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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Coração do capitão do Espanyol pára aos 26 anos.

O coração de Dani Jarque parou de bater aos 26 anos, no sábado, depois de um ataque cardíaco, durante o estágio que o Espanyol de Barcelona realizava em Itália. O jogador estava a falar ao telefone com a sua namorada no momento fatal.

O percurso promissor de Dani Jarque foi interrompido de forma prematura por um ataque cardíaco. O capitão do Espanyol de Barcelona morreu, aos 26 anos, enquanto falava ao telefone com a namorada, que se encontra grávida de sete meses.

Depois de deixar de obter resposta do outro lado da linha, a namorada do jogador entrou em contacto com o companheiro de quarto de Dani, que acabou por encontrá-lo inanimado. O jogador ainda foi transportado para o hospital, mas já não havia nada a fazer.

O Espanyol suspendeu, de imediato, o estágio que se estava a realizar em Itália e a equipa regressou a Espanha no domingo. Foram, também, cancelados os encontros particulares que iriam realizar-se, nos próximos dias, frente ao Bolonha e ao Livorno.

Dani Juarque, nascido a 1 de Janeiro de 1983, formou-se no clube de Barcelona e esta época tinha 'conquistado' a braçadeira de capitão, substituindo Raul Tamudo.

O futebol está, novamente, em choque com mais esta morte repentina. Por todo o mundo sucedem-se mensagens de apoio e homenagens a este jogador que partiu cedo de mais. Cristiano Ronaldo e Raúl foram os eleitos pelo Real Madrid para falarem um pouco sobre Dani.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Primeira escola funerária no país ensina psicologia do luto.

Ainda é um negócio de família, que passa de pai para filho, mas em Setembro o sector funerário abre a sua primeira escola, com aulas de psicologia do luto e "embalsamamento". Um passo para a profissionalização num ramo onde nem sempre o comportamento é exemplar.

Existem mais de mil agências funerárias em Portugal, mas apenas uma multinacional. "Este é um sector marcado por empresas familiares, micro-empresas que têm em média três funcionários", disse à Lusa Nuno Monteiro, presidente da Associação Nacional de Empresas Lutuosas, (ANEL), que quarta-feira inaugura a Escola Funerária.

Nas empresas mais pequenas, os funcionários desempenham "vários papéis": "o escriturário pode ser também motorista", explicou Nuno Monteiro. No entanto, nos últimos anos tem-se assistido ao aparecimento de novos empresários "que querem mudar a mentalidade" e apostar na formação.