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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Encontrados corpos e cadeira de avião da Yemenia.

As autoridades da Tanzânia divulgaram, na quarta-feira, que 13 corpos e uma cadeira de avião deram à costa em uma das praias do país, admitindo a hipótese de se tratarem de vítimas do acidente do Airbus A310 da companhia Yemenia.

De acordo com o comissário do distrito da Ilha de Mafia, Manzie Mangochie, os cadáveres são de cidadãos africanos e europeus, incluindo três mulheres.

Peritos franceses estão a ajudar na operação de identificação dos cadáveres, que poderão ser vítimas do Airbus A310 da companhia iemenita, que se despenhou na madrugada de 30 de Junho no oceano Índico ao largo das ilhas Comores.

Um porta-voz da polícia local, Mohammed Mhina, afirmou ainda que os corpos foram descobertos junto de uma cadeira de avião e de uma placa de metal onde se podia ler "Airbus".

A queda do avião da companhia iemenita Yemenia que ligava Paris às Ilhas Comores vitimou 152 pessoas. A única sobrevivente foi uma menina de 12 anos.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Queda de avião: Jovem sobrevivente resiste 13 horas no Índico.

Projectada do Airbus A310-300 da companhia aérea Yemenia, Bahia Bakari, de 14 anos, permaneceu cerca de 13 horas à deriva no Índico agarrada a um destroço do aparelho, até que um barco acabou por resgatá-la.

"É um milagre. Ela é muito corajosa." Foi nestes termos que o secretário de Estado francês para a Cooperação, Alain Joyandet, se referiu àquela que é, até agora, a única sobrevivente ao acidente do Airbus A310-300 da companhia aérea Yemenia , que ontem, se despenhou ao largo das Comores com 153 pessoas a bordo.

Até chegar ao hospital em Moroni, capital do arquipélago, Bahia Bakari, de 14 anos, viveu uma experiência que jamais esquecerá, tendo permanecido cerca de 13 horas à deriva no Índico agarrada a um destroço do avião, até que um barco acabou por resgatá-la.

Em entrevista à estação de rádio francesa RTL, o pai Bahia, que já falou com a filha por telefone, descreveu-a como uma pessoa "frágil" e que "mal sabia nadar".

Sobre o acidente, Kassim Bakari contou que a filha terá sido projectada do avião, tendo mergulhado no oceano mesmo ao lado da aeronave.

"Ela ouvia pessoas a falar à sua volta mas não conseguia ver ninguém na escuridão. A minha filha é muito tímida. Nunca pensei que conseguisse sobreviver", rematou Kassim Bakari.

Livre de perigo, ainda que muito traumatizada, segundo o secretário de Estado francês para a Cooperação, Bahia Bakari deverá ser transferida hoje à noite para um hospital em Paris.

As buscas prosseguem, mas até ao momento não foram encontrados sobreviventes.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Criança sobreviveu à queda do A310 no Índico.

Responsáveis da companhia aérea Yemenia garantem ter sido resgatado das águas do Índico uma criança de 14 anos que sobreviveu à queda do avião, que esta terça-feira se despenhou com mais 152 pessoas a bordo.

Uma criança de 14 anos (e não cinco como foi inicialmente anunciado) sobreviveu à queda de um A310 da companhia Yemenia Air e foi já resgatada de barco e transportada até ao hospital nas Comores. O seu estado de saúde e nacionalidade não foram divulgados.

Corpos e destroços do Airbus A310, da companhia Yemenia Air, foram também já localizados no Oceano Índico, na região das Ilhas Comores.

O avião, com 153 pessoas a bordo, tinha descolado da capital do Iémen com destino a Moroni, nas Comores. O acidente aconteceu quando o piloto tentava a aproximação ao aeroporto.

Ainda não é claro o porquê de não ter conseguido aterrar, mas um responsável da aviação civil iemenita adianta que "o tempo estava muito mau e o vento muito forte".

O acidente ocorre no mesmo mês em que o A330 da Air France se despenhou no Atlântico, com 228 pessoas a bordo, quando fazia a ligação entre o Rio de Janeiro e Paris.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Criança sobreviveu à queda do A310 no Índico.

Uma criança sobreviveu à queda em pleno Oceano Índico do avião da companhia Yemenia que seguia para as Ilhas Comores, com 153 pessoas a bordo.

Uma criança, passageira do Airbus A310-300 da companhia aérea Yemenia, que se despenhou hoje perto das Comores, foi encontrada "com vida" pelos socorristas, disseram fontes hospitalares locais.

"Uma criança foi encontrada com vida. Actualmente está no barco dos socorristas", declarou um médico do hospital El-Maaruf, principal estabelecimento hospitalar da capital das Comores. A informação foi confirmada pelo coordenador de operações de socorro do Crescente Vermelho.

Anteriormente, a aviação civil do Iémen dera conta da localização de pelo menos sete corpos dos 153 passageiros e tripulantes que seguiam a bordo do avião sinistrado.

Um avião fretado pelas autoridades das Comores sobrevoou esta manhã a carlinga do Airbus A310-300 da companhia Yemenia. "Um pequeno avião sobrevoou a zona e o piloto avistou destroços e viu a carlinga", afirmou Nourdine Bourhane.

Enquanto isso, o director do aeroporto internacional de Moroni indicara que as condições meteorológicas eram desfavoráveis no momento previsto para a aterragem do A310. "O avião era esperado à 1h30 (23h30 em Lisboa). Antes da aterragem, a torre de controlo perdeu as comunicações com a tripulação. As condições meteorológicas eram desfavoráveis, com fortes rajadas de vento", declarou Hadji Mnadi Ali.

Em declarações à rádio Europe 1, o secretário de Estado dos Transportes francês, Dominique Bussereau, considera que o mau tempo poderá ter estado na origem do acidente e anunciou que a França participaria no inquérito. O avião, com 153 passageiros e tripulantes a bordo, despenhou-se no mar menos de um mês depois da queda de um A330 da Air France, ocorrida a 1 de Junho no Atlântico, entre o Brasil e a França.

"Foram avistados cadáveres a flutuar à superfície da água e foi localizada uma mancha de combustível a 16 ou 17 milhas (cerca de 29 quilómetros) de Moroni", afirmou à imprensa um responsável da Aviação Civil, Mohamed Abdel Kader.

Entre os 142 passageiros, de nacionalidade francesa e comorense, havia três bebés e os 11 tripulantes eram de nacionalidades diferentes, precisou.

A maioria dos passageiros tinha embarcado no avião em trânsito em Sanaa, sendo que 52 vinham de Paris, 59 de Marselha, 11 do Cairo, 12 do Dubai (Emirados Árabes Unidos) e três de Jiddah (Arábia Saudita), um de Amã e um de Damasco, explicou.

O acidente ocorre no mesmo mês em que o A330 da Air France se despenhou no Atlântico, com 228 pessoas a bordo, quando fazia a ligação entre o Rio de Janeiro e Paris.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Paraquedista cai de 1800 metros e sobrevive.

James Boole, um paraquedista britânico, viu a morte bem perto, quando não conseguiu abrir o páraquedas e acabou por cair desamparado de 1800 metros... Resultado: fracturou a coluna, alguns dentes e costelas. Veja o VÍDEO.

James Boole, um experiente paraquedista que conta com cerca de 2500 saltos, não sabe como é que ainda cá está para contar esta história. Este britânico sobreviveu a uma queda livre de cerca de 1800 metros sem páraquedas aberto, na Rússia.

O paraquedista estava a filmar o colega para um documentário, o qual lhe devia ter dado um sinal para abrir o páraquedas. Mas esse gesto aconteceu dois segundos depois do previsto e quando Boole se apercebeu já era tarde demais. O chão aproximava-se a uma velocidade vertiginosa e pouco ou nada havia a fazer, a não ser pensar em quem amava.

"Pensei na minha mulher e na minha filha", afirmou. "Eu realmente achei que ia morrer, (tive) um incrível sentimento de tristeza e pensei como aquilo era injusto."

James Boole, que caiu sobre as rochas cobertas de neve e fracturou a coluna e algumas costelas, está agora em casa a recuperar do susto e das lesões.

"Durante as primeiras 48 horas depois do acidente achei que talvez estivesse morto e este era um tipo de limbo ou alguma outra realidade, porque eu não conseguia entender como ainda estava aqui depois de passar por isso", admitiu Boole.

sábado, 4 de abril de 2009

Japonês sobrevive a 2 bombas atómicas.

Tsutomu Yamaguchi testemunhou os ataques a Hiroshima e Nagasaki em 1945 e foi esta quarta-feira oficialmente reconhecido pelas autoridades do seu país como sobrevivente de duas bombas atómicas.

Duas bombas, duas ocasiões e um sobrevivente. É esta a história de Yamaguchi que 64 anos depois do fim da II Guerra Mundial é reconhecido como sobrevivente a duas bombas atómicas, Hiroshima e Nagasaki.

Esta comprovação garante ajuda financeira mensal do governo do Japão, check-ups gratuitos e auxílio-funeral.

No dia 6 de Agosto de 1945, o japonês estava em viagem de negócios quando o avião B-29 americano Enola Gay lançou a bomba atômica “Little Boy” sobre a cidade. Sofreu várias queimaduras no peito e nas costas.

No dia 7 de Agosto, Yamaguchi apanhou o comboio de regresso à cidade onde morava, em Nagasaki. Dois dias depois testemunhou a explosão da segunda bomba, a “Fat Man“, que matou 70 mil pessoas.9 de Agosto, 1945: O fumo eleva-se sobre o porto japonês de Nagasaki, depois da segunda bomba atómica por termo à II Guerra Mundial.