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terça-feira, 28 de julho de 2009

“Brüno” ameaçado por terroristas palestinianos.

Sasha Baron Cohen, o actor que dá vida à personagem Brüno no filme com o mesmo nome, foi ameaçado pela organização terrorista palestiniana Brigada de Mártires Al Aqsa, que se declarou “muito preocupada” por ter aparecido no filme.

A reacção do grupo surge no seguimento de uma cena que retrata uma entrevista de Brüno a Ayman Abu Aita, que diz, no filme, ser líder da Al Aqsa. A personagem de Baron Cohen pede a Abu Aita que o grupo palestiniano o rapte – “Quero ser famoso. Quero ser raptado pelos melhores do ramo. A Al-Qaeda é muito de 2001”.

Numa declaração publicada no World Net Daily, o grupo terrorista ficou irritado com a referência em “Brüno” e afirmou reservar-se "o direito de responder da forma que achamos adequada a este homem. O filme é parte de uma conspiração contra a Brigada de Mártires Al Aqsa”. Acrescentou também que “foi um uso incorrecto do nosso irmão Ayman e não aceitamos que a Brigada de Mártires Al Aqsa seja parte deste filme”.

O advogado de Abu Aita afirmou que este foi enganado para aparecer no filme e que já não estava envolvido com o movimento palestiniano e confirmou que Aita vai processar Baron Cohen. O actor e comediante já reforçou a sua segurança depois da publicação da declaração dos Mártires Al Aqsa.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Latoya Jackson sabe quem matou o irmão.

A irmã do rei da pop fala de "uma conspiração de um grupo de pessoas" que queria ficar com o dinheiro de Jackson. "Michael valia mais morto do que vivo", diz Latoya.

Latoya Jackson afirma que "houve uma conspiração" para matar o irmão. Em entrevista ao "News of the World", Latoya afirma que são várias as pessoas responsáveis pela morte de Michael Jackson, que tencionam ficar com o dinheiro do rei da pop.

"Michael valia mais morto do que vivo", diz Latoya, assegurando ainda que o mesmo "grupo de pessoas" roubou muito dinheiro e várias jóias da casa do cantor. Além do roubo e da conspiração, a irmã de Jackson afirma que Michael foi viciado em drogas pelas mesmas pessoas, que o queriam afastar da família e amigos "para que se sentisse só e vulnerável".

Nas declarações, feitas dois dias depois de o chefe da Polícia de Los Angeles ter admitido que a hipótese de assassinato estava a ser investigada, Latoya revela que foi ela quem insistiu em que fosse feita uma segunda autópsia no cadáver depois de ter vista "marcas de picadas no pescoço e nos braços". Quanto aos resultados finais, diz que serão "será um choque" para todo mundo.

Sobre os sobrinhos, Latoya garante que nunca os deixará a viver com a mãe biológica, Debbie Rowe, uma vez que esta faz parte do tipo de pessoas que "esteve junto a Michael só porque lhe interessava seu dinheiro".