foi que os membros destes casais, ao verem a fotografia do companheiro, tinham as mesmas reacções químicas que os casais em fase inicial de enamoramento. "Inicialmente, quando as pessoas me diziam que continuavam apaixonadas ao fim de 20 anos, pensei que estavam a enganar-se a si próprias. Mas os exames das ondas cerebrais demonstraram que havia mesmo um pico de produção de dopamina quando viam a fotografia do parceiro", declarou Arthur Aron ao Times on-line.
Esta tese, que contraria a convicção generalizada de que o amor romântico e o desejo sexual atingem o pico no início da relação e declinam com o tempo, não surpreende o sexólogo Júlio Machado Vaz. "Faço sexologia há 30 anos e já vi vários destes casais que só têm olhos um para o outro passar pelo meu consultório", confirma. Os cientistas chamam-lhes "casais-cisne". Aparentemente, porque têm um "mapa do amor" no cérebro semelhante ao dos animais monogâmicos, como é o caso dos cisnes. O que esta investigação mostra, para Júlio Machado Vaz, é que, "ao contrário do que pensávamos, não há uma diferença qualitativa tão marcada entre paixão e amor". A diferença que existe - pelo menos nestes casais - é que a paixão passa a coexistir pacificamente com as outras vertentes da vida. "O traço obsessivo da paixão faz com que o resto do mundo fique em segundo plano. A paixão vive isolada e, claro, o trabalho fica prejudicado. Imagine-se os problemas que teria alguém que vivesse apaixonado durante 30 ou 40 anos", diz o sexólogo.
Machado Vaz considera, aliás, que está na altura de os "psis" deixarem de menosprezar o amor romântico. "Nós tendemos a olhar para o amor como um subproduto da paixão, a mitificar a paixão, e isso não é justo. Muitos casais que passam pelo meu consultório dizem que gostaram muito de estar apaixonados mas que gostam mais do que conseguiram ao fim de muitos anos. E, efectivamente, um amor longo, em que a intimidade se desenvolveu e a confiança também, é muito gratificante. Aqui, ao contrário do que se passa na paixão, a pessoa já conhece o outro como ele é na realidade e não como o construiu na sua cabeça ou como ele se apresenta perante o outro. Num estado de paixão nós somos aquilo que somos mais aquilo que achamos que o outro gosta; a isso chama-se sedução, e esse tipo de relação satisfaz no curto prazo, mas depois é impossível de manter."
Há mais boas notícias a somar a estes argumentos. Nas relações onde perdura o amor romântico, os membros do casal analisados por Bianca P. Acevedo evidenciaram uma auto-estima elevada e mostraram-se mais satisfeitos com a vida em geral. Já os casais unidos pelo amor companheiro demonstraram uma satisfação moderada, enquanto os que estavam presos a relações insatisfatórias e conflituosas denotaram um desagrado generalizado. "Já há muita literatura que explica que uma relação amorosa feliz reforça o sistema imunitário das pessoas e aumenta o seu bem-estar psicológico", diz ao P2 Bianca P. Acevedo. "Os casais que têm relações longas e felizes desenvolvem uma intimidade e uma confiança, sem aquele medo de se vai ser deixado ou não, que não só solidifica a relação como dá uma gratificação muito grande", reforça Machado Vaz.
Esta descoberta pode mudar as expectativas com que partimos para relações de longo prazo. De acordo com os autores, apostar numa relação para a vida inteira não tem que ser sinónimo de conformismo ou de abnegação. "A ideia, assumida por milhares de casais, de que para estarem juntos têm que aceitar a transformação do amor que sentiam numa espécie de amor-amizade deixou de fazer sentido", sublinha Bianca P. Acevedo.
Dito de outro modo, o amor romântico passou a estar ao alcance de todos os casais. "Os casais que estão juntos há muitos anos e querem voltar a sentir-se apaixonados podem aspirar a isso", anunciou, para ressalvar: "Claro que isso implica energia e devoção."
Fugir à rotina
O problema é que, nas relações profundamente desgastadas, querer nem sempre é poder, na opinião de Júlio Machado Vaz. "Quando as relações estão num estado de profundo desgaste e rotina, é muito difícil voltar atrás", acrescenta o psicólogo, atirando as culpas para o "pecado capital" de se achar que o outro é um dado adquirido. E os tempos de crise não são propriamente o melhor preliminar. "Dantes dizia-se que o amor vence todas as barreiras. Vence, uma gaita. Se não houver dinheiro para pagar as contas, o amor ressente-se e muito."
Por outro lado, nem sempre é fácil resistir à tentação. "Vivemos numa sociedade em que as pessoas, consciente ou inconscientemente, estão sempre à espera de labaredas no amor. O que, evidentemente, é mais fácil de conseguir com alguém que não se conhece ou que se conhece em contextos que são vantajosos em relação à pessoa com quem se está todos os dias." Por exemplo, "alguém que se vê no emprego todo arranjadinho e não se imagina a ter que ver de manhã a chinelar pela casa ainda todo despenteado", aponta o sexólogo, habituado a estas situações "triangulares" de pessoas que ficam na dúvida sobre se "continuam a investir na relação que têm ou se partem para outra". Na maior parte dos casos, "se a relação for boa, e quando não se trata de alguém a quem o envelhecimento está a angustiar e a fazer acreditar que tem que correr atrás de coisas que podem não se repetir, as pessoas decidem quase sempre ficar porque percebem que a outra coisa é um entusiasmo passageiro".
Aos que recorrem ao seu consultório para reavivar uma relação que está em risco de entrar em piloto automático, Júlio Machado Vaz costuma recordar aquela canção de Neil Youg que avisa: "rust never sleeps." "A ferrugem nunca adormece e ir a um jantar que não estava previsto ou introduzir uma variante no quotidiano erótico podem ajudar muito no combate à rotina", aconselha.
Bianca P. Acevedo lembra, por seu turno, que reagir positivamente ao sucesso do parceiro é "muito, muito importante", porque "sentir que o outro está lá para nós é meio caminho andado para uma boa relação".
O recurso ao aconselhamento matrimonial é outra das possibilidades para os casos mais graves, segundo a investigadora norte-americana. Afinal, o mais difícil - provar que Oscar Wilde estava errado quando dizia que devíamos viver apaixonados e que por isso é que ninguém deveria casar-se - os cientistas já fizeram por nós.
terça-feira, 24 de março de 2009
Procurar marido como projecto académico.
Uma estudante britânica de 23 anos está a desenvolver um projecto de fim de curso que passa por encontrar a sua alma gémea. A missão do «The Husband Project» é encontrar um marido através da Internet e casar no espaço de 3 meses, noticia a ABC.
Alex Humphreys, mentora do projecto afirma: «não quero acabar sozinha e os encontros pela Internet são muito caros, portanto desenvolvi o «The Husband Project» é a melhor forma de conhecer alguém».
Apesar de a estudante de design ter ainda 23 anos, afirma estar «farta de estar solteira» e por isso quer «encontrar um marido».
No entanto a conselheira de encontros Zofia Guzy declarou que destino da jovem depende do tipo de marido que procura. «Se procura um marido para a vida toda aconselho-a» de que «uma mulher deve fazer saber que está interessada, mas não deve persegui-lo. Devem deixar o homem perseguir a mulher».
Humphreys não se considera «jovem de mais para casar». Tem vários «amigos que são casados» e diz mesmo: «Se não caso agora, o melhor é começar a procurar brevemente».
Não tendo o costume de sair, a estudante confiava nos amigos para lhe marcar encontros. Quando começou a não resultar resolveu tentar a Internet. Contudo considera «não estar a «gozar» com a instituição que é o casamento».
De qualquer forma e no que toca a notas finais Humphreys tem a certeza de uma coisa: «Mesmo que não case, não reprovo no projecto final. Estou a ter uma visão mais ampla daquilo que é a marcação de encontros e estou a documentar tudo. Estou também a tentar diferentes sites de encontros e também vou fazer «speed dating»».
No blog criado para o efeito, o seu perfil diz: “I like sitting, moustaches, beer and Supermarket Sweep.”
Alex Humphreys, mentora do projecto afirma: «não quero acabar sozinha e os encontros pela Internet são muito caros, portanto desenvolvi o «The Husband Project» é a melhor forma de conhecer alguém».Apesar de a estudante de design ter ainda 23 anos, afirma estar «farta de estar solteira» e por isso quer «encontrar um marido».
No entanto a conselheira de encontros Zofia Guzy declarou que destino da jovem depende do tipo de marido que procura. «Se procura um marido para a vida toda aconselho-a» de que «uma mulher deve fazer saber que está interessada, mas não deve persegui-lo. Devem deixar o homem perseguir a mulher».
Humphreys não se considera «jovem de mais para casar». Tem vários «amigos que são casados» e diz mesmo: «Se não caso agora, o melhor é começar a procurar brevemente».
Não tendo o costume de sair, a estudante confiava nos amigos para lhe marcar encontros. Quando começou a não resultar resolveu tentar a Internet. Contudo considera «não estar a «gozar» com a instituição que é o casamento».
De qualquer forma e no que toca a notas finais Humphreys tem a certeza de uma coisa: «Mesmo que não case, não reprovo no projecto final. Estou a ter uma visão mais ampla daquilo que é a marcação de encontros e estou a documentar tudo. Estou também a tentar diferentes sites de encontros e também vou fazer «speed dating»».
No blog criado para o efeito, o seu perfil diz: “I like sitting, moustaches, beer and Supermarket Sweep.”
domingo, 1 de março de 2009
Gisele Bündchen casada!

Revista afirma que a topmodel Gisele Bündchen e o astro de futebol americano Tom Brady casaram-se na última quarta-feira.
Segundo a US Magazine, tratou-se de uma cerimónia discreta, apenas para família e amigos mais chegados, a top subiu ao altar com um vestido Dolce & Gabbana e a cerimónia decorreu numa igreja católica de Santa Mónica na California. Os três cães de Gisele também participaram e desfiliram com coleiras florais no casamento.
O filho do jogador com a ex-namorada Bridget Moynahahn também participaram na cerimónia. O casal começou a namorar em 2006.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
A homossexualidade «não é normal», diz cardeal.

Além de renovar o apelo à «cautela» para as portuguesas que decidam casar com muçulmanos, D. José Saraiva Martins considera que a homossexualidade «não é normal».
O cardeal D. José Saraiva Martins afirmou terça-feira à noite, na Figueira da Foz, que o casamento entre homossexuais não providencia uma educação normal a crianças a quem falta um pai e uma mãe. «Quando se juntam dois homossexuais, eles ou elas, se há crianças, evidentemente, aquela união, aquele casamento, não pode providenciar a formação das crianças», argumentou.
«Porque uma criança para ser formada normalmente precisa de um pai e de uma mãe. E não de dois pais ou de duas mães», acrescentou D. José Saraiva Martins, durante a tertúlia «125 minutos com Fátima Campos Ferreira», no Casino local.
D. José Saraiva Martins, Prefeito Emérito da Congregação para as Causas dos Santos e um dos dois cardeais portugueses com assento no Vaticano, onde reside há mais de 50 anos, argumentou que o pai e a mãe «são diferentes, têm diferentes qualidades, completam-se mutuamente de uma maneira maravilhosa». «A educação daquelas crianças não pode ser uma formação normal se não forem formadas por um pai e uma mãe. Não por dois pais ou duas mães», reafirmou o cardeal, arrancando aplausos da assistência.
Momentos antes, o cardeal tinha considerado que a homossexualidade «não é normal». «Não é normal no sentido de que a Bíblia diz que quando Deus criou o ser humano, criou o homem e a mulher. É o texto literal da Bíblia, portanto esse é o princípio sempre professado pela igreja», defendeu.
Os casamentos com muçulmanos... outra vez
Ao abordar a questão do casamento entre mulheres católicas e muçulmanos, D. José Saraiva Martins aconselhou às jovens «muita cautela e prudência», manifestando-se «totalmente de acordo» com idêntico aviso feito há um mês pelo Cardeal Patriarca de Lisboa. «Estou de acordo que é preciso muita cautela e muita prudência. Estou totalmente de acordo», disse.
No mesmo palco, a 13 de Janeiro, D. José Policarpo tinha alertado as jovens portuguesas para o «monte de sarilhos» que representa o casamento com muçulmanos: «Cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam.»
«É absolutamente necessário que antes de uma senhora casar com um muçulmano, tenha a certeza de que vai poder continuar depois do matrimónio a professar a sua fé cristã», disse o cardeal Saraiva Martins. «Tenha a certeza de que vai poder decidir o tipo de educação a dar aos próprios filhos», acrescentou, defendendo que as mulheres «não casem com muçulmanos» enquanto não tiverem essas certezas.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Calcule a probabilidade de se divorciar.
A 'Calculadora do Casamento' utiliza informações como o tempo de casamento, a idade actual, a idade na altura em que o casamento foi celebrado, o número de filhos e o grau de escolaridade para as comparar com a duração do casamento de pessoas cuja situação era semelhante e que já se divorciaram.
"Todos os casamentos passam por altos e baixos. Pensa que vai continuar casado até que a morte o separe? Faça o nosso teste baseado em dados estatísticos e descubra a sua probabilidade de viver feliz para sempre", pode ler-se na página da calculadora de Betsey Stevenson - ferramenta que faz parte de um 'site' inteiramente dedicado à temática do divórcio.
Em 2006, data dos últimos dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), foram decretados 23 935 divórcios, ou seja, 48% dos casamentos em Portugal terminam em separação registada.
Clique aqui para fazer o teste.
Fonte: Expresso
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Em 2006, data dos últimos dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), foram decretados 23 935 divórcios, ou seja, 48% dos casamentos em Portugal terminam em separação registada.
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Fonte: Expresso
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