No dia 27 de Janeiro de 1984, Michael Jackson filmava um anúncio da Pepsi para mais de três mil fãs, quando o pior aconteceu... As filmagens terminaram com a cabeça do cantor em chamas e este ficou com marcas que jamais viriam a desaparecer.
Há quem diga que o dia 27 de Janeiro de 1984 foi decisivo na vida de Michael Jackson. Durante a gravação de um anúncio para a Pepsi, os efeitos pirotécnicos estoiraram antes do tempo e o cantor ficou com a cabeça a arder.
Michael ficou com queimaduras de segundo e terceiro graus na cara e perdeu parte do cabelo.
Muito se especulava sobre este acontecimento e agora surgiram as imagens que comprovam tudo. Há quem garanta que foi a partir deste momento que Michael se tornou viciado em medicamentos e analgésicos.
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sexta-feira, 17 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Avião despenha-se com 168 pessoas a bordo.
Um Tupolev da Caspian Airlines despenhou-se no noroeste do Irão com 168 pessoas a bordo. A agência noticiosa iraniana ISNA assegura que não há sobreviventes.Outro avião caiu, desta vez no noroeste do Irão. Os 153 passageiros e 15 tripulantes, que seguiam a bordo do aparelho, não sobreviveram, de acordo com a agência de notícias iraniana ISNA.O Tupolev da Caspian Airlines, que se despenhou por volta das 11h33 (08h30 em Lisboa), fazia a rota Teerão-Yerevan, na Arménia.
Segundo o representante da empresa, o acidente ocorreu cerca de 15 minutos depois da descolagem. O motivo da queda não está claro, e as caixas negras ainda não foram encontradas.
Um general do Exército iraniano, ouvido pela Irna, afirmou que o avião se partiu em pedaços e abriu uma cratera ao cair. Uma autoridade local, Sirous Saberi, disse que a aeronave teve problemas técnicos, tentou um pouso de emergência, mas pegou fogo no ar antes de cair.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
O casamento pode matar o amor romântico mas não tem que ser assim.
É uma espécie de descoberta do amor verdadeiro. Cientistas norte-americanos analisaram o cérebro de alguns casais e provaram que estes continuam apaixonados ao fim de 20 ou 30 anos de vida em comum. Melhor ainda: com a excitação típica das paixões, mas livres da obsessão e do ciúme. São "casos raros", alerta Júlio Machado Vaz, mas que provam que vale a pena investir nas relações de longo prazo.
Oscar Wilde não tinha razão. Ao contrário do que dizia o dramaturgo (e nós acreditamos porque nos disseram que é assim), o casamento ou as relações longas não têm que ser nenhuma sentença de morte para o amor romântico. Este pode sobreviver a 50 anos de vida em comum tão profundo e tão incólume como no estado de paixão. Melhor ainda: igualmente intenso, absorvente e sexualmente activo, mas sem o traço obsessivo que caracteriza os apaixonados.
A conclusão está contida no estudo Does a Long-Term Relationship Kill Romantic Love? (Uma Relação Duradoura Mata o Amor Romântico?, em tradução literal), feito por Bianca P. Acevedo, psicóloga e investigadora da Stony Brook University, em Nova Iorque. "A generalidade das pessoas habituou-se a pensar que uma relação de décadas, com ou sem casamento, se reduz inevitavelmente a uma relação de companheirismo e de ternura apenas. E nós percebemos que não é necessariamente assim: é possível que, ao fim de 40 ou 50 anos, o casal continue enamorado e sexualmente motivado, tal como quando se apaixonou", declarou Bianca P. Acevedo, em conversa telefónica com o P2.
A investigadora e o seu colega de pesquisa, Arthur Aron, começaram por analisar 42 estudos, englobando mais de seis mil casais (em relações de curto e longo prazo), para perceber até que ponto a existência de amor romântico está relacionada com um maior grau de satisfação perante a vida. Para isso, começaram por classificar o amor em três categorias: apaixonado, romântico (que é apaixonado mas sem a componente obsessiva da paixão) e amor companheiro.
A conclusão a que chegaram foi que muitos casais continuavam, ao fim de muitos anos, a sentir calafrios de excitação um pelo outro, a par de uma ligação "profundamente intensa e de uma enorme intimidade". Com vantagens relativamente à paixão inicial. "Aquele lado obsessivo, de possessão e ciúme, em que o outro está constantemente a intrometer-se nos pensamentos e a impedir-nos de trabalhar, desapareceu. E a angústia de perder o outro e as súbitas alterações de humor também", explica Bianca P. Acevedo.
Os "casais-cisne"
Este estudo, recentemente publicado na Review of General Psychology, corrobora outra pesquisa feita por Arthur Aron. Este psicólogo andou a analisar as ondas cerebrais de vários casais que se diziam apaixonados há mais de 20 anos. Submetidos a ressonâncias magnéticas, o que se provou foi que os membros destes casais, ao verem a fotografia do companheiro, tinham as mesmas reacções químicas que os casais em fase inicial de enamoramento. "Inicialmente, quando as pessoas me diziam que continuavam apaixonadas ao fim de 20 anos, pensei que estavam a enganar-se a si próprias. Mas os exames das ondas cerebrais demonstraram que havia mesmo um pico de produção de dopamina quando viam a fotografia do parceiro", declarou Arthur Aron ao Times on-line.
Esta tese, que contraria a convicção generalizada de que o amor romântico e o desejo sexual atingem o pico no início da relação e declinam com o tempo, não surpreende o sexólogo Júlio Machado Vaz. "Faço sexologia há 30 anos e já vi vários destes casais que só têm olhos um para o outro passar pelo meu consultório", confirma. Os cientistas chamam-lhes "casais-cisne". Aparentemente, porque têm um "mapa do amor" no cérebro semelhante ao dos animais monogâmicos, como é o caso dos cisnes. O que esta investigação mostra, para Júlio Machado Vaz, é que, "ao contrário do que pensávamos, não há uma diferença qualitativa tão marcada entre paixão e amor". A diferença que existe - pelo menos nestes casais - é que a paixão passa a coexistir pacificamente com as outras vertentes da vida. "O traço obsessivo da paixão faz com que o resto do mundo fique em segundo plano. A paixão vive isolada e, claro, o trabalho fica prejudicado. Imagine-se os problemas que teria alguém que vivesse apaixonado durante 30 ou 40 anos", diz o sexólogo.
Machado Vaz considera, aliás, que está na altura de os "psis" deixarem de menosprezar o amor romântico. "Nós tendemos a olhar para o amor como um subproduto da paixão, a mitificar a paixão, e isso não é justo. Muitos casais que passam pelo meu consultório dizem que gostaram muito de estar apaixonados mas que gostam mais do que conseguiram ao fim de muitos anos. E, efectivamente, um amor longo, em que a intimidade se desenvolveu e a confiança também, é muito gratificante. Aqui, ao contrário do que se passa na paixão, a pessoa já conhece o outro como ele é na realidade e não como o construiu na sua cabeça ou como ele se apresenta perante o outro. Num estado de paixão nós somos aquilo que somos mais aquilo que achamos que o outro gosta; a isso chama-se sedução, e esse tipo de relação satisfaz no curto prazo, mas depois é impossível de manter."
Há mais boas notícias a somar a estes argumentos. Nas relações onde perdura o amor romântico, os membros do casal analisados por Bianca P. Acevedo evidenciaram uma auto-estima elevada e mostraram-se mais satisfeitos com a vida em geral. Já os casais unidos pelo amor companheiro demonstraram uma satisfação moderada, enquanto os que estavam presos a relações insatisfatórias e conflituosas denotaram um desagrado generalizado. "Já há muita literatura que explica que uma relação amorosa feliz reforça o sistema imunitário das pessoas e aumenta o seu bem-estar psicológico", diz ao P2 Bianca P. Acevedo. "Os casais que têm relações longas e felizes desenvolvem uma intimidade e uma confiança, sem aquele medo de se vai ser deixado ou não, que não só solidifica a relação como dá uma gratificação muito grande", reforça Machado Vaz.
Esta descoberta pode mudar as expectativas com que partimos para relações de longo prazo. De acordo com os autores, apostar numa relação para a vida inteira não tem que ser sinónimo de conformismo ou de abnegação. "A ideia, assumida por milhares de casais, de que para estarem juntos têm que aceitar a transformação do amor que sentiam numa espécie de amor-amizade deixou de fazer sentido", sublinha Bianca P. Acevedo.
Dito de outro modo, o amor romântico passou a estar ao alcance de todos os casais. "Os casais que estão juntos há muitos anos e querem voltar a sentir-se apaixonados podem aspirar a isso", anunciou, para ressalvar: "Claro que isso implica energia e devoção."
Fugir à rotina
O problema é que, nas relações profundamente desgastadas, querer nem sempre é poder, na opinião de Júlio Machado Vaz. "Quando as relações estão num estado de profundo desgaste e rotina, é muito difícil voltar atrás", acrescenta o psicólogo, atirando as culpas para o "pecado capital" de se achar que o outro é um dado adquirido. E os tempos de crise não são propriamente o melhor preliminar. "Dantes dizia-se que o amor vence todas as barreiras. Vence, uma gaita. Se não houver dinheiro para pagar as contas, o amor ressente-se e muito."
Por outro lado, nem sempre é fácil resistir à tentação. "Vivemos numa sociedade em que as pessoas, consciente ou inconscientemente, estão sempre à espera de labaredas no amor. O que, evidentemente, é mais fácil de conseguir com alguém que não se conhece ou que se conhece em contextos que são vantajosos em relação à pessoa com quem se está todos os dias." Por exemplo, "alguém que se vê no emprego todo arranjadinho e não se imagina a ter que ver de manhã a chinelar pela casa ainda todo despenteado", aponta o sexólogo, habituado a estas situações "triangulares" de pessoas que ficam na dúvida sobre se "continuam a investir na relação que têm ou se partem para outra". Na maior parte dos casos, "se a relação for boa, e quando não se trata de alguém a quem o envelhecimento está a angustiar e a fazer acreditar que tem que correr atrás de coisas que podem não se repetir, as pessoas decidem quase sempre ficar porque percebem que a outra coisa é um entusiasmo passageiro".
Aos que recorrem ao seu consultório para reavivar uma relação que está em risco de entrar em piloto automático, Júlio Machado Vaz costuma recordar aquela canção de Neil Youg que avisa: "rust never sleeps." "A ferrugem nunca adormece e ir a um jantar que não estava previsto ou introduzir uma variante no quotidiano erótico podem ajudar muito no combate à rotina", aconselha.
Bianca P. Acevedo lembra, por seu turno, que reagir positivamente ao sucesso do parceiro é "muito, muito importante", porque "sentir que o outro está lá para nós é meio caminho andado para uma boa relação".
O recurso ao aconselhamento matrimonial é outra das possibilidades para os casos mais graves, segundo a investigadora norte-americana. Afinal, o mais difícil - provar que Oscar Wilde estava errado quando dizia que devíamos viver apaixonados e que por isso é que ninguém deveria casar-se - os cientistas já fizeram por nós.
Oscar Wilde não tinha razão. Ao contrário do que dizia o dramaturgo (e nós acreditamos porque nos disseram que é assim), o casamento ou as relações longas não têm que ser nenhuma sentença de morte para o amor romântico. Este pode sobreviver a 50 anos de vida em comum tão profundo e tão incólume como no estado de paixão. Melhor ainda: igualmente intenso, absorvente e sexualmente activo, mas sem o traço obsessivo que caracteriza os apaixonados.
A conclusão está contida no estudo Does a Long-Term Relationship Kill Romantic Love? (Uma Relação Duradoura Mata o Amor Romântico?, em tradução literal), feito por Bianca P. Acevedo, psicóloga e investigadora da Stony Brook University, em Nova Iorque. "A generalidade das pessoas habituou-se a pensar que uma relação de décadas, com ou sem casamento, se reduz inevitavelmente a uma relação de companheirismo e de ternura apenas. E nós percebemos que não é necessariamente assim: é possível que, ao fim de 40 ou 50 anos, o casal continue enamorado e sexualmente motivado, tal como quando se apaixonou", declarou Bianca P. Acevedo, em conversa telefónica com o P2.
A investigadora e o seu colega de pesquisa, Arthur Aron, começaram por analisar 42 estudos, englobando mais de seis mil casais (em relações de curto e longo prazo), para perceber até que ponto a existência de amor romântico está relacionada com um maior grau de satisfação perante a vida. Para isso, começaram por classificar o amor em três categorias: apaixonado, romântico (que é apaixonado mas sem a componente obsessiva da paixão) e amor companheiro.
A conclusão a que chegaram foi que muitos casais continuavam, ao fim de muitos anos, a sentir calafrios de excitação um pelo outro, a par de uma ligação "profundamente intensa e de uma enorme intimidade". Com vantagens relativamente à paixão inicial. "Aquele lado obsessivo, de possessão e ciúme, em que o outro está constantemente a intrometer-se nos pensamentos e a impedir-nos de trabalhar, desapareceu. E a angústia de perder o outro e as súbitas alterações de humor também", explica Bianca P. Acevedo.
Os "casais-cisne"
Este estudo, recentemente publicado na Review of General Psychology, corrobora outra pesquisa feita por Arthur Aron. Este psicólogo andou a analisar as ondas cerebrais de vários casais que se diziam apaixonados há mais de 20 anos. Submetidos a ressonâncias magnéticas, o que se provou foi que os membros destes casais, ao verem a fotografia do companheiro, tinham as mesmas reacções químicas que os casais em fase inicial de enamoramento. "Inicialmente, quando as pessoas me diziam que continuavam apaixonadas ao fim de 20 anos, pensei que estavam a enganar-se a si próprias. Mas os exames das ondas cerebrais demonstraram que havia mesmo um pico de produção de dopamina quando viam a fotografia do parceiro", declarou Arthur Aron ao Times on-line.
Esta tese, que contraria a convicção generalizada de que o amor romântico e o desejo sexual atingem o pico no início da relação e declinam com o tempo, não surpreende o sexólogo Júlio Machado Vaz. "Faço sexologia há 30 anos e já vi vários destes casais que só têm olhos um para o outro passar pelo meu consultório", confirma. Os cientistas chamam-lhes "casais-cisne". Aparentemente, porque têm um "mapa do amor" no cérebro semelhante ao dos animais monogâmicos, como é o caso dos cisnes. O que esta investigação mostra, para Júlio Machado Vaz, é que, "ao contrário do que pensávamos, não há uma diferença qualitativa tão marcada entre paixão e amor". A diferença que existe - pelo menos nestes casais - é que a paixão passa a coexistir pacificamente com as outras vertentes da vida. "O traço obsessivo da paixão faz com que o resto do mundo fique em segundo plano. A paixão vive isolada e, claro, o trabalho fica prejudicado. Imagine-se os problemas que teria alguém que vivesse apaixonado durante 30 ou 40 anos", diz o sexólogo.
Machado Vaz considera, aliás, que está na altura de os "psis" deixarem de menosprezar o amor romântico. "Nós tendemos a olhar para o amor como um subproduto da paixão, a mitificar a paixão, e isso não é justo. Muitos casais que passam pelo meu consultório dizem que gostaram muito de estar apaixonados mas que gostam mais do que conseguiram ao fim de muitos anos. E, efectivamente, um amor longo, em que a intimidade se desenvolveu e a confiança também, é muito gratificante. Aqui, ao contrário do que se passa na paixão, a pessoa já conhece o outro como ele é na realidade e não como o construiu na sua cabeça ou como ele se apresenta perante o outro. Num estado de paixão nós somos aquilo que somos mais aquilo que achamos que o outro gosta; a isso chama-se sedução, e esse tipo de relação satisfaz no curto prazo, mas depois é impossível de manter."
Há mais boas notícias a somar a estes argumentos. Nas relações onde perdura o amor romântico, os membros do casal analisados por Bianca P. Acevedo evidenciaram uma auto-estima elevada e mostraram-se mais satisfeitos com a vida em geral. Já os casais unidos pelo amor companheiro demonstraram uma satisfação moderada, enquanto os que estavam presos a relações insatisfatórias e conflituosas denotaram um desagrado generalizado. "Já há muita literatura que explica que uma relação amorosa feliz reforça o sistema imunitário das pessoas e aumenta o seu bem-estar psicológico", diz ao P2 Bianca P. Acevedo. "Os casais que têm relações longas e felizes desenvolvem uma intimidade e uma confiança, sem aquele medo de se vai ser deixado ou não, que não só solidifica a relação como dá uma gratificação muito grande", reforça Machado Vaz.
Esta descoberta pode mudar as expectativas com que partimos para relações de longo prazo. De acordo com os autores, apostar numa relação para a vida inteira não tem que ser sinónimo de conformismo ou de abnegação. "A ideia, assumida por milhares de casais, de que para estarem juntos têm que aceitar a transformação do amor que sentiam numa espécie de amor-amizade deixou de fazer sentido", sublinha Bianca P. Acevedo.
Dito de outro modo, o amor romântico passou a estar ao alcance de todos os casais. "Os casais que estão juntos há muitos anos e querem voltar a sentir-se apaixonados podem aspirar a isso", anunciou, para ressalvar: "Claro que isso implica energia e devoção."
Fugir à rotina
O problema é que, nas relações profundamente desgastadas, querer nem sempre é poder, na opinião de Júlio Machado Vaz. "Quando as relações estão num estado de profundo desgaste e rotina, é muito difícil voltar atrás", acrescenta o psicólogo, atirando as culpas para o "pecado capital" de se achar que o outro é um dado adquirido. E os tempos de crise não são propriamente o melhor preliminar. "Dantes dizia-se que o amor vence todas as barreiras. Vence, uma gaita. Se não houver dinheiro para pagar as contas, o amor ressente-se e muito."
Por outro lado, nem sempre é fácil resistir à tentação. "Vivemos numa sociedade em que as pessoas, consciente ou inconscientemente, estão sempre à espera de labaredas no amor. O que, evidentemente, é mais fácil de conseguir com alguém que não se conhece ou que se conhece em contextos que são vantajosos em relação à pessoa com quem se está todos os dias." Por exemplo, "alguém que se vê no emprego todo arranjadinho e não se imagina a ter que ver de manhã a chinelar pela casa ainda todo despenteado", aponta o sexólogo, habituado a estas situações "triangulares" de pessoas que ficam na dúvida sobre se "continuam a investir na relação que têm ou se partem para outra". Na maior parte dos casos, "se a relação for boa, e quando não se trata de alguém a quem o envelhecimento está a angustiar e a fazer acreditar que tem que correr atrás de coisas que podem não se repetir, as pessoas decidem quase sempre ficar porque percebem que a outra coisa é um entusiasmo passageiro".
Aos que recorrem ao seu consultório para reavivar uma relação que está em risco de entrar em piloto automático, Júlio Machado Vaz costuma recordar aquela canção de Neil Youg que avisa: "rust never sleeps." "A ferrugem nunca adormece e ir a um jantar que não estava previsto ou introduzir uma variante no quotidiano erótico podem ajudar muito no combate à rotina", aconselha.
Bianca P. Acevedo lembra, por seu turno, que reagir positivamente ao sucesso do parceiro é "muito, muito importante", porque "sentir que o outro está lá para nós é meio caminho andado para uma boa relação".
O recurso ao aconselhamento matrimonial é outra das possibilidades para os casos mais graves, segundo a investigadora norte-americana. Afinal, o mais difícil - provar que Oscar Wilde estava errado quando dizia que devíamos viver apaixonados e que por isso é que ninguém deveria casar-se - os cientistas já fizeram por nós.
segunda-feira, 30 de março de 2009
EUA: Seis mortos em ataque a lar de idosos.
O atirador ficou ferido no tiroteio e foi transportado para o hospital perto do lar.
Um atirador abateu hoje seis pessoas e feriu outras três num ataque com arma de fogo a um lar de idosos em Carthage, no Estado norte-americano da Carolina do Norte, anunciou a imprensa local, citando fontes policiais.
O atirador ficou ferido no tiroteio e foi transportado para o hospital local juntamente com os outros feridos, noticiou a estação televisiva WRAL.
Ignora-se a identidade e a idade das vítimas e a polícia não precisou ainda o móbil deste ataque ou a eventual ligação do atirador ao lar de terceira idade, chamado Pinelake Health and Rehab.
O ataque foi perpetrado numa casa de repouso e de tratamento de doentes de Alzheimer com uma capacidade de 90 camas.
O atirador, cuja identidade a polícia não revelou, entrou no estabelecimento pelas 10:00 da manhã e abriu fogo, indicou à estação televisiva o chefe da polícia de Carthage, Chris McKenzie.
Um atirador abateu hoje seis pessoas e feriu outras três num ataque com arma de fogo a um lar de idosos em Carthage, no Estado norte-americano da Carolina do Norte, anunciou a imprensa local, citando fontes policiais.
O atirador ficou ferido no tiroteio e foi transportado para o hospital local juntamente com os outros feridos, noticiou a estação televisiva WRAL.
Ignora-se a identidade e a idade das vítimas e a polícia não precisou ainda o móbil deste ataque ou a eventual ligação do atirador ao lar de terceira idade, chamado Pinelake Health and Rehab.
O ataque foi perpetrado numa casa de repouso e de tratamento de doentes de Alzheimer com uma capacidade de 90 camas.

O atirador, cuja identidade a polícia não revelou, entrou no estabelecimento pelas 10:00 da manhã e abriu fogo, indicou à estação televisiva o chefe da polícia de Carthage, Chris McKenzie.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Incêndios florestais matam na Austrália.
Pelo menos 84 pessoas morreram devido aos incêndios florestais que estão a devastar o sudeste da Austrália, e que já são os mais mortíferos de sempre, anunciou hoje a polícia.
Os incêndios alastram desde sábado em três estados do sudeste do país, sendo Victoria a região mais atingida pela catástrofe.
Um balanço anterior apontava para a existência de 65 mortos, e as autoridades reconhecem que os números poderão agravar-se, uma vez que muitos dos feridos sofrem de ferimentos graves.
Por outro lado, existem localidades fortemente atingidas pelas chamas onde a polícia e os bombeiros não conseguiram entrar, desconhecendo-se a situação de alguns moradores, o que leva as autoridades a reconhecer que os números de vítimas podem subir.
Com este novo balanço, estes incêndios são já considerados os mais mortíferos de sempre. Os fogos de 1983, que ficaram conhecidos como a «Quarta-feira de Cinzas», mataram 75 pessoas no estado de Victoria e no sul do país. O mesmo estado foi afectado também por intensos fogos em 1939, altura em que morreram 71 pessoas, na chamada «Sexta-feira Negra».
Ventos violentos atiçaram este fim-de-semana mais de 50 incêndios que se propagaram desde sábado nos Estados de Victoria, Nova Gales do Sul e aos arredores da capital, Camberra, onde a temperatura atingia hoje valores da ordem de 46 graus Celsius.
Dados divulgados pela polícia de Victoria, cerca das 20:30 (08:30 em hora de Lisboa), apontam para 750 casas destruídas e 330 mil hectares queimados.
Muitas das vítimas foram encontradas carbonizadas dentro dos carros, tendo sido apanhadas pelas chamadas quando tentavam fugir.
A polícia já reconheceu que alguns dos fogos podem demorar semanas a controlar e um bombeiro que está na zona disse que a frente de fogo tem várias centenas de quilómetros.
A zona mais atingida é Kinglake, situada a 80 quilómetros a norte de Melbourne, onde 550 casas foram destruídas e foram registadas 63 mortes.
As autoridades australianas prometeram punir severamente os incendiários que, segundo pensam, contribuíram para o início dos fogos.
«Alguns incêndios começaram em localidades onde só podiam ser ateados de propósito, nunca provocados por causas naturais», declarou um alto responsável da polícia do Estado de Victoria, Kieran Walshe.
A maioria das mortes ocorreu a noroeste de Melbourne, a segunda maior cidade do país e capital do Estado de Victoria, onde as chamas alastraram a bairros habitacionais inteiros e onde os incêndios continuam hoje fora de controlo.
Os responsáveis afirmam que as condições meteorológicas são piores este ano, devido a uma seca muito propícia à propagação dos incêndios.
Os incêndios alastram desde sábado em três estados do sudeste do país, sendo Victoria a região mais atingida pela catástrofe.
Um balanço anterior apontava para a existência de 65 mortos, e as autoridades reconhecem que os números poderão agravar-se, uma vez que muitos dos feridos sofrem de ferimentos graves.
Por outro lado, existem localidades fortemente atingidas pelas chamas onde a polícia e os bombeiros não conseguiram entrar, desconhecendo-se a situação de alguns moradores, o que leva as autoridades a reconhecer que os números de vítimas podem subir.

Com este novo balanço, estes incêndios são já considerados os mais mortíferos de sempre. Os fogos de 1983, que ficaram conhecidos como a «Quarta-feira de Cinzas», mataram 75 pessoas no estado de Victoria e no sul do país. O mesmo estado foi afectado também por intensos fogos em 1939, altura em que morreram 71 pessoas, na chamada «Sexta-feira Negra».
Ventos violentos atiçaram este fim-de-semana mais de 50 incêndios que se propagaram desde sábado nos Estados de Victoria, Nova Gales do Sul e aos arredores da capital, Camberra, onde a temperatura atingia hoje valores da ordem de 46 graus Celsius.
Dados divulgados pela polícia de Victoria, cerca das 20:30 (08:30 em hora de Lisboa), apontam para 750 casas destruídas e 330 mil hectares queimados.
Muitas das vítimas foram encontradas carbonizadas dentro dos carros, tendo sido apanhadas pelas chamadas quando tentavam fugir.
A polícia já reconheceu que alguns dos fogos podem demorar semanas a controlar e um bombeiro que está na zona disse que a frente de fogo tem várias centenas de quilómetros.
A zona mais atingida é Kinglake, situada a 80 quilómetros a norte de Melbourne, onde 550 casas foram destruídas e foram registadas 63 mortes.
As autoridades australianas prometeram punir severamente os incendiários que, segundo pensam, contribuíram para o início dos fogos.
«Alguns incêndios começaram em localidades onde só podiam ser ateados de propósito, nunca provocados por causas naturais», declarou um alto responsável da polícia do Estado de Victoria, Kieran Walshe.
A maioria das mortes ocorreu a noroeste de Melbourne, a segunda maior cidade do país e capital do Estado de Victoria, onde as chamas alastraram a bairros habitacionais inteiros e onde os incêndios continuam hoje fora de controlo.
Os responsáveis afirmam que as condições meteorológicas são piores este ano, devido a uma seca muito propícia à propagação dos incêndios.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
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