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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Festa anunciada no Twitter dá prejuízo de mil libras a casal de idosos.

Neta de casal de idosos teve autorização para levar duas amigas a casa. A informação viajou para o Twitter e 150 jovens compareceram e danificaram a casa.

Victoria, de 15 anos foi autorizada na noite de sexta-feira (dia 18 de Setembro) a levar duas amigas a casa dos seus avós enquanto estes se deslocavam a um casamento. O que o casal não esperava era que o encontro entre três amigas se transformasse numa enorme festa após o encontro ter sido divulgado via Twitter.

Após o encontro ter sido divulgado pela rede social, cerca de 150 jovens adolescentes compareceram na residência de Brian e Glennis McDonald, provocando danos, segundo o jornal, ” Daily Mail”, no valor de pelo menos mil libras.

O casal de idosos foi chamado pela polícia sensivelmente duas horas depois de ter saído para se deslocar ao casamento e o que encontrou foi um cenário caótico com móveis partidos, quadros destruídos, garrafas de cerveja espalhadas pelo jardim e janelas estilhaçadas.

Segundo o “Daily Mail”, Glennis, de 73 anos, e o marido, de 66 anos, disseram ter ficado perplexos com o que viram: “Estava uma confusão terrível. Já arrumamos muita coisa, mas ainda está tudo desarrumado. Os vizinhos foram muito bons e apoiaram-nos”.

A publicação refere também que um vizinho, que se apercebeu na altura daquilo que se passava, afirmou que Victoria, a neta, pareceu surpreendida quando tanta gente começou a aparecer em casa: “Não acho que ela estivesse à espera que isto acontecesse (...) só quando vi os danos na casa, percebi que a situação estava fora de controle”.

Três carros de polícia foram enviados até o local para acabar com a festa, depois de diversos vizinhos terem ligado para as autoridades e continua por conhecer a identidade de quem terá espalhado a informação pelo Twitter.

domingo, 23 de agosto de 2009

Twitter vai incluir localização geográfica nas mensagens.

Em breve o Twitter vai permitir adicionar às mensagens informação sobre a localização geográfica do autor. A nova ferramenta vai primeiro ser testada por programadores, não se sabendo ainda quando estará disponível.

Esta funcionalidade poderá ser útil quando se pretende seguir apenas pessoas que estejam num determinado local. "Pode ser bastante interessante quando houver um grande evento numa cidade", exemplifica Biz Stone, um dos fundadores do microblog.
Com os novos recursos de localização geográfica será possível optar entre seguir todos os contactos ou seleccioná-los em função da geo-localização adicionada aos tweets - mesmo que não estejam na nossa lista de contactos. No entanto, a empresa já avisou que a privacidade dos membros será garantida, pois este recurso pode ser activado e desactivado pelos utilizadores.

Também já foi anunciado um manual de utilização sobre a nova funcionalidade para os programadores. Embora não se saiba ainda a data em que estes terão acesso ao novo recurso, tal deverá acontecer em breve, e possivelmente serão criadas aplicações para a nova ferramenta ainda antes de esta estar disponível para o público em geral.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Robert Pattinson culpa Twitter.

O jovem actor e estrela da saga Twilight, é uma das estrelas de Hollywood mais procurado pelos fãs, culpa a conhecida rede social Twitter por arruinar a vida do actor.
O actor acusa o Twitter por ser um meio em que os fãs mais obsessivos usam, para circular a informação onde costuma estar o actor.
Durante as filmagens em Nova Iorque, o actor foi atropelado por um táxi enquanto fugia de um grupo de fãs. Depois de alguns embaraços, o actor pede aos seus fãs para lhe dar um pouco mais de espaço. Robert Pattinson já não se lembra ter uma vida normal, reforça que as redes sociais como Twitter são responsáveis pela rápida difusão de informação, conseguindo transmitir em menos de 30 minutos onde o actor possa estar a circular, alegando que não consegue estar num local publico mais que 20 minutos.
Segundo o actor «O grande desafio é passar despercebido no meio da população. Eu sou uma pessoa calma e uma pessoa que valoriza a privacidade. É estanho. Vocês têm que mudar um pouco. Circulando nas ruas pode causa um tumulto de gritos.
Fama a quanto nos obrigas...

sábado, 8 de agosto de 2009

Ataque ao Twitter, Facebook e Google visava blogger georgiano?

Os ataques concertados de quinta-feira contra o Google, Facebook e Twitter, a nível mundial podem ter visado, afinal, um único blogger: um georgiano que ficou conhecido pelas suas posições críticas sobre o conflito, de há um ano, entre a Geórgia e a Rússia.

Milhões de internautas foram afectados pelos ataques de quinta-feira contra o Facebook, o Twitter e o Google, mas o alvo pode ter sido apenas um: um controverso blogger georgiano, conhecido como Cyxymu.

"Foi um ataque simultâneo, visando-o, com o objectivo de impedir que seja ouvido", é a teoria do responsável pela segurança da rede social Facebook, Max Kelly, que aponta o primeiro aniversário do conflito entre a Geórgia e a Rússia na Ossétia do Sul.

Os ataques são considerados dos mais coordenados de sempre, levando a que o Twitter ficasse em baixo durante largos períodos de tempo, na quinta-feira, e causando também sérios problemas no acesso ao Facebook e ao serviço de blogues LiveJournal. O Google também foi atacado, mas os efeitos não foram tão visíveis para a maioria dos utilizadores.

Na origem da teoria do ataque a Cyxymu está o facto de, ao mesmo tempo, ter sido posta a circular uma enorme quantidade de e-mails com referência ao blogger.

A guerra na Ossétia do Sul começou a 7 de Agosto do ano passado.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Americana processada por reclamar no Twitter.

Uma imobiliária exige 50 mil dólares (cerca de 35 mil euros) de indemnização por um post no Twitter de uma cliente, que usou a popular rede social para reclamar do cheiro a mofo da sua casa.

"Quem disse que dormir em um apartamento a cheirar a mofo é mau? A Horizon acha que não faz mal". Foi esta mensagem, postada a 12 de Maio, que pode custar milhares de dólares à norte-americana Amanda Bonnen.

O apartamento em causa tinha sido negociado pela Horizon Group Management LLC, que alega que a declaração de Bonnen é "totalmente falsa" e que tinha "manchado bastante" a sua reputação em Chicago.

A empresa alega ainda que, ao ser publicado no Twitter, o comentário de Amanda chegou "a todo o mundo".

domingo, 12 de julho de 2009

Londrinos já podem chamar um táxi pelo Twitter.

Um grupo de taxistas da capital britânica acaba de lançar o primeiro serviço de "twitt táxi". Saiba como funciona.Mais de 30 taxistas da capital britânica acabam de lançar um novo serviço através do popular site de microbloging, Twitter .

Para chamar um táxi através do "@tweetalondoncab", nome de baptismo deste original serviço de "twitt táxi", os eventuais interessados terão de seguir a conta criada por este grupo de taxistas no Twitter para onde terão de enviar uma mensagem e esperar pela resposta com o endereço do motorista para depois poder contactá-lo directamente, comunicando a sua localização.

Ao não passar por uma central, a corrida acaba por ficar mais barata na medida em que o cliente não terá de pagar a taxa cobrada sempre que chama um táxi por telefone.

Richard Cudlip, mentor do projecto, disse ao "Telegraph" que decidiu lançar este serviço depois de, em diversas ocasiões, ter sido contactado através do Twitter por amigos que precisavam de uma "boleia".

"Qualquer pessoa pode seguir-nos no Twitter e enviar uma mensagem sempre que precisem de um táxi. Já temos centenas de seguidores", revelou Cudlip, acrescentando: "É uma boa maneira de poupar algum dinheiro, já que o serviço é completamente gratuito".

"Acabámos de lançar o '@tweetalondoncab' e já temos 12 clientes que adoraram o serviço", garantiu Richard Cudlip.

Este grupo de taxistas também usa o Twitter para se manter informado sobre o estado do trânsito numa das maiores cidades do mundo.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Twitter na mira da Apple.

O site techcrunch.com dá como certo o interesse da Apple pelo Twitter, um dos produtos de Internet mais bem sucedidos do momento. Há pouco tempo o Google também havia tentado a sua sorte, mas sem sucesso.

O Twitter continua a somar utilizadores e a marcar pontos no mercado. Com o passar do tempo têm surgido inúmeros interessados em adquirir um dos mais bem sucedidos produtos de Internet dos últimos tempos. O site techcrunch.com assegura que as negociações entre a Apple e o Twitter se encontram "na última fase" e que esperam anunciar o resultado "em Junho na WWDC " - convenção anual de divulgação dos desenvolvimentos da Apple.
O site que cita uma fonte "fiável" assegura que o preço de aquisição deverá rondar os 700 milhões de dólares.

Até agora, os fundadores do Twitter têm-se mostrado indiferentes a algumas propostas que foram feitas, tanto pelo Google como pelo Facebook. Será que a Apple levará a melhor?

terça-feira, 14 de abril de 2009

Perigo: Twitter pode tornar-nos indiferentes?

A velocidade a que a informação chega e é actualizada em ferramentas como o Twitter pode adormecer o nosso sentido de moralidade e tornar-nos indiferentes aos sofrimento humanos. A conclusão é de um grupo de cientistas.

O que os cientistas dizem é que o cérebro não tem capacidade para digerir a informação à velocidade que ela nos chega através de ferramentas como o Twitter, a rede que convida cada um a dizer o que está a fazer num máximo de 140 caracteres (menos de metade deste parágrafo), e que tem sido adoptada pelos media (como é o caso da VISÃO ).

Um estudo da Universidade da Califórnia, citado pela CNN, conclui que essa diferença de velocidades - entre a informação e a sua assimilação - pode afectar o desenvolvimento emocional dos jovens. A teoria é a de que antes de o cérebro seja capaz de digerir a angústia e o sofrimento de determinada notícia, já está a ser bombardeado com a próxima informação.

"Se tudo se está a passar depressa demais, podemos não chegar a conseguir experimentar emoções sobre o estado psicológico dos outros e isso terá implicações na nossa moralidade", defende a investigadora Mary Helen Immordino-Yang.

Para a pesquisa, os cientistas analisaram a forma como um grupo de voluntários respondeu a histórias da vida real escolhidas especialmente para estimular os sentimentos de admiração por uma virtude ou habilidade e compaixão por uma dor moral ou física.

O grau de emoção foi verificado através de uma série de entrevistas antes e depois da captação de imagens do cérebro. Estas mostraram que os voluntários necessitaram de seis a oito segundos para reagir plenamente às histórias sobre a virtude ou sofrimento moral. Contudo, uma vez despertada esta emoção, a resposta durou muito mais do que as reacções suscitadas pelas histórias que se centraram na dor física.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Reino Unido vai controlar redes sociais.

O Governo britânico pretende monitorizar os sites sociais como o Facebook, MySpace, Twitter e Bebo. A iniciativa faz parte do novo plano antiterrorista.

A decisão de controlar as conversas nos chats, anunciada pelo Ministério britânico da Administração Interna, está a gerar uma onda de protestos.

O Governo decidiu arquivar, numa base de dados, os perfis e diálogos de milhões de pessoas que utilizam redes sociais, como o FaceBook , o Myspace , o Twitter ou o Bebo .

O jornal "The Guardian" avança que a medida vai ser posta em prática nas próximas semanas, alcançando todas as redes sociais, incluindo o serviço telefónico da Internet, Skype .

O executivo britânico justifica a iniciativa alegando tratar-se de uma questão de segurança. "Não sabemos se Osama Bin Laden está a utilizar o FaceBook " ou se no Twitter ou Myspace se estão a organizar ataques terroristas. Daí a necessidade de controlar este tipo de sites", defendeu Vernon Coaker, ministro da Administração Interna.

Coaker explicou os pormenores do plano antiterrorista e anti-crime organizado durante uma reunião da comissão parlamentar sobre as directivas da União Europeia para o controlo da informação, realizada anteontem.

Depois da medida ter sido anunciada, vários grupos de defesa dos Direitos Civis protestaram, considerando a decisão "abusiva" e uma "intromissão" na vida das pessoas.

Lobby pelo Facebook

Uma notícia divulgada pelo jornal inglês "The Independent", afirmava que responsável pela privacidade do FaceBook, Chris Kelly, organizará um "lobby" para derrubar a proposta.

A ideia de "policiar" os sites sociais encontra-se no topo das propostas do Governo de Gordon Brown, que pretende arquivar informação sobre cada chamada telefónica, e-mail ou visita na Internet feita por qualquer cidadão dentro do país.

A polémica está instalada. Internautas, intelectuais e oposição acusam o executivo de totalitarismo, comparando-o ao "Big Brother" do livro "1984" de George Orwell. A iniciativa, defendem, atenta contra a liberdade e a privacidade.

Informações pessoais controladas
Tom Brake, legislador liberal democrático, advertiu que este plano permite obter informações muito pessoais. "É muito preocupante que agora estejam a pretender controlar as redes sociais que contêm informação muito privada, como a sua orientação sexual, crenças religiosas e opiniões políticas".

O ministério da Administração Interna defende que a preocupação não são os conteúdos dos chats, mas sim "quem, onde e quando" está a utilizar as redes sociais.

Pelo menos metade da população no Reino Unido - cerca de 25 milhões de pessoas - utilizam redes sociais na Internet. Só o FaceBook tem cerca de 17 milhões de membros, enquanto o Bebo dez milhões.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Estão as redes sociais a mudar o nosso cérebro?

O Facebook e o Twitter estão a mudar a forma como pensamos. Ao que parece, literalmente. Uma prestigiada neurologista britânica diz que os efeitos culturais e psicológicos das relações online vão mudar o cérebro das próximas gerações: menos capacidade de concentração, mais egoísmo e dificuldade de simpatizar com os outros e uma identidade mais frágil são algumas das consequências que Susan Greenfield antecipa.
O alerta da especialista surge na mesma semana em que foi divulgado que Portugal é o terceiro país europeu que mais utiliza as redes sociais na Internet - de acordo com a Marktest, só em Março passado, os portugueses dedicaram quatro milhões de horas a estes sites. “Uma geração que cresce com novas tecnologias e num ambiente cultural diverso vai ser naturalmente diferente: da forma como processa os pensamentos, à moral e comportamentos”, concorda o neurologista Lopes Lima. No entanto, será uma geração mais adaptada às circunstâncias actuais - “faz parte da evolução humana”, diz.

Também o psiquiatra Álvaro de Carvalho considera que é inevitável que esta adesão às redes sociais e ás novas formas de comunicar “induza uma forma de funcionamento mental diferente: que tem aspectos negativos, mas também positivos.”. Na Câmara dos Lordes inglesa, Susan Greenfield salientou os negativos: a directora do reputado Royal Institution of Great Britain acredita que a exposição das crianças à rapidez da comunicação pode acostumar o cérebro a trabalhar em escalas de tempo muito curtas e aumentar as distúrbios de défices de atenção. Além disso, salienta a preferência pelas recompensas imediatas, ligada às áreas do cérebro que também estão envolvidas na dependência de drogas.

“Há o risco de não valorizar aspectos da vida que não são atractivos no imediato, enquanto se vai mais atrás do prazer rápido”, concorda Álvaro de Carvalho. “Nas crianças, aquilo que é óbvio é que as novas formas de comunicação, menos presenciais, criam um modelo de interacção menos humanizado, muito menos rico a nível emocional, já que a capacidade de sentir o outro é limitada”, diz o psiquiatra.

Ou seja, a capacidade de desenvolver empatia pelos outros também pode ser afectada. Esta mudança preocupa o neuropsicólogo Manuel Domingos. “Há pessoas que privilegiam a conversa atrás do teclado, onde podem ficar escondidas”, diz. Por isso, apesar de aparentemente facilitar a comunicação, acaba por a simplificar de mais, argumenta.

Para Álvaro de Carvalho, neste momento, ainda estamos a assistir à implementação de um novo modelo e por isso há muita especulação. “Há mais perguntas que respostas”, reconhece o psiquiatra.