segunda-feira, 3 de agosto de 2009
The Time Traveler's Wife.
Based on the best-selling book about a love that transcends time. Clare has been in love with Henry her entire life. She believes they are destined to be together, even though she never knows when they will be separated: Henry is a time traveler--cursed with a rare genetic anomaly that causes him to live his life on a shifting timeline, skipping back and forth through his lifespan with no control. Despite the fact that Henry's travels force them apart with no warning, Clare desperately tries to build a life with her one true love. Director: Robert Schwentke
Writer: Bruce Joel Rubin
Studio: New Line Cinema
Cast: Rachel McAdams, Eric Bana, Arliss Howard
Release: August 14, 2009
Will The Flaming Lips Be In The New Where The Wild Things Are Trailer?
Don’t be surprised if you hear a Flaming Lips song in the new trailer for Spike Jonze’s adaptation of Where The Wild Things Are.
Apparently Lips head Wayne Coyne was asked if Warner Bros could use one of the band’s songs in the next trailer. Jonze is considering using either “Do You Realise” or “The yeah yeah yeah song”. Pedestrian overheard a conversation between Coyne and his manager where he decided that “Do You Realise” had more of a WTWTA vibe, but then went onto to say they can use either, as he’d prefer to let them choose.
The site asked Coyne on video for clarification, and the singer admitted that the movie looks like it has a “Flaming Lips kinda vibe” but that as far as the music, it is unclear if it will actually happen. (”They could be asking for a thousand songs, and they’ll try it out on an audience and see which one works…”).
I’m glad to see that Warner Bros isn’t forcing Jonze to sell the movie as a mainstream kids film. If the footage that was shown at Comic-Con was any indication (there wasn’t a dry eye in Hall H), this film has the potential to connect with people on a much stronger level than any family film in recent years. And the vibe is something entirely different. Songs from bands like Arcade Fire and the Flaming Lips seem to fit better than most. And yes, you could use the words indie or hipster, but that isn’t really an accurate description.
A behind the scenes featurette for the film was released last week during Comic-Con, which I don’t believe we ever got a chance to post. In the clip, Author Maurice Sendak says that he’s “never seen a movie that looked or felt like this,” and I’d have to agree. And since we never got around to properly posting the clip during the Comic-Con madness (I believe we did link it at some point), check out the clip embedded below.
Source: Slashfilm.com
Apparently Lips head Wayne Coyne was asked if Warner Bros could use one of the band’s songs in the next trailer. Jonze is considering using either “Do You Realise” or “The yeah yeah yeah song”. Pedestrian overheard a conversation between Coyne and his manager where he decided that “Do You Realise” had more of a WTWTA vibe, but then went onto to say they can use either, as he’d prefer to let them choose.The site asked Coyne on video for clarification, and the singer admitted that the movie looks like it has a “Flaming Lips kinda vibe” but that as far as the music, it is unclear if it will actually happen. (”They could be asking for a thousand songs, and they’ll try it out on an audience and see which one works…”).
I’m glad to see that Warner Bros isn’t forcing Jonze to sell the movie as a mainstream kids film. If the footage that was shown at Comic-Con was any indication (there wasn’t a dry eye in Hall H), this film has the potential to connect with people on a much stronger level than any family film in recent years. And the vibe is something entirely different. Songs from bands like Arcade Fire and the Flaming Lips seem to fit better than most. And yes, you could use the words indie or hipster, but that isn’t really an accurate description.
A behind the scenes featurette for the film was released last week during Comic-Con, which I don’t believe we ever got a chance to post. In the clip, Author Maurice Sendak says that he’s “never seen a movie that looked or felt like this,” and I’d have to agree. And since we never got around to properly posting the clip during the Comic-Con madness (I believe we did link it at some point), check out the clip embedded below.
Source: Slashfilm.com
You Did It Wrong: Building Demolition Fail.
This is a video of a building demolition in Turkey (arguably my favorite country on rye) gone horribly wrong. Now I'm not saying I could have done better, but I totally could have. With fireworks.
Thanks to Lord Tarl, who once imploded a building simply by looking at it funny (and secretly pushing the detonator).
Source: Geekologie.com
Thanks to Lord Tarl, who once imploded a building simply by looking at it funny (and secretly pushing the detonator).
Source: Geekologie.com
Ridley Scott regressa à cena do crime: Alien is Alive!
Em Hollywood, os monstros estão a ganhar terreno e dá ideia de que já obtiveram controlo mental da população humana local. A 20th Century Fox confirmou que vai ressuscitar a franchise Alien, com a ajuda do líder Ridley Scott, autor original do filme de culto de 1979.
O realizador inglês Ridley Scott, que desde recordes de bilheteira ao respeito dos colegas parece que já conseguiu as maiores proezas (salvo a obtenção do óscar), saltou para o projecto depois de a Fox ter desaprovado a sua escolha de realizador, Carl Rinsch. Como produtor, Ridley Scott queria Rinsch mas o estúdio deve ter-lhe feito uma oferta irrecusável e Ridley Scott é agora o novo realizador do Alien, The Prequel.
Sim, a história vai regressar atrás, quando a nave espacial comandada pela capitã Ripley responde a um sinal de emergência vindo do espaço, percebendo tarde demais que o sinal não era um pedido mas um aviso que queria dizer 'mantenham-se longe porque, aqui, não há salvação'. Dado que é uma prequel, a actriz principal do costume, Sigourney Weaver, talvez não seja contratada para capitanear a nave de socorro. A actriz mais na linha de sucessão? Ellen Page, a nova cuspideira de fogo que já foi nomeada para o óscar de melhor actriz pelo filme Juno.
Quando o irmão de Ridley, Tony Scott, também ele realizador de sucesso comercial e crítico considerável, declarou há cerca de 3 meses que a ideia era contratar um desconhecido para reabilitar a série Alien - o novo Alien vai ser feito em colaboração com a companhia de produção Scott Free, propriedade dos irmãos cineastas - toda uma Internet de fãs raivosos se levantou em protesto. A acusação era a de sempre: a Fox é o estúdio mais popular e que pior recepção oferece aos visionários artísticos. E, também, claro, que o estúdio parecia estar mesmo determinado em maltratar uma das sagas mais excelentes que tem na caixa-forte.
Em 1979, combinando sangue e futuro, Alien arrebatou uma plateia de cineastas cansados da frieza distante que o cinema de ficção científica tinha adquirido em Hollywood. Stanley Kubrick, anos antes, atingira o clímax desse estilo barroco com o "2001: Odisseia no Espaço". O género, nos últimos tempos, parecia ter dado origem a mais efeitos especiais que ideias substanciais. A ficção científica transformara-se num estilo polido. Mas, em 1979, o choque do horror no meio das estrelas onde ninguém nos consegue ouvir: Ridley Scott é descoberto com o filme "Alien".
Foi imediatamente dado como o grande criador do novo horror cibernético e espacial, um estatuto que o filme "Blade Runner" confirma. Em vez de humanos com fatos hermeticamente futuristas e olhares vidrados pela desumanização, Scott contagiou o mito do futuro com objectos e pessoas que nos são familiares, deixando antever um futuro menos que perfeito, sim, mas ainda pautado pela moralidade, coragem e heroismos de carne, osso e muito sangue. Acompanhado por pausas silenciosas aterradoras como se o realizador estivesse a dar tempo à fera para se esconder ainda melhor, o seu estilo visual, cheio de azuis escuros e luzes brancas num abismo geralmente negro, contagiou mestres que vieram depois, caso de Michael Mann, um visualista que descreveu Ridley Scott como sendo um dos raros franco-atiradores infalíveis do cinema. Scott já viu um dos seus filmes, "Gladiador", receber o óscar de melhor do ano. Mas a Academia de Los Angeles continua a negar-lhe um elogio mais directo.
Plano de ressurreição.
A série Alien, depois de bem continuada por James Cameron e David Fincher, sofreu com o quarto filme, entregue ao realizador francês Jean Pierre Jeunet. O episódio derradeiro apresentou a Warrant Officer Ripley clonada depois da morte no filme anterior. Winona Rider, como combatente feroz, espetou no caixão da aventura o último prego. O filme foi um fracasso relativo. Desde então, como se fosse um animal de circo já nas últimas, a Fox deixou que o "Alien" de Ridley Scott fosse emprestado a duas spin offs em que a mãe alien predadora se bate com o Predator, outro monstro espantoso feito em Hollywood.
No plano de ressurreição da série "Alien", Scott era para cuidar "apenas" da pasta da produção, com a operação diária do filme entregue a Carl Rinsch, um realizador de publicidade televisiva que, apesar de bem versado em velocidades visuais, era considerado de alto risco dado que esta jogada comercial da Fox está a ser efectuada com orçamentos de vulto.
Com o sucesso do "Wolverine", a Fox percebeu que o mercado não chegou ainda ao ponto de saturação no que respeita a super-heróis. Além deste sinal encorajador, o público feminino tem, paralelamente, mostrado uma força imprevisível. Ou seja: tinha chegado o momento de reabilitar a série "Alien", uma das maiores sagas que mistura o fascínio do espaço e da guerra lutada, claustrofóbicamente, num palco limitado do qual não há saída. No meio disto, o enorme poder feminino, representado por duas fêmeas, uma humana e a outra com mais dentes.
Ridley Scott está neste momento a terminar o filme Robin Hood, com o actor preferido Russell Crowe a fazer de justiceiro que rouba aos ricos para dar aos pobres. Cate Blanchett, depois da recusa de Sienna Miller, veste as vestes de Maid Marian.
O realizador inglês Ridley Scott, que desde recordes de bilheteira ao respeito dos colegas parece que já conseguiu as maiores proezas (salvo a obtenção do óscar), saltou para o projecto depois de a Fox ter desaprovado a sua escolha de realizador, Carl Rinsch. Como produtor, Ridley Scott queria Rinsch mas o estúdio deve ter-lhe feito uma oferta irrecusável e Ridley Scott é agora o novo realizador do Alien, The Prequel.
Sim, a história vai regressar atrás, quando a nave espacial comandada pela capitã Ripley responde a um sinal de emergência vindo do espaço, percebendo tarde demais que o sinal não era um pedido mas um aviso que queria dizer 'mantenham-se longe porque, aqui, não há salvação'. Dado que é uma prequel, a actriz principal do costume, Sigourney Weaver, talvez não seja contratada para capitanear a nave de socorro. A actriz mais na linha de sucessão? Ellen Page, a nova cuspideira de fogo que já foi nomeada para o óscar de melhor actriz pelo filme Juno.Quando o irmão de Ridley, Tony Scott, também ele realizador de sucesso comercial e crítico considerável, declarou há cerca de 3 meses que a ideia era contratar um desconhecido para reabilitar a série Alien - o novo Alien vai ser feito em colaboração com a companhia de produção Scott Free, propriedade dos irmãos cineastas - toda uma Internet de fãs raivosos se levantou em protesto. A acusação era a de sempre: a Fox é o estúdio mais popular e que pior recepção oferece aos visionários artísticos. E, também, claro, que o estúdio parecia estar mesmo determinado em maltratar uma das sagas mais excelentes que tem na caixa-forte.
Em 1979, combinando sangue e futuro, Alien arrebatou uma plateia de cineastas cansados da frieza distante que o cinema de ficção científica tinha adquirido em Hollywood. Stanley Kubrick, anos antes, atingira o clímax desse estilo barroco com o "2001: Odisseia no Espaço". O género, nos últimos tempos, parecia ter dado origem a mais efeitos especiais que ideias substanciais. A ficção científica transformara-se num estilo polido. Mas, em 1979, o choque do horror no meio das estrelas onde ninguém nos consegue ouvir: Ridley Scott é descoberto com o filme "Alien".
Foi imediatamente dado como o grande criador do novo horror cibernético e espacial, um estatuto que o filme "Blade Runner" confirma. Em vez de humanos com fatos hermeticamente futuristas e olhares vidrados pela desumanização, Scott contagiou o mito do futuro com objectos e pessoas que nos são familiares, deixando antever um futuro menos que perfeito, sim, mas ainda pautado pela moralidade, coragem e heroismos de carne, osso e muito sangue. Acompanhado por pausas silenciosas aterradoras como se o realizador estivesse a dar tempo à fera para se esconder ainda melhor, o seu estilo visual, cheio de azuis escuros e luzes brancas num abismo geralmente negro, contagiou mestres que vieram depois, caso de Michael Mann, um visualista que descreveu Ridley Scott como sendo um dos raros franco-atiradores infalíveis do cinema. Scott já viu um dos seus filmes, "Gladiador", receber o óscar de melhor do ano. Mas a Academia de Los Angeles continua a negar-lhe um elogio mais directo.
Plano de ressurreição.
A série Alien, depois de bem continuada por James Cameron e David Fincher, sofreu com o quarto filme, entregue ao realizador francês Jean Pierre Jeunet. O episódio derradeiro apresentou a Warrant Officer Ripley clonada depois da morte no filme anterior. Winona Rider, como combatente feroz, espetou no caixão da aventura o último prego. O filme foi um fracasso relativo. Desde então, como se fosse um animal de circo já nas últimas, a Fox deixou que o "Alien" de Ridley Scott fosse emprestado a duas spin offs em que a mãe alien predadora se bate com o Predator, outro monstro espantoso feito em Hollywood.
No plano de ressurreição da série "Alien", Scott era para cuidar "apenas" da pasta da produção, com a operação diária do filme entregue a Carl Rinsch, um realizador de publicidade televisiva que, apesar de bem versado em velocidades visuais, era considerado de alto risco dado que esta jogada comercial da Fox está a ser efectuada com orçamentos de vulto.
Com o sucesso do "Wolverine", a Fox percebeu que o mercado não chegou ainda ao ponto de saturação no que respeita a super-heróis. Além deste sinal encorajador, o público feminino tem, paralelamente, mostrado uma força imprevisível. Ou seja: tinha chegado o momento de reabilitar a série "Alien", uma das maiores sagas que mistura o fascínio do espaço e da guerra lutada, claustrofóbicamente, num palco limitado do qual não há saída. No meio disto, o enorme poder feminino, representado por duas fêmeas, uma humana e a outra com mais dentes.
Ridley Scott está neste momento a terminar o filme Robin Hood, com o actor preferido Russell Crowe a fazer de justiceiro que rouba aos ricos para dar aos pobres. Cate Blanchett, depois da recusa de Sienna Miller, veste as vestes de Maid Marian.
Primeira escola funerária no país ensina psicologia do luto.
Ainda é um negócio de família, que passa de pai para filho, mas em Setembro o sector funerário abre a sua primeira escola, com aulas de psicologia do luto e "embalsamamento". Um passo para a profissionalização num ramo onde nem sempre o comportamento é exemplar.
Existem mais de mil agências funerárias em Portugal, mas apenas uma multinacional. "Este é um sector marcado por empresas familiares, micro-empresas que têm em média três funcionários", disse à Lusa Nuno Monteiro, presidente da Associação Nacional de Empresas Lutuosas, (ANEL), que quarta-feira inaugura a Escola Funerária.
Nas empresas mais pequenas, os funcionários desempenham "vários papéis": "o escriturário pode ser também motorista", explicou Nuno Monteiro. No entanto, nos últimos anos tem-se assistido ao aparecimento de novos empresários "que querem mudar a mentalidade" e apostar na formação.
Existem mais de mil agências funerárias em Portugal, mas apenas uma multinacional. "Este é um sector marcado por empresas familiares, micro-empresas que têm em média três funcionários", disse à Lusa Nuno Monteiro, presidente da Associação Nacional de Empresas Lutuosas, (ANEL), que quarta-feira inaugura a Escola Funerária.
Nas empresas mais pequenas, os funcionários desempenham "vários papéis": "o escriturário pode ser também motorista", explicou Nuno Monteiro. No entanto, nos últimos anos tem-se assistido ao aparecimento de novos empresários "que querem mudar a mentalidade" e apostar na formação.
Processos de Jack, o Estripador e de outros criminosos na Net .
Os detalhes dos processos de um médico que confessou ser Jack, o Estripador e de um homem que tentou matar a rainha Vitoria estão disponíveis para consulta na Internet a partir desta segunda-feira.
Para além dos processos de Jack, O Estripador e de um homem que tentou matar a rainha Vitória, estão também disponíveis na Internet outros 1,4 milhões de processos em Inglaterra e no País de Gales relativos aos séculos XVIII e XIX.
O site britânico ancestry.co.uk , especializado em genealogia, publica estes documentos que compreendem os detalhes dos crimes julgados, o nome completo dos acusados, com a sua data de nascimento, o lugar onde se realizaram os julgamentos bem como os veredictos.
O grande público pode consultar o processo do médico escocês Thomas Neil Cream, condenado à morte em 1892 por ter envenenado várias pessoas, nomeadamente nos Estados Unidos e em Inglaterra.
As suas últimas palavras antes de ser enforcado foram confessar que era "Jack, o Estripador", apesar de estar na prisão quando foram cometidos alguns dos crimes.
Estão igualmente disponíveis os detalhes do processo Roderick McLean, que tentou assassinar à pistola a rainha Vitoria no castelo de Windsor, e de Isaac "Ikey" Solomon, que terá inspirado Charles Dickens para o seu personagem de Fagin em "Oliver Twist".
Os documentos publicados na Internet cobrem um largo período - o fim do século XVIII e a totalidade do século seguinte -, detalhando quase 900 mil condenações a penas de prisão, 97 mil deportações e 10.300 execuções.
Quase 10% das pessoas julgadas foram deportadas ou condenadas à morte.
Uma condenação à morte era pronunciada por qualquer roubo superior a cinco xelins (30 libras de hoje, 35 euros), roubo de gado, ou abate de árvores.
Ser apanhado a noite com o rosto coberto era penalizado com a pena capital, porque as autoridades consideravam que o acusado tinha cometido um assalto.
A partir dos anos 1860, as execuções por enforcamento tornaram-se um espectáculo apreciado pelo público, ao ponto dos mais afortunados pagarem a peso de ouro o aluguer das varandas melhor colocadas.
Para além dos processos de Jack, O Estripador e de um homem que tentou matar a rainha Vitória, estão também disponíveis na Internet outros 1,4 milhões de processos em Inglaterra e no País de Gales relativos aos séculos XVIII e XIX.
O site britânico ancestry.co.uk , especializado em genealogia, publica estes documentos que compreendem os detalhes dos crimes julgados, o nome completo dos acusados, com a sua data de nascimento, o lugar onde se realizaram os julgamentos bem como os veredictos.
O grande público pode consultar o processo do médico escocês Thomas Neil Cream, condenado à morte em 1892 por ter envenenado várias pessoas, nomeadamente nos Estados Unidos e em Inglaterra.
As suas últimas palavras antes de ser enforcado foram confessar que era "Jack, o Estripador", apesar de estar na prisão quando foram cometidos alguns dos crimes.
Estão igualmente disponíveis os detalhes do processo Roderick McLean, que tentou assassinar à pistola a rainha Vitoria no castelo de Windsor, e de Isaac "Ikey" Solomon, que terá inspirado Charles Dickens para o seu personagem de Fagin em "Oliver Twist".
Os documentos publicados na Internet cobrem um largo período - o fim do século XVIII e a totalidade do século seguinte -, detalhando quase 900 mil condenações a penas de prisão, 97 mil deportações e 10.300 execuções.
Quase 10% das pessoas julgadas foram deportadas ou condenadas à morte.
Uma condenação à morte era pronunciada por qualquer roubo superior a cinco xelins (30 libras de hoje, 35 euros), roubo de gado, ou abate de árvores.
Ser apanhado a noite com o rosto coberto era penalizado com a pena capital, porque as autoridades consideravam que o acusado tinha cometido um assalto.
A partir dos anos 1860, as execuções por enforcamento tornaram-se um espectáculo apreciado pelo público, ao ponto dos mais afortunados pagarem a peso de ouro o aluguer das varandas melhor colocadas.
Bagagem de passageiros e tripulantes de avião da TAP está sob custódia policial.
A bagagem dos passageiros e tripulantes do avião da TAP retido na Venezuela desde domingo, após a detenção de três pessoas que foram apanhadas com droga, continua sob custódia da guarda nacional, revelou à Lusa uma fonte aeroportuária.
“As malas não regressaram ainda ao avião. Encontram-se no aeroporto sob custódia da guarda nacional”, disse. A mesma fonte acrescenta que “são aproximadamente 330 malas”, incluindo também as da tripulação, e que “os passageiros continuam sem acesso” às mesmas.
A guarda nacional (polícia militar) deteve no domingo três passageiros do voo TP130, entre eles um “homem de idade avançada”, que foram apanhados na posse de droga. O voo efectuaria a ligação entre Caracas e Lisboa.
Fonte do gabinete do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas já garantiu que nenhuma das pessoas detidas é portuguesa.
Dois dos passageiros pretenderiam transportar para Portugal vários dedilhes com substâncias estupefacientes no estômago e um outro, de cadeira de rodas, estava sentando numa almofada com 12 quilogramas de droga.
Os 248 passageiros do voo, de várias nacionalidades, foram encaminhados pela transportadora para o Hotel Gran Meliá Caracas onde aguardam para ser levados ao aeroporto.
O TP130 deveria ter partido do Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía pelas 16h20 horas locais de domingo (21h50 horas em Lisboa) com destino à capital portuguesa, onde estava previsto chegar pouco depois das 06h00 da manhã.
Este voo aparece novamente em sistema como TP4130, com partida prevista desde Maiquetía pelas 15h30 horas locais de hoje (21h00 horas em Lisboa), prevendo-se que chegará a Lisboa terça-feira, pelas 05h15.
A TAP fará ainda outro voo de Caracas com destino a Lisboa que deverá partir de Caracas 50 minutos depois do TP4130.
Na Venezuela é frequente as autoridades deterem pessoas por tráfico ilícito de substâncias estupefacientes. E há mais de uma dezena de portugueses detidos. Entre eles e a aguardar julgamento encontram-se as três passageiras de um avião da Tinerlines, fretado pela Airluxor, que, em Dezembro de 2005, foram condenadas a nove anos de prisão pelo tráfico ilícito de substâncias estupefacientes. O caso remonta a Outubro de 2004, quando o avião ficou retido na Venezuela depois da tripulação localizar e denunciar às autoridades a existência de malas onde foram encontrados quase 400 quilos de cocaína.
Em Dezembro de 2005, Luís Santos, o co-piloto da aeronave, foi absolvido e três passageiras portuguesas foram condenadas a nove anos de prisão por tráfico de droga. Seis venezuelanos foram condenados a penas entre quatro anos e meio e nove anos de prisão.
O processo envolvia ainda o comandante e a hospedeira do Citation X, em liberdade desde Novembro de 2004.
“As malas não regressaram ainda ao avião. Encontram-se no aeroporto sob custódia da guarda nacional”, disse. A mesma fonte acrescenta que “são aproximadamente 330 malas”, incluindo também as da tripulação, e que “os passageiros continuam sem acesso” às mesmas.
A guarda nacional (polícia militar) deteve no domingo três passageiros do voo TP130, entre eles um “homem de idade avançada”, que foram apanhados na posse de droga. O voo efectuaria a ligação entre Caracas e Lisboa.
Fonte do gabinete do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas já garantiu que nenhuma das pessoas detidas é portuguesa.
Dois dos passageiros pretenderiam transportar para Portugal vários dedilhes com substâncias estupefacientes no estômago e um outro, de cadeira de rodas, estava sentando numa almofada com 12 quilogramas de droga.
Os 248 passageiros do voo, de várias nacionalidades, foram encaminhados pela transportadora para o Hotel Gran Meliá Caracas onde aguardam para ser levados ao aeroporto.
O TP130 deveria ter partido do Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía pelas 16h20 horas locais de domingo (21h50 horas em Lisboa) com destino à capital portuguesa, onde estava previsto chegar pouco depois das 06h00 da manhã.
Este voo aparece novamente em sistema como TP4130, com partida prevista desde Maiquetía pelas 15h30 horas locais de hoje (21h00 horas em Lisboa), prevendo-se que chegará a Lisboa terça-feira, pelas 05h15.
A TAP fará ainda outro voo de Caracas com destino a Lisboa que deverá partir de Caracas 50 minutos depois do TP4130.
Na Venezuela é frequente as autoridades deterem pessoas por tráfico ilícito de substâncias estupefacientes. E há mais de uma dezena de portugueses detidos. Entre eles e a aguardar julgamento encontram-se as três passageiras de um avião da Tinerlines, fretado pela Airluxor, que, em Dezembro de 2005, foram condenadas a nove anos de prisão pelo tráfico ilícito de substâncias estupefacientes. O caso remonta a Outubro de 2004, quando o avião ficou retido na Venezuela depois da tripulação localizar e denunciar às autoridades a existência de malas onde foram encontrados quase 400 quilos de cocaína.
Em Dezembro de 2005, Luís Santos, o co-piloto da aeronave, foi absolvido e três passageiras portuguesas foram condenadas a nove anos de prisão por tráfico de droga. Seis venezuelanos foram condenados a penas entre quatro anos e meio e nove anos de prisão.
O processo envolvia ainda o comandante e a hospedeira do Citation X, em liberdade desde Novembro de 2004.
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