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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Serpente pitão dentro da sanita.

Ir à casa de banho e deparar com uma serpente pitão dentro da sanita foi a situação protagonizada por um espanhol de Alicante. Que agora não sabe como ultrapassar o medo na hora de ir "aliviar-se"...

Um residente da localidade espanhola de Alicante, Juan Ochoa, deparou-se com uma serpente pitão de metro e meio ao abrir a tampa da sanita durante a noite, informou terça-feira a EFE TV.

Segundo explicou Ochoa à televisão da agência noticiosa espanhola, no sábado à meia-noite foi à casa de banho e, sem acender a luz, ao levantar a tampa da sanita deu-se conta de que havia algo dentro da mesma.

"Deparei com algo estranho (...) e, quando acendi a luz, vi uma cabeça de serpente maior que o meu polegar e assustei-me", contou.

Rapidamente, telefonou para a Polícia e fechou a porta da casa de banho porque se deu conta de que o réptil "estava a tentar sair".

Logo que chegou a Polícia local, os agentes serviram-se de uma faca que Ochoa habitualmente utiliza para cortar carne, prenderam-na ao cabo de uma vassoura com cinta adesiva e, assim, conseguiram matar a piton.

Ochoa acredita que a serpente não entrou vinda da rua, antes chegou à casa de banho através da descarga, já que a serpente estava dentro da sanita com a tampa fechada.

O espanhol reconhece que agora tem medo de ir à casa de banho: "Sinto-me mal porque tenho a sensação de que posso encontrar algo ali. Tenho medo e não sei quando vou ultrapassá-lo", confessa.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Más notas e namoros de Verão levam jovens a fugir de casa .

"São desaparecimentos de curta duração que duram em média dois a três dias, até ganharem coragem para dizer aos pais as notas que tiveram", disse à Lusa Ramos Caniço, da Polícia Judiciária.

Os maus resultados escolares e os namoros de Verão são as principais causas do desaparecimento temporário dos adolescentes, um fenómeno a que a Polícia Judiciária assiste anualmente no início das férias escolares.

Em entrevista à Lusa, o director da Unidade de informação de Investigação Criminal da Policia Judiciária explicou que o mês de Junho regista sempre "um boom" de desaparecimentos de adolescentes entre os 13 e os 18 anos.

Só na passada semana a PJ recebeu 16 participações de desaparecimentos de adolescentes o que indica que está a começar um fenómeno sazonal já bem conhecido desta polícia.

"São desaparecimentos de curta duração que duram em média dois a três dias, até ganharem coragem para dizer aos pais as notas que tiveram", disse Ramos Caniço.

Além dos maus resultados escolares também os namoros de Verão contribuem para este fenómeno.

Normalmente, adiantou, estes casos resolvem-se por si, mas são sempre encarados pela polícia como um desaparecimento pelo que os procedimentos adoptados são os mesmos, não existindo nenhum tempo de espera: a busca inicia-se imediatamente após a participação do caso.

Investigação começa no segundo seguinte à participação.

"A 'história' de esperar 24 horas como já li por aí não existe. Não tem qualquer tipo de fundamento legal nem operacional. Nada na lei diz que é possível diferir no tempo o início da investigação. Esta começa no segundo seguinte à participação" frisou.

A definição técnica de um desaparecimento, explicou Ramos Caniço, é quando uma determinada pessoa deixa de praticar a sua rotina normal e nestas situações ninguém deve esperar para fazer a participação às autoridades.

Qualquer órgão de polícia criminal tem obrigação de começar a investigar imediatamente um desaparecimento: "Temos de ver porque deixou de praticar a sua rotina diária, se surgiram novas companhias ou se estavam deprimidos. Temos de encarar todas as hipóteses. Cada caso é um caso", disse.

O fenómeno do desaparecimento de jovens nesta altura do ano não tem vindo a diminuir mas segundo o director da Unidade de informação de Investigação Criminal da Policia Judiciária também não aumentou.

Esta unidade na área de Lisboa tem uma brigada que trabalha só nesta área dos desaparecimentos, mas em caso de necessidade é feito um reforço que até hoje não foi necessário.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Encerrados 25 hotéis em Cancún por falta de turistas.

A redução do número de turistas no México, devido à gripe suína A, levou ao encerramento de 25 hotéis na estância balnear de Cancún e nas localidades vizinhas de Playa del Carmen e Cozumel.

No total, os 25 hotéis representam mais de 12 mil camas, disse à rádio o governador do Estado de Quintana Roo, Félix Gonzalez.

Em Cancún, na costa das Caraíbas, nove hotéis encerraram, num total de 144, segundo os representantes do sector.

A ocupação hoteleira em Cancún baixou para 20 por cento da capacidade instalada nesta terceira semana de alerta da gripe suína, esclareceu o presidente da Associação hoteleira local.

A epidemia da gripe A (H1N1), que se espalhou em todo o mundo, já causou 56 mortos no México, onde mais de 2 000 doentes confirmados estão em tratamento.

O vírus já contaminou cerca de 23 mil pessoas no México, segundo um relatório elaborado pelo departamento de pandemias da Organização Mundial de Saúde (OMS), que inclui nomeadamente os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças americanos.