Pela quarta vez consecutiva, o restaurante espanhol El Bulli (O Efervescente), do catalão Ferran Adrià, foi considerado o melhor do mundo, entre 50, pela revista britânica Restaurant Magazine.
O restaurante catalão voltou a merecer este ano a distinção da Restaurant Magazine, que não comtemplou qualquer português .
O restaurante Fat Duck (Pato Gordo), do britânico Heston Blumenthal, voltou a ficar em segundo lugar.
Na quinta posição, o espanhol El Celler de Can Roca foi o restaurante que subiu mais lugares, 21.
Mostrar mensagens com a etiqueta restaurantes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta restaurantes. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 22 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Discoteca em Portimão dá dinheiro a clientes mulheres.
Uma discoteca na Praia da Rocha vai oferecer dinheiro vivo aos sábados, às clientes do sexo feminino.
Uma discoteca na Praia da Rocha, em Portimão, vai dar notas de 5 euros a todas as clientes que se apresentarem no estabelecimento aos sábados, numa acção de marketing qualificada como de "combate à crise".
"Havia muita gente que nos dizia - nós gostávamos de vir sempre, mas isto está mau, não há dinheiro. Por isso, há que subsidiar ou ajudar à saída das pessoas. Nos sábados à noite, às senhoras, cada uma que entrar recebe uma nota de 5 euros", afirma Manuel Filipe, gerente da discoteca Fashion Danceteria, uma discoteca com música ao vivo que funciona na Praia da Rocha, em Portimão.
"Hoje as pessoas estão mal, amanhã vão estar melhor. Se calhar vão-se lembrar que nós não os esquecemos", acrescenta.
Filipe está convicto que a aposta, que assenta na fidelização, trará retorno não só para a 'casa' como para as suas concorrentes: "Até podem gastar esse dinheiro noutros estabelecimentos, não quer dizer que gastem todo na nossa casa. É uma iniciativa que é boa para nós e para os outros, porque se eles saírem vão também para os outros estabelecimentos, ninguém fica seis horas na discoteca", diz.
E se o isco pegar? Não há problema: "Estamos preparados para isso. A casa tem uma lotação de 400 lugares, e se aparecerem 400 mulheres estamos preparados para cumprir a promessa, este sábado e nos próximos sábados", garante Manuel Filipe, convencido de que a proposta original fará história nas noites algarvias.
"Uma casa que oferece dinheiro às pessoas, acho que é mesmo a primeira vez...", conclui.
Uma discoteca na Praia da Rocha, em Portimão, vai dar notas de 5 euros a todas as clientes que se apresentarem no estabelecimento aos sábados, numa acção de marketing qualificada como de "combate à crise".
"Havia muita gente que nos dizia - nós gostávamos de vir sempre, mas isto está mau, não há dinheiro. Por isso, há que subsidiar ou ajudar à saída das pessoas. Nos sábados à noite, às senhoras, cada uma que entrar recebe uma nota de 5 euros", afirma Manuel Filipe, gerente da discoteca Fashion Danceteria, uma discoteca com música ao vivo que funciona na Praia da Rocha, em Portimão.
"Hoje as pessoas estão mal, amanhã vão estar melhor. Se calhar vão-se lembrar que nós não os esquecemos", acrescenta.
Filipe está convicto que a aposta, que assenta na fidelização, trará retorno não só para a 'casa' como para as suas concorrentes: "Até podem gastar esse dinheiro noutros estabelecimentos, não quer dizer que gastem todo na nossa casa. É uma iniciativa que é boa para nós e para os outros, porque se eles saírem vão também para os outros estabelecimentos, ninguém fica seis horas na discoteca", diz.
E se o isco pegar? Não há problema: "Estamos preparados para isso. A casa tem uma lotação de 400 lugares, e se aparecerem 400 mulheres estamos preparados para cumprir a promessa, este sábado e nos próximos sábados", garante Manuel Filipe, convencido de que a proposta original fará história nas noites algarvias.
"Uma casa que oferece dinheiro às pessoas, acho que é mesmo a primeira vez...", conclui.
domingo, 1 de março de 2009
Só uma moedinha.
Sucesso da década de 50, as Jukeboxes ainda fazem a cabeça de muita gente.
Qual DJ? Para muitos, o interessante mesmo é voltar ao passado com as Jukeboxes e seus empoeirados discos de vinil. Essas máquinas que fizeram a cabeça dos jovens em meados do século passado, voltaram a ser sucesso em bares e restaurantes e são consideradas relíquias nas mãos de coleccionadores.
"O charme está na estrutura antiga", diz o estilista João Baptista Moraes, que trabalhou muitos anos a restaurar Jukeboxes. Ele conta que começou o negócio aos 18 anos por influência do pai de um amigo. “Comprava, reformava e vendia... Hoje, trabalho apenas com pianos automáticos. Mas se uma Jukebox especial cair nas minhas mãos, não posso deixar de aceitar.”, conta João.
Quando questionado sobre qual a jukebox dos seus sonhos, o estilista cita o modelo Wurlitzer 750, comercializado em 1941 e precursor do famoso Wurlitzer 1015 de 1948. Considerado por muitos como o padrão estético universal das Jukeboxes, o modelo 1015 foi criado pelo estilista de renome Paul Max Fuller e serviu (serve) de inspiração para outros fabricantes e seus criativos. A versão original registrava 78 RPM (24 discos de vinil), mas hoje pode ser encontrada com CDs e até mesmo MP3.

Além da empresa Rudolph Wurlitzer Company, outros fabricantes também apostam em alta tecnologia e modernidade. Modelos com iPods embutidos, cds, dvds e acesso à internet, acabam substituindo as peças 'vintage' com discos de vinil. O modelo Crown Jewels da britânica JukeBox45s.com, por exemplo, não tem nada de retro. Feita em aço inoxidável escovado, a Jukebox tem ligação à internet, entrada USB, bluetooth e tela touchscreen. Um HD de 500GB para arquivos em MP3 substitue o vinil.
Na década de 1950, principalmente nos EUA, quase todos os bares ou cafés que se prezassem tinham uma Jukebox com os maiores sucessos do Rock n' Roll, disponíveis por apenas uma moedinha. Não existia DJ's nem alguém responsável por compor a trilha sonora nesses locais, simplesmente qualquer um que estivesse ali poderia escolher uma música e pagar para ouvi-la. “Essas máquinas eram verdadeiros escritórios móveis após a segunda guerra mundial. Mesmo juntando moedas, houve gente que ganhou bastante dinheiro na época.”, comenta João.
Qual DJ? Para muitos, o interessante mesmo é voltar ao passado com as Jukeboxes e seus empoeirados discos de vinil. Essas máquinas que fizeram a cabeça dos jovens em meados do século passado, voltaram a ser sucesso em bares e restaurantes e são consideradas relíquias nas mãos de coleccionadores.
"O charme está na estrutura antiga", diz o estilista João Baptista Moraes, que trabalhou muitos anos a restaurar Jukeboxes. Ele conta que começou o negócio aos 18 anos por influência do pai de um amigo. “Comprava, reformava e vendia... Hoje, trabalho apenas com pianos automáticos. Mas se uma Jukebox especial cair nas minhas mãos, não posso deixar de aceitar.”, conta João.
Quando questionado sobre qual a jukebox dos seus sonhos, o estilista cita o modelo Wurlitzer 750, comercializado em 1941 e precursor do famoso Wurlitzer 1015 de 1948. Considerado por muitos como o padrão estético universal das Jukeboxes, o modelo 1015 foi criado pelo estilista de renome Paul Max Fuller e serviu (serve) de inspiração para outros fabricantes e seus criativos. A versão original registrava 78 RPM (24 discos de vinil), mas hoje pode ser encontrada com CDs e até mesmo MP3.


Além da empresa Rudolph Wurlitzer Company, outros fabricantes também apostam em alta tecnologia e modernidade. Modelos com iPods embutidos, cds, dvds e acesso à internet, acabam substituindo as peças 'vintage' com discos de vinil. O modelo Crown Jewels da britânica JukeBox45s.com, por exemplo, não tem nada de retro. Feita em aço inoxidável escovado, a Jukebox tem ligação à internet, entrada USB, bluetooth e tela touchscreen. Um HD de 500GB para arquivos em MP3 substitue o vinil.

Na década de 1950, principalmente nos EUA, quase todos os bares ou cafés que se prezassem tinham uma Jukebox com os maiores sucessos do Rock n' Roll, disponíveis por apenas uma moedinha. Não existia DJ's nem alguém responsável por compor a trilha sonora nesses locais, simplesmente qualquer um que estivesse ali poderia escolher uma música e pagar para ouvi-la. “Essas máquinas eram verdadeiros escritórios móveis após a segunda guerra mundial. Mesmo juntando moedas, houve gente que ganhou bastante dinheiro na época.”, comenta João.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

