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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

'Fritzl australiano' prendeu e violou filha durante 30 anos.

A polícia australiana anunciou hoje a prisão de um homem acusado de manter a filha em cativeiro durante 30 anos e de ter tido filhos da relação. O caso, ocorrido em Melbourne, lembra o do austríaco Josef Fritzl, que manteve a filha trancada durante 24 anos, mantendo um relação incestuosa que gerou sete filhos.

O homem, que actualmente tem por volta de 60 anos, começou a violentar a filha quando ela tinha apenas 11 anos, afirma o "Herald Sun”. Segundo o jornal, a esposa do suspeito negou ter conhecimento das violações e disse que abriu um processo judicial depois de ter recebido os resultados dos exames de DNA que provaram que o marido era o pai dos filhos da própria filha.

A polícia do estado de Victoria recusou-se a comentar o caso, já que uma decisão judicial determinou o sigilo das investigações e a não divulgação da identidade dos suspeitos.

O primeiro-ministro de Victoria, John Brumby, prometeu uma investigação para determinar como um caso de tamanha amplitude passou inadvertido pelas autoridades.

Segundo o Herald Sun, as quatro crianças nascidas do incesto tinham deformações e os partos foram realizados em hospitais de Melbourne, a capital de Victoria. Uma delas, uma menina, faleceu por problemas de saúde.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Pausas para surfar na Net aumentam produtividade.

Ao contrário do que pensam muitos patrões, uma breve pausa para ler notícias ou ver vídeos durante o expediente não reduz a produtividade. Antes pelo contrário, garante um investigador da Universidade de Melbourne.

Sabia que navegar na Web nas horas de expediente aumenta a sua produtividade? Foi pelo menos a esta conclusão que chegaram investigadores da Universidade de Melbourne, Austrália, que num estudo agora divulgado concluíram que quem usa a Internet no local de trabalho por razões de ordem pessoal produz mais 9% do que quem não o faz.

De acordo com o autor deste estudo, Brent Coker, do Departamento de Gestão e Marketing, "navegar na Internet no local de trabalho por lazer aumenta a concentração de quem o faz".

"As pessoas precisam de espairecer um pouco para recuperar a concentração", afirma Coker.

Ainda segundo este investigador, "fazer breves intervalos para navegar na Internet, por exemplo, permite descansar a cabeça, elevando a concentração durante a jornada de trabalho, o que se traduz num aumento global da produtividade".

70% dos 300 trabalhadores que colaboraram neste estudo confessaram fazer breves paragens durante o expediente (menos de 20% do tempo total de serviço por dia) para procurar informação sobre produtos, ler notícias, jogar ou ver vídeos no YouTube.

"As empresas gastam milhões em software para bloquear o acesso aos sites de partilha de vídeos, às redes sociais ou a lojas online sob o pretexto de causarem grandes prejuízos resultantes de quebras na produtividade", lembrou Coker, garantido que "este estudo mostra que não é bem assim".