Um homem começou a disparar no metro da Cidada do México, na sexta-feira, matando pelo menos duas pessoas e deixando cinco feridos antes de ser detido pela polícia.
Um homem entrou totalmente descontrolado no metro, na Cidade do México, e matou duas pessoas e feriu outras 5. As vítimas mortais são um passageiro e uma polícia, de acordo com o director do Instituto Médico Legal local.
De acordo com testemunhas ouvidas pela TV local, o atirador entrou no metrô na estação Balderas, em hora de ponta, quando as carruagens vão totalmente cheias de pessoas a regressar para suas casas.
Enquanto atirava, o homem ia gritando que se tratava de um ataque contra o governo.
A circulação na linha teve de ser interrompida durante umas horas e as autoridades já estão a verificar o incidente, tendo como base as gravações das câmeras de segurança.
Mostrar mensagens com a etiqueta multidão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta multidão. Mostrar todas as mensagens
domingo, 20 de setembro de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
12 de Maio de 1982 O atentado de Fátima.
O Papa João Paulo II tinha chegado a Portugal na véspera, dia 11. Vinha agradecer a Nossa Senhora de Fátima a protecção concedida no atentado falhado na Praça de São Pedro, um ano antes, a 13 de Maio. João Paulo II esteve às portas da morte e só "o milagre de Fátima" - como afirmou - o salvou.
Era a sua primeira visita a Portugal, e, em quatro dias, o Papa percorreu o País, de Braga a Coimbra, de Lisboa a Vila Viçosa. A viagem, rodeada, como se percebe, de uma grande emoção, arrastou multidões como nunca se havia visto - só em Lisboa, na cerimónia no Parque Eduardo VII, compareceram quase meio milhão de jovens.
Mas o que marcaria a passagem por Portugal estava ainda por acontecer, na noite da procissão das velas, em Fátima. E só não foi trágico porque a acção da Polícia portuguesa se revelou extremamente eficaz, evitando que os acontecimentos de 13 de Maio do ano anterior se repetissem.
O padre integrista espanhol, Juan Fernandez Maria Khron, de 32 anos, vindo de Paris, tinha o objectivo claro de matar João Paulo II. Com trajes de sacerdote, Khron rondou a comitiva papal empunhado uma baioneta com mais de 30 centímetros. Antes de ser detido, proferiu algumas palavras tais como "Fim ao comunismo" e "Abaixo o Papa e o Vaticano II".
Era a sua primeira visita a Portugal, e, em quatro dias, o Papa percorreu o País, de Braga a Coimbra, de Lisboa a Vila Viçosa. A viagem, rodeada, como se percebe, de uma grande emoção, arrastou multidões como nunca se havia visto - só em Lisboa, na cerimónia no Parque Eduardo VII, compareceram quase meio milhão de jovens.
Mas o que marcaria a passagem por Portugal estava ainda por acontecer, na noite da procissão das velas, em Fátima. E só não foi trágico porque a acção da Polícia portuguesa se revelou extremamente eficaz, evitando que os acontecimentos de 13 de Maio do ano anterior se repetissem.
O padre integrista espanhol, Juan Fernandez Maria Khron, de 32 anos, vindo de Paris, tinha o objectivo claro de matar João Paulo II. Com trajes de sacerdote, Khron rondou a comitiva papal empunhado uma baioneta com mais de 30 centímetros. Antes de ser detido, proferiu algumas palavras tais como "Fim ao comunismo" e "Abaixo o Papa e o Vaticano II".
Etiquetas:
12 de maio,
1982,
Atentado,
fátima,
joão paulo II,
multidão,
país,
papa,
Portugal,
visita
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Carro atinge multidão que assistia à passagem da rainha.
Quatro pessoas morreram e 12 ficaram feridas quando um carro a alta velocidade se despistou junto à multidão que se juntara para ver passar família real holandesa. VEJA O VÍDEO.
Um repórter fotográfico da agência Associated Press que testemunhou o incidente indicou que o condutor do veículo pareceu conduzir deliberadamente a alta velocidade na direcção do autocarro aberto em que seguiam a rainha e a sua família, na cidade de Apeldoorn (oeste), por ocasião das celebrações do dia da Rainha.
O condutor desviou-se das grades colocadas pela polícia em frente das centenas de pessoas que assistiam à passagem da rainha e foi embater com o veículo num monumento.
O autocarro da rainha não foi atingido e nenhuma das pessoas que acompanhavam a rainha ficou ferida.
A televisão holandesa noticiou que pelo menos 14 espectadores ficaram feridos, mas a polícia de Apeldoorn escusou-se a confirmar qualquer balanço ou a comentar o incidente.
As imagens transmitidas pela televisão mostram agentes da polícia a retirar um homem de dentro do automóvel e a encaminhá-lo para uma ambulância.
Um repórter fotográfico da agência Associated Press que testemunhou o incidente indicou que o condutor do veículo pareceu conduzir deliberadamente a alta velocidade na direcção do autocarro aberto em que seguiam a rainha e a sua família, na cidade de Apeldoorn (oeste), por ocasião das celebrações do dia da Rainha.
O condutor desviou-se das grades colocadas pela polícia em frente das centenas de pessoas que assistiam à passagem da rainha e foi embater com o veículo num monumento.
O autocarro da rainha não foi atingido e nenhuma das pessoas que acompanhavam a rainha ficou ferida.
A televisão holandesa noticiou que pelo menos 14 espectadores ficaram feridos, mas a polícia de Apeldoorn escusou-se a confirmar qualquer balanço ou a comentar o incidente.
As imagens transmitidas pela televisão mostram agentes da polícia a retirar um homem de dentro do automóvel e a encaminhá-lo para uma ambulância.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

