A ideia da polícia de um condado do País de Gales era alertar os jovens sobre o perigo de enviar sms enquanto conduzem, mas o vídeo tornou-se um mega-sucesso no YouTube.O vídeo dura um minuto e as imagens chocantes mostram o que pode acontecer quando se conduz e envia mensagens de texto por telemóvel ao mesmo tempo. A ideia partiu da polícia de um condado do País de Gales para alertar os jovens para o perigo.
Inicialmente, foi exibido nas escolas no País de Gales, mas os milhões de visualizações que a campanha já mereceu no YouTube ultrapassou todas as expectativas.
Para realizar o vídeo foram gastos perto de 14 mil euros os protagonistas foram recrutados nas escolas da região.
Veja também o 'Making of' do vídeo.
Mostrar mensagens com a etiqueta jovens. Mostrar todas as mensagens
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
Sexo e pornografia entre as pesquisas dos mais novos.
As palavras "sexo" e "pornografia" estão entre as mais pesquisadas por crianças e jovens na Internet. O estudo foi apresentado pela Symanetc, que analisou os resultados de uma ferramenta de monitorização.
A análise da Symantec - empresa responsável pelo Norton Anti-vírus - foi elaborada com base nas pesquisas registadas pelo serviço OnlineFamily.Norton, que fornece soluções de segurança para navegação na Internet por crianças e adolescentes e permite aos adultos controlar os sites visitados e impor restrições.
Num total de 3,5 milhões de pesquisas efectuadas entre Fevereiro e Julho, os termos "sexo" e "pornografia" estão em quarto e sexto lugares da tabela dos mais procurados. Em primeiro lugar surge o "YouTube", seguido pelo "Google", e o "Facebook", terceiro classificado entre aquilo que mais interesse desperta entre os mais jovens.
O serviço que serviu como plataforma à análise encontra-se disponível em inglês e a nível mundial, pelo que é difícil determinar quais os países mais representados no estudo. A empresa também não disponibiliza quaisquer dados por regiões.
As outras palavras mais procuradas pelas crianças e adolescentes abrangidos pelo estudo foram "MySpace", "Yahoo" e "Michael Jackson".
A análise da Symantec - empresa responsável pelo Norton Anti-vírus - foi elaborada com base nas pesquisas registadas pelo serviço OnlineFamily.Norton, que fornece soluções de segurança para navegação na Internet por crianças e adolescentes e permite aos adultos controlar os sites visitados e impor restrições. Num total de 3,5 milhões de pesquisas efectuadas entre Fevereiro e Julho, os termos "sexo" e "pornografia" estão em quarto e sexto lugares da tabela dos mais procurados. Em primeiro lugar surge o "YouTube", seguido pelo "Google", e o "Facebook", terceiro classificado entre aquilo que mais interesse desperta entre os mais jovens.
O serviço que serviu como plataforma à análise encontra-se disponível em inglês e a nível mundial, pelo que é difícil determinar quais os países mais representados no estudo. A empresa também não disponibiliza quaisquer dados por regiões.
As outras palavras mais procuradas pelas crianças e adolescentes abrangidos pelo estudo foram "MySpace", "Yahoo" e "Michael Jackson".
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Gripe A: Jovens britânicos organizam festas para contrair o vírus.
Parece um absurdo, mas jovens britânicos organizam festas para contrair gripe A. A ideia é ganhar imunidade ao vírus H1N1.
É a loucura total entre os jovens britânicos. A infecção pelo vírus mais temido do momento - H1N1 - leva dezenas de jovens no Reino Unido a comparecer a festas para quais são convidadas pessoas infectadas, mas que ninguém sabe quem são, noticiou o site do jornal francês L'Express .
A ideia é contrair a gripe A para ganhar imunidade ao vírus H1N1. Sabendo que durante o próximo Inverno o vírus vai atacar em força, esperam contrair a doença numa altura em que tudo está sob controlo.
Segundo o jornal francês, este conceito de "festa da gripe" é inspirado nas "festas da varicela" organizadas por mães de família para imunizar os seus filhos. Frequentes antes de ser inventada a vacina, pretendiam, desta forma, evitar que os seus filhos viessem a contrair a doença durante a adolescência ou já na idade adulta, altura da vida em que a doença se manifesta de forma bastante mais severa.
Mas a contaminação voluntária com gripe A em grande escala encerra um problema de saúde pública.
Jean-Claude Manguerra, virologista do Instituto Pasteur contou ao "L'Express" que "estes jovens acreditam no risco de mutação do vírus". A acontecer, a vacina que deverá chegar ao mercado no próximo Outono, de pouco ou nada servirá.
7500.
Número de pessoas infectadas no Reino Unido com Gripe A, paíse onde já morreram 29 doentes.
Como se infectam as pessoas?
O modo de transmissão do novo vírus da Gripe A (H1N1) é idêntico ao da gripe sazonal. O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de um metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada - por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc. Os estudos demonstram que o vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas nas superfícies e, por isso, é importante mantê-las limpas, utilizando os produtos domésticos habituais de limpeza e desinfecção.
É a loucura total entre os jovens britânicos. A infecção pelo vírus mais temido do momento - H1N1 - leva dezenas de jovens no Reino Unido a comparecer a festas para quais são convidadas pessoas infectadas, mas que ninguém sabe quem são, noticiou o site do jornal francês L'Express .
A ideia é contrair a gripe A para ganhar imunidade ao vírus H1N1. Sabendo que durante o próximo Inverno o vírus vai atacar em força, esperam contrair a doença numa altura em que tudo está sob controlo.
Segundo o jornal francês, este conceito de "festa da gripe" é inspirado nas "festas da varicela" organizadas por mães de família para imunizar os seus filhos. Frequentes antes de ser inventada a vacina, pretendiam, desta forma, evitar que os seus filhos viessem a contrair a doença durante a adolescência ou já na idade adulta, altura da vida em que a doença se manifesta de forma bastante mais severa.
Mas a contaminação voluntária com gripe A em grande escala encerra um problema de saúde pública.
Jean-Claude Manguerra, virologista do Instituto Pasteur contou ao "L'Express" que "estes jovens acreditam no risco de mutação do vírus". A acontecer, a vacina que deverá chegar ao mercado no próximo Outono, de pouco ou nada servirá.
7500.
Número de pessoas infectadas no Reino Unido com Gripe A, paíse onde já morreram 29 doentes.
Como se infectam as pessoas?
O modo de transmissão do novo vírus da Gripe A (H1N1) é idêntico ao da gripe sazonal. O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de um metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada - por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc. Os estudos demonstram que o vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas nas superfícies e, por isso, é importante mantê-las limpas, utilizando os produtos domésticos habituais de limpeza e desinfecção.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Cancro de pele aumenta com mudança de hábitos.
A mudança de hábitos na praia, sobretudo entre os mais jovens, é a principal razão para o aumento do número de casos de cancro da pele, em especial na forma mais agressiva: o melanoma.
Manuela Pecegueiro, directora do Serviço de Dermatologia do Instituto Português de Oncologia de Lisboa, disse à Lusa que "houve várias alterações comportamentais na sociedade que levaram a uma maior e mais intensa exposição solar".
"Há mais informação sobre os protectores solares, mas os hábitos são diferentes. Antes, íamos para a praia mais cedo, almoçávamos em casa, dormíamos a sesta e só voltávamos à praia a partir das 16:00. Ninguém ia dormir a sesta para a areia", lembra a especialista.
A prudência popular determinava também que se alugasse um toldo ou uma barraca para abrigar as crianças durante as horas de maior calor.
O que hoje não acontece. Os ritmos de vida mudaram, as noites dos mais jovens prolongam-se até tarde e os dias começam muitas vezes por volta da hora de almoço, com a praia a servir para recuperar algumas das horas de sono perdidas.
É precisamente esta "exposição súbita e intermitente à radiação ultravioleta" que provoca os chamados escaldões e que tem contribuído para aumentar o número de casos de cancro da pele e acentuar a sua gravidade.
A dermatologista defende uma maior aposta na prevenção e sublinha que se gastam fortunas em tratamentos quando prevenir é o melhor remédio.
É o que fazem países com grande incidência de melanoma, como a Austrália, onde as autoridades de saúde distribuem os protectores solares gratuitamente nas praias.
Para Manuela Pecegueiro, o factor preço é decisivo. "Os protectores custam pelo menos 15 euros. Se forem aplicados correctamente, da cabeça aos pés e renovando a aplicação após o banho, um frasco não chega para toda a época balnear. E é preciso contar com os vários elementos da família", assinalou.
A responsável do IPO recomenda um índice de protecção nunca inferior a 25, mas salienta que tudo depende da pele. Os grupos de alto risco são aqueles com um fototipo mais baixo: louros, ruivos e pessoas que bronzeiam pouco.
"Se for uma pele que escalda, se tiver um fototipo baixo, deve usar pelo menos um [protector] 30, para permitir o bronzeamento sem escaldar", aconselha a médica.
Em Portugal, o tipo de cancro mais frequente é o basalioma, mas é o melanoma que mais preocupa os especialistas.
O basalioma surge sobretudo em pessoas que estão continuamente expostas ao sol, como os pescadores, trabalhadores rurais ou marinheiros, e tem um índice de cura próximo dos cem por cento.
Menos frequente é o carcinoma espinocelular, que também aparece em pessoas que trabalham ao ar livre, mas mais velhas.
Quanto ao melanoma, muito mais agressivo, está associado a pessoas mais jovens e resulta muitas vezes de uma exposição ao sol intensa e intermitente. "É o que nos tem preocupado mais. É um cancro muito agressivo e nos jovens toma proporções dramáticas", descreve Manuela Pecegueiro.
A dermatologista alertou para a necessidade de se "estar atento" a lesões pré-existentes, como os sinais, às quais nem sempre é dada a devida importância porque acompanham as pessoas desde sempre e fazem parte do seu corpo.
Manuela Pecegueiro, directora do Serviço de Dermatologia do Instituto Português de Oncologia de Lisboa, disse à Lusa que "houve várias alterações comportamentais na sociedade que levaram a uma maior e mais intensa exposição solar".
"Há mais informação sobre os protectores solares, mas os hábitos são diferentes. Antes, íamos para a praia mais cedo, almoçávamos em casa, dormíamos a sesta e só voltávamos à praia a partir das 16:00. Ninguém ia dormir a sesta para a areia", lembra a especialista.
A prudência popular determinava também que se alugasse um toldo ou uma barraca para abrigar as crianças durante as horas de maior calor.
O que hoje não acontece. Os ritmos de vida mudaram, as noites dos mais jovens prolongam-se até tarde e os dias começam muitas vezes por volta da hora de almoço, com a praia a servir para recuperar algumas das horas de sono perdidas.
É precisamente esta "exposição súbita e intermitente à radiação ultravioleta" que provoca os chamados escaldões e que tem contribuído para aumentar o número de casos de cancro da pele e acentuar a sua gravidade.
A dermatologista defende uma maior aposta na prevenção e sublinha que se gastam fortunas em tratamentos quando prevenir é o melhor remédio.
É o que fazem países com grande incidência de melanoma, como a Austrália, onde as autoridades de saúde distribuem os protectores solares gratuitamente nas praias.
Para Manuela Pecegueiro, o factor preço é decisivo. "Os protectores custam pelo menos 15 euros. Se forem aplicados correctamente, da cabeça aos pés e renovando a aplicação após o banho, um frasco não chega para toda a época balnear. E é preciso contar com os vários elementos da família", assinalou.
A responsável do IPO recomenda um índice de protecção nunca inferior a 25, mas salienta que tudo depende da pele. Os grupos de alto risco são aqueles com um fototipo mais baixo: louros, ruivos e pessoas que bronzeiam pouco.
"Se for uma pele que escalda, se tiver um fototipo baixo, deve usar pelo menos um [protector] 30, para permitir o bronzeamento sem escaldar", aconselha a médica.
Em Portugal, o tipo de cancro mais frequente é o basalioma, mas é o melanoma que mais preocupa os especialistas.
O basalioma surge sobretudo em pessoas que estão continuamente expostas ao sol, como os pescadores, trabalhadores rurais ou marinheiros, e tem um índice de cura próximo dos cem por cento.
Menos frequente é o carcinoma espinocelular, que também aparece em pessoas que trabalham ao ar livre, mas mais velhas.
Quanto ao melanoma, muito mais agressivo, está associado a pessoas mais jovens e resulta muitas vezes de uma exposição ao sol intensa e intermitente. "É o que nos tem preocupado mais. É um cancro muito agressivo e nos jovens toma proporções dramáticas", descreve Manuela Pecegueiro.
A dermatologista alertou para a necessidade de se "estar atento" a lesões pré-existentes, como os sinais, às quais nem sempre é dada a devida importância porque acompanham as pessoas desde sempre e fazem parte do seu corpo.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Más notas e namoros de Verão levam jovens a fugir de casa .
"São desaparecimentos de curta duração que duram em média dois a três dias, até ganharem coragem para dizer aos pais as notas que tiveram", disse à Lusa Ramos Caniço, da Polícia Judiciária.Os maus resultados escolares e os namoros de Verão são as principais causas do desaparecimento temporário dos adolescentes, um fenómeno a que a Polícia Judiciária assiste anualmente no início das férias escolares.
Em entrevista à Lusa, o director da Unidade de informação de Investigação Criminal da Policia Judiciária explicou que o mês de Junho regista sempre "um boom" de desaparecimentos de adolescentes entre os 13 e os 18 anos.
Só na passada semana a PJ recebeu 16 participações de desaparecimentos de adolescentes o que indica que está a começar um fenómeno sazonal já bem conhecido desta polícia.
"São desaparecimentos de curta duração que duram em média dois a três dias, até ganharem coragem para dizer aos pais as notas que tiveram", disse Ramos Caniço.
Além dos maus resultados escolares também os namoros de Verão contribuem para este fenómeno.
Normalmente, adiantou, estes casos resolvem-se por si, mas são sempre encarados pela polícia como um desaparecimento pelo que os procedimentos adoptados são os mesmos, não existindo nenhum tempo de espera: a busca inicia-se imediatamente após a participação do caso.
Investigação começa no segundo seguinte à participação.
"A 'história' de esperar 24 horas como já li por aí não existe. Não tem qualquer tipo de fundamento legal nem operacional. Nada na lei diz que é possível diferir no tempo o início da investigação. Esta começa no segundo seguinte à participação" frisou.
A definição técnica de um desaparecimento, explicou Ramos Caniço, é quando uma determinada pessoa deixa de praticar a sua rotina normal e nestas situações ninguém deve esperar para fazer a participação às autoridades.
Qualquer órgão de polícia criminal tem obrigação de começar a investigar imediatamente um desaparecimento: "Temos de ver porque deixou de praticar a sua rotina diária, se surgiram novas companhias ou se estavam deprimidos. Temos de encarar todas as hipóteses. Cada caso é um caso", disse.
O fenómeno do desaparecimento de jovens nesta altura do ano não tem vindo a diminuir mas segundo o director da Unidade de informação de Investigação Criminal da Policia Judiciária também não aumentou.
Esta unidade na área de Lisboa tem uma brigada que trabalha só nesta área dos desaparecimentos, mas em caso de necessidade é feito um reforço que até hoje não foi necessário.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Ideias loucas com sucesso na Net.
Ganhar muito dinheiro com a Internet é possível, mas não é negócio para todos. Kyle, Alex, Marié, Darren, John e Dooce são alguns dos que, com engenho, conseguiram encher os bolsos através da maravilhosa plataforma online.
Já alguma vez lhe passou pela cabeça converter-se num bloguer profissional, de forma a pagar todos os seus gastos e não ter de voltar a ouvir a voz do seu chefe chato? Não? Pois fique sabendo que é possível e há quem o tenha feito. Na realidade, a Internet tem sido o sítio ideal para se fazer fortuna, com muita gente a gastar milhares e a ganhar milhões.
O segredo do sucesso passa por se ser inovador, saber onde e quando investir. Mas há diferenças. Há os que fazem fortuna - como Mark Zuckerberg, fundador da rede social Facebook, que já amealhou mais de 1,5 mil milhões de euros - criando algo para outros cibernautas. Só que para isso é preciso, no mínimo, perceber alguma coisa de informática.
Muitos desses 'carolas' fazem parte da lista dos mais jovens milionários da Internet. Há os que vendem produtos online. Mas há também os que se servem da Internet apenas para projecção pessoal ou para ganhar algo, através de uma boa ideia ou agarrando um momento de sorte. É destes últimos que deixamos alguns exemplos. Na maior parte dos casos conseguem vingar através de blogues, aliando originalidade, empenho e sorte.
Um clip vermelho por uma casa.
A história de Kyle MacDonald , de 29 anos, é uma das mais bizarras da Internet. O canadiano propôs-se trocar um clip vermelho por uma casa. Impossível? Não.
É certo que o clip é uma invenção genial e útil mas o seu valor comercial não paga uma chave quanto mais uma casa. Kyle não pensou assim e, num golpe de génio, resolveu trocar um clip vermelho por um objecto melhor, até que essa troca sucessiva o levasse a obter o desejado imóvel. Tudo começou em Julho de 2005, quando o canadiano colocou o seu clip num site de classificados, o Craiglist , pedindo em troca algo melhor. Dois dias depois, recebe uma chamada de duas raparigas de Vancouver dispostas a dar-lhe uma caneta em forma de peixe em troca do clip. No mesmo dia Kyle parte para Seattle ao encontro da artista plástica Annie Robbins e troca a caneta por uma maçaneta de cerâmica. Segue-se Shawn Sparks e um fogareiro de acampamento, que por sua vez é trocado por um gerador, mais tarde trocado por um 'pacote de festa instantâneo', que não era mais do que um barril de cerveja e um néon luminoso.
É aqui que surge o primeiro percalço. Os bombeiros confiscam-lhe o barril alegando fuga de gás. Mas Kyle não baixa os braços e consegue recuperar o gerador, que acaba por trocar em Montreal por uma moto de neve. Nesta altura já o seu blogue era popular e uma revista de motos de neve oferece-lhe uma viagem até Yahk que Kyle trocou por uma furgoneta. Esta acaba por ser trocada por um contrato de gravação de música num estúdio, por sua vez trocado por um ano de aluguer de um pequeno apartamento em Phoenix, Arizona.
Não satisfeito, Kyle continua a sua campanha de trocas até que consegue um papel no filme "Donna on Demand ". Ora, como há sempre alguém disposto a fazer tudo para entrar num filme, o canadiano recebe, finalmente, e um ano depois de ter colocado o seu clip vermelho na Internet, a proposta desejada: uma casa, situada em Kipling, uma localidade de 1000 habitantes. Entretanto, Kyle lançou um livro com a sua história, traduzido em 13 línguas. E teve outra ideia: trocar a casa por outra coisa!
Contactado pela Única, o canadiano diz que já recebeu várias propostas, sendo as mais caricatas: uma montanha no Cazaquistão, uma caravana, uma casa na Rússia, os direitos do nome para uma nova espécie de insecto e até... um clip vermelho.
A homepage de um milhão de dólares.
É um dos melhores exemplos de como uma ideia simples pode render muito. O jovem britânico, de 21 anos, Alex Tew não queria ficar anos a pagar os seus estudos universitários.
Para arranjar o dinheiro pensou numa ideia "tão maluca, que talvez funcione". Em 2007, começou por dividir a sua página de Internet num milhão de pixéis, para vendê-los em blocos com o mínimo de 100 pixéis (10x10), a um dólar o pixel. Ou seja, com o espaço publicitário todo vendido, ele arrecadaria um milhão de dólares.
E não é que foi mesmo o que aconteceu? A página fica "congelada" no tempo, durante pelo menos cinco anos. Os primeiros clientes foram amigos e familiares, o "passa a palavra" ajudou e depressa surgiram empresas, trabalhadores independentes e artistas interessados em comprar espaço.
Marié Digby e o Youtube.
A norte-americana, de 26 anos e ascendência nipónica e irlandesa, começou a fazer furor em 2007 quando colocou no YouTube um vídeo com a sua interpretação de 'Umbrella' , sucesso gravado por Rihanna. Amealhou mais de um milhão de visualizações do seu vídeo em pouco mais de três meses. A partir daí seguiram-se inúmeras participações em talk-shows televisivos e entrevistas na rádio. Em Janeiro de 2008 lança o seu primeiro single oficial 'Sait it Again' e três meses depois o álbum "Unfold ". No início deste ano lançou um álbum de covers de músicas japonesas e prepara-se para lançar, em Junho, "Breathing Underwater ".
O mais interessante é que Marié já tinha assinado um contrato com a Hollywood Records , do grupo da Disney, em 2005, mas o seu nome só passou a ser conhecido através do vídeo caseiro no YouTube. Actualmente, a sua página tem mais de 160 mil subscritores e já foi vista mais de 4 milhões de vezes e algumas das suas músicas já entraram em séries e filmes. Este tipo de promoção ou truque é frequentemente utilizado no YouTube por jovens artistas, de modo a que os seus vídeos apareçam melhor posicionados nos resultados. E a fórmula pelos vistos resulta.
Foi você que pediu mais tráfego?
John Chow e Darren Rowse são dois dos bloguers mais conhecidos por ganharem a vida apenas com os seus escritos online. Começaram como qualquer outra pessoa, criando um site como um hóbi, mas depressa perceberam as suas potencialidade. Hoje, dão dicas interessantes e úteis de como ganhar dinheiro online com os blogues, garantindo assim o alto tráfego recebido nas suas próprias páginas e, consequentemente, publicidade bem paga.
Ambos criaram vários sites, dão conferências e Rowse até já escreveu um livro: 'ProBlogger: Secrets for Blogging Your Way to a Six-Figure Income' , onde ensina como ganhar dinheiro com um blogue, os nichos de mercado e os principais ingredientes para ter sucesso nessa actividade. Ambos vivem deste 'trabalho', e de acordo com artigos publicados em vários sites americanos, recebem mensalmente cerca de 30 mil euros.
Dooce vida de bloguer.
Em Março passado, esta dona de casa, mãe de uma filha pequena, e grávida, era a 33ª pessoa mais seguida no Twitter ! Mesmo que tenha perdido 20 lugares desde então, Dooce - cujo nome é Heather Armstrong - e a sua família continuam a viver em exclusivo dos rendimentos do seu blogue (www.dooce.com ). Um destino que a web designer (n. 1975) não previu em 2001, quando começou a escrever na Internet os pensamentos mais ousados. Na verdade, o blogue custar-lhe-ia o despedimento e sucessivas dificuldades em encontrar emprego.
Na casa dos vinte, inconsequente, Heather entretinha-se a fazer comentários inapropriados sobre os patrões, e confissões de aventuras adequadas a uma rapariga solteira. Na Net, Dooce criara um saco para o qual despejava todas as sinceridades, e inocentemente (estupidamente, na opinião dela) esperava que ninguém o encontrasse. Hoje, o site que alimenta está no top dos mais vistos nos Estados Unidos, foi colocado no ToP 25 dos melhores, escolhidos pela revista "Time", e é um lugar acarinhado pelos publicitários.
Até porque ela lidera a corrente das chamadas mamabloggers (mães que blogam) - óptimos veículos para chegar a uma faixa de consumidores, os jovens pais, muito importante para quase todos os anunciantes.
Miliónários na net com menos de 30 anos.
Mark Zuckerberg (Facebook) 23 anos | $700M
Andrew Gower (Runescape) 28 anos | $650M
Blake Ross and David Hyatt (Mozilla) 22 anos | $120M
Chad Hurley (Youtube) 30 anos | $85M
Angelo Sotira (Deviant Art) 26 anos | $75M
John Vechey (PopCap Games) 28 anos | $60M
Alexander Levin (Wordpress) 23 anos | $57M
Jake Nickell (Threadless) 28 anos | $50M
Sean Belnick (Biz Chair) 20 anos | $42M
Kevin Rose (Digg) 30 anos | $31M
Ryan Block (Engadget) 25 anos | $20M
Aodhan Cullen (Stat Counter) 24 anos | $18M
Tom Fulp (Newgrounds) 29 anos | $15M
Rishi Kacker and Matt Pauker (Voltage) 24 anos | $12M
Markus Frind (Plenty of Fish) 29 anos | $10M
Catherine and David Cook (My Year Book) 17 & 19 anos | $10M
Fredrik Neij (The Pirate Bay) 28 anos | $10M
David Hauser & Siamak Taghaddos (Gotvmail) 24 anos | $8M
Jermaine Griggs (Hear and Play) 23 anos | $5M
Jay Westerdal (Domain Tools) 29 anos | $5M
Fonte: Expresso
Já alguma vez lhe passou pela cabeça converter-se num bloguer profissional, de forma a pagar todos os seus gastos e não ter de voltar a ouvir a voz do seu chefe chato? Não? Pois fique sabendo que é possível e há quem o tenha feito. Na realidade, a Internet tem sido o sítio ideal para se fazer fortuna, com muita gente a gastar milhares e a ganhar milhões.
O segredo do sucesso passa por se ser inovador, saber onde e quando investir. Mas há diferenças. Há os que fazem fortuna - como Mark Zuckerberg, fundador da rede social Facebook, que já amealhou mais de 1,5 mil milhões de euros - criando algo para outros cibernautas. Só que para isso é preciso, no mínimo, perceber alguma coisa de informática.
Muitos desses 'carolas' fazem parte da lista dos mais jovens milionários da Internet. Há os que vendem produtos online. Mas há também os que se servem da Internet apenas para projecção pessoal ou para ganhar algo, através de uma boa ideia ou agarrando um momento de sorte. É destes últimos que deixamos alguns exemplos. Na maior parte dos casos conseguem vingar através de blogues, aliando originalidade, empenho e sorte.
Um clip vermelho por uma casa.
A história de Kyle MacDonald , de 29 anos, é uma das mais bizarras da Internet. O canadiano propôs-se trocar um clip vermelho por uma casa. Impossível? Não.
É certo que o clip é uma invenção genial e útil mas o seu valor comercial não paga uma chave quanto mais uma casa. Kyle não pensou assim e, num golpe de génio, resolveu trocar um clip vermelho por um objecto melhor, até que essa troca sucessiva o levasse a obter o desejado imóvel. Tudo começou em Julho de 2005, quando o canadiano colocou o seu clip num site de classificados, o Craiglist , pedindo em troca algo melhor. Dois dias depois, recebe uma chamada de duas raparigas de Vancouver dispostas a dar-lhe uma caneta em forma de peixe em troca do clip. No mesmo dia Kyle parte para Seattle ao encontro da artista plástica Annie Robbins e troca a caneta por uma maçaneta de cerâmica. Segue-se Shawn Sparks e um fogareiro de acampamento, que por sua vez é trocado por um gerador, mais tarde trocado por um 'pacote de festa instantâneo', que não era mais do que um barril de cerveja e um néon luminoso.
É aqui que surge o primeiro percalço. Os bombeiros confiscam-lhe o barril alegando fuga de gás. Mas Kyle não baixa os braços e consegue recuperar o gerador, que acaba por trocar em Montreal por uma moto de neve. Nesta altura já o seu blogue era popular e uma revista de motos de neve oferece-lhe uma viagem até Yahk que Kyle trocou por uma furgoneta. Esta acaba por ser trocada por um contrato de gravação de música num estúdio, por sua vez trocado por um ano de aluguer de um pequeno apartamento em Phoenix, Arizona.
Não satisfeito, Kyle continua a sua campanha de trocas até que consegue um papel no filme "Donna on Demand ". Ora, como há sempre alguém disposto a fazer tudo para entrar num filme, o canadiano recebe, finalmente, e um ano depois de ter colocado o seu clip vermelho na Internet, a proposta desejada: uma casa, situada em Kipling, uma localidade de 1000 habitantes. Entretanto, Kyle lançou um livro com a sua história, traduzido em 13 línguas. E teve outra ideia: trocar a casa por outra coisa!
Contactado pela Única, o canadiano diz que já recebeu várias propostas, sendo as mais caricatas: uma montanha no Cazaquistão, uma caravana, uma casa na Rússia, os direitos do nome para uma nova espécie de insecto e até... um clip vermelho.
A homepage de um milhão de dólares.É um dos melhores exemplos de como uma ideia simples pode render muito. O jovem britânico, de 21 anos, Alex Tew não queria ficar anos a pagar os seus estudos universitários.
Para arranjar o dinheiro pensou numa ideia "tão maluca, que talvez funcione". Em 2007, começou por dividir a sua página de Internet num milhão de pixéis, para vendê-los em blocos com o mínimo de 100 pixéis (10x10), a um dólar o pixel. Ou seja, com o espaço publicitário todo vendido, ele arrecadaria um milhão de dólares.
E não é que foi mesmo o que aconteceu? A página fica "congelada" no tempo, durante pelo menos cinco anos. Os primeiros clientes foram amigos e familiares, o "passa a palavra" ajudou e depressa surgiram empresas, trabalhadores independentes e artistas interessados em comprar espaço.
Marié Digby e o Youtube.A norte-americana, de 26 anos e ascendência nipónica e irlandesa, começou a fazer furor em 2007 quando colocou no YouTube um vídeo com a sua interpretação de 'Umbrella' , sucesso gravado por Rihanna. Amealhou mais de um milhão de visualizações do seu vídeo em pouco mais de três meses. A partir daí seguiram-se inúmeras participações em talk-shows televisivos e entrevistas na rádio. Em Janeiro de 2008 lança o seu primeiro single oficial 'Sait it Again' e três meses depois o álbum "Unfold ". No início deste ano lançou um álbum de covers de músicas japonesas e prepara-se para lançar, em Junho, "Breathing Underwater ".
O mais interessante é que Marié já tinha assinado um contrato com a Hollywood Records , do grupo da Disney, em 2005, mas o seu nome só passou a ser conhecido através do vídeo caseiro no YouTube. Actualmente, a sua página tem mais de 160 mil subscritores e já foi vista mais de 4 milhões de vezes e algumas das suas músicas já entraram em séries e filmes. Este tipo de promoção ou truque é frequentemente utilizado no YouTube por jovens artistas, de modo a que os seus vídeos apareçam melhor posicionados nos resultados. E a fórmula pelos vistos resulta.
Foi você que pediu mais tráfego?John Chow e Darren Rowse são dois dos bloguers mais conhecidos por ganharem a vida apenas com os seus escritos online. Começaram como qualquer outra pessoa, criando um site como um hóbi, mas depressa perceberam as suas potencialidade. Hoje, dão dicas interessantes e úteis de como ganhar dinheiro online com os blogues, garantindo assim o alto tráfego recebido nas suas próprias páginas e, consequentemente, publicidade bem paga.
Ambos criaram vários sites, dão conferências e Rowse até já escreveu um livro: 'ProBlogger: Secrets for Blogging Your Way to a Six-Figure Income' , onde ensina como ganhar dinheiro com um blogue, os nichos de mercado e os principais ingredientes para ter sucesso nessa actividade. Ambos vivem deste 'trabalho', e de acordo com artigos publicados em vários sites americanos, recebem mensalmente cerca de 30 mil euros.
Dooce vida de bloguer.Em Março passado, esta dona de casa, mãe de uma filha pequena, e grávida, era a 33ª pessoa mais seguida no Twitter ! Mesmo que tenha perdido 20 lugares desde então, Dooce - cujo nome é Heather Armstrong - e a sua família continuam a viver em exclusivo dos rendimentos do seu blogue (www.dooce.com ). Um destino que a web designer (n. 1975) não previu em 2001, quando começou a escrever na Internet os pensamentos mais ousados. Na verdade, o blogue custar-lhe-ia o despedimento e sucessivas dificuldades em encontrar emprego.
Na casa dos vinte, inconsequente, Heather entretinha-se a fazer comentários inapropriados sobre os patrões, e confissões de aventuras adequadas a uma rapariga solteira. Na Net, Dooce criara um saco para o qual despejava todas as sinceridades, e inocentemente (estupidamente, na opinião dela) esperava que ninguém o encontrasse. Hoje, o site que alimenta está no top dos mais vistos nos Estados Unidos, foi colocado no ToP 25 dos melhores, escolhidos pela revista "Time", e é um lugar acarinhado pelos publicitários.
Até porque ela lidera a corrente das chamadas mamabloggers (mães que blogam) - óptimos veículos para chegar a uma faixa de consumidores, os jovens pais, muito importante para quase todos os anunciantes.

Miliónários na net com menos de 30 anos.
Mark Zuckerberg (Facebook) 23 anos | $700M
Andrew Gower (Runescape) 28 anos | $650M
Blake Ross and David Hyatt (Mozilla) 22 anos | $120M
Chad Hurley (Youtube) 30 anos | $85M
Angelo Sotira (Deviant Art) 26 anos | $75M
John Vechey (PopCap Games) 28 anos | $60M
Alexander Levin (Wordpress) 23 anos | $57M
Jake Nickell (Threadless) 28 anos | $50M
Sean Belnick (Biz Chair) 20 anos | $42M
Kevin Rose (Digg) 30 anos | $31M
Ryan Block (Engadget) 25 anos | $20M
Aodhan Cullen (Stat Counter) 24 anos | $18M
Tom Fulp (Newgrounds) 29 anos | $15M
Rishi Kacker and Matt Pauker (Voltage) 24 anos | $12M
Markus Frind (Plenty of Fish) 29 anos | $10M
Catherine and David Cook (My Year Book) 17 & 19 anos | $10M
Fredrik Neij (The Pirate Bay) 28 anos | $10M
David Hauser & Siamak Taghaddos (Gotvmail) 24 anos | $8M
Jermaine Griggs (Hear and Play) 23 anos | $5M
Jay Westerdal (Domain Tools) 29 anos | $5M
Fonte: Expresso
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Reality Show que usa bebés emprestados está a chocar a Alemanha.
A RTL tem um novo Reality Show que está a gerar polémica na Alemanha. O programa consiste em jovens que fingem ser pais de bebés emprestados à cadeia de televisão alemã.
A RTL tem um novo Reality Show que está a gerar polémica na Alemanha. O programa consiste em jovens que fingem ser pais de bebés emprestados à cadeia de televisão alemã Já se viu e fez de tudo na televisão mundial, mas este conceito certamente que ainda vai dar muito que falar... O novo reality show da Alemanha, que vai para o ar em Junho, tem como principais aliciantes casais de jovens que testam as suas capacidades paternais.
Este programa, aprovado pelo Organismo de Autocontrolo da Televisão Alemã, terá a duração de um mês e contará com o apoio de um pediatra, uma enfermeira infantil e uma psicóloga. Os bebés são emprestados pelos seus pais a quatro casais de jovens, que desempenharão o papel de progenitores. À medida que o tempo vai passando, as crianças vão sendo substituidas por outras mais velhas.
Os alemães já sairam em defesa das crianças, principalmente a Agência de Protecção de Menores na Alemanha que condenou toda e qualquer utilização dos bebés sob pena de as suas relações afectivas sairem fortemente prejudicadas.
A RTL tem um novo Reality Show que está a gerar polémica na Alemanha. O programa consiste em jovens que fingem ser pais de bebés emprestados à cadeia de televisão alemã Já se viu e fez de tudo na televisão mundial, mas este conceito certamente que ainda vai dar muito que falar... O novo reality show da Alemanha, que vai para o ar em Junho, tem como principais aliciantes casais de jovens que testam as suas capacidades paternais.
Este programa, aprovado pelo Organismo de Autocontrolo da Televisão Alemã, terá a duração de um mês e contará com o apoio de um pediatra, uma enfermeira infantil e uma psicóloga. Os bebés são emprestados pelos seus pais a quatro casais de jovens, que desempenharão o papel de progenitores. À medida que o tempo vai passando, as crianças vão sendo substituidas por outras mais velhas.
Os alemães já sairam em defesa das crianças, principalmente a Agência de Protecção de Menores na Alemanha que condenou toda e qualquer utilização dos bebés sob pena de as suas relações afectivas sairem fortemente prejudicadas.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Morte de turistas em hotel tailandês por explicar.
Uma norte-americana de 27 anos morreu misteriosa e subitamente no início deste mês num resort das ilha Phi Phi. O mesmo aconteceu com uma turista noruguesa, de 22 anos, no mesmo fim-de-semana e no mesmo hotel.
Jill St. Onge tinha 27 anos e estava na Tailândia com o namorado para umas férias de sonho, quando se sentiu mal e acabou por morrer, a 2 de Maio, antes que o companheiro conseguisse levá-la ao hospital.
A história repetiu-se nesse mesmo fim-de-semana com uma jovem noruguesa.
Até agora, as autoridades não avançaram quaisquer explicações para estas duas mortes, mas os media noruegueses falam em intoxicação alimentar.
Jill St. Onge tinha 27 anos e estava na Tailândia com o namorado para umas férias de sonho, quando se sentiu mal e acabou por morrer, a 2 de Maio, antes que o companheiro conseguisse levá-la ao hospital.
A história repetiu-se nesse mesmo fim-de-semana com uma jovem noruguesa.
Até agora, as autoridades não avançaram quaisquer explicações para estas duas mortes, mas os media noruegueses falam em intoxicação alimentar.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Gulbenkian vai criar orquestras com jovens desfavorecidos em seis concelhos da Área Metropolitana de Lisboa.
A Fundação Calouste Gulbenkian anunciou ontem no Coliseu dos Recreios de Lisboa que vai apoiar a criação de orquestras de jovens desfavorecidos em seis concelhos da Área Metropolitana de Lisboa (AML) no âmbito de um projecto de inclusão social que envolve várias entidades.
A ideia para o projecto Orquestra Geração, da Gulbenkian, foi inspirada no "El Sistema" - um projecto social venezuelano composto actualmente por cerca de 250 orquestras de jovens de vários níveis etários oriundos de meios sociais desfavorecidos.
Nos quatro anos do projecto da Gulbenkian foram criadas três orquestras deste género, duas na Amadora e uma em Via Longa. Actualmente participam 180 crianças dos cinco aos 14 anos nas três orquestras existentes, e o objectivo para o futuro é criar mais seis no Barreiro, Sesimbra, Oeiras, Loures, Sintra e mais uma na Amadora (no bairro do Zambujal).
"Decidimos fazer uma intervenção numa comunidade urbana com problemas de insucesso escolar e desemprego", explicou Luísa Valle, responsável da Fundação Gulbenkian na área social.
"O insucesso ao longo das gerações não tem que ser uma fatalidade para os mais jovens. É possível, com projectos como este, criar janelas de oportunidades", sustentou.
O projecto para apoiar crianças e jovens de bairros problemáticos através do ensino de música envolve as autarquias, a Escola de Música do Conservatório Nacional, e conta ainda com o apoio mecenático da Fundação EDP.
A ideia para o projecto Orquestra Geração, da Gulbenkian, foi inspirada no "El Sistema" - um projecto social venezuelano composto actualmente por cerca de 250 orquestras de jovens de vários níveis etários oriundos de meios sociais desfavorecidos.
Nos quatro anos do projecto da Gulbenkian foram criadas três orquestras deste género, duas na Amadora e uma em Via Longa. Actualmente participam 180 crianças dos cinco aos 14 anos nas três orquestras existentes, e o objectivo para o futuro é criar mais seis no Barreiro, Sesimbra, Oeiras, Loures, Sintra e mais uma na Amadora (no bairro do Zambujal).
"Decidimos fazer uma intervenção numa comunidade urbana com problemas de insucesso escolar e desemprego", explicou Luísa Valle, responsável da Fundação Gulbenkian na área social.
"O insucesso ao longo das gerações não tem que ser uma fatalidade para os mais jovens. É possível, com projectos como este, criar janelas de oportunidades", sustentou.
O projecto para apoiar crianças e jovens de bairros problemáticos através do ensino de música envolve as autarquias, a Escola de Música do Conservatório Nacional, e conta ainda com o apoio mecenático da Fundação EDP.
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quinta-feira, 26 de março de 2009
Rapaz de 13 anos afinal não é pai.
Alfie Patten, o jovem inglês de 13 anos que foi anunciado como pai de uma bebé, afinal não é o progenitor da criança. O mundo ficou chocado com a história de Alfie Patten que, aos 13 anos, foi anunciado como pai de uma bebé. No entanto, de acordo com o jornal "Daily Mail", o jovem não é o progenitor da criança.
Os resultados de ADN, pedidos pela família do rapaz, revelam que Alfie não é o pai da bebé. Na altura do nascimento da menina, foram vários os adolescentes que apareceram a reclamar a paternidade.
No entanto, Chantelle, de 14 anos, namorada de Alfie e mãe da criança, sempre garantiu que apenas tinha tido relações sexuais com o namorado.
sábado, 14 de março de 2009
Música ‘altera’ vida sexual dos jovens.
Letras com conteúdo vulgar podem influenciar a frequência com que os jovens fazem sexo.
Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que adolescentes que escutam música com conteúdo sexual depreciativo têm uma vida sexual mais activa.
A equipe da Universidade de Pittsburgh entrevistou 711 jovens dos 13 aos 18 anos de idade sobre as suas vidas sexuais e hábitos musicais.
Eles perceberam que os que ouviam músicas com versos sobre sexo explícito e agressivo regularmente, cerca de 17h por semana, tinham o dobro das hipóteses de fazer mais sexo do que os que ouviam músicas apenas 2,7h no mesmo período.
Os especialistas classificaram como letras vulgares as que descrevem o sexo como um acto puramente físico e relacionado a relações de poder, diz o estudo divulgado na publicação especializada “American Journal of Preventive Medicine“. (…)
Os pesquisadores recusaram-se, no entanto, a nomear as canções que consideraram depreciativas, dizendo apenas que 64% das canções de Hip-Hop analizadas eram sexualmente desprezíveis, comparado com os apenas 7% de musicas Country e 3% de canções Pop.
O coordenador da pesquisa, Brian Primack, disse que apesar de a pesquisa ter encontrado um elo entre música e sexo, “é difícil afirmar que canções de sexo contribuam directamente para que os jovens façam sexo mais cedo”.
“Eu acredito, no entanto, que os pais devam considerar os resultados. É tentador dizer que música é só ‘coisa de jovem’”.
“Eu não digo que os pais devam tentar banir este tipo de música. Isso não vai ajudar. Mas devem falar com os seus filhos sobre sexo e colocar este tipo de música no contexto correcto”, completou.
Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que adolescentes que escutam música com conteúdo sexual depreciativo têm uma vida sexual mais activa.
A equipe da Universidade de Pittsburgh entrevistou 711 jovens dos 13 aos 18 anos de idade sobre as suas vidas sexuais e hábitos musicais.
Eles perceberam que os que ouviam músicas com versos sobre sexo explícito e agressivo regularmente, cerca de 17h por semana, tinham o dobro das hipóteses de fazer mais sexo do que os que ouviam músicas apenas 2,7h no mesmo período.
Os especialistas classificaram como letras vulgares as que descrevem o sexo como um acto puramente físico e relacionado a relações de poder, diz o estudo divulgado na publicação especializada “American Journal of Preventive Medicine“. (…)
Os pesquisadores recusaram-se, no entanto, a nomear as canções que consideraram depreciativas, dizendo apenas que 64% das canções de Hip-Hop analizadas eram sexualmente desprezíveis, comparado com os apenas 7% de musicas Country e 3% de canções Pop.
O coordenador da pesquisa, Brian Primack, disse que apesar de a pesquisa ter encontrado um elo entre música e sexo, “é difícil afirmar que canções de sexo contribuam directamente para que os jovens façam sexo mais cedo”.
“Eu acredito, no entanto, que os pais devam considerar os resultados. É tentador dizer que música é só ‘coisa de jovem’”.
“Eu não digo que os pais devam tentar banir este tipo de música. Isso não vai ajudar. Mas devem falar com os seus filhos sobre sexo e colocar este tipo de música no contexto correcto”, completou.
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