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sábado, 19 de setembro de 2009

Mãe de Michael Jackson vai receber 58 mil euros por mês.

A mãe de Michael Jackson receberá 86 mil dólares (cerca de 58.500 euros) por mês para financiar os seus gastos e os dos três filhos do recém-falecido "rei da pop".

No testamento, preparado em 2002, Jackson, que morreu a 25 de Junho, deixou a maior parte da sua fortuna calculada em 500 milhões de dólares (340 milhões de euros) aos seus filhos e à mãe, Katherine, de 79 anos.

Katherine Jackson receberá mensalmente cerca de 26 mil dólares para custear os seus gastos pessoais e 60 mil para sustento e educação dos três filhos de Michael Jackson: Prince Michael, de 12 anos, Paris Michael, de 11 e Prince Michael II, tembém conhecido por 'Blanket' (lençol), de sete anos.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Latoya Jackson sabe quem matou o irmão.

A irmã do rei da pop fala de "uma conspiração de um grupo de pessoas" que queria ficar com o dinheiro de Jackson. "Michael valia mais morto do que vivo", diz Latoya.

Latoya Jackson afirma que "houve uma conspiração" para matar o irmão. Em entrevista ao "News of the World", Latoya afirma que são várias as pessoas responsáveis pela morte de Michael Jackson, que tencionam ficar com o dinheiro do rei da pop.

"Michael valia mais morto do que vivo", diz Latoya, assegurando ainda que o mesmo "grupo de pessoas" roubou muito dinheiro e várias jóias da casa do cantor. Além do roubo e da conspiração, a irmã de Jackson afirma que Michael foi viciado em drogas pelas mesmas pessoas, que o queriam afastar da família e amigos "para que se sentisse só e vulnerável".

Nas declarações, feitas dois dias depois de o chefe da Polícia de Los Angeles ter admitido que a hipótese de assassinato estava a ser investigada, Latoya revela que foi ela quem insistiu em que fosse feita uma segunda autópsia no cadáver depois de ter vista "marcas de picadas no pescoço e nos braços". Quanto aos resultados finais, diz que serão "será um choque" para todo mundo.

Sobre os sobrinhos, Latoya garante que nunca os deixará a viver com a mãe biológica, Debbie Rowe, uma vez que esta faz parte do tipo de pessoas que "esteve junto a Michael só porque lhe interessava seu dinheiro".

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Michael Jackson proibia os filhos de se verem ao espelho.

Que as crianças não tinham tido uma infância normal, já era do conhecimento geral. Mas o biógrafo de Michael Jackson revelou, recentemente, que o cantor proibia os filhos de se olharem no espelho e obrigava-os a desfazerem-se dos brinquedos, com medo que estivessem contaminados.

Desde andarem de cara vendada, ao não poderem sair à rua. O mais novo chegou a ficar pendurado na janela pelas mãos do próprio pai... foram inúmeros os episódios públicos protagonizados por Michael Jackson e pelas suas três crianças. No entanto, dentro de suas casas ainda há muito mais para contar e descobrir.

O biógrafo do cantor desvendou alguns dos mistérios que envolviam o relacionamento de Michael com os seus filhos. J. Randy Taraborrelli admitiu que o artista proibia as crianças de se verem ao espelho e que as obrigava a desfazerem-se dos seus brinquedos todos os dias, sob pena de ficarem contaminados.

"Ele mandava os brinquedos que as crianças recebiam para orfanatos", explicou o amigo de Michael, acrescentando que "Michael sempre fazia com que eles dividissem e aconselhava-os a jamais dizerem que um brinquedo era seu se um amigo estivesse por perto".

O Daily Mail assegura que a estrela pop "nunca bateu ou gritou com os filhos" e que sempre procurou transmitir-lhes os principais valores morais. Em pequenos, todos eram acompanhados por duas amas e duas enfermeiras, ou não fosse Michael obcecado por doenças.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Destino do corpo de Michael Jackson é um mistério.

Será, porventura, mais um dos mistérios em torno da figura de Michael Jackson. Que destino teve, ou terá, o corpo do cantor? Já foi sepultado? Ainda vai ser? Onde e quando? Ou será cremado? O segredo está bem escondido.Um dia depois da cerimónia pública de adeus a Michael Jackson, terça-feira , no Staples Center, em Los Angeles, continua sem saber qual do destino final do corpo do Rei da Pop.

Apesar da mobilização dos helicópteros de várias televisões norte-americanas, que seguiram o cortejo fúnebre que saiu do pavilhão, por volta das 13h locais (21h de Lisboa), a família Jackson conseguiu fugir à perseguição, quando se dirigiu ao hotel Beverly Wilshire. A partir dessa altura, a imprensa perdeu a pista do carro que transportava o caixão dourado do artista.

O cemitério Forest Lawn, nas colinas de Hollywood, onde na manhã esta terça-feira o corpo de Jackson foi velado por parentes e amigos, não dá qualquer informação sobre seus serviços fúnebres, dentro de sua política de sobriedade e discrição.

A Polícia de Los Angeles, que divulgou informações logísticas sobre a operação montada para o funeral de Jackson e mobilizou 3,2 mil homens para o efeito, não revelou nada sobre o local do descanso final do Rei da Pop.

Segundo o site especializado em celebridades TMZ.com, Jackson não será sepultado em Forest Lawn, e, possivelmente, o carro com o caixão dourado foi usado para despistar a imprensa e os fãs. Coloca-se, inclusivamente, a hipótese do que o caixão que esteve no Staples Center não continha, sequer, os restos mortais do cantor.

Alguns jornais acreditam que a família decidirá cremar o corpo de Jackson e espalhar as cinzas pelo rancho Neverland.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Michael Jackson demasiado magro e com comprimidos no estômago.

De acordo com o tablóide The Sun, a primeira autópsia ao corpo de Michael Jackson revela que o "rei da pop" tinha comprimidos no estômago e que não teria comido nada naquele que acabou por ser o seu último dia de vida. O cantor pesaria apenas 51 quilos quando morreu.

A primeira autópsia - uma segunda foi pedida pela família - mostra, alegadamente, o corpo do cantor muito debilitado, sem ter nada no estômago além de comprimidos parcialmente dissolvidos.

Devido às tentativas de reanimação, conta ainda o tablóide, o corpo de Michael Jackson apresenta várias costelas partidas e são ainda visíveis os quatro furos de seringa perto do coração para a aplicação de adrenalina.

O The Sun avança ainda que o "rei da pop" estava a ficar careca, pelo que usaria uma peruca.

Hematomas nos joelhos e várias cicatrizes foram também encontrados.

domingo, 28 de junho de 2009

Polícia localiza médico de Michael Jackson.

As autoridades de Los Angeles informaram que o médico particular de Michael Jackson se prontificou a ajudar nas investigações às causas morte. Crescem as suspeitas de overdose de medicamentos. VEJA E OIÇA o telefonema a pedir uma ambulância para casa do cantor.A polícia de Los Angeles anunciou este sábado já ter conseguiu localizar o médico particular de Michael Jackson. Através de um telefonema, o cardiologista ter-se-á prontificado a ajudar nas investigações às causas da morte do rei da pop.

O médico que, segundo a agência de notícias Associated Press é o cardiologista Conrad C. Murray, é considerado a principal testemunha do caso, já que estava com o cantor no momento em que ele entrou em paragem cardiorespiratória.

Na sexta-feira, Charlie Beck, assistente-chefe da polícia de Los Angeles, confirmou que interrogará o médico, que estava em casa de Michael Jackson, no momento em que a chamada de emergência foi feita. Beck revelou ainda que a polícia já havia conversado rapidamente com o médico, logo após a morte de Jackson.

"Para se determinar a causa da morte, é importante entrevistar todas as pessoas que estiveram em contacto com o senhor Jackson antes de sua morte. Particularmente, a pessoa responsável por cuidar de sua saúde. É importante falar com o médico", concluiu.Segundo a pessoa (não identificada) que fez o chamado de emergência para os bombeiros, a partir da casa de Michael Jackson, o médico teria sido a única testemunha no momento em que o cantor sofreu a paragem cardíaca.

Excesso de medicamentos.
Em entrevista à cadeia de televisão CNN, na quinta-feira, Brian Oxman, advogado e amigo de Michael Jackson, afirmou que o cantor abusava de remédios. De acordo com a Fox News, doses de um medicamento conhecido como Demerol foram encontradas na casa de Jackson.Semelhante à morfina, a droga é um derivado sintético do ópio, um anestésico forte e com risco de causar dependência.

O medicamento - que tem uso restrito até mesmo em serviços de urgência médica - é indicado para alguns casos de dor intensa, como para pacientes que sofreram cirurgias, infarte agudo ou espasmos durante trabalho de parto.

A própria bula recomenda que o remédio seja utilizado "sob rigoroso controle médico", pois pode "provocar dependência física" e tem, na sua lista de reações adversas possíveis, "depressão do centro respiratório", principalmente em caso de overdose.

Ainda segundo a Fox News, a polícia também encontrou doses de Xanax (controlador de ansiedade) e Zoloft (antidepressivo). Medicamentos semelhantes eram consumidos por celebridades como Heath Ledger e Anna Nicole Smith, mortos recentemente devido a overdose de remédios.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Michael Jackson: Partido Demasiado Cedo.

25 de Junho de 2009, por volta do meio dia, Michael Jackson morre em Los Angeles de paragem cardíaca.

Só de pensar que nunca mais ele vai poder dançar como dançava. Electricidade de relâmpago! O cantor encontrava-se na sua casa em Bel Air quando um membro da sua entourage ligou para as emergências médicas às 12 horas 21 minutos. Levado inconsciente para o hospital da universidade da Califórnia, foi dado como morto após uma hora passada na sala de reanimação. Tinha 50 anos.

Primeiro, as crianças. O cantor tinha 3 filhos, todos chamados Michael Jackson. Mas a mãe inseminada, Debbie Rowe, quase certamente não vai ficar com elas agora que o pai morreu. Ms. Rowe já pediu (e voltou a pedir) ao tribunal que lhe fosse dada custódia das crianças mas, de ambas as vezes, aceitou o dinheiro que Michael Jackson lhe ofereceu para se manter afastada. Michael Jackson não tem fama de grande pai. Um dia pendurou um dos filhos de uma janela, durante uma digressão europeia.

De outra vez, em Budapeste, fugiu à escolta oficial para ir revisitar as crianças que estavam a morrer de cancro num hospital. Aniko Navai, uma assistente que segiu os passos do cantor durante a passagem pela Hungria em 1994, disse que Michael Jackson começou por pedir que 100 mil crianças estivessem à espera dele no aeroporto. O avião privado do cantor só ia aterrar às 2 da manhã. Não estavam as crianças mas estavam inúmeros repórteres da comunicação social.

Jackson nasceu em Gary, no estado do Indiana. Num programa apresentado por Oprah Winfrey referiu que o pai o espancava, por vezes com o cinto, se erros fossem cometidos durante os ensaios caseiros do grupo Jackson 5, do qual o pequeno Michael era vocalista. O que ele quis dizer foi que, embora a sua alma tenha sido quebrada muito cedo, estava aqui para provar que era mais forte que todos e que tudo, mesmo mais forte que toda uma infância vivida nas piores circunstâncias. O Thriller continua a ser o disco de maior sucesso em todo o mundo, desde sempre. Invencible, o álbum derradeiro, vendeu 10 milhões de cópias. Acusado de abuso sexual de menores muitos anos mais tarde, foi ilibado em tribunal. Tinha passado algum tempo no Dubai e, desde o início do ano, mudara-se de Las Vegas para Los Angeles. Alugara uma mansão de muros altos, a 100 mil dólares por mês.

Está neste momento, sexta de manhã, a ser feita autópsia em Los Angeles. Será necessário esperar pelos resultados da toxicologia para se saber o que matou o cantor. Sabia-se que estava dependente de analgésicos, alguns à base de ópio. Durante um dos julgamentos ficou testemunhado que recorria a doses fortes de tranquilizantes.

No momento da morte tinha por perto o médico privado. A especulação mais recente alega que o médico lhe deu uma injecção antes da chamada frenética para as emergências. Não se sabe ao certo se a medicação intravenosa provocou a morte ou foi uma tentativa desesperada de o reanimar (longe do olhar público e da possível falência comercial caso notícias desestabilizadoras viessem à superfície). Se o problema era cardíaco, é possível que a crise tenha originado no trabalho feito na noite anterior. Jackson alugara o espaço amplo do Staples Center, a arena de basquetebol onde os Lakers tinham ganho a taça dias antes, e passara horas a cantar, a dançar, a conviver com os fãs e a produzir um vídeo em 3D para ser usado nos espectáculos de Londres.

A morte vem num momento surpreedente. A canção Give In To Me, por exemplo, tinha regressado à rádio. Constara do álbum Dangerous e só chegara ao primeiro lugar na Nova Zelândia mas, porque é um tema no qual participa a guitarra hard rock do ídolo Slash, começou a fazer parte da banda sonora actual, cada vez mais cheia de rugidos e de cruzamentos de estilos. Alem de ter assinado um contrato para fazer uma série de concertos em Londres - imediatamente esgotados - estudava a possibilidade de transformar o seu rancho em Santa Inês, Neverland, em algo parecido com o Graceland de Elvis Presley.

Casinos de Macau e Las Vegas mostraram-se interessados em encenar um musical só com os grandes êxitos. Após uma década conturbada, Michael Jackson preparava-se para a grande ressurreição, desta vez maior que nunca e com talento para ultrapassar a fama da Madonna ou a dos Beatles. Ciente de que ocupava um lugar distinto nas artes americanas e mundiais, o cantor suspendeu há dias o leilão dos objectos privados, do qual fazia parte a famosa luva branca e brilhante que sempre foi associada à sua coreografia genial. A morte, alem de ter colocado as rádios de Los Angeles em fase de homenagem, tem sido vista como uma tragédia. Só quando os temas dele são tocados uns a seguir aos outros é que fica claro o legado cultural com que ele nos agraciou. Da dança à voz passando pela sua tendência de Peter Pan que não encontrava lugar confortável no mundo adulto, a morte prematura foi algo que Jackson, certamente, nunca imaginara.

Em Los Angeles, como em todas as cidades, há umas carrinhas que fazem visitas itinerantes aos locais de, supostamente, interesse. Ontem, um carro da Holywood Tours carregado de turistas fazia a ronda das mansões de Bel Air. Ao microfone, o guia só disse isto no momento em que os portões se abriram para deixar entrar a ambulância. "This is Michael Jackson's estate, everyone. So, I guess we'll find out later in the news what happened". Tinha morrido o rei.