A ideia da polícia de um condado do País de Gales era alertar os jovens sobre o perigo de enviar sms enquanto conduzem, mas o vídeo tornou-se um mega-sucesso no YouTube.O vídeo dura um minuto e as imagens chocantes mostram o que pode acontecer quando se conduz e envia mensagens de texto por telemóvel ao mesmo tempo. A ideia partiu da polícia de um condado do País de Gales para alertar os jovens para o perigo.
Inicialmente, foi exibido nas escolas no País de Gales, mas os milhões de visualizações que a campanha já mereceu no YouTube ultrapassou todas as expectativas.
Para realizar o vídeo foram gastos perto de 14 mil euros os protagonistas foram recrutados nas escolas da região.
Veja também o 'Making of' do vídeo.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
Como uma reclamação virou sucesso no YouTube.
Um músico canadiano decidiu protestar de forma original contra a United Airlines, depois de a sua guitarra se ter partido durante um voo: Compôs uma canção a reclamar contra a companhia, gravou-a, colocou-a online e... já foi vista por vários milhões.
Além do sucesso que teve no YouTube, a música valeu ainda ao músico Dave Carrol a indemnização que a United Airlines tinha inicialmente recusado, a somar a uma longa série de benefícios: convites para entrevistas a Dave Carrol, incluindo um convite para o Oprah Winfrey Show; aumento das vendas no Canadá dos discos da banda Sons of Maxwell, a que pertence; uma guitarra nova, oferta do fabricante da que se partiu.
O episódio remonta a Março do ano passado, quando o cantor e a sua banda viajavam do Canadá para os Estados Unidos para um concerto.
O vídeo United Breaks Guitars (qualquer coisa como "a United parte guitarras") foi colocado no início de Julho e já foi visto por milhões de utilizadores. O cantor diz que esperava atingir um milhão... num ano.
Além do sucesso que teve no YouTube, a música valeu ainda ao músico Dave Carrol a indemnização que a United Airlines tinha inicialmente recusado, a somar a uma longa série de benefícios: convites para entrevistas a Dave Carrol, incluindo um convite para o Oprah Winfrey Show; aumento das vendas no Canadá dos discos da banda Sons of Maxwell, a que pertence; uma guitarra nova, oferta do fabricante da que se partiu.
O episódio remonta a Março do ano passado, quando o cantor e a sua banda viajavam do Canadá para os Estados Unidos para um concerto.
O vídeo United Breaks Guitars (qualquer coisa como "a United parte guitarras") foi colocado no início de Julho e já foi visto por milhões de utilizadores. O cantor diz que esperava atingir um milhão... num ano.
sábado, 18 de abril de 2009
Susan Boyle. Desempregada escocesa já é fenómeno global.
Desde que supreendeu tudo e todos com a sua voz no programa Britain's Got Talent, a até então desconhecida, de 47 anos, transformou-se num fenómeno de popularidade muito além-fronteiras. Já foi entrevistada no Good Morning América e Oprah Winfrey quer tê-la no seu programa.A desempregada escocesa, de meia-idade, saltou do anonimato para o estatuto de estrela internacional, depois da sua participação no concurso Britain's Got Talent.
A sua interpretação de "I dreamed a dream", do musical "Os miseráveis", deixou todos boquiabertos e o público a aplaudir de pé, apesar de todo o cepticismo com que foi recebida inicialmente.
Desde então, Susan Boyle tem sido um autêntico fenómeno de popularidade, não só na Internet - no YouTube, só entre os vídeos mais vistos da semana conta com mais de 30 milhões de exibições - como nos media de vários países.
Na última quarta-feira, por exemplo, a escocesa cantou ao vivo no Good morning America, que tem uma audiência de 5 milhões de pessoas; A popular apresentadora Oprah Winfrey já fez saber que a quer ter como convidada do seu programa e Simon Cowell, o criador e jurado do Britain's Got Talent, prevê que um disco de Susan Boyle alcance o topo da lista dos mais vendidos nos Estados Unidos.
Os fãs não são menos notáveis: A apresentadora Kathie Lee Gifford diz que chorou durante a actuação de Boyle e o mesmo aconteceu à actriz Demi Moore.
Enquanto se prepara para a próxima fase do concurso, a cantora, em múltiplas entrevistas, tem-se declarado "esmagada" por toda a atenção que tem recebido. "Até rádios australianas queram falar comigo", contou.
VEJA AQUI ACTUAÇÃO DE SUSAN BOYLE
A sua interpretação de "I dreamed a dream", do musical "Os miseráveis", deixou todos boquiabertos e o público a aplaudir de pé, apesar de todo o cepticismo com que foi recebida inicialmente.
Desde então, Susan Boyle tem sido um autêntico fenómeno de popularidade, não só na Internet - no YouTube, só entre os vídeos mais vistos da semana conta com mais de 30 milhões de exibições - como nos media de vários países.
Na última quarta-feira, por exemplo, a escocesa cantou ao vivo no Good morning America, que tem uma audiência de 5 milhões de pessoas; A popular apresentadora Oprah Winfrey já fez saber que a quer ter como convidada do seu programa e Simon Cowell, o criador e jurado do Britain's Got Talent, prevê que um disco de Susan Boyle alcance o topo da lista dos mais vendidos nos Estados Unidos.
Os fãs não são menos notáveis: A apresentadora Kathie Lee Gifford diz que chorou durante a actuação de Boyle e o mesmo aconteceu à actriz Demi Moore.
Enquanto se prepara para a próxima fase do concurso, a cantora, em múltiplas entrevistas, tem-se declarado "esmagada" por toda a atenção que tem recebido. "Até rádios australianas queram falar comigo", contou.
VEJA AQUI ACTUAÇÃO DE SUSAN BOYLE
domingo, 1 de março de 2009
Só uma moedinha.
Sucesso da década de 50, as Jukeboxes ainda fazem a cabeça de muita gente.
Qual DJ? Para muitos, o interessante mesmo é voltar ao passado com as Jukeboxes e seus empoeirados discos de vinil. Essas máquinas que fizeram a cabeça dos jovens em meados do século passado, voltaram a ser sucesso em bares e restaurantes e são consideradas relíquias nas mãos de coleccionadores.
"O charme está na estrutura antiga", diz o estilista João Baptista Moraes, que trabalhou muitos anos a restaurar Jukeboxes. Ele conta que começou o negócio aos 18 anos por influência do pai de um amigo. “Comprava, reformava e vendia... Hoje, trabalho apenas com pianos automáticos. Mas se uma Jukebox especial cair nas minhas mãos, não posso deixar de aceitar.”, conta João.
Quando questionado sobre qual a jukebox dos seus sonhos, o estilista cita o modelo Wurlitzer 750, comercializado em 1941 e precursor do famoso Wurlitzer 1015 de 1948. Considerado por muitos como o padrão estético universal das Jukeboxes, o modelo 1015 foi criado pelo estilista de renome Paul Max Fuller e serviu (serve) de inspiração para outros fabricantes e seus criativos. A versão original registrava 78 RPM (24 discos de vinil), mas hoje pode ser encontrada com CDs e até mesmo MP3.

Além da empresa Rudolph Wurlitzer Company, outros fabricantes também apostam em alta tecnologia e modernidade. Modelos com iPods embutidos, cds, dvds e acesso à internet, acabam substituindo as peças 'vintage' com discos de vinil. O modelo Crown Jewels da britânica JukeBox45s.com, por exemplo, não tem nada de retro. Feita em aço inoxidável escovado, a Jukebox tem ligação à internet, entrada USB, bluetooth e tela touchscreen. Um HD de 500GB para arquivos em MP3 substitue o vinil.
Na década de 1950, principalmente nos EUA, quase todos os bares ou cafés que se prezassem tinham uma Jukebox com os maiores sucessos do Rock n' Roll, disponíveis por apenas uma moedinha. Não existia DJ's nem alguém responsável por compor a trilha sonora nesses locais, simplesmente qualquer um que estivesse ali poderia escolher uma música e pagar para ouvi-la. “Essas máquinas eram verdadeiros escritórios móveis após a segunda guerra mundial. Mesmo juntando moedas, houve gente que ganhou bastante dinheiro na época.”, comenta João.
Qual DJ? Para muitos, o interessante mesmo é voltar ao passado com as Jukeboxes e seus empoeirados discos de vinil. Essas máquinas que fizeram a cabeça dos jovens em meados do século passado, voltaram a ser sucesso em bares e restaurantes e são consideradas relíquias nas mãos de coleccionadores.
"O charme está na estrutura antiga", diz o estilista João Baptista Moraes, que trabalhou muitos anos a restaurar Jukeboxes. Ele conta que começou o negócio aos 18 anos por influência do pai de um amigo. “Comprava, reformava e vendia... Hoje, trabalho apenas com pianos automáticos. Mas se uma Jukebox especial cair nas minhas mãos, não posso deixar de aceitar.”, conta João.
Quando questionado sobre qual a jukebox dos seus sonhos, o estilista cita o modelo Wurlitzer 750, comercializado em 1941 e precursor do famoso Wurlitzer 1015 de 1948. Considerado por muitos como o padrão estético universal das Jukeboxes, o modelo 1015 foi criado pelo estilista de renome Paul Max Fuller e serviu (serve) de inspiração para outros fabricantes e seus criativos. A versão original registrava 78 RPM (24 discos de vinil), mas hoje pode ser encontrada com CDs e até mesmo MP3.


Além da empresa Rudolph Wurlitzer Company, outros fabricantes também apostam em alta tecnologia e modernidade. Modelos com iPods embutidos, cds, dvds e acesso à internet, acabam substituindo as peças 'vintage' com discos de vinil. O modelo Crown Jewels da britânica JukeBox45s.com, por exemplo, não tem nada de retro. Feita em aço inoxidável escovado, a Jukebox tem ligação à internet, entrada USB, bluetooth e tela touchscreen. Um HD de 500GB para arquivos em MP3 substitue o vinil.

Na década de 1950, principalmente nos EUA, quase todos os bares ou cafés que se prezassem tinham uma Jukebox com os maiores sucessos do Rock n' Roll, disponíveis por apenas uma moedinha. Não existia DJ's nem alguém responsável por compor a trilha sonora nesses locais, simplesmente qualquer um que estivesse ali poderia escolher uma música e pagar para ouvi-la. “Essas máquinas eram verdadeiros escritórios móveis após a segunda guerra mundial. Mesmo juntando moedas, houve gente que ganhou bastante dinheiro na época.”, comenta João.
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