Mostrar mensagens com a etiqueta cura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cura. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Nova vacina reduz em 31,2% risco de contaminação pelo vírus HIV.

Investigadores norte-americanos e tailandeses desenvolveram uma vacina capaz de reduzir em 31,2% o risco de contaminação pelo vírus da sida (HIV), naquela que será a primeira vez que a doença é travada com este tipo de fármaco.

O ensaio, apresentado num comunicado dos investigadores em Banguecoque, deverá ser o mais importante jamais efectuado para o desenvolvimento de uma vacina contra a sida, podendo ser eficaz na prevenção da doença.

O estudo foi liderado pelo Ministério da Saúde tailandês e o Exército norte-americano, e permite reduzir o risco de infecção em um terço dos casos, ou seja 31,2 por cento, de acordo com o comunicado divulgado em conferência de imprensa.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Norte-americanos já podem curar vício de Internet.

Não é só na China que o "vício da Internet" pode ser curado em clínicas de recuperação. Nos Estados Unidos já há um programa específico e o primeiro paciente é um jovem de 19 anos.

O programa reSTART é promovido pelo Heavensfield Retreat Center e tem um plano de 45 dias para ajudar os pacientes a ultrapassar a Internet Addiction Disorder (IAD), um tipo de vício que embora não se integre nas doenças de foro mental pode ser limitador do desenvolvimento da actividade normal.

A possibilidade de desenvolver um vício compulsivo de utilização da Internet ou de jogos tem sido longamente debatida nos Estados Unidos mas aparentemente este é o primeiro programa específico para o tratar, ao contrário do que acontece na China, que criou várias clínicas para "curar" os jovens chineses, usando métodos pouco ortodoxos, como a indução de choques eléctricos.
O reSTART, cujo site pode ser visto em http://www.netaddictionrecovery.com/, abrange não só o vício de Internet e Jogos mas também de SMS e MSN ou de sites sociais como o Twitter.

Os sintomas apontados no site para este vício são a ocupação crescente com os meios digitais, negligenciando amigos e família em detrimento do uso de Internet ou jogos, a interferência com o ritmo escolar/profissional, a mudança dos hábitos de sono, o aumento de sono e dores de cabeça frequentes.

sábado, 25 de julho de 2009

Chineses curam gripe A com medicina tradicional.

Médicos do hospital Ditan, em Pequim, revelaram que utilizaram medicina tradicional chinesa para curar 88 dos 117 pacientes afectados pela gripe A que aceitaram submeter-se a esse tipo de tratamento.

Segundo Wang Yuguang, responsável pelo hospital, citado pela agência Efe, dos 297 casos confirmados da gripe atendidos no local, 88 foram tratados com ervas, num tratamento que "não provoca efeitos colaterais e é seguro". O responsável declarou ainda que o período de recuperação do doente com o uso da medicina tradicional chinesa é menor, assim como o custo, de 12 iuanes (1,30 euro), em comparação com o preço do Tamiflu, 56 iuanes (5,80 euros).

"Além disso, a vantagem é que os médicos podem receitar combinações de ervas diferentes de acordo com o estado de saúde de cada indivíduo", especificou Wang.

Desde o dia 15 de Maio, os responsáveis do hospital Ditan, um dos designados para tratar os pacientes da gripe na China, começaram a utilizar uma combinação de medicina tradicional e Tamiflu num paciente.

Ao comprovar a efectividade do tratamento, passaram a utilizar apenas as ervas com os doentes que chegaram depois.

No entanto, Sha Dahai, do Hospital de Medicina Tradicional Chinesa do distrito de Chaoyang de Pequim, afirmou que o uso desse tipo de técnica é mais efectivo nos estágios iniciais da doença por causa do seu cunho preventivo.

Até agora, a China registrou 4.018 casos da gripe, sendo que a maioria dos pacientes contaminados pelo vírus A já recebeu alta. A primeira morte em decorrência da doença, um homem de 42 anos, foi registada neste mês em Hong Kong.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Jovem vende virgindade para pagar estudos e curar mãe.

Evelyn, de 28 anos, decidiu colocar a sua virgindade à venda através de um anúncio na internet. Os objectivos desta equatoriana, que reside em Valência, são: dar continuidade aos estudos, obter estabilidade financeira e ajudar a sua mãe, que se encontra doente. O preço inicial está fixado em 15 mil euros. É caso para dizer... Quem dá mais?

Uma mulher de 28 anos decidiu colocar a sua virgindade à venda para conseguir atingir alguns dos seus principais objectivos. Frisando que foi criada de acordo com "princípios religiosos", Evelyn assegura poder provar, através de um atestado médico, a quem aceitar fazer o negócio, que continua virgem.

Esta equatoriana, que colocou no anúncio online um preço inicial de 15 mil euros, tem três ambições: ajudar a mãe, que se encontra doente, continuar a estudar e adquirir alguma estabilidade financeira.

"Não acredito que a venda da minha virgindade vá resolver todos os meus problemas, mas vai proporcionar-me alguma estabilidade financeira", diz Evelyn.

No anúncio, Evelyn colocou uma fotografia sua e frisou que não está à procura de um encontro romântico que se prolongue no tempo.

Este não é o primeiro caso de jovens a colocar a virgindade à venda em Espanha. As actuais dificuldades económicas são apontadas como as principais causas destas situações.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Lésbicas violadas para ficarem "curadas".

As violações são prática corrente na África do Sul, sendo consideradas uma medida correctiva.

Um estudo da organização não-governamental ActionAid conclui um grande número de lésbicas sul-africanas é sujeita, todos os anos, a violações correctivas, um castigo pela orientação sexual e para "curar o seu comportamento".

O trabalho, apresentado terça-feira em Joanesburgo, refere que só na cidade do Cabo dez lésbicas são violadas em média todas as semanas por atacantes que classificam o crime de violação correctiva.

A chamada violação correctiva é mais uma grotesca manifestação de violência contra as mulheres, que constitui a mais comum violação dos direitos humanos no mundo actualmente", refere o relatório do ActionAid.

Apesar de a Constituição da África do Sul consagrar direitos iguais para todos os cidadãos, independentemente da orientação sexual, o país enfrenta um grave problema de preconceitos culturais e sociais que origina actos criminosos contra homossexuais, de acordo com a ONG responsável pelo estudo.

Os autores do trabalho referiram que o número de violações na África do Sul ascende a 500 mil por ano, um dos mais altos índices mundiais e as lésbicas, em particular, são alvo, desde há muito, de "violações correctivas" por homens que pensam que assim as "curam" das tendências homossexuais.

Para agravar a situação, apenas um em cada 25 homens acusados de violação nos tribunais sul-africanos é condenado pelo crime, denunciou Zanele Twala, uma das autoras do estudo.

No prefácio do estudo, o presidente da Comissão Sul-Africana dos Direitos Humanos, Jody Kollapen, afirma que as conclusões obrigam o sistema de justiça a repensar a definição de "crimes de ódio".

"Os crimes de ódio desta natureza requerem acções decisivas do sistema de forma a que os responsáveis sejam punidos por eles", refere Kollapen.

O estudo cita uma organização de defesa dos direitos dos homossexuais na cidade do Cabo, segundo a qual 31 lésbicas foram assassinadas na última década naquela cidade e arredores, tendo apenas sido condenado um dos implicados em todos os crimes.