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terça-feira, 30 de junho de 2009

Calor faz derreter o asfalto numa auto-estrada da Bélgica.

As elevadas temperaturas fizeram segunda-feira derreter o asfalto num troço de auto-estrada na Bélgica e forçaram as autoridades a fechá-la à circulação durante o tempo que for preciso para fazer as reparações necessárias.

"O asfalto derreteu por causa do calor e as reparações efectuadas durante o Inverno cederam à passagem dos automóveis" criando buracos na auto-estrada E-42 que liga as cidades de Mons, Namur e Liège na Valónia (sul da Bélgica), explicaram os gestores da rede viária às cadeias de televisão do Reino.

A auto-estrada foi fechada ao trânsito ao final da tarde para permitir os trabalhos de reparação. Segundo a polícia federal, a auto-estrada poderá ficar fechada por um longo período. Serão criados desvios.

terça-feira, 24 de março de 2009

Belga de 93 anos em greve de fome para obter eutanásia.

Amelie Van Esbeen não preenche os requisitos previstos pela lei para que lhe seja aplicada a medida terminal. Não está doente, apenas farta da vida.

O tema da eutanásia está novamente aceso na Bélgica: uma mulher de 93 anos está há dez dias em greve de fome para convencer as autoridades a permitirem que lhe seja aplicada a eutanásia.

Amelie Van Esbeen não sofre de qualquer "doença incurável", nem de "sofrimentos constantes, insuportáveis ou que não possam ser amenizados", tal como a lei exige para que seja aplicada a eutanásia. Contudo, a belga está farta de vida: "A única coisa que me pode fazer feliz é a morte. A minha vida acabou", declarou ao jornal "Soir".

Com uma filha, nove netos e oito bisnetos, a idosa não preenche os requisitos para que lhe seja aplicada a medida terminal. Segundo a televisão belga RTBF, a família começou por ficar chocada, mas depois aceitou a decisão de Amelie. Actualmente a viver num lar, a idosa está determinada a levar avante a sua vontade e deixou por escrito um pedido para que não seja reanimada ou alimentada por tubos. E deixa o apelo: "Ajudem-me a morrer". Amelie Van Esbeen não sofre de qualquer doença grave, mas quer morrer

domingo, 25 de janeiro de 2009

Bebé ferida na Bélgica é filha de pais portugueses.

Segundo fonte da comunidade portuguesa na Bélgica à Lusa, a bebé está internada no hospital de Gent, a cerca de 50 quilómetros de Bruxelas, e «foi operada sexta-feira devido a ferimentos muito graves, mas segundo os médicos não deverá correr perigo de vida».
A fonte adiantou que os pais da bebé emigraram para a Bélgica «há já alguns anos e são comerciantes».
Contactada pela Lusa, fonte do gabinete da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas confirmou que a menina de quatro meses está entre as vítimas do ataque e que «está internada nos cuidados intensivos, mas segundo os médicos não corre perigo de vida».

A mesma fonte acrescentou que «foi prestado aos pais a solidariedade e disponibilidade de apoio do Governo português».
Na sexta-feira, um homem - que entretanto já foi detido pelas autoridades - entrou numa creche em Termonde, na Bélgica, assassinando dois bebés de 6 e 9 meses, uma empregada do infantário que tentou intervir e feriu dez outras crianças e dois adultos.

O homicida - cuja identidade não foi revelada pela polícia - entrou no infantário maquilhado com o rosto branco e olhos pintados de preto.
Segundo as autoridades belgas, na altura da detenção, o homicida estava equipado para cometer uma «verdadeira carnificina», transportando três facas, um machado e um colete à prova de balas.

Quatro crianças e um adulto já deixaram este sábado o hospital, continuando hospitalizadas outras cinco vítimas, embora fora de perigo.
O móbil deste triplo assassínio, que revoltou a Bélgica, continua a ser desconhecido porque o seu autor, um rapaz de 20 anos, se remeteu ao silêncio.

O jovem estava desempregado e vivia sozinho na aldeia de Sinaai, a oeste da cidade de Antuérpia.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Três pessoas assassinadas num infantário na Bélgica .

Duas crianças e um adulto foram esta manhã mortos por um homem, armado com uma faca, num infantário na Bélgica, em Dendermonde, a trinta quilómetros de Bruxelas.

De acordo com algumas testemunhas, um homem entrou numa creche na localidade de Dendermonde (norte da Bélgica) e esfaqueou várias pessoas que ali se encontravam. Uma criança e um adulto morreram no local e outra criança acabou por sucumbir depois de ter dado entrada no hospital. Estavam dezoito crianças no infantário, com idades compreendidas entre os zero e os três anos e seis adultos.

Doze dos presentes ficaram feridos, dez crianças e dois adultos, tendo sido encaminhados para seis hospitais da região. Apesar de existirem feridos graves, estão todos fora de perigo, informou um médico, citado pela AFP.

Segundo o site do jornal belga "Het Laatstse Nieuws", o alegado agressor, um paciente psiquiátrico de 28 anos, alto e magro, com a cara pintada de branco e preto e o cabelo de vermelho chegou ao infantário por volta das 09h00 (10h00 em Lisboa) e pediu informações. De seguida começou a esfaquear quem encontrava.

Depois de uma curta fuga de bicicleta acabou por ser capturado. As motivações para esta atitude são ainda desconhecidas.

De acordo com o responsável da Câmara de Dendermonde para os Assuntos Sociais, Theo Janssens, vários adultos ficaram feridos por se terem metido no caminho entre o agressor e as crianças. “O homem deu em maluco”, disse Janssens.

O primeiro-ministro belga, Herman Van Rompuy, já enviou uma mensagem de condolências às famílias das vítimas e agradeceu à polícia por ter capturado rapidamente o suspeito.
Um dos familiares das vítimas recebe apoio das autoridades.