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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Secretária de escola suspeita de alterar notas da filha.

Uma norte-americana que trabalha como secretária numa escola, em Huttingdon, é suspeita de ter adulterado as notas da sua filha e de outras duas colegas da menina. Caroline entrou com as passwords de três colegas... Aumentou as notas da sua filha e diminui as das suas colegas.

Caroline Maria McNeal, uma norte-americana de 39 anos, aproveitou o seu cargo de secretária na escola de Huttingdon, no estado da Pensilvânia, para interferir directamente nas notas da sua filha.

Entrando com os nomes de três colegas seus, Caroline aumentou as notas da sua filha e diminuiu as de duas colegas da rapariga, de acordo com a Fox.

As autoridades avançam que esta situação ocorreu entre Maio de 2006 e Julho de 2007. A situação foi descoberta em Outubro de 2007, depois de um funcionário se ter apercebido de algumas 'pontas soltas' nas notas de Britany.

A Fox adianta que Caroline terá feito 29 irregularidades no sistema escolar.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Más notas e namoros de Verão levam jovens a fugir de casa .

"São desaparecimentos de curta duração que duram em média dois a três dias, até ganharem coragem para dizer aos pais as notas que tiveram", disse à Lusa Ramos Caniço, da Polícia Judiciária.

Os maus resultados escolares e os namoros de Verão são as principais causas do desaparecimento temporário dos adolescentes, um fenómeno a que a Polícia Judiciária assiste anualmente no início das férias escolares.

Em entrevista à Lusa, o director da Unidade de informação de Investigação Criminal da Policia Judiciária explicou que o mês de Junho regista sempre "um boom" de desaparecimentos de adolescentes entre os 13 e os 18 anos.

Só na passada semana a PJ recebeu 16 participações de desaparecimentos de adolescentes o que indica que está a começar um fenómeno sazonal já bem conhecido desta polícia.

"São desaparecimentos de curta duração que duram em média dois a três dias, até ganharem coragem para dizer aos pais as notas que tiveram", disse Ramos Caniço.

Além dos maus resultados escolares também os namoros de Verão contribuem para este fenómeno.

Normalmente, adiantou, estes casos resolvem-se por si, mas são sempre encarados pela polícia como um desaparecimento pelo que os procedimentos adoptados são os mesmos, não existindo nenhum tempo de espera: a busca inicia-se imediatamente após a participação do caso.

Investigação começa no segundo seguinte à participação.

"A 'história' de esperar 24 horas como já li por aí não existe. Não tem qualquer tipo de fundamento legal nem operacional. Nada na lei diz que é possível diferir no tempo o início da investigação. Esta começa no segundo seguinte à participação" frisou.

A definição técnica de um desaparecimento, explicou Ramos Caniço, é quando uma determinada pessoa deixa de praticar a sua rotina normal e nestas situações ninguém deve esperar para fazer a participação às autoridades.

Qualquer órgão de polícia criminal tem obrigação de começar a investigar imediatamente um desaparecimento: "Temos de ver porque deixou de praticar a sua rotina diária, se surgiram novas companhias ou se estavam deprimidos. Temos de encarar todas as hipóteses. Cada caso é um caso", disse.

O fenómeno do desaparecimento de jovens nesta altura do ano não tem vindo a diminuir mas segundo o director da Unidade de informação de Investigação Criminal da Policia Judiciária também não aumentou.

Esta unidade na área de Lisboa tem uma brigada que trabalha só nesta área dos desaparecimentos, mas em caso de necessidade é feito um reforço que até hoje não foi necessário.

domingo, 24 de maio de 2009

Miúdo de 11 anos falsifica dinheiro com 'lições' aprendidas pela televisão.

Um rapaz romeno de 11 anos aprendeu a falsificar dinheiro através de um programa televisivo e usou notas impressas em casa para comprar um hambúrguer e só não foi preso por ser menor de idade.

Citado pelo jornal brasileiro Globo, o protagonista do caso é Florin Muntian, suspeito de falsificar notas na impressora do computador do seu pai.

O rapaz terá falsificado duas notas de 50 euros, três de 100 lei (moeda local), quatro de 10 lei e quatro notas de um lei, refere a polícia romena.

As lições de como falsificar as notas foram aprendidas na televisão e postas em prática quando os pais não estavam em casa.

Depois de vários testes, o rapaz conseguiu notas quase idênticas às reais, que levou para a escola e usou para comprar um hambúrguer num restaurante.

Segundo a polícia, Florian terá dividido o dinheiro com outras crianças.

Uma das professoras, Monica Cardei, disse que ficou supreendida com o caso, já que o jovem era um bom aluno e não tinha registo de maus comportamentos.