Um urso preto asiático descontrolou-se e atacou nove pessoas que se encontravam num local turístico em Takayama, no Japão. Quatro pessoas ficaram feridas com gravidade. O urso acabou morto por atiradores, horas depois do primeiro ataque.
A cidade de Takayama, no Japão, foi palco de ataques por parte de um urso preto asiático. O animal feriu nove pessoas, quatro delas com gravidade, e acabou por ser abatido por atiradores, poucas horas depois da primeira investida.
O urso, com 1,3 metros de altura e cerca de 5 anos, começou por atacar, no sábado à tarde, perto do estacionamento de um terminal de autocarros. Depois, o animal seguiu para uma loja, onde foi isolado e acabou morto.
Já em terra, uma das passageiras do voo 128 da Continental Airlines conta que viu pessoas sem cinto a serem projectadas para o tecto do avião. Outra garante que acreditou que o aparelho ia cair. Relatos de momentos de pânico a bordo.O voo 128 fazia a ligação entre o Rio de Janeiro Brasil, e Houston, nos EUA, quando a passagem por uma zona de forte turbulência, sobre o mar das caraíbas, pôs quase todos os 168 passageiros e 11 tripulantes a pensar na tragédia do airbus da Air France.
Uma mulher que seguia a bordo do avião conta que os passageiros que viajavam sem cinto "voaram" e "bateram com a cabeça do tecto" do aparelho. A passageira relata ainda que as máscaras de oxigénio cairam, formando a ideia de "um filme de terror".
O incidente ocorreu seis horas depois da descolagem e o Boeing da Continental Airlines chegou a perder altitude durante cerca de 10 segundos.
Uma outra passageira contou ao Miami Herald que "parecia que ia cair".
Segundo a Continental e os serviços médicos do Aeroporto Internacional de Miami, aproximadamente 28 passageiros receberem atendimento médico no local, dos quais 14 foram transferidos para hospitais.
Pelo menos nove pessoas morreram e 70 ficaram feridas numa colisão, ontem à noite, entre duas composições do metropolitano de Washington.
O acidente é considerado o mais grave da história do metropolitano da capital dos Estados Unidos, disse o presidente da câmara de Nova Iorque, Adrian Fenty.
Um dos comboios estava estacionado na linha, à espera de ordem para avançar quando foi abalroado por outra composição.
Entre as vítimas mortais está a operadora do comboio que provocou a colisão, Jeanice McMillan, de 42 anos, diz o “Washington Post”.
As causas do acidente estão ainda por apurar, mas as investigações vão focar-se numa eventual falha do sistema de sinalização da rede do metro, que é operado informaticamente, adianta o mesmo diário.De um modo geral, as composições, ambas de seis carruagens, são dirigidas por um sistema computorizado ou a partir da central de operações. A investigação terá de determinar se o comboio que provocou o choque estava a ser conduzido à distância ou manualmente. Neste último caso, a inexperiência da operadora, que estava ao serviço do metro de Washington desde 2007, poderá ser apontada como uma das causas do acidente.
A colisão deu-se à hora de ponta de Washington (22h00 em Lisboa). Os dois comboios envolvidos dirigiam-se para a capital e, por isso, não iam cheios.
A maioria dos feridos foi assistida no local do acidente e seis foram hospitalizados.
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, enviou uma mensagem de condolências aos familiares e aos amigos das vítimas do acidente.
Nove pessoas foram detidas, esta sexta-feira, em Hong Kong quando, "armadas" de esfregões e outros equipamentos de limpeza, se envolveram numa rixa numa rua da cidade.
O grupo de trabalhadores de limpeza começou os desacatos durante um trabalho numa loja devoluta na zona de North Point, em Hong Kong.
A polícia foi chamada ao local para acabar com os desacatos, que resultaram em oito feridos transportados ao hospital com pequenos ferimentos e todos os trabalhadores detidos.
Trinta passageiros de um Boeing 747 da companhia norte-americana Northwest Airlines ficaram feridos, dez deles em estado grave, devido a forte turbulência sentida a bordo no voo entre Manila e Tóquio. O avião, que deveria seguir viagem rumo a Los Angeles, trazia 422 passageiros a bordo, tendo aterrado às 12h19 locais (03h19 de Lisboa) sem, contudo, ter feito aterragem de emergência.
Masashi Takahashi, porta-voz do aeroporto de Narita, em Tóquio, disse que «a turbulência foi sentida 25 a 30 minutos antes da aterragem, quando se acendeu a luz de apertar os cintos».