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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Cirurgião condenado a um ano de prisão por lipoaspiração que matou ex-primeira-dama da Nigéria.

O cirurgião espanhol que fez uma lipoaspiração à antiga primeira-dama da Nigéria Stella Obasanjo, que faleceu depois da intervenção em 2005, foi condenado segunda-feira a um ano de prisão por homicídio involuntário.

Stella Obasanjo, de 59 anos, recuperava de uma banal lipo-aspiração numa clínica de uma estância balnear de Marbella quando o seu estado de saúde se agravou dias mais tarde. Perdeu a consciência e os médicos não conseguiram reanimá-la.

Um tribunal de Málaga condenou ainda o médico a três anos de interdição do exercício da sua actividade e a indemnizar os filhos de Stella Obasanjo em 120 mil euros.

sábado, 6 de junho de 2009

Condenado por ter afogado a mulher na lua de mel.

Um norte-americano vai passar quatro anos na prisão pela morte da mulher, durante a lua-de-mel.

Na versão David Gabriel Watson, a mulher entrou em pânico enquanto faziam mergulho na barreira de corais, na Austrália, durante a lua-de-mel. A 13 metros de profundidade, Christina, de 26 anos, inexperiente, ter-se-ia-afogado acidentalmente.

No entanto, as autoridades encontraram várias inconsistências no depoimento de Watson.

Como motivo para o crime, os investigadores citaram as declarações do pai da falecida, alegando que, pouco tempo ants do casamento, o noivo pediu-lhe para aumentar o capital do seu seguro de vida e torná-lo beneficiário assim que casassem. A companhia se seguros confirmou também que Watson tinha feito perguntas sobre a sua apólice pouco depois da morte da mulher.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Jovem fotografa mulheres com câmera no sapato e acaba preso.

A imaginação leva alguns jovens longe demais. Jeffery Polizzi, um americano de 24 anos, colocou uma câmera digital no sapato para fotografar as mulheres nos provadores de uma loja em Neptune Beach, na Florida. Resultado: acabou condenado a 4 meses de prisão.

A brincadeira saiu cara a Jeffery Polizzi. Este americano, de 24 anos, levou a sua imaginação longe demais, quando colocou uma câmera digital no sapato para fotografar as mulheres que se despiam nos provadores de uma loja em Neptune Beach, na California.

A táctica era simples: Polizzi ficava de lado junto à porta do provador, empurrava a câmera, que se encontrava no seu sapato, para debaixo da porta e fotografava. Tudo corria bem, até uma mulher se ter apercebido do que se passava. Puxou-o pelo braço, mas o jovem conseguiu fugir.

Os funcionários da loja foram essenciais para que a polícia conseguisse chegar até Jeffery Polizzi. Como todo o bom 'criminoso', Jeffery voltou ao local do crime, para ir buscar o carro que havia ficado no parque de estacionamento, e foi acabou por ser deitdo após uma pequena perseguição.

Jeffery Polizzi acabou por confessar que criou a câmera para fotografar as mulheres nuas e foi condenado a quatro meses de prisão. Moral da história: se for a uma loja experimentar roupa, esteja atento às câmeras indiscretas que podem surgir.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Fritzl condenado a prisão perpétua.

O "monstro da Áustria" foi condenado a prisão perpétua e a internamento psiquiátrico pelo Tribunal de Sankt-Poelten por sequestro e violação da filha durante 24 anos e pelo homicídio de um filho nascido da relação incestuosa.

Vestido com um fato cinzento, camisa azul e gravata escura, Josef Fritzl não mostrou qualquer emoção à medida que ia ouvindo os oito jurados considerarem-no culpado de todos os crimes de que era acusado.

O homem, de 73 anos, que manteve a filha em cativeiro durante 24 anos, período durante o qual a violou sistematicamente, terá agora de passar o resto da sua vida detido, segundo a BBC, numa instituição psiquiátrica.

Lida a sentença, o juiz indicou-lhe que podia falar com o seu advogado, mas ele abanou a cabeça. Conduzido para o exterior do tribunal, manteve o rosto inexpresivo.

Fritzl já anunciou também que não tenciona recorrer da sentença.

Ainda de acordo com a BBC, Josef Fritzl será agora avaliado para determinar o grau de perigo que representa e se pode ser submetido a terapia, antes de ser internado.

Na eventualidade de ser considerado "curado" da sua doença, cumprirá o restante tempo de pena numa prisão normal.

O Ministério Público austríaco tinha pedido esta quinta-feira a "pena máxima", ou seja, a prisão perpétua, para Josef Fritzl, que já se tinha considerado culpado de todos os crimes de que era acusado e que incluem homicídio, sequestro, violação.

Antes da leitura da sentença, Friztl declarara-se arrependido: "Arrependo-me de todo o coração... Já não posso emendar o que fiz".