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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Encerrados 25 hotéis em Cancún por falta de turistas.

A redução do número de turistas no México, devido à gripe suína A, levou ao encerramento de 25 hotéis na estância balnear de Cancún e nas localidades vizinhas de Playa del Carmen e Cozumel.

No total, os 25 hotéis representam mais de 12 mil camas, disse à rádio o governador do Estado de Quintana Roo, Félix Gonzalez.

Em Cancún, na costa das Caraíbas, nove hotéis encerraram, num total de 144, segundo os representantes do sector.

A ocupação hoteleira em Cancún baixou para 20 por cento da capacidade instalada nesta terceira semana de alerta da gripe suína, esclareceu o presidente da Associação hoteleira local.

A epidemia da gripe A (H1N1), que se espalhou em todo o mundo, já causou 56 mortos no México, onde mais de 2 000 doentes confirmados estão em tratamento.

O vírus já contaminou cerca de 23 mil pessoas no México, segundo um relatório elaborado pelo departamento de pandemias da Organização Mundial de Saúde (OMS), que inclui nomeadamente os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças americanos.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Como "Anjos e Demónios" contornou as leis do Vaticano.

Proibidos de filmar nas igrejas de Roma, os produtores do filme Anjos e Demónios, do livro de Dan Brown, arranjaram uma solução engenhosa: Disfarçados de turistas, os operadores de câmara tiraram mais de 250 mil fotografias e horas de vídeo, usadas depois para recriar digitalmente o Vaticano. Veja o VÍDEO com o trailer do filme.

Como é que se consegue gravar um filme no Vaticano quando a Santa Sé proibiu filmagens no interior dos seus muros? A solução encontrada pelos produtores de Anjos e Demónios foi disfarçar os cameramen de turistas para passar semanas dentro do Vaticano a registar em fotografia e vídeo tudo o que conseguiram. Depois, foi "só" recriar digitalmente a Capela Sistina e a Praça de São Pedro, entre outros pontos-chaves da história criada por Dan Brown.

No site do filme, que tem estreia marcada para 15 de Maio, o produtor Allan Cameron explica tudo: "Começamos com mais de 20 pessoas que fotografaram o interior da capela. Tirávamos fotos até que nos mandassem parar. Com essas imagens, criamos uma biblioteca de referência digital. Para a Capela Sistina, recriamos tudo detalhadamente, dos mosaicos no chão às pinturas na parede".

O filme a partir do primeiro best-seller do autor, O código Da Vinci, tinha indignado de tal forma as autoridades religiosas que, desta vez, nem quiseram ler o guião. "O nome 'Dan Brown' é suficiente!, justificou o porta-voz da diocese de Roma, padre Marco Fibbi.