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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

“Qualquer conta do Facebook pode ser roubada”

A afirmação é dos próprios criadores de um serviço online que, por apenas 100 dólares, fornece dados de acesso a qualquer conta da popular rede social, não só de utilizadores anónimos como também de celebridades, políticos ou de grandes empresas.

O PandaLabs desvendou um serviço de fraudes online com passwords do Facebook. Os pagamentos são realizados online através da Western Union com destino à Ucrânia, reforçando a ideia de que a maioria das máfias da Internet estão localizadas na Europa de Leste. O domínio que hospeda o serviço está registado em Moscovo.

A empresa declara oferecer este serviço há já quatro anos e que apenas um porcento das contas foram “à prova de roubo”. Nestes casos o dinheiro é devolvido ao cliente. Apesar disso, o domínio tem apenas alguns dias.

Os utilizadores podem ainda ser recompensados com créditos extra para serem gastos neste serviço, de acordo com a quantidade de contas roubadas, podendo mesmo tornar-se afiliados e ajudar os hackers a difundir os seus serviços. Os afiliados recebem 20 porcento do que venderem, em créditos para o roubo de mais contas.

De acordo com Luis Corrons, Director Técnico do PandaLabs, “O principal objectivo do sistema poderá ser roubar contas do Facebook, conforme referem, ou simplesmente lucrar com aqueles que querem experimentar o serviço, mas de qualquer forma a página Web está muito bem desenvolvida. É simples contratar o serviço e tornar-se ou vítima de fraude online, ou cúmplice de roubo de identidade e de actividade ciber-criminosa.”

Após o ataque de um intruso a uma conta do Facebook, todos os dados pessoais publicados no site podem ser roubados. “Estas contas também podem ser utilizadas para enviar malware, spam ou outras ameaças aos contactos da vítima. No caso de celebridades ou de entidades populares, podem ser utilizadas para difamar ou publicar informação em nome do utilizador legítimo da conta, etc. Em qualquer dos casos, trata-se de actividade criminosa”, recorda Corrons.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Facebook: Mostra-me os teus amigos e dir-te-ei se és gay.

Se pensa que omitir a sua orientação sexual em sites como o Facebook é suficiente para mantê-la secreta está enganado. Saiba porquê.

Dois estudantes do conceituado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, desenvolveram um programa de computador que determina a orientação sexual de qualquer pessoa com base nos seus amigos, noticiou o "The Boston Globe ".

O projecto "Gaydar", que nasceu em 2007 como um trabalho de fim de semestre na disciplina de Ética e Direito na Fronteira Electrónica, propunha-se descobrir aquilo que os internautas escondem das redes sociais, com base naquilo que é público e notório, como por exemplo a sua lista de amigos.

Desenvolvendo um software que recolhe informação sobre o género e a orientação sexual declarada pelos amigos de qualquer utilizador do Facebook, a rede que já conta com 300 milhões de utilizadores regulares segundo o seu fundador, Mark Zuckerberg, os estudantes conseguiam prever as preferências sexuais de quem não as tinha revelado.

Impossibilitados de verificar no mundo real, a orientação sexual dos 1.500 alunos do MIT analisados recorrendo ao "Gaydar", os estudantes verificaram que pelo menos em relação a dez estudantes que conheciam pessoalmente, os resultados estavam correctos no caso dos homossexuais masculinos, mas revelaram-se errados no caso das lésbicas e bissexuais.

Confrontado com estes resultados, o professor de ciências computacionais, Hal Abelson, que ministra esta disciplina, ficou estupefacto: "Não temos qualquer controlo sobre a nossa informação".

Projectos como o "Gaydar" levantam, efectivamente, novas e fundadas dúvidas sobre a privacidade online.

Por mais discreto que seja um internauta, este estudo mostra que a análise estatística das preferências sexuais declaradas pelos seus amigos, foram mais do que suficientes para revelar as suas próprias opções.

Para o porta-voz do Facebook, Simon Axten, "não é assim tão surpreendente que alguém possa descobrir algo sobre outrem sem conhecê-lo pessoalmente, tendo em conta, unicamente, quem são os seus amigos".

"Não acontece apenas no Facebook e é completamente normal no mundo real", rematou.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Inglaterra: jovem suicida-se devido a abusos no Facebook.

Uma jovem de 15 anos pôs termo à própria vida aparentemente devido a pressões de sites de redes sociais, como o Facebook, MySpace e Bebo.

Holly Grogan saltou de uma ponte sobre uma estrada muito movimentada, acabando por morrer. Na origem do suicídio estarão pressões sociais exercidas através de sites como o Facebook, MySpace e Bebo.

Os pais de Holly divulgaram em comunicado que "Holly lutou para lidar com a grande pressão que sofria vinda das complexidades modernas dos “grupos de amizades” e redes sociais."

A jovem teria vindo a sofrer abusos durante meses, o que a fez mudar de escola. Aparentemente, as agressoras da escola anterior entraram em contacto com suas amigas da nova escola, para continuar a intimidar a adolescente.

Com apenas 15 anos, Holly foi encontrada morta na quarta-feira à noite, sob a ponte Pirton Lane, em Churchdown, Gloucersteshire.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Americana reencontra amor perdido há 22 anos através do Facebook .

Uma norte-americana de 37 anos casou-se com um homem que conheceu há 22 anos, a quem deu o primeiro beijo, de quem perdeu o rasto e que reencontrou agora através da Internet.

Elise Garber casou-se com o homem a quem deu o primeiro beijo quando tinha 15 anos numas férias de Verão passadas num campo de férias e que reencontrou 22 anos depois na rede social Facebook.

"Nem sei por que o procurei", confessou a mulher à revista Time.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Why Parents Shouldn't Be On Facebook. Alternatively: Your Mom Just Friended Me.

This is a excerpt from a Facebook conversation (hit the jump to read the rest) between some crazy old lady and who she believes to be her son, but isn't. I have no idea whether it's fake or not (I don't think it is), but that's not the point. The point is that this a perfect example of why older parents shouldn't be allowed to operate computers (or motor vehicles, unless they're driving me to the mall with my friends). And I'm not just saying that because my stepfather walked in to use the computer during one of my more risque webcam shows, but he did. And started dancing. Yeah, it was awkward. But only in the beginning.Thanks to Joemo, who defriended his own mom because he was tired of getting her Farmville and Gang Wars updates.

Source: Geekologie.com

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

How Not To Private Message On Facebook.

This is 41-year old idiot moron Tracy T-something trying to send lover Michael a Facebook message expressing how much she loved him recently railing her but instead posting the note ON HER OWN WALL (admit it, we've been there). Wow, Tracy, what are you doing with this Michael character anyway if you're engaged? And what the hell is a permanent invitation to "the-love-cave-between-my-legs?" Don't get me wrong, I love camping with bears as much as the next guy, BUT I'M NOT MOVING INTO THE CAVE. I would, however, start a fire in there and grill some mammoth.

Thanks to Lee and Lisa, who understand the internet is magic but can still send a message where they mean to.

Source: Geekologie.com

domingo, 16 de agosto de 2009

Inglês expõe ex-namorada nua no Facebook.

Um inglês de 25 anos publicou 57 fotografias da ex-namorada nua no Facebook. A brincadeira vai custar-lhe quase 500 euros.
David Reynolds criou um perfil falso no Facebook onde criou um álbum carinhosamente entitulado "Bitch" ("vadia"), com as fotografias da antiga namorada e tags que a identificavam nas imagens e permitiam que todos os amigos acedessem ao "acervo".
Depois de publicar online a colecção de 57 imagens, o rapaz enviou à "ex" uma mensagem em jeito de convite: "Já verificaste o Facebook? Diverte-te", terá escrito David.

Em tribunal foi acusado de enviar mensagens electrónicas indecentes e condenado ao pagamento de uma indemnização à rapariga, no valor de 250 libras (cerca de 290 euros) e uma multa de 100 libras (o equivalente a 116 euros), a somar às custas do processo (75 libras, 87 euros), que também serão suportadas por David.
No fim das contas, são cerca de 494 euros que vai gastar por ciúme: o réu andava desconfiado de que a namorada o traía, alegou a defesa.
A advogada de acusação utilizou o argumento de que a "vingança" de David deixou a vítima "perturbada e irritada", tendo ficado "preocupada com o seu trabalho".
"Ela recebeu diversas mensagens de pessoas que a conheciam e que tinham visto as fotografias", sustentou a advogada, isto "foi motivo de grande stress para ela", acrescentou.

Os advogados de David admitiram que o comportamento do jovem foi semelhante "ao de um rapaz de seis ou sete anos" e que "deveria ter imaginado" a gravidade dos seus actos.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

How To Lose Your Job Via Facebook Status.

We already saw one jackass nearly lose his job over his Facebook status, and here comes a chick that actually managed to go all the way. Congratulations -- you're an idiot moron! This is exactly why you can't be social networking friends with your coworkers. Am I right?

The Geekologie Writer is the Superficial Writer gobbles donkey balls while IWatchStuff lives up to his name.

Note to self: Don't 'friend' your boss on FB and then bitch about your job.

Thanks to Allison and max, both of whom I talk smack about behind their backs.

Source: Geekologie.com

sábado, 8 de agosto de 2009

Ataque ao Twitter, Facebook e Google visava blogger georgiano?

Os ataques concertados de quinta-feira contra o Google, Facebook e Twitter, a nível mundial podem ter visado, afinal, um único blogger: um georgiano que ficou conhecido pelas suas posições críticas sobre o conflito, de há um ano, entre a Geórgia e a Rússia.

Milhões de internautas foram afectados pelos ataques de quinta-feira contra o Facebook, o Twitter e o Google, mas o alvo pode ter sido apenas um: um controverso blogger georgiano, conhecido como Cyxymu.

"Foi um ataque simultâneo, visando-o, com o objectivo de impedir que seja ouvido", é a teoria do responsável pela segurança da rede social Facebook, Max Kelly, que aponta o primeiro aniversário do conflito entre a Geórgia e a Rússia na Ossétia do Sul.

Os ataques são considerados dos mais coordenados de sempre, levando a que o Twitter ficasse em baixo durante largos períodos de tempo, na quinta-feira, e causando também sérios problemas no acesso ao Facebook e ao serviço de blogues LiveJournal. O Google também foi atacado, mas os efeitos não foram tão visíveis para a maioria dos utilizadores.

Na origem da teoria do ataque a Cyxymu está o facto de, ao mesmo tempo, ter sido posta a circular uma enorme quantidade de e-mails com referência ao blogger.

A guerra na Ossétia do Sul começou a 7 de Agosto do ano passado.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Reino Unido vai controlar redes sociais.

O Governo britânico pretende monitorizar os sites sociais como o Facebook, MySpace, Twitter e Bebo. A iniciativa faz parte do novo plano antiterrorista.

A decisão de controlar as conversas nos chats, anunciada pelo Ministério britânico da Administração Interna, está a gerar uma onda de protestos.

O Governo decidiu arquivar, numa base de dados, os perfis e diálogos de milhões de pessoas que utilizam redes sociais, como o FaceBook , o Myspace , o Twitter ou o Bebo .

O jornal "The Guardian" avança que a medida vai ser posta em prática nas próximas semanas, alcançando todas as redes sociais, incluindo o serviço telefónico da Internet, Skype .

O executivo britânico justifica a iniciativa alegando tratar-se de uma questão de segurança. "Não sabemos se Osama Bin Laden está a utilizar o FaceBook " ou se no Twitter ou Myspace se estão a organizar ataques terroristas. Daí a necessidade de controlar este tipo de sites", defendeu Vernon Coaker, ministro da Administração Interna.

Coaker explicou os pormenores do plano antiterrorista e anti-crime organizado durante uma reunião da comissão parlamentar sobre as directivas da União Europeia para o controlo da informação, realizada anteontem.

Depois da medida ter sido anunciada, vários grupos de defesa dos Direitos Civis protestaram, considerando a decisão "abusiva" e uma "intromissão" na vida das pessoas.

Lobby pelo Facebook

Uma notícia divulgada pelo jornal inglês "The Independent", afirmava que responsável pela privacidade do FaceBook, Chris Kelly, organizará um "lobby" para derrubar a proposta.

A ideia de "policiar" os sites sociais encontra-se no topo das propostas do Governo de Gordon Brown, que pretende arquivar informação sobre cada chamada telefónica, e-mail ou visita na Internet feita por qualquer cidadão dentro do país.

A polémica está instalada. Internautas, intelectuais e oposição acusam o executivo de totalitarismo, comparando-o ao "Big Brother" do livro "1984" de George Orwell. A iniciativa, defendem, atenta contra a liberdade e a privacidade.

Informações pessoais controladas
Tom Brake, legislador liberal democrático, advertiu que este plano permite obter informações muito pessoais. "É muito preocupante que agora estejam a pretender controlar as redes sociais que contêm informação muito privada, como a sua orientação sexual, crenças religiosas e opiniões políticas".

O ministério da Administração Interna defende que a preocupação não são os conteúdos dos chats, mas sim "quem, onde e quando" está a utilizar as redes sociais.

Pelo menos metade da população no Reino Unido - cerca de 25 milhões de pessoas - utilizam redes sociais na Internet. Só o FaceBook tem cerca de 17 milhões de membros, enquanto o Bebo dez milhões.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Estão as redes sociais a mudar o nosso cérebro?

O Facebook e o Twitter estão a mudar a forma como pensamos. Ao que parece, literalmente. Uma prestigiada neurologista britânica diz que os efeitos culturais e psicológicos das relações online vão mudar o cérebro das próximas gerações: menos capacidade de concentração, mais egoísmo e dificuldade de simpatizar com os outros e uma identidade mais frágil são algumas das consequências que Susan Greenfield antecipa.
O alerta da especialista surge na mesma semana em que foi divulgado que Portugal é o terceiro país europeu que mais utiliza as redes sociais na Internet - de acordo com a Marktest, só em Março passado, os portugueses dedicaram quatro milhões de horas a estes sites. “Uma geração que cresce com novas tecnologias e num ambiente cultural diverso vai ser naturalmente diferente: da forma como processa os pensamentos, à moral e comportamentos”, concorda o neurologista Lopes Lima. No entanto, será uma geração mais adaptada às circunstâncias actuais - “faz parte da evolução humana”, diz.

Também o psiquiatra Álvaro de Carvalho considera que é inevitável que esta adesão às redes sociais e ás novas formas de comunicar “induza uma forma de funcionamento mental diferente: que tem aspectos negativos, mas também positivos.”. Na Câmara dos Lordes inglesa, Susan Greenfield salientou os negativos: a directora do reputado Royal Institution of Great Britain acredita que a exposição das crianças à rapidez da comunicação pode acostumar o cérebro a trabalhar em escalas de tempo muito curtas e aumentar as distúrbios de défices de atenção. Além disso, salienta a preferência pelas recompensas imediatas, ligada às áreas do cérebro que também estão envolvidas na dependência de drogas.

“Há o risco de não valorizar aspectos da vida que não são atractivos no imediato, enquanto se vai mais atrás do prazer rápido”, concorda Álvaro de Carvalho. “Nas crianças, aquilo que é óbvio é que as novas formas de comunicação, menos presenciais, criam um modelo de interacção menos humanizado, muito menos rico a nível emocional, já que a capacidade de sentir o outro é limitada”, diz o psiquiatra.

Ou seja, a capacidade de desenvolver empatia pelos outros também pode ser afectada. Esta mudança preocupa o neuropsicólogo Manuel Domingos. “Há pessoas que privilegiam a conversa atrás do teclado, onde podem ficar escondidas”, diz. Por isso, apesar de aparentemente facilitar a comunicação, acaba por a simplificar de mais, argumenta.

Para Álvaro de Carvalho, neste momento, ainda estamos a assistir à implementação de um novo modelo e por isso há muita especulação. “Há mais perguntas que respostas”, reconhece o psiquiatra.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

MySpace bloqueia perfil de 90 000 criminosos sexuais.


Em apenas dois anos, o MySpace bloqueou e excluiu o perfil de 90 000 criminosos sexuais dos EUA. Os números foram divulgados esta semana pelos responsáveis do popular site, em resposta a uma intimação judicial.

Só foram identificadas e eliminadas as pessoas que alguma vez foram consideradas culpadas de delitos sexuais.

Também o concorrente FaceBook recebeu uma citação no mesmo sentido, mas este site ainda não divulgou os dados solicitados.

O número de 90 000 ficheiros anulados representa o dobro do valor esperado, de acordo com o advogado Richard Blumenthal, um dos responsáveis pelo grupo de trabalho que investiga nos EUA o uso que os delinquentes sexuais fazem das redes de relacionamento na Internet.

Este advogado de Connecticut, junto com o colega da Carolina do Norte Roy Cooper, iniciou uma campanha nos EUA para tornar os sites mais seguros para os jovens internautas.

Em declarações à CNN, Blumenthal disse que "estas descobertas provam que as redes de relacionamento continuam a ser oportunas para os predadores sexuais".

Para identificar 90 000 perfis, o MySpace cruzou as informações disponíveis no site com as do banco de dados da empresa Sentinel Safe Tech Holding Corp., que tem o registo de 550 000 criminosos sexuais nos Estados Unidos. O trabalho de investigação levou dois anos a ser concluído.

Juntos, o MySpace e o FaceBook somam 280 milhões de utilizadores registados em todo o mundo. A exclusão de criminosos sexuais dos sites de relacionamento faz parte de uma campanha para proteger os jovens nos EUA

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Serviços secretos britânicos recrutam no Facebook.

Os serviços secretos britânicos MI6 estão a utilizar a Internet para procurar espiões para a organização. O MI6, que tinha por hábito fazer o recrutamento nas universidades de elite, espera agora atrair pessoas de diversas proveniências com anúncios na famosa rede social online Facebook.

"Um número de canais públicos são utilizados para promover oportunidades de trabalho na organização e o Facebook é um exemplo recente disso", afirmou um porta-voz da instituição.


O MI6 possui agentes no estrangeiro e quer que os novos 'recrutas' "reflictam a sociedade que servem".

Os métodos de recrutamento dos serviços secretos britânicos têm vindo a alterar-se. Antes de 2006, a maior parte dos candidatos eram estudantes que estavam nas melhores universidades da Grã-Bretanha. Agora, o MI6 coloca anúncios em jornais, rádios e até mesmo online.

A publicidade utilizada no Facebook, uma conhecida rede social, aparece enquanto os utilizadores contactam uns com os outros. "Mudar de carreira? O MI6 pode aproveitar as suas aptidões" ou "uma carreira nos acontecimentos mundiais? Ajuda a influenciar os eventos mundiais, protege a Grã-Bretanha" são dois exemplos de anúncios que foram vistos por milhares de utilizadores desta rede social online.

Será este o novo método para recruta espiões no século XXI? Até agora, "a resposta tem sido muito boa", garante um porta-voz do MI6.

O Facebook foi fundado em 2004 com o objectivo de ajudar as pessoas a comunicarem de forma mais eficiente com os amigos e as famílias. Os utilizadores podem partilhar fotografias, informações e dispõem de inúmeros aplicações de gestão de conteúdos. Neste momento, segundo dados corporativos do Facebook, o site possui 90 milhões de utilizadores activos (que voltaram ao site nos últimos 90 dias.