You may have already seen this before, and if you have, congratulations, you're a real internetellect. But for those of you who haven't, this is a day in the life of some woman named Jane viewed entirely in logos. Pretty clever. I thought about making one for myself, but then realized it would just be HP, Geekologie, Maker's Mark, Jurassic Park and Kleenex. I'm a simple guy, really.
Thanks to Caroline, who only uses off-brands because she's thrifty. OR MAYBE IT'S BECAUSE SHE KNOWS SOMETHING WE DON'T! Caroline, is there something you'd like to share with the rest of the class?
São alvo de coacção, injúrias, chantagem, agressões físicas e, até mesmo, sexuais. O número de homens a fazer queixa por violência doméstica não pára de aumentar.
"A partir do dia em que acordei com uma faca no pescoço só pensava em sair de casa. Fui ficando por causa dos miúdos, mas não aguentei". Já passou um ano desde que Luís (nome fictício) decidiu ir embora, mas os longos meses de discussões, agressões e até mesmo ameaças de morte continuam na memória. O que começou por ser uma história de amor terminou como "um pesadelo de ciúmes obsessivos", onde a violência doméstica tinha um rosto dominante feminino. As agressões nunca foram retribuídas "porque todos sabemos que um homem não pode bater numa mulher".
Se tivesse apresentado queixa da companheira, Luís, 32 anos, faria hoje parte do total das mais de seis mil vítimas de sexo masculino que em 2008 denunciaram às autoridades casos de violência doméstica. Realidade que não pára de crescer: Em 2007, 1722 homens apresentaram queixa à PSP, sendo que em 2008 o número subiu em flecha para 4631. Já à GNR, foram feitas 1431 denúncias no ano passado, enquanto que a Polícia Judiciária registou 10 tentativas de homicídio cujo autor era a esposa ou companheira. Três delas resultaram em mortes.
Nos registos da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), a subida de casos repete-se, com quase 600 homens a pedirem ajuda em 2008. "Sempre existiram casos destes, mas a garantia de confidencialidade e maior visibilidade dos serviços ajudam a dar o passo", explica Helena Sampaio, técnica na APAV. O primeiro contacto das vítimas do sexo masculino é quase sempre por telefone: "São geralmente alvo de vitimação continuada e, quando todas tentativas de pôr fim a bem não resultam, decidem quebrar o silêncio e minimizar a dor".
A vergonha, essa está sempre associada e Luís sabe-o bem. "A maior vergonha era não conseguir controlar a situação e perpetuá-la, mesmo depois de todas as coisas que ela me fazia". Por isso mesmo nunca pediu ajuda, nem mesmo à família. "Era um assunto que nos dizia respeito apenas a nós. Sempre associei a violência doméstica a agressões físicas, a mulheres espancadas e com os olhos negros como se vê na televisão. Até há bem pouco tempo não percebia que também eu fui uma vítima".
Hematomas de alma não se vêem.
Luís nunca ficou com marcas físicas, mas as psicológicas fazem-se notar nos mais de dois maços de cigarros que fuma diariamente, hábito que ganhou nos meses de maior stress. "Este tipo de violência consegue ter efeitos mais nefastos do que a física", garante a técnica da APAV. "É mais difícil ser provada, logo é mais complicado a vítima decidir fazer a denuncia". Opção que "pesa ainda mais" quando há crianças envolvidas.
"Na fase em que ela agarrava em facas e se plantava à porta de casa para eu não sair, cheguei a temer pela segurança dos meus filhos. Mas ela nunca foi violenta com eles, era como se tivesse dupla personalidade", lembra Luís, pai de duas crianças com 5 e 8 anos. "Quando lhe disse que ia embora ameaçou que fugia e que nunca mais os via". Actualmente, Luís vê os filhos só aos fins-de-semana, mas não se arrepende: "Fiz o melhor para todos. Eles continuam a ver-me, mas sem discussões".
Coação, injúrias, ameaça, difamação, agressão física e até mesmo sexual. Pela APAV passam anualmente centenas de casos graves com vítimas do sexo masculino. "Há a tendência de abordar este tema apenas na perspectiva da mulher e esquecem-se dos outros grupos como crianças, idosos e os homens", diz Helena Sampaio, que sublinha: "A violência doméstica não se resume às relações conjugais e no caso dos homens, o agressor nem sempre é uma mulher".
Das 678 vítimas de sexo masculino registadas pela APAV em 2008, 183 foram agredidos pelas companheiras, mas há também pais agredidos pelos filhos, crianças agredidas pelos progenitores, violência entre irmãos, agressões em relações homossexuais. Em todas as situações, "o importante é pensar em medidas de afastamento do agressor", salienta a técnica da associação.
Contudo, é aqui que o homem se encontra mais desprotegido, uma vez que ainda não há abrigos pensados para eles. "A lei protege o homem e a mulher de igual forma, mas quando não há provas palpáveis todo o processo ganha um carácter mais subjectivo", conclui Helena Sampaio.
O "factor autonomia" acaba por ter um papel preponderante na recuperação dos homens, que "conseguem despir o papel de vítima mais facilmente", diz a APAV. Já as mazelas, essas ficam durante muito tempo mesmo quando a vida se torna a recompor: "Transformei-me numa pessoa desconfiada. Acho que nunca mais vou voltar a confiar numa mulher a cem por cento".
Um rapaz romeno de 11 anos aprendeu a falsificar dinheiro através de um programa televisivo e usou notas impressas em casa para comprar um hambúrguer e só não foi preso por ser menor de idade.
Citado pelo jornal brasileiro Globo, o protagonista do caso é Florin Muntian, suspeito de falsificar notas na impressora do computador do seu pai.
O rapaz terá falsificado duas notas de 50 euros, três de 100 lei (moeda local), quatro de 10 lei e quatro notas de um lei, refere a polícia romena.
As lições de como falsificar as notas foram aprendidas na televisão e postas em prática quando os pais não estavam em casa.
Depois de vários testes, o rapaz conseguiu notas quase idênticas às reais, que levou para a escola e usou para comprar um hambúrguer num restaurante.
Segundo a polícia, Florian terá dividido o dinheiro com outras crianças.
Uma das professoras, Monica Cardei, disse que ficou supreendida com o caso, já que o jovem era um bom aluno e não tinha registo de maus comportamentos.
A NASA desistiu, no sábado, de aterrar o vaivém Atlantis devido ao mau tempo no Cabo Canaveral, na Florida, prevendo agora a aterragem para este domingo.
Este é já o segundo adiamento da aterragem do vaivém Atlantis devido ao mau tempo.
A aterragem está agora prevista para domingo às 10:02 (14:02 em Lisboa).
Na sexta-feira, a NASA decidiu adiar o regresso a casa dos sete astronautas pelo facto de as pistas de aterragem se encontrarem molhadas.
A NASA desistiu também de fazer aterrar a Atlantis na base californiana de Edwards, onde as condições meteorológicas são favoráveis, uma vez que a sua deslocação posterior para o Cabo canaveral, a bordo de um Boeing 747 tem um custo estimado de dois milhões de dólares.
O vaivém Atlantis, lançado a 11 de Maio com sete austronaustas a bordo para uma missão de reparação do telescópio espacial Hubble, tem autonomia suficientes para se manter em órbita até segunda-feira.
A polícia de Seattle divulgou um vídeo que mostra um agente a agredir violentamente um cidadão inocente. Christopher Harris, 29 anos, foi apanhado no meio de uma detenção e acabou em coma.
Christopher Harris, de 29 anos, foi acusado, por uma alegada testemunha, de assaltar uma loja nas redondezas e esfaquear uma pessoa. Quando se deparou com alguém que se assemelhava à descrição do assaltante, o agente da autoridade não hesitou e empurrou este inocente violentamente contra uma parede.
Christopher embateu directamente com a cabeça e encontra-se no hospital, há duas semanas, em estado crítico. A atitude do polícia está a ser veemente condenada, principalmente porque já foi divulgado um vídeo que mostra os suspeitos do alegado assalto, que em nada se assemelham a este homem que estava a passar no local errado à hora errada.
Nenhum dos agentes foi suspenso, mas está aberta uma investigação interna para apurar até que ponto foram ou não violadas as regras da polícia.
The CW Network has just released three brand new clips from its recently-announced new series, The Vampire Diaries, which is set to premiere this fall on Thursday nights at 8 PM ET, right before the hit series Supernatural. Click below to watch this trio of new clips from the vampire series.
The Vampire Diaries is based on a novel series penned by L.J. Smith about two vampire brothers - one evil and one good -who vie for the soul of Elena Gilbert, a young woman, her friends and her family.
The show is being produced by Alloy Entertainment in association with Warner Bros. Television.
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