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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Ataque de 200 pássaros podia ter provocado tragédia aérea.

Um bando de cerca de duas centenas de estorninhos voou em direcção a um avião da Germania Airlines, quando este descolcava do aeroporto deDusseldorf, com 80 pessoas a bordo, mas o piloto conseguiu aterrar em segurança.

"Parecia uma cena do filme de Hitchcock Os Pássaros. Num momento não se via nada, no outro via-se estes pássaros a rodear o avião", relata uma testemunha.

Segundo o Daily Delegraph, parte do bando de cerca de 200 estorninhos ficou preso no motor do Boeing da Germania Airlines, enquanto outros atingiram a fuselagem do aparelho.

O piloto ainda voou em círculos durante perto de 45 minutos antes de conseguir aterrar em segurança.

Nenhum dos passageiros ficou ferido, mas o incidente podia ter terminado em tragédia. Em Janeiro deste ano, um Airbus foi também atingido por pássaros e só a perícia do piloto, que amarou no rio Hudson, evitou 155 mortes.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Aranha passeia pelas vestes do Papa e torna-se famosa no YouTube.

Bento XVI discursava na República Checa perante milhares de pessoas, quando uma aranha decidiu passear pelas vestes papais. O Sumo Pontífice começou por nem dar por isso, mas o aracnídeo provocou grande agitação no recinto. O VÍDEO está a fazer sucesso no YouTube.

O Papa falava na tarde de sábado em Praga, quando os jornalistas presentes deram pela presença de uma aranha, bem visível no ecrã gigante colocado no local, a subir pelo braço do Sumo Pontífice. O bicho, de tamanho razoável acabou por chegar ao rosto de Bento XVI, que até aí se tinha mantido sereno. O Papa assustou-se e sacudiu-a, mas pouco depois a aranha foi vista a descer pelo outro braço.

sábado, 18 de julho de 2009

Lulas gigantes que atacam humanos invadem costa da Califórnia.

Milhares de lulas surgiram na costa de San Diego, na Califórnia, e estão a assustar tudo e todos. Conhecidas como lula-de-humboldt, estas costumam estar nas águas profundas do México e são conhecidas por atacar humanos.

As águas da costa da Califórnia foram invadidas por milhares de lulas-de-humboldt. Estas podem medir até 1,5 metros e pesar até 45 quilos.

Todos estão assustados com a presença destes seres, tendo em conta que são conhecidos por atacar humanos.

Cientistas já explicaram que estas lulas gigantes podem ter vindo do seu habitat natural, nas águas profundas do México, para a costa californiana, por causa da escassez de alimentos, provocada pelo aquecimento global. Outra teoria é a de que há uma redução no número de predadores naturais, o que facilitaria a sobrevivência dessa espécie.


Mas já não é a primeira vez que as praias de San Diego são invadidas por lulas. Em janeiro de 2005, centenas de lulas gigantes mortas apareceram nas praias de Orange County, na Califórnia.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Já falecido, Michael Jackson desencadeia vaga mortífera.

Resulta sempre, isto de viver depressa e morrer jovem. A popularidade post mortem de Michael Jackson provoca avalanche de outras mortes prematuras (e fictícias). Fora o falecimento de um original tão fascinante como Michael Jackson, estou muito contente com o estado das coisas, especialmente com a nova moda necrológica: vamos todos fingir que morremos para a nossa cotação no mercado subir em flecha!

Boa sorte. Mas parece que é isso mesmo que está a acontecer. Há tanta gente boa a morrer inesperadamente que dentro de dias já não há gente famosa de pé, vítimas todos de um virus celebritatis fora de controlo. Primeiro foi a Farrah Fawcett. Depois, o choque do Michael Jackson. Agora anda por muita gente a dizer que morreram o George Clooney e a Natalie Portman. Não, claro que este dois últimos ainda estão vivos da silva mas, sim, é verdade, anda por aí um monstrinho a espalhar boatos. Os próprios agentes dos actores tiveram que reagir perante tantos telefonemas alarmados vindos de tanto lado.

Motivo por trás desta brincadeira liceal? Há quem diga que são todos boatos fabricados pela própria indústria do entretenimento, apenas mais uma manobra de diversão e comércio para espicaçar o interesse global pelo mundo da fama. Dado que visibilidade é fundamental e Hollywood continua a ter os melhores manequins, as melhores montras em movimento, os melhores vestidos technicolor, heróis, caras e produtos, é preciso que o público continue a comprar Hollywood. Nada como uma morte chocante, verdadeira ou fictícia, para atirar um bocadinho de cafeína no mercado. Até a Internet fica feliz, cheia de tráfego e vendas.

Quando a morte de Michael Jackson quase mandou abaixo a Internet, ficou claro que o rapaz tinha um poder que ia além do imaginado. De repente, um tsunami de emoção percorreu o mundo. Facebook e Twitter transformaram-se numa lentidão melosa provocada pelo excesso de tráfego. Hoje, o fenómeno estendeu-se a outras áreas. Fama e dinheiro, sempre de mãos dadas.

Na Internet, sites com o nome Michael e Jackson foram vendidos há dias por preços exorbitantes. Os álbuns do cantor subiram quase todos ao topo de vendas. Na Coreia do Sul, as discográficas que fabricam CD trabalham noite adentro para poderem satisfazer a procura mundial. A "Time" publicou uma edição especial da revista, as maratonas televisivas continuam nos Estados Unidos e na Itália, e há uma resma infindável de livros sobre o King que aparecerão dentro em breve numa livraria perto de si.

Blindar o património.
As notícias de hoje foram dominadas pelo património: a mãe de Michael Jackson, para além de ter mandado logo uns camiões das mudanças recolher os haveres que o filho deixara na mansão em Bel Air onde foi encontrado inconsciente, hoje foi a correr ao tribunal pedir a custódia dos netos e dos bens materiais ainda por avaliar. Ao demarcar território, os Jackson de Los Angeles querem, sobretudo, deter a vaga de vândalos que se prepara para ferrar o dente no legado cultural, e bilionário, que o cantor deixou para trás.

Jackson tinha muitas dívidas mas a sua produção artística é vastísssima e capaz de ser multiplicada em muitas outras ideias lucrativas. Do catálogo dos Beatles à simples imagem registada das inúmeras fases de reinvenção, só isso dá para alimentar um império. A promotora dos concertos de Londres, AEG Live, percebeu que, mesmo sem cantor, ainda pode fazer dinheiro: hoje oferece a quem já tinha bilhete comprado a possibilidade de não pedir reembolso. Toda a gente sabe que o valor facial de um ingresso anda, actualmente, abaixo do valor de mercado. Numa época de crise é um valor duradouro como outro qualquer. Definitivamente mais estável que o dólar.

Novas novíssimas.
1) A Polícia que está a investigar as últimas horas do cantor foi lá a casa fazer uma rusga farmacêutica. Não foram buscar nada senão os comprimidos que Jackson, aparentemente, consumia. Saíram com dois sacos do lixo tamanho gigante, a abarrotar.

2) Já começaram as piadas. No seu espectáculo em Nova Iorque, Joan Rivers acordou o público com: "O Michael Jackson morreu. A Cher anda felicíssima. Agora até pode dispensar a escolta policial quando levar os namorados ao parque infantil". Oh shut up. E não vale a pena ficarem chateados porque, não sei se sabem, morri.

sábado, 23 de maio de 2009

Passageiro detecta fumo em pleno voo.

Um dos 300 pssageiros de um voo da United Airlines viu fumo branco a sair do lado esquerdo do Boeing 747, que identificou como sendo uma fuga de combustível, potencialmente perigosa, e fimou tudo.

A presença a bordo do sargento Bartek Bachleda, que trabalha no reabastecimento aéreo da Força Aérea norte-americana, terá salvo os outros 299 passageiros a bordo do voo da United Airlines com partida de Chicago e Tóquio como destino.

Bachleda começou por detectar o fumo na altura da descolagem e depois quando se encontravam a 30 mil pés de altitude. O passageiro filmou o fumo e chamou uma tripulante, que começou por lhe pedir para esperar, uma vez que estava a distribuir bebidas. O sargento insisitiu e mostrou-lhe o vídeo, depois de se identificar.

"Se o comandante não souber disto antes de sobrevoarmos o oceano e estamos a perder esta quantidade enorme de combustível, vamos ter um dia mau", pensou Bachleda.

Um porta-voz da companhia aérea garante que a tripulação já tinha dado conta do problema quando Bachleda os avisou e que o comandante nunca iria tentar uma travessia do Pacífico naquelas condições.