Mostrar mensagens com a etiqueta Sismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sismo. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

ONU confirma mais de mil vítimas mortais do sismo da Sumatra.

Pelo menos 1 100 pessoas morreram na ilha indonésia de Samatra devido ao sismo registado quarta-feira, anunciou esta quinta-feira o secretário-geral adjunto da ONU para os assuntos humanitários, John Holmes.

"Os últimos balanços indicam que o número de mortos aumentou para 1100", declarou o responsável, durante uma conferência de imprensa.

O último balanço oficial provisório, divulgado também hoje pelo Ministério dos Assuntos Sociais, indicava cerca de 770 vítimas mortais, mais do que os 529 mortos contabilizados ao início do dia.

"Evidentemente que existem várias centenas de feridos e temo que estes números vão aumentar à medida que novas informações sejam divulgadas", referiu ainda Holmes, que assume também a coordenação das equipas de apoio de emergência das Nações Unidas.

O sismo, de magnitude 7,6 na escala de Richter, foi registado quarta-feira no oceano Índico 53 quilómetros a oeste da cidae de Padang, na província de Samatra, e a uma profundidade de 83 quilómetros, segundo o instituto geológico norte-americano (USGS).

Um novo forte sismo, de 6,8 na escala de Richter segundo o instituto norte-americano de geologia e com epicentro a 150 quilómetros a sul de Padang, foi registado hoje de manhã.

As autoridades temem que milhares de pessoas estejam ainda sob os escombros.

A foto baixo mostra Ratna Sari que foi tirada dos destroços do seu colégio em Padang, 40 horas depois do sismo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Sismos pode ter causado milhares de mortos em Samatra.

Ainda a Indonésia se tentava refazer do violento sismo que na quarta-feira abalou a ilha de Samatra quando a terra voltou a tremer esta manhã. O último balanço oficial de 400 mortos poderá subir para vários milhares.

Milhares de pessoas podem ter perdido a vida após os violento sismos que, em menos de 24 horas, abalaram a ilha indonésia de Samatra.

O último balanço oficial apontava para 464 mortos, segundo fonte do Ministério dos Assuntos Sociais, mas ninguém duvida que esse número deverá aumentar à medida que forem avançado as buscas entre os escombros das casas e edifícios que se desmoronaram após o sismo de 7,6 graus de magnitude ocorrido ao fim da tarde de quarta-feira.

Já esta quinta-feira, um outro sismo atingiu a parte sul de Samatra, com uma magnitude de 6,8.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Tsunami devasta Samoa Americana.

O sismo que abalou várias ilhas do Pacífico Sul e o maremoto que se lhe seguiu "devastaram" a Samoa Americana, fazendo 20 mortos e deixando milhares de pessoas desalojadas.

A imprensa local avança que há vítimas "por todo o lado" e que, pelo menos três ou quatro aldeias da costa da cidade de Lalomanu, na Ilha de Upolu, foram "engolidas" por ondas.

No hospital principal da cidade há muitas vitimas, incluindo pelo menos uma criança.

O terramoto começou às 06h48 locais (18h48 em Lisboa) entre os dois arquipélagos.

Os residentes de Apia, capital de Samoa, sentiram o terramoto durante mais de três minutos.

O Instituto Geológico dos Estados Unidos da América disse que o sismo deflagrou a 35 quilómetros abaixo do fundo do mar, a 190 quilómetros da Samoa Americana e a 200 quilómetros de Samoa.

O Centro norte-americano de Estudos de Maremotos da Costa Oeste e Alasca lançou um alerta para a região do Pacifico Sul, desde a Samoa Americana até à Nova Zelândia, considerando que o maremoto poderia ser "destrutivo" em algumas zonas costeiras.

O neo-zelandês Graeme Ansell disse que a praia de Sau Sau foi elevada: "Foi muito rápido. Toda a vila foi levantada", afirmou à Rádio Nacional.

Os funcionários do porto correram para as montanhas e a polícia apelou aos residentes para que fugissem.

Em Fagatogo, a água atingiu a costa, chegando a algumas estradas em que se registaram também deslizamentos de terras.

Outro morador, Dean Phillips, disse que a costa da Ilha de Upolu, Samoa, também foi abalada pelo maremoto.

A imprensa local afirma que houve deslizamentos de terras na região de Solosolo, na Ilha Upolu, e que há plantações agrícolas danificadas em Apia.

O Instituto Geológico dos Estados Unidos da América tinha emitido um aviso de maremoto para o Pacífico, particularmente dirigido à Nova Zelândia, Ilhas Fiji, Polinésia Francesa e Tonga, Ilhas Palmira, Samoa, Ilhas Cook e Samoa Americana.

O Instituto está a observar a possibilidade de o maremoto chegar ao Havai, Vanuatu, Ilhas Marshall, Ilhas Salomão, Ilhas Johnston, Nova Caledónia, Papua Nova Guiné, Ilha Wake, Ilha Midway e Pitcairn.

Um maremoto com vagas de dez metros foi registado hoje nas Ilhas Samoa, depois de um terramoto com a magnitude 7,9 ter abalado o arquipélago.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Sismo de 7,8 originou tsunami, mas não causou inundações.

Um sismo de 7,8 na escala de Richter ocorreu, esta terça-feira, no mar a sul da Nova Zelândia e originou um tsunami que acabou por não inundar as zonas mais baixas.

O sismo com 7.8 de magnitude resultou num tsunami que não inundou as áreas mais baixas. No entanto, e apesar de não estarem a retirar ninguém de casa, as autoridades alertaram as pessoas para sairem das praias.

"A maior preocupação de momento é a corrente forte", disse um porta-voz do Instituto de Meteorologia australiano à ABC.

O centro do sismo foi localizado 161 quilómetros a oeste da localidade de Invercargill, a 33 quilómetros de profundidade, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Segundo a rádio da Nova Zelândia, o abalo foi sentido a centenas de quilómetros do epicentro, mas não há notícia de vítimas ou de estragos.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Itália entrou em pânico com falso alerta de novo sismo.

Um falso alerta, divulgado na Internet, sobre um novo terramoto colocou Itália em pânico. A população de Abruzzo, a região fortemente afectada pelo sismo de 6 de Abril, foi a que mais se descontrolou com tal previsão.

Uma suposta montagem com excertos de diversas conversas parece ter estado na origem deste falso alerta, que aterrorizou os habitantes de Abruzzo. O sismo de 6 de Abril, que matou 296 pessoas e devastou várias localidades, ainda está muito presente e foi difícil a população manter o controlo.

O vídeo que circulava na Internet continha a voz do especialista Giampaolo Giuliani, o mesmo homem que advertiu para o terramoto de há três semanas e que foi ignorado. Giuliani já negou a veracidade da gravação, cujo conteúdo se espalhou como rastilho de pólvora. A população local, certamente, que não ganhou para o susto.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sismo: E se tivesse sido em Portugal?

A pedido do Expresso, o simulador do Laboratório Nacional de Engenharia Civil recriou o sismo de Itália nas proximidades de Lisboa. O resultado seria bem mais negro: 3.598 edifícios destruídos, 1.160 mortos e 168.467 desalojados.

Se, porventura, tivesse ocorrido um sismo semelhante ao de Itália na zona de Lisboa, que consequências teria? Parece uma pergunta de retórica mas não é. O Simulador de Cenários Sísmicos do LNEC (LNECloss) permite dar-lhe resposta.

A pedido do Expresso o LNEC imaginou um cenário em que um sismo de origem local e de intensidade semelhante ocorria em Lisboa. O epicentro arbitrado foi Sacavém e o sistema adaptou a ocorrência à realidade portuguesa, desde os solos ao tipo de povoamento, características das construções, etc.

O resultado seriam 3.598 edifícios destruídos, mais 11.680 gravemente danificados, correspondendo a 1.160 mortos e 168.467 desalojados. Ou seja, um balanço muito mais negro que o do sismo de L'Aquila, basicamente por ocorrer numa região muito mais densamente povoada. Ainda assim, o número de mortos representaria 0,038% dos habitantes da Grande Lisboa e o número de casas destruídas ou muito danificadas 3,2% do parque edificado.

Os gráficos que acompanham este texto ilustram a forma como esta situação se sentiria no terreno, sendo patentes duas observações: à medida que nos afastamos para longe do epicentro os efeitos diminuem, com algumas anomalias explicáveis devido à constituição do subsolo e a diferentes condições de propagação das ondas sísmicas.

Alfredo Campos Costa, investigador do LNEC sublinha tratar-se de "um mero cenário para estudo" e não de algo "que seja provável acontecer". Sublinha, ainda, que há diversas metodologias para estimar o número de mortos e que estas basicamente tomam em conta a quantidade de edifícios destruídos. "Consoante se analisem sismos ocorridos nos Estados Unidos ou no Terceiro Mundo, a observação mostra que o número de óbitos por edifício é muito diferente".

Outra das simulações já feitas diz respeito à ocorrência de um terramoto com a magnitude e o epicentro do de 1755. Se este cenário se repetisse, hoje haveria 27.779 mortos e 26.253 edifícios totalmente destruídos. Ainda que em números absolutos a maior parte dos óbitos ocorresse na Grande Lisboa, incluindo Sintra, Cascais e Oeiras, bem como Setúbal, em percentagem da população atingida os piores valores ocorreriam no Algarve. No que respeita a casas derrubadas, o efeito nesta última região seria ainda maior, à escala, que em Lisboa, afectando 14 a 30% do parque habitacional respectivo. Globalmente, as perdas de vidas representariam 0,28% da população continental, enquanto os edifícios colapsados equivaleriam a 0,88% do parque habitacional. Esta simulação não toma em conta os efeitos de um eventual tsunami na costa portuguesa, situação ocorrida em 1755.

O LNECloss integra dados sobre a sismicidade passada, as características dos solos, o tipo de construções e a distribuição da população. Um sistema de informação geográfica permite implantar com rigor os diversos dados no mapa. Introduzindo os dados de um sismo podem simular-se os efeitos até à escala de freguesia.

Como explica Ema Coelho, chefe do departamento de engenharia sísmica do LNEC, este simulador permite duas coisas: traçar planos para minimizar os efeitos de um futuro tremor de terra (licenciamento, construção, recuperação, protecção civil, etc) e, a ocorrer uma catástrofe, acompanhá-la em tempo real, ajudando a organizar a resposta e gerir mais eficazmente os meios de socorro.

O simulador, já plenamente operacional, nasceu de um projecto financiado pelo Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil em 2002 para a Grande Lisboa mas continuou a ser desenvolvido desde então. Futuramente já integrará o factor tsunami (pelo menos para o Algarve) e poderá ser consultado "on-line" por utilizadores profissionais (Câmaras, Protecção Civil, projectistas, etc).

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Novo balanço aponta para 250 mortos.

Um novo balanço do sismo de segunda-feira, na região de Abruzzo, Itália, refere a morte de 250 pessoas.

As buscas de vítimas do sismo que abalou segunda-feira o centro de Itália foram retomadas esta manhã, na cidade de Aquila, na região de Abruzzo, numa altura em que aquela zona continua ainda a sofrer abalos, adiantaram as autoridades locais.

Além das vítimas mortais, há a registar pelo menos 1.500 feridos, dos quais mais de uma centena em estado grave.

Um novo abalo forte foi sentido hoje perto das 06:30 locais (05:30 em Lisboa), segundo testemunhas ouvidas pela France Presse, tendo vários outros ocorrido ao longo de toda a noite.

A maioria das 17 mil pessoas desalojadas refugiaram-se nos campos de tendas instalados nos arredores de Aquila, mas as centenas que não conseguiram ali espaço para pernoitar utilizaram pela terceira noite consecutiva automóveis para dormir.





segunda-feira, 6 de abril de 2009

Sismo em Itália: Centenas de feridos e 92 mortos.

O jornal "Corriere della Sera" avança que o sismo fez 92 mortos, embora o número não esteja confirmado. Ainda assim, espera-se um aumento de vítimas mortais do forte tremor de terra que esta madrugada abalou Aquila.O sismo de hoje em Aquila, centro de Itália, fez "mais de 50 mortos", segundo um balanço provisório avançado pelo ministro do Interior, Roberto Maroni, à imprensa em Aquila, a cidade mais atingida pelo terramoto.

Numerosos habitantes de Aquila começaram a sair da cidade para tentar
fugir às eventuais réplicas, disseram jornalistas no local.

Equipas de socorro com cães encontravam-se nas ruínas de várias casas em Aquila, com 60.000 habitantes, onde se localizou o epicentro do sismo.

A maioria das casas do centro histórico apresenta fendas e vários habitantes preferem ficar nas ruas do que entrar nos edifícios mais atingidos.

A zona que apresenta a maior parte dos danos ocupa "uma circunferência de 30 quilómetros" em redor da capital da província de Abruzzo, disseram as equipas de socorro que estão a sair de Roma para Aquila, a cerca de 110 quilómetros da capital italiana.

Nenhum português pediu até ao momento apoio às autoridades italianas ou portuguesas na sequência do sismo que ocorreu hoje de madrugada no centro de Itália, disse à Lusa fonte da secretaria de Estado das Comunidades.

Nove estudantes portugueses que se encontram em Itália estão bem
fisicamente e apenas sofreram danos materiais, disse à Lusa fonte do gabinete do secretário de Estado das Comunidades.

Segundo a agência noticiosa italiana, a população está a ajudar as forças de socorro para tentar salvar pessoas que se encontram sob os escombros ou que estão encurraladas em suas casas.

O primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, anunciou que assinou o estado de emergência devido ao sismo que abalou a região de Abruzzi.

Um porta-voz do seu gabinete citado pela agência Efe anunciou que Berlusconi cancelou uma visita oficial a Moscovo, que devia iniciar hoje, devido ao sismo.

As vítimas mortais, assim como as pessoas que se encontram ainda desaparecidas, residiam em Aquila, região de Abruzzo, referiram as autoridades locais.

Um sismo de magnitude 6,7 fez hoje tremer o centro de Itália, depois de um outro de 4,6 se ter feito sentir domingo no norte do país.

O último e mais intenso dos sismos, testemunhado por jornalistas da France Presse, fez-se sentir também na capital italiana cerca das 3h30 locais (2h30 em Lisboa).