O actor Matt Damon foi dado como morto pela imprensa internacional, devido aos rumores de que estaria desaparecido depois de ter andado a escalar uma montanha em Palos Verdes, na Califórnia. A estrela norte-americana não tardou a desmentir o boato, mostrando-se extremamente chateado com o sucedido.
Matt Damon aproveitou uma conferência de imprensa no Festival de Cinema de Toronto para desmentir os rumores, lançados pela imprensa internacional, que o davam como morto. "O meu empresário recebeu todas as chamadas de publicações respeitadas e esclareceu o sucedido, mas, de cada vez que leio a história, ela vai ficando cada vez mais ridícula", acusou o cantor, visivelmente irritado com tantas mentiras.
Os rumores da sua morte chegaram a dar como certo que o actor tinha trocado mensagens com um amigo, em busca de auxílio, e que o seu corpo tinha sido encontrado pela polícia de San Diego.
Em Hollywood, os monstros estão a ganhar terreno e dá ideia de que já obtiveram controlo mental da população humana local. A 20th Century Fox confirmou que vai ressuscitar a franchise Alien, com a ajuda do líder Ridley Scott, autor original do filme de culto de 1979.
O realizador inglês Ridley Scott, que desde recordes de bilheteira ao respeito dos colegas parece que já conseguiu as maiores proezas (salvo a obtenção do óscar), saltou para o projecto depois de a Fox ter desaprovado a sua escolha de realizador, Carl Rinsch. Como produtor, Ridley Scott queria Rinsch mas o estúdio deve ter-lhe feito uma oferta irrecusável e Ridley Scott é agora o novo realizador do Alien, The Prequel.Sim, a história vai regressar atrás, quando a nave espacial comandada pela capitã Ripley responde a um sinal de emergência vindo do espaço, percebendo tarde demais que o sinal não era um pedido mas um aviso que queria dizer 'mantenham-se longe porque, aqui, não há salvação'. Dado que é uma prequel, a actriz principal do costume, Sigourney Weaver, talvez não seja contratada para capitanear a nave de socorro. A actriz mais na linha de sucessão? Ellen Page, a nova cuspideira de fogo que já foi nomeada para o óscar de melhor actriz pelo filme Juno.
Quando o irmão de Ridley, Tony Scott, também ele realizador de sucesso comercial e crítico considerável, declarou há cerca de 3 meses que a ideia era contratar um desconhecido para reabilitar a série Alien - o novo Alien vai ser feito em colaboração com a companhia de produção Scott Free, propriedade dos irmãos cineastas - toda uma Internet de fãs raivosos se levantou em protesto. A acusação era a de sempre: a Fox é o estúdio mais popular e que pior recepção oferece aos visionários artísticos. E, também, claro, que o estúdio parecia estar mesmo determinado em maltratar uma das sagas mais excelentes que tem na caixa-forte.
Em 1979, combinando sangue e futuro, Alien arrebatou uma plateia de cineastas cansados da frieza distante que o cinema de ficção científica tinha adquirido em Hollywood. Stanley Kubrick, anos antes, atingira o clímax desse estilo barroco com o "2001: Odisseia no Espaço". O género, nos últimos tempos, parecia ter dado origem a mais efeitos especiais que ideias substanciais. A ficção científica transformara-se num estilo polido. Mas, em 1979, o choque do horror no meio das estrelas onde ninguém nos consegue ouvir: Ridley Scott é descoberto com o filme "Alien".
Foi imediatamente dado como o grande criador do novo horror cibernético e espacial, um estatuto que o filme "Blade Runner" confirma. Em vez de humanos com fatos hermeticamente futuristas e olhares vidrados pela desumanização, Scott contagiou o mito do futuro com objectos e pessoas que nos são familiares, deixando antever um futuro menos que perfeito, sim, mas ainda pautado pela moralidade, coragem e heroismos de carne, osso e muito sangue. Acompanhado por pausas silenciosas aterradoras como se o realizador estivesse a dar tempo à fera para se esconder ainda melhor, o seu estilo visual, cheio de azuis escuros e luzes brancas num abismo geralmente negro, contagiou mestres que vieram depois, caso de Michael Mann, um visualista que descreveu Ridley Scott como sendo um dos raros franco-atiradores infalíveis do cinema. Scott já viu um dos seus filmes, "Gladiador", receber o óscar de melhor do ano. Mas a Academia de Los Angeles continua a negar-lhe um elogio mais directo.
Plano de ressurreição. A série Alien, depois de bem continuada por James Cameron e David Fincher, sofreu com o quarto filme, entregue ao realizador francês Jean Pierre Jeunet. O episódio derradeiro apresentou a Warrant Officer Ripley clonada depois da morte no filme anterior. Winona Rider, como combatente feroz, espetou no caixão da aventura o último prego. O filme foi um fracasso relativo. Desde então, como se fosse um animal de circo já nas últimas, a Fox deixou que o "Alien" de Ridley Scott fosse emprestado a duas spin offs em que a mãe alien predadora se bate com o Predator, outro monstro espantoso feito em Hollywood.
No plano de ressurreição da série "Alien", Scott era para cuidar "apenas" da pasta da produção, com a operação diária do filme entregue a Carl Rinsch, um realizador de publicidade televisiva que, apesar de bem versado em velocidades visuais, era considerado de alto risco dado que esta jogada comercial da Fox está a ser efectuada com orçamentos de vulto.
Com o sucesso do "Wolverine", a Fox percebeu que o mercado não chegou ainda ao ponto de saturação no que respeita a super-heróis. Além deste sinal encorajador, o público feminino tem, paralelamente, mostrado uma força imprevisível. Ou seja: tinha chegado o momento de reabilitar a série "Alien", uma das maiores sagas que mistura o fascínio do espaço e da guerra lutada, claustrofóbicamente, num palco limitado do qual não há saída. No meio disto, o enorme poder feminino, representado por duas fêmeas, uma humana e a outra com mais dentes. Ridley Scott está neste momento a terminar o filme Robin Hood, com o actor preferido Russell Crowe a fazer de justiceiro que rouba aos ricos para dar aos pobres. Cate Blanchett, depois da recusa de Sienna Miller, veste as vestes de Maid Marian.
Há três décadas que o cinema foi proibido na Arábia Saudita, por isso, para muitos, esta foi a primeira oportunidade de assistir a um filme no grande ecrã. Mas as mulheres ficaram de fora
Menahi, uma comédia nacional sobre um camponês ingénuo que se muda para a cidade, foi o filme em cartaz na capital saudita. A exibição, a primeira em 30 anos, foi vedada a mulheres.
O país começou a abrir-se às artes em 2005, quando o rei Abdullah chegou ao trono, mas, ainda assim, os produtores do filme demoraram cinco meses a obter autorização para exibir a película em Riade.
Os cinemas públicos foram fechados na Arábia Saudita na década de 70.
"Arena", curta-metragem de João Salaviza, conquistou a Palma de Ouro em Cannes , algo nunca antes conseguido por um filme português.
"Arena", curta-metragem de João Salaviza, acabou de conquistar há minutos aquilo que nunca um filme português conseguiu na Croisette: uma Palma de Ouro.
É a maior distinção de sempre do cinema português nesta categoria.
Produzido pela Filmes do Tejo e rodado no Bairro da Flamenga, na zona de Chelas, o filme, de 17 minutos, centra-se na história de um rapaz dos subúrbios (papel de Carloto Cotta) que está em prisão domiciliária.
O 'Expresso' entrevistou o realizador na edição do passado sábado, dia 16, no caderno "Actual". Nessa entrevista, João Salaviza, de apenas 25 anos, afirmou: "queria mostrar que a realidade, sobretudo naquele bairro, é sempre anterior à presença da câmara e trabalhar a ideia de que a liberdade é uma coisa efémera. Por isso, criei um protagonista que está em permanente confronto. O verdadeiro antagonista da personagem não é o bairro, nem os miúdos que o assaltam: é o tempo."
Os nossos parabéns a João Salaviza e ao cinema português!
Melissa Scott é viúva do pastor Gene Scott, que construiu um império com a "University Cathedral" no centro de Los Angeles.
A mediática igreja evangélica 'University Catedral' tem uma pastora de peso. Melissa Scott é a milionária líder do império herdado do pastor Gene Scott , com quem se casou em 1995.
A edição americana da revista "Marie Claire" , que fez uma reportagem sobre a curiosa história da pastora, diz que Melissa, antes de adoptar o apelido do marido, foi estrela de filmes porno, posou nua para revistas masculinas e atendia pelo nome artístico de 'Barbie Bridges'.
A conversão de Melissa a Jesus e o casamento com Gene Scott foi o que se chama um duplo golpe de sorte. Segundo a revista, com a igreja, o pastor arrecadava por mês algo como €730.461. A sua fortuna incluía dois ranchos, uma mansão em Pasadena e uma colecção de carros de luxo.
Melissa herdou tudo isso e ainda a liderança da igreja criada pelo seu marido, que era 40 anos mais velho do que ela, tendo falecido há quatro anos de complicações provocadas por um cancro.
Após o seu primeiro sermão como pastora-líder da 'University Cathedral', uma pessoa não identificada distribuiu fotografias de uma estrela porno chamada 'Barbie Bridges'... Melissa Scott , que começou por negar qualquer semelhança com a actriz porno, já assumiu que ela e 'Barbie' são a mesma pessoa.
Catherine Zeta-Jones quer transformar-se, imagine-se, em Susan Boyle. Como? É simples, a actriz quer viver o papel da cantora escocesa no grande ecrã. Para director do filme Zeta-Jones contará com a ajuda do não menos famoso James Cameron. Veja a FOTO que mostra como Zeta Jones ficará irreconhecível depois da transformação.
Catherine Zeta-Jones, considerada por muitos como uma das mulheres mais bonitas do mundo, quer transformar-se em Susan Boyle. A tarefa que, à partida, poderia parecer impossível já foi facilitada pelo Daily Mail, que se encarregou de fazer uma foto-montagem de Zeta Jones na pele de Susan Boyle... É uma espécie de: como transformar a bela num 'monstrinho'.
Um pequeno toque nas sobrancelhas, um novo cabelo... et voilà, adeus Zeta-Jones e olá sósia de Susan Boyle. O resultado é hilariante e vem provar que os programas tidos como os melhores amigos de muitos famosos, pelos 'milagres' que fazem, também se podem transformar nos seus piores inimigos (ver foto ao lado).
Diz-se, inclusivamente que Catherine Zeta-Jones já tem um director e produtor para o filme... o premiado e mundialmente conhecido, principalmente depois de 'Titanic', James Cameron.
Susan Boyle continua, assim, a dar cartas em todo o mundo. E pelo 'andar da carruagem' tudo indica que o seu mediatismo não vai parar de crescer tão cedo.
Forbes divulga lista dos actores mais bem pagos de Hollywood.
O site da Forbes acaba de publicar o resultado da pesquisa “Star Currency” (algo como “ordenado das estrelas”), que inuméra os actores e actrizes que garantem o sucesso financeiro dos blockbusters hollywoodianos.
A pesquisa, conduzida entre Setembro e Novembro de 2008, foi feita entre membros da indústria do entretenimento, que listaram mais de 1,4 mil actores de acordo com critérios como: capacidade de atrair financiamento para um projecto; se ele garante a distribuição do filme nas salas de cinema; se a sua presença é sinónimo de bilheteria de sucesso, entre outros. Os critérios foram então somados e transformados em uma nota de 0 a 10; quanto mais alta a nota, mais valioso é o actor.
No topo da lista está o actor Will Smith, com a nota máxima (10) e impressionantes US$ 5,2 bilhões (sim, bilhões!) arrecadados no mundo inteiro em sua carreira cinematográfica!
No segundo lugar, há um empate entre quatro astros de peso: Johnny Depp, Leonardo DiCaprio, Angelina Jolie e Brad Pitt.
Quer saber quem mais está na lista e quanto dinheiro seus filmes já arrecadaram pelo mundo? Confira abaixo!