O East London Derby, o mais sangrento de Londres, entre os eternos rivais West Ham e o Millwall registou várias invasões de campo e violentos confrontos, que terminaram com dezenas de feridos, um deles esfaqueado.
Inglaterra voltou a ser palco de uma violenta batalha entre adeptos de futebol. Esta terça-feira, o jogo referente à Taça da Liga Inglesa entre o West Ham United e o seu rival histórico, o Millwall, ambos de Londres, foi palco de sucessivas invasões de campo e confrontos que terminaram com um ferido grave.
Segundo o site da BBC, durante confusão, um homem foi esfaqueado, dezenas de pessoas ficaram feridas, mas apenas dois adeptos foram presos. O tumulto terá começado ainda do lado de fora do estádio e, segundo a polícia de Londres, foi causado por adeptos sem ingressos.
Já dentro do estádio, a policia teve que conter algumas invasões de campo. A primeira delas aconteceu no fim do jogo, quando o West Ham, jogando em casa, empatou a partida e levou o jogo para a prolongamento. Na segunda, no início da etapa complementar, cerca de 50 adeptos da equipa da casa entraram no relvado, depois do golo da reviravolta.
No fim da partida, após o terceiro golo do West Ham, aconteceu a pior das invasões, e foram necessários 200 policias e 20 oficiais a cavalo para conter as centenas de adeptos dentro do relvado. Algumas horas após o fim da partida, ainda eram identificados focos de confusão e confrontos com a polícia nos arredores do estádio Upton Park.
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
David Beckham envolve-se em confrontos com adeptos.
Os adeptos do Los Angeles Galaxy não esconderam a animosidade em relação a David Beckham, durante o jogo de domingo contra o AC Milan, clube a quem o jogador esteve emprestado e Beckham acabou por se envolver em confrontos. Foi bem "calorosa", mas não no bom sentido, a recepção dos adeptos do Los Angeles Galaxy a David Beckham, no jogo de domingo contra a equipa italiana a quem o jogador esteve emprestado desde Janeiro e na qual teria preferido ficar.Apesar de ter estado envolvido nos dois golos do clube americano, os adeptos não pouparam o jogador britânico e empunharam vários cartazes com mensagens anti-Beckham, assobiando-o e insultando-o.
Ao intervalo, Beckham dirigiu-se a uma das bancadas para responder aos adeptos, mas acabou por ser impedido pelos seguranças do encontro, que tiveram também de deter um dos espectadores, que invadiu o relvado.
sábado, 2 de maio de 2009
Novo vídeo mostra que Susan Boyle já tinha talento aos 22 anos.
Com menos 25 anos, uma jovem escocesa cantava confiante uma música de Barbra Streisand perante uma plateia de adeptos de futebol, em 1984. NÃO PERCA O VÍDEO.
O vídeo mostra uma jovem Susan Boyle a cantar num clube de futebol escocês, em 1984, 25 anos antes de se tornar uma estrela pela sua actuação no programa de televisão Britain's Got Talent.
Na altura, Boyle interpretou The Way We Were, de Barbra Streisand, evidenciando à-vontade em palco, antes de receber um forte aplauso.
O vídeo mostra uma jovem Susan Boyle a cantar num clube de futebol escocês, em 1984, 25 anos antes de se tornar uma estrela pela sua actuação no programa de televisão Britain's Got Talent.
Na altura, Boyle interpretou The Way We Were, de Barbra Streisand, evidenciando à-vontade em palco, antes de receber um forte aplauso.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Jogo de futebol vira batalha campal.
Que os argentinos têm sangue quente já todos sabemos. Que facilmente se envolvem em confrontos dentro das quatro linhas, também não é novidade. Mas, desta vez, durante um jogo da 2ª Divisão, os ânimos ultrapassaram todos os limites do razoável.
Os jogadores de duas equipas, Guaraní e Cruzeiro do Norte, da 2ª divisão Argentina, perderam a cabeça no fim do jogo da 2ª mão do Torneio da Argentina B... e resolveram utilizar o relvado para uma verdadeira batalha campal.
Depois de ter estado a perder por 2-0, e de ter visto dois jogadores serem expulsos, a Guaraní ainda recuperou no marcador, não tendo, no entanto, conseguido evitar a derrota por 3-2.
Os jogadores da Guaraní sentiram-se, mais uma vez, 'roubados' e resolveram partir para a violência. As autoridades foram obrigadas a intervir, mas nem isso fez com que os ânimos se acalmassem.
Os adeptos, que pagaram para ver um jogo de futebol, acabaram por ser brindados com um espectáculo extra, repleto de murros e pontapés. Simplesmente inacreditável... Ora veja!
Os jogadores de duas equipas, Guaraní e Cruzeiro do Norte, da 2ª divisão Argentina, perderam a cabeça no fim do jogo da 2ª mão do Torneio da Argentina B... e resolveram utilizar o relvado para uma verdadeira batalha campal.
Depois de ter estado a perder por 2-0, e de ter visto dois jogadores serem expulsos, a Guaraní ainda recuperou no marcador, não tendo, no entanto, conseguido evitar a derrota por 3-2.
Os jogadores da Guaraní sentiram-se, mais uma vez, 'roubados' e resolveram partir para a violência. As autoridades foram obrigadas a intervir, mas nem isso fez com que os ânimos se acalmassem.
Os adeptos, que pagaram para ver um jogo de futebol, acabaram por ser brindados com um espectáculo extra, repleto de murros e pontapés. Simplesmente inacreditável... Ora veja!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Vídeo: Sérgio Conceição atirou objecto ao público e foi expulso.

Quem conhece Sérgio Conceição, sabe que é um jogador temperamental. Se dúvidas houvesse, os adeptos gregos ficaram a conhecer a face 'rebelde' do jogador português durante a jornada do passado fim-de-semana.
Os adeptos gregos do Aris Salónica ficaram a conhecer o 'mau feitio' de Sérgio Conceição no jogo do último fim-de-semana do campeonato helénico.
O capitão do PAOK - orientado por Fernando Santos - não gostou que o público lhe atirasse objectos, quando se preparava para marcar um pontapé de canto, e ripostou. O árbitro assistente viu e o internacional português recebeu imediatamente ordem de expulsão, com um cartão vermelho directo.
Até sair do relvado, a confusão instalou-se e foram necessárias várias pessoas para acalmar Conceição e levá-lo para o túnel de acesso aos balneários.
O dérbi de Tessalonica foi um jogo muito tenso, que chegou a ser interrompido perto do final da primeira parte, devido aos inúmeros objectos que os adeptos insistiam em atirar para o relvado. No balanço, ninguém se saiu a rir e o encontro terminou com o resultado de 0-0.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Agressão ao árbitro no Benfica-FC Porto. "Foi um flash que me passou", diz o agressor em julgamento.
Frente a frente em tribunal, o adepto 'encarnado' e o árbitro auxiliar do jogo Benfica-FC Porto explicaram o "cachaço" de há dois meses, na Luz. Árbitro está a ser seguido por psicóloga.
Carlos Santos, totalmente careca e com uma comprida barba branca ponteaguda, não sabe o que lhe passou pela cabeça quando mascarado de Diabo decidiu invadir o relvado do estádio da Luz e agredir pelas costas o fiscal de linha José Ramalho, com um 'apertão' na zona da nuca.
O insólito episódio ocorreu durante a 1ª parte do jogo Benfica-FC Porto, da 2ª jornada do campeonato da I Liga de futebol, disputado a 30 de Agosto, foi registado pelas câmaras televisivas, mas não obrigou sequer à interrupção do dérbi que terminou empatado a 1-1.
Ao Expresso, Carlos Santos garantiu que está "arrependido e envergonhado" do que fez. Contou ao Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa que não tinha gostado que o árbitro não tivesse assinalado alguns fora-de-jogo do ataque portista e quis chamar-lhe a atenção para esse facto.
Não pretendeu magoar José Ramalho, mas tão só dar-lhe um toque: "Foi um flash que me passou", disse o agressor em julgamento. Recorda que estava na bancada central, muito próximo da vedação que separa o público do recinto do jogo, e que se limitou a sair por uma porta que estava aberta. Sem segurança nenhuma, como fez questão em repetir várias vezes.
O árbitro auxiliar, sem ter a menor ideia do que se passava nas suas costas, foi surpreendido com uma pancada forte na nuca. Um "cachaço", como especificou aos presentes. Desequilibrou-se, andou uns metros para a frente, mas não chegou a cair.
De pronto alertou, pelo intercomunicador, o árbitro principal para a agressão sofrida, mas o internacional Jorge Sousa pediu-lhe que aguentasse até ao intervalo. Atitude justificada pelo facto de em jogos com aquele nível de tensão qualquer interrupção poder criar reacções mais agressivas da parte do público.
A determinada altura do julgamento de hoje, a tentativa de esclarecimento da intensidade da agressão sofrida por José Ramalho originou uma discussão semântica em redor das expressões "calduço e cachaço" utilizados por alguns depoentes. Uma dúvida que levou o juiz a questionar por diversas vezes: "Mas foi um calduço ou um cachaço?"
Gozado e ameaçado na rua
Afastado da arbitragem, José Ramalho, árbitro há 15 anos, ficou atónito e perplexo com o que se tinha passado e questionou-se como tal tinha sido possível num jogo com tamanho grau de segurança. Na segunda-feira a seguir foi analisado no Instituto de Medicina Legal, onde lhe diagnosticaram um traumatismo cervical. Ficou sem trabalhar cinco dias.
Mas o pior não foi isso. Em casa, o seu filho de cinco anos tinha visto tudo na televisão. A mulher de José Ramalho contou que este desatou a chorar a e gritar a perguntar por que razão ninguém ajudava o pai. Na rua, nos dias seguintes e, como contou ao tribunal, até hoje, passou a ser gozado e ameaçado de levar mais "calduços".
Sem conseguir aguentar a pressão, Ramalho tornou-se mais irritadiço, à noite tinha pesadelos e deixou mesmo de arbitrar jogos em Portugal. Está a ser seguido por uma psicóloga.
Ao invés, Carlos Santos continua a não perder nenhum jogo do Benfica. Ainda na quinta-feira passada esteve na Luz. Os amigos garantiram em tribunal que é um homem pacífico, que já correu a Europa atrás da equipa 'encarnada', e não conseguem encontrar explicação para o sucedido. Segundo as suas testemunhas de defesa, a mulher e filhas ficaram duas semanas sem lhe falar depois do ocorrido.
O 'diabo de Gaia' - nome por que ficou conhecido porque, além da barbicha, vestia, nesse jogo, um 'corta vento' vermelho e tapava a careca com um gorro com corninhos, da mesma cor - é acusado de invasão de recinto desportivo e ofensa à integridade física.
A sentença será proferida na quinta-feira.
Carlos Santos, totalmente careca e com uma comprida barba branca ponteaguda, não sabe o que lhe passou pela cabeça quando mascarado de Diabo decidiu invadir o relvado do estádio da Luz e agredir pelas costas o fiscal de linha José Ramalho, com um 'apertão' na zona da nuca.
O insólito episódio ocorreu durante a 1ª parte do jogo Benfica-FC Porto, da 2ª jornada do campeonato da I Liga de futebol, disputado a 30 de Agosto, foi registado pelas câmaras televisivas, mas não obrigou sequer à interrupção do dérbi que terminou empatado a 1-1.
Ao Expresso, Carlos Santos garantiu que está "arrependido e envergonhado" do que fez. Contou ao Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa que não tinha gostado que o árbitro não tivesse assinalado alguns fora-de-jogo do ataque portista e quis chamar-lhe a atenção para esse facto.
Não pretendeu magoar José Ramalho, mas tão só dar-lhe um toque: "Foi um flash que me passou", disse o agressor em julgamento. Recorda que estava na bancada central, muito próximo da vedação que separa o público do recinto do jogo, e que se limitou a sair por uma porta que estava aberta. Sem segurança nenhuma, como fez questão em repetir várias vezes.
O árbitro auxiliar, sem ter a menor ideia do que se passava nas suas costas, foi surpreendido com uma pancada forte na nuca. Um "cachaço", como especificou aos presentes. Desequilibrou-se, andou uns metros para a frente, mas não chegou a cair.
De pronto alertou, pelo intercomunicador, o árbitro principal para a agressão sofrida, mas o internacional Jorge Sousa pediu-lhe que aguentasse até ao intervalo. Atitude justificada pelo facto de em jogos com aquele nível de tensão qualquer interrupção poder criar reacções mais agressivas da parte do público.
A determinada altura do julgamento de hoje, a tentativa de esclarecimento da intensidade da agressão sofrida por José Ramalho originou uma discussão semântica em redor das expressões "calduço e cachaço" utilizados por alguns depoentes. Uma dúvida que levou o juiz a questionar por diversas vezes: "Mas foi um calduço ou um cachaço?"
Gozado e ameaçado na rua
Afastado da arbitragem, José Ramalho, árbitro há 15 anos, ficou atónito e perplexo com o que se tinha passado e questionou-se como tal tinha sido possível num jogo com tamanho grau de segurança. Na segunda-feira a seguir foi analisado no Instituto de Medicina Legal, onde lhe diagnosticaram um traumatismo cervical. Ficou sem trabalhar cinco dias.
Mas o pior não foi isso. Em casa, o seu filho de cinco anos tinha visto tudo na televisão. A mulher de José Ramalho contou que este desatou a chorar a e gritar a perguntar por que razão ninguém ajudava o pai. Na rua, nos dias seguintes e, como contou ao tribunal, até hoje, passou a ser gozado e ameaçado de levar mais "calduços".
Sem conseguir aguentar a pressão, Ramalho tornou-se mais irritadiço, à noite tinha pesadelos e deixou mesmo de arbitrar jogos em Portugal. Está a ser seguido por uma psicóloga.
Ao invés, Carlos Santos continua a não perder nenhum jogo do Benfica. Ainda na quinta-feira passada esteve na Luz. Os amigos garantiram em tribunal que é um homem pacífico, que já correu a Europa atrás da equipa 'encarnada', e não conseguem encontrar explicação para o sucedido. Segundo as suas testemunhas de defesa, a mulher e filhas ficaram duas semanas sem lhe falar depois do ocorrido.
O 'diabo de Gaia' - nome por que ficou conhecido porque, além da barbicha, vestia, nesse jogo, um 'corta vento' vermelho e tapava a careca com um gorro com corninhos, da mesma cor - é acusado de invasão de recinto desportivo e ofensa à integridade física.
A sentença será proferida na quinta-feira.
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