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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Júpiter terá sido atingido por um cometa.

O planeta Júpiter terá sido atingido por um objecto, possivelmente um cometa, indicaram astrónomos perante imagens da NASA que mostram um rasgão junto do pólo sul do gigante feito de gás.

As imagens, obtidas na segunda-feira pelo telescópio de infra-vermelhos da agência espacial norte-americana no Havai, surgem por ocasião do 15.º aniversário de outro choque com um cometa.

Em 1994, Júpiter foi bombardeado por fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

NASA obtém provas do impacto do Homem na Terra.

O Homem tem tido um papel de extrema relevância nas alterações climáticas que a Terra tem vindo a sofrer ao longo dos últimos anos. A NASA captou alguns VÍDEOS que o comprovam. VEJA!
O Dubai é um bom exemplo do que o Homem tem vindo a retirar à Natureza. Prédios mégalomanos surgem a uma velocidade vertiginosa neste país de luxos e extravagâncias. Mais cedo ou mais tarde a factura chegará e certamente que o preço a pagar será elevado.Na década de 60, o Mar de Aral era o quarto maior lago do mundo. No entanto, e devido a todas as alterações climáticas a que a Terra tem estado sujeita, este lago de água salgada, que fica situado no interior da Ásia, já perdeu 10% do seu tamanho original. Aliás, neste momento já há partes em que não chega a estar totalmente unido.A Amazónia tem sido outra das principais vítimas das alterações climáticas. Até ao momento sabe-se que já perdeu cerca de 35% da sua área original.Depois da Guerra do Golfo e com o fim do regime de Saddam Hussein, em 2003, os iraquianos demoliram os diques e canais que tinham drenado os pântanos. A partir daí deu-se uma drástica transformação na Mesopotâmia, a qual já causou a eliminação irreversível de algumas espécies.O Lago Powell, no Utah, que antigamente era uma das principais atracções para pescadores e turistas, tem vindo a perder grandes quantidades de água com o passar dos anos. Entre 2000 e 2005, os níveis de água desceram de forma preocupante e não há forma de travar essa deterioração.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

É o mais leve já detectado. Descoberto planeta extra-solar com apenas duas vezes mais massa que a Terra.

Não é uma segunda Terra, mas é o primeiro planeta encontrado fora do Sistema Solar cuja massa é pouco maior que a da Terra. Foi descoberto por uma equipa internacional de astrónomos com um espectrógrafo (o HARPS, High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher) e um telescópio de 3,6 metros de diâmetro do Observatório Europeu do Sul (ESO), situado em La Silla, no Chile.

“Com apenas 1,9 vezes a massa da Terra, é o exoplaneta com menos massa jamais detectado — e é muito provavelmente um planeta rochoso”, diz um dos co-descobridores, Xavier Bonfils, do Observatório de Grenoble, citado por um comunicado do ESO.

O planeta gira em torno da estrela Gliese 581, uma anã vermelha, muito menos brilhante do que o Sol, situada a 20,5 anos-luz de nós na direcção da constelação da Balança. Gliese 581e (o planeta) dá uma volta à estrela em 3,15 dias. Foi detectado graças ao método das velocidades radiais, que assinala a presença de planetas através das pequeníssimas variações de velocidade que a sua força gravitacional impõe à estrela-mãe.

O resultado é importante, explica um outro membro da equipa, Michel Mayor, do Observatório de Genebra: “É espantoso ver o caminho que percorremos desde que descobrimos o primeiro exoplaneta em torno de uma estrela normal em 1995 (...). A massa de Gliese 581e é 80 vezes inferior à [do planeta] Pegasi 51b.”

Os cientistas estão confiantes: vão fazer ainda melhor e encontrar um planeta ainda com menos massa na zona “habitável” de uma estrela — ou seja, onde há condições para a existência de água líquida à superfície.O sistema Gliese ganhou um novo planeta.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Muralha da China mais longa do que se pensava.

A Grande Muralha da China é mais longa do que se pensava e, incluindo trincheiras e barreiras naturais, chega quase aos 9.000 quilómetros de comprimento, segundo novos levantamentos geográficos divulgados esta segunda-feira.

Trata-se da maior fortificação do planeta, serpenteando por montes e vales desde o golfo de Bohai, na costa norte da China, até às províncias de Gansu e Qinghai, a caminho da Ásia Central.

A Grande Muralha da China, classificada em 1987 como Património da Humanidade, começou a ser construída há mais de dois milénios pelo imperador que unificou o país, Qin Shihuang, mas a maior parte do traçado foi erguido ou restaurado durante a dinastia Ming (1383-1644).

Além das secções muradas com tijolos, que são também as mais visitadas pelos turistas, a Grande Muralha da China incluía cerca de 2.200 quilómetros de rios e colinas, consideradas barreiras naturais, e quase 359 quilómetros de trincheiras.

Após uma investigação de dois anos, a Administração Estatal do Património Cultural e o Serviço Geográfico-Cadastral da China concluíram que, no conjunto, a Grande Muralha tem 8,851.8 quilómetros de comprimento, sendo "significativamente mais longa do que anteriores estimativas".

Tradicionalmente, aliás, dizia-se que a Grande Muralha da China estendia-se por Wan Li (10.000 li), o que corresponde a cerca de 5 mil quilómetros.

sábado, 28 de março de 2009

Milhares de cidades às escuras. Apagão em nome da Terra .

A cidade australiana de Sydney foi a primeira do mundo a apagar as luzes na operação “Uma hora pelo planeta”, a nove meses da cimeira de Copenhaga sobre o aquecimento global. Lisboa estava na rota do apagão (às 20h30). Nova Iorque ia em muitos lados mergulhar também na escuridão, já na nossa madrugada.

Eram 9h30 TMG (mesma hora em Lisboa) quando a brilhante metrópole começou a ficar salpicada de pontos escuros. Um dos primeiros foi a ópera, ex-libris da cidade, outro a ponte sobre a baía, que de repente deixou de cintilar.

Foi só o começo. À medida que o mundo rodou, e a noite foi descendo, centenas de cidades, de uma lista de 3929, de 90 países, incluindo este ano também a África do Sul, foram fazendo o mesmo. E além delas muitos monumentos, entre 371 voluntários, entre eles a Acrópole, as pirâmides Gizé, a Torre Eiffel, entre muitas outras.

Em Hong Kong, centenas de edifícios desligaram as luzes. Nos Emirados Árabes Unidos, um dos maiores consumidores de energia do mundo, vários fizeram o mesmo. E no Egipto. E na Grécia.

Alpinistas tinham previsto colocar no pico do Everest, a 8000 metros de altitude, uma bandeira a assinalar o apagão deste ano, o terceiro desde que as associações ecologistas francesas da Aliança pelo Planeta lançaram a ideia, no dia 1 de Fevereiro de 2007.

Muitos edifícios e monumentos de Nova Iorque preparavam-se à noite para entrar na escuridão, como o Empire State ou o da Chrysler, ou a ponte de Brooklin. E a seguir a ela cidades como Washington, Chicago ou Los Angeles, que vivem das luzes, ou Dallas, ou Miami.

Mil milhões de pessoas de todo o mundo estavam convidadas pela organização ambientalista WWF para desligarem as luzes num gesto simbólico, a nove meses da cimeira de Copenhaga sobre o aquecimento climático. Cinco graus a mais na temperatura do planeta são os suficientes para acelerar dramaticamente o desaparecimento dos gelos dos pólos, dizem os cientistas. E isso, dizem os técnicos, mexerá demasiado com o planeta tal como o conhecemos.Sydney antes e durante o apagão.