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domingo, 31 de maio de 2009

Professora acusada de abusar de aluno de 14 anos.

O New York Times avança com a história de uma professora que foi acusada formalmente de violação de um aluno. A mãe do rapaz de 14 anos encontrou inúmeras mensagens da mulher de 27 anos no telemóvel do filho.

Melissa Weber está em uma prisão preventiva por abuso sexual, informou Richard A. Brown, promotor do distrito de Queens, em Nova Iorque. Esta professora, acusada de violação sexual de um aluno, pode vir a ser condenada a sete anos de prisão.
A professora,de 27 anos, e o aluno, de 14, encontravam-se depois das aulas e o New York Times avança que Melissa chegou a pedir ao rapaz para não contar nada a ninguém. Tudo corria como o planeado não fosse a história ter chegado aos ouvidos da mãe do adolescente. A progenitora obteve o número da docente e depois encontrou o que procurava no telemóvel do filho... centenas de mensagens no telemóvel que denunciavam o que estava a acontecer.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Mãe condenada a prisão por esbofetear o filho.

Um puxão de orelhas e uma bofetada deixaram a criança a sangrar do nariz. O caso acabou em tribunal e a mãe foi condenada a 67 dias de prisão, além da proibição de se aproximar do filho.

Uma mãe foi condenada a 67 dias de prisão e ficou proibida de se aproximar do filho de doze anos, durante um ano, por lhe ter dar uma bofetada e puxado a orelha.

A agressão aconteceu na sequência de uma discussão sobre os trabalhos de casa da criança, que foi referida no processo como "difícil" e "desobediente". A mãe acabou por puxá-lo pela orelha e dar-lhe uma bofetada, que levou o filho a bater com a cabeça no lavatório, acabando por ficar a sangrar do nariz.

Contudo, a mãe da criança não irá cumprir a sentença graças ao indulto (forma de extinção da punibilidade, com acto de clemência do Poder Público). A mulher, residente em Jáen , Espanha, fica apenas obrigada a não cometer qualquer delito nos próximos anos, sob pena de acabar por ter de cumprir o tempo de prisão que lhe estava destinado.

O advogado da mãe, Ignacio Amor, considera que o indulto era "a medida que todos esperavam", uma vez que aquela condenação era um acontecimento "raríssimo". No entanto, o advogado frisa que esta história "dá lugar a que se volte a pensar em rever a lei".