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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Atenas rodeada por chamas.

Os incêndios que deflagraram sexta-feira a noroeste da capital grega continuam fora de controlo e estão a escassos quilómetros de Atenas.
Centenas de bombeiros estão mobilizados contra os incêndios que alastram nas zonas florestais às portas de Atenas, ameaçando os arredores da capital grega, onde numerosos habitantes decidiram abndonar as suas casas.

Um mulher de 53 anos, Theofania Kassimati, disse que fugiu da sua residência na periferia de Atenas.

"As pessoas que circulavam com alti-falantes disseram-nos para sairmos, então embalámos alguns haveres, o nosso pequeno cão e partimos", adiantou.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Espanha pede ajuda para combater chamas.

Espanha pediu, nesta quinta-feira, ajuda aos países vizinhos para combater violentos incêndios no norte da região de Aragão, que já causaram a morte a cinco pessoas.

O motorista de um camião de bombeiros morreu na queda do veículo numa vala perto da província de Teruel. O homem participava numa operação que já envolveu mais de 500 pessoas e 18 aeronaves.

O calor e o vento complicam os esforços de combate às chamas, que dominam uma área superior à ilha de Manhattan (Nova Iorque) e mataram quatro bombeiros na terça-feira, diz a Reuters.

As autoridades retiraram 1.500 pessoas da região, sendo 130 crianças de um acampamento de Verão.

ONGs ambientais dizem que em média 140 mil hectares de terras são devastados anualmente por cerca de 20 mil incêndios no país.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Menino vende os brinquedos para ajudar a família.

Um rapaz de 11 anos decidiu tomar medidas drásticas para ajudar a recuperar a situação financeira da família: vender os seus próprios brinquedos.

A ideia de Zach McGuire surgiu-lhe durante uma conversa com o pai, que lhe terá dito: "Não se pode viver nos brinquedos ou comer brinquedos. Apesar de serem divertidos, não precisas deles".

Foi o suficiente para Zach, de 11 anos, decidir vendê-los e ajudar assim a situação familiar, complicada com o desemprego do pai.

A família não está a contar com o dinheiro da venda dos brinquedos para poder respirar de alívio, mas confessa-se comovida com o gesto do rapaz.

Já em 2005, Zach envolveu-se uma acção para recolher fundos para as vítimas do furacão Katrina, tendo conseguido juntar 400 dólares.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Secretária de escola suspeita de alterar notas da filha.

Uma norte-americana que trabalha como secretária numa escola, em Huttingdon, é suspeita de ter adulterado as notas da sua filha e de outras duas colegas da menina. Caroline entrou com as passwords de três colegas... Aumentou as notas da sua filha e diminui as das suas colegas.

Caroline Maria McNeal, uma norte-americana de 39 anos, aproveitou o seu cargo de secretária na escola de Huttingdon, no estado da Pensilvânia, para interferir directamente nas notas da sua filha.

Entrando com os nomes de três colegas seus, Caroline aumentou as notas da sua filha e diminuiu as de duas colegas da rapariga, de acordo com a Fox.

As autoridades avançam que esta situação ocorreu entre Maio de 2006 e Julho de 2007. A situação foi descoberta em Outubro de 2007, depois de um funcionário se ter apercebido de algumas 'pontas soltas' nas notas de Britany.

A Fox adianta que Caroline terá feito 29 irregularidades no sistema escolar.

domingo, 31 de maio de 2009

Preso por ter ajudado uma idosa a suicidar-se.

Um tribunal holandês condenou sexta-feira a dez meses de prisão - oito com pena suspensa - o responsável de um movimento pelo direito ao suicídio assistido que ajudara uma idosa doente a pôr fim à vida.

A mulher, 80 anos, morreu em Novembro de 2007 após ter ingerido uma dose letal de pentobarbital, que, segundo a acusação, fora fornecido aos filhos pelo responsável do movimento depois da recusa dos médicos a fazê-lo.

Os filhos da idosa, que a ajudaram a ingerir o produto, não foram processados.

domingo, 19 de abril de 2009

"Mulher que nunca esquece", afinal... também esquece.

Um ano depois de Jill Price ter saltado para a ribalta como "a mulher que nunca esquece", graças à sua prodigiosa memória - lembra-se de tudo desde os seus 14 anos -um psicólogo norte-americano apresenta uma nova teoria para esta capacidade.

Entrevistada pela ABC News, Jill Price, 43 anos, responde sem pestanejar a uma série de perguntas que põem à prova a sua memória fora de série: Quando é que a CBS exibiu o episódio de Dallas "Quem matou JR"?. Jill não só dá a resposta correta como consegue lembrar-se do tempo que fazia nesse dia. E se lhe perguntassem, provavelmente saberia dizer o que tinha vestido e comido.

Até ao ano passado, ninguém ouvira falar de Jill Price. A família e os amigos sabiam da sua memória notável, mas o seu caso não era conhecido da comunidade científica.

O caminho para o reconhecimento público começou em Junho de 2000, quando Price encontrou o site de um neurocirugião, James McGaugh, especializado em aprendizagem e memória e decidiu enviar-lhe um e-mail, contando-lhe a sua história.

"O que a maior parte das pessoas chamaria de dádiva, eu chamo de fardo. A minha vida inteira passa pela minha cabeça durante todo o dia e isso está a deixar-me louca", desabafou. Passado uma hora e meia, tinha uma resposta.

Juntamente com dois colaboradores, McGaugh conduziu, ao longo de cinco anos, várias entrevistas a Price, sem divulgar o trabalho a ninguém. Os investigadores usaram calendários, jornais e livros para verificar a ocorrência dos factos públicos mencionados por Price e recorreram aos diários escritos entre os seus 10 e 34 anos de idade para confirmar os factos da sua vida privada, como um esparguete ao jantar do dia 11 de Abril de 1993 ou o tempo que fazia numa qualquer manhã de Dezembro de 1995.

Só em Fevereiro de 2006, o seu artigo "Um Caso de Memória Autobiográfica Invulgar", publicado no jornal científico Neurocase, despertou a atenção pública.

À falta de um nome para o caso de Price, os investigadores decidiram chamar-lhe hyperthymestic syndrome, algo como Síndrome da Hipermemória.

Desconstruindo.
Entrevistada recentemente por Gary Marcus, psicólogo da Universidade de Nova Iorque, Price revelou, no entanto, os pontos fracos da sua memória prodigiosa. Marcus conta, num artigo publicado no final de Março na Wired, que começou por lhe fazer perguntas sobre acidentes de avião e suas datas, ao que a paciente respondeu rapidamente.

Mas o caso mudou de figura quando o questionário incidiu sobre acontecimentos mais recentes, como é o caso das eleições presidenciais nos Estados Unidos. Price não conseguiu dizer com exactidão quando é que Hillary Clinton se retirou da corrida ou quando Barack Obama assegurou a nomeação democrata. Quanto às eleições de 2004, os resultados ainda são piores. O psicólogo concluiu que à excepção da sua própria história e de certas categorias, como televisão e acidentes aéreos, a memória de Price não é muito diferente da da média.

Submetida também a um teste que visa analisar as chamadas distorções de memória, Price falhou igualmente. De uma lista de cinco palavras, não só não as conseguiu repetir todos como ainda disse três que não constavam da lista.

A questão que o clínico se colocou foi: Por que é que a sua memória quanto à sua própria história é tão precisa e tão mediana em tudo o resto? A resposta tem pouco a ver com a memória em sim, e tudo a ver com a sua personalidade, concluiu.
Para Marcus, Price lembra-se tão bem de tudo quanto lhe diga respeito porque está constantemente a rever o seu passado. O clínico nota que ela ainda guarda todos os pelcuches da infância, tem mais de 2 mil cassetes de vídeo e audio e até há pouco tempo mantinha todas as edições de uma revista com a programação de televisão desde 1989.

Gary Marcus defende que o que acontece com Price é que a sua "ruminação" do passado, que não acontece voluntariamente, fortalece as ligações entre as suas recordações.

Desde que o seu caso foi tornado público, outros portadores da mesma síndrome foram conhecidos, todos com uma memória autobiográfica espectacular e todos com os mesmos hábitos obsessivo-compulsivos de colecionar coisas e fixar datas e acontecimentos.

No seu artigo na Wired, o psicólogo relata ainda que apresentou as suas conclusões a McGaugh, o primeiro a tomar contacto com o caso de Price, que não refutou a teoria.

Sejam quais forem as razões, nada tira o extraordinário da memória da norte-americana, que apesar de sofrer com o facto de não conseguir esquecer os momentos mais difíceis da sua vida, garante que não trocaria a sua memória por nada.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Life Instructions.

'Design' simples para mostrar regras simples da vida.

Recebi esse link ontem de um amigo e gostei dos 16 mandamentos descritos abaixo, por isso resolvi partilhar.Estes pequenos passos poderão ajudar uma pessoa a usufruir de um mundo mais criativo e aberto.

* Complaining is silly. Either act or forget.
* Thinking life will be better in the future is stupid. I have to live now.
* Being not truthful works against me.
* Helping other people helps me.
* Organizing a charity group is surprisingly easy.
* Everything I do always comes back to me.
* Drugs feel great in the beginning and become a drag later on.
* Over time I get used to everything and start taking if for granted.
* Money does not make me happy.
* Traveling alone is helpful for a new perspective on life.
* Assuming is stifling.
* Keeping a diary supports my personal development.
* Trying to look good limits my life.
* Worrying solves nothing.
* Material luxuries are best enjoyed in small doses.
* Having guts always works out for me.

Eu concordo.
Good stuff!