Mostrar mensagens com a etiqueta Tecnologia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tecnologia. Mostrar todas as mensagens

sábado, 19 de setembro de 2009

Turistas impedidos de comprar iPhone nos EUA.

Se quiser comprar o aparelho nos EUA, a partir de agora, terá de possuir nacionalidade americana. O novo iPhone 3GS custa 199 dólares (€136); em Portugal o mesmo modelo é vendido por €599,9 - mais do quádruplo do valor.

Nos Estados Unidos o iPhone está a ser vendido apenas a cidadãos norte-americanos ou com residência no país. A medida recente impede visitantes de comprarem o aparelho multifunções da Apple, que só pode ser vendido mediante a apresentação de um documento oficial comprovativo de cidadania ou residência.

O preço atractivo, em comparação com a Europa, levou a Apple a aplicar esta medida proteccionista.

Nos Estados Unidos, o novo iPhone 3GS (16Gb) custa 199 dólares (€136); em Portugal o mesmo modelo é vendido por €599,9 - mais do quádruplo do valor - ou €359,9 (se for com um contrato de permanência no operador por dois anos). A versão de 32Gb custa 299 dólares (€205), por oposição aos €689,9 que é necessário despender para comprar o aparelho em Portugal.

O modelo anterior, o 3G, é vendido por apenas 99 dólares (€68), sete vezes menos que o preço praticado no nosso país: €499,9. De referir que os preços indicados implicam um contrato de permanência de 2 anos no operador que comercializa o iPhone nos Estados Unidos (AT&T).

iPhones retidos na alfândega.
Nos aeroportos portugueses, os serviços alfandegários têm dado especial atenção aos voos provenientes de Nova Iorque. O Expresso sabe que os inspectores mantêm uma vigilância apertada sobre passageiros e, inclusive, sobre tripulações de voos com origem nos Estados Unidos.

O motivo é, obviamente, a procura de produtos electrónicos, com especial incidência no iPhone. Alguns dos aparelhos acabam por ficar retidos na alfândega devido aos seus proprietários, alegadamente, por se recusarem a pagar as taxas aduaneiras, já que nalguns casos os equipamentos chegam a ficar mais caros do que se fossem adquiridos em Portugal.

Um comissário de bordo da TAP confirmou ao Expresso este cenário. "Quando chegamos de Nova Iorque, seja em Lisboa ou no Porto, somos sempre revistados. Estão sempre atentos para ver se trazemos produtos electrónicos. Agora a preocupação com os iPhones diminuiu um pouco porque nos Estados Unidos só os estão a vender a cidadãos americanos", explica.

Contudo, essa preocupação esbate-se quando a origem dos voos muda. "A tripulação sai por um corredor, diferente do dos passageiros, onde também estão funcionários alfandegários. Ultimamente só temos sido revistados nos voos dos Estados Unidos".

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

10 milhões aderem ao browser da Opera.

Lançada no dia 1 de Setembro, a nova versão do browser da Opera já chegou a mais de 10 milhões de computadores.

A empresa europeia anunciou orgulhosa os números, que na sua história são um recorde, em parte explicado pela introdução de uma nova tecnologia no browser que tem ajudado a aguçar o interesse sobre o produto.
A tecnologia Turbo é uma novidade da nova versão, especialmente útil para quem acede à Internet a partir de uma ligação com banda menos larga, ou pouco estável. Nestas situações o utilizador pode activar o Turbo e com isso encolher até 80 por cento a informação em trânsito.

A empresa reconhece que a novidade é um dos grandes atractivos da nova versão, que também conta com outras novidades focadas especialmente na simplificação da navegação.

A Opera garante que já acumula 40 milhões de clientes nos seus serviços de browsing onde concorre com o Internet Explorer, o Firefox, o Chrome e outros.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

NASA não tem dinheiro para voltar à Lua até 2020, nem tecnologia para ir a Marte.

Os planos lançados pelo Presidente George W. Bush para o regresso de astronautas à Lua em 2020 não vão tornar-se realidade, a não ser que a agência espacial norte-americana tenha um reforço mesmo muito grande no seu orçamento, concluiu o comité independente de peritos encarregue pela Casa Branca de rever a estratégia da NASA, num relatório preliminar.

Por ora, tudo o que resta para a exploração espacial americana é continuar pela órbita da Terra, na Estação Espacial Internacional (ISS) – embora, a partir do ano que vem, a NASA fique sem naves para lá chegar, porque terá de aposentar de vez os vaivéns. Para chegar à ISS, os Estados Unidos contam pagar à Rússia para viajar nas cápsulas Soiuz.

Missões tripuladas a Marte, aquilo com que agora sonham muitos entusiastas e até os astronautas que pisaram a Lua na década de 70, são ainda demasiado perigosas para se levarem conta, diz o painel de peritos, nas conclusões preliminares entregues à Casa Branca.

Desenvolver novas naves e foguetões para alcançar a Lua necessitaria de um financiamento de três mil milhões de dólares todos os anos, dizem os especialistas. Os planos de regresso à Lua foram cortados na raiz porque o seu orçamento de 108 mil milhões de dólares a dez anos sofreu um corte de 30 milhões, adianta a agência Reuters. “Não podemos cumprir este programa com este orçamento”, comentou Sally Ride, a primeira mulher norte-americana no espaço, e membro deste comité de peritos.

A única coisa que resta é um investimento reforçado na estação espacial – que tem o benefício agregado de desenvolver o mercado dos serviços de lançamento para órbita, de turistas ou carga. Aliás, investir na criação de um mercado nesta área é altamente recomendável, disse Sally Ride. “Gostávamos que a NASA largasse o negócio de transportar pessoas para órbitas baixas da Terra”, disse. O painel recomenda que se adicionem 2500 milhões de dólares ao orçamento anual da agência espacial, entre 2011 e 2014, para pagar por serviços comerciais de transporte para a ISS.

Mas, mesmo que houvesse dinheiro, o regresso à Lua não devia ser a próxima grande aposta nas missões tripuladas. Missões até asteróides (como os que podem eventualmente colidir com a Terra, causando uma catástrofe semelhante à que matou os dinossauros, há 65 milhões de anos) poderiam ser economicamente mais rentáveis, e entusiasmar mais o público.

O objectivo final deverá ser o de realizar missões tripuladas a Marte – mas o dinheiro e as tecnologias necessárias não estão disponíveis. “Tentar ir directamente para Marte hoje com a tecnologia actual seria demasiado arriscado, e é um risco a que a NASA não deveria estar associada. O mais provável é que não tivesse sucesso”, disse Norm Augustine, ex-director da Lockheed-Martin e coordenador do painel de peritos.

Actualmente, a NASA não tem previsto mais financiamento para estação espacial a partir de 2015, um projecto em que estão envolvidas 16 nações ou entidades (uma delas é a Agência Espacial Europeia, da qual Portugal faz parte).

domingo, 26 de julho de 2009

Segurança afectada por falha do Flash Player.

Uma falha de segurança da aplicação da Adobe pode comprometer a segurança dos computadores em diversos sistemas operativos. A solução para já passa por desactivar a ferramenta.

A Adobe já reconheceu esta falha de segurança e a existência de ataques de hackers baseados no bug. Apesar de estar a trabalhar no problema, as correcções só serão publicadas a 30 de Julho no caso do Flash Player e a 31 no Adobe Reader e no Acrobat Reader.
Depois de ter comunicado no início da semana a existência da vulnerabilidade, a Adobe já elevou para crítico o nível de alerta face ao surgimento de ataques de hackers que exploram esta falha.
Os computadores com sistemas operativos Windows, Mac e Linix podem ser comprometidos se um utilizador aceder com o seu browser a uma página com Flash embebido num documento PDF, mas o ficheiro pode chegar também num anexo de correio electrónico.
O centro de emergência do CERT já recomendou a todos os utilizadores para desligarem a funcionalidade do Flash dos seus browsers Web.
A grande disseminação da utilização do Flash Player é um dos principais perigos, já que a aplicação está presente num grande número de computadores com diferentes sistemas operativos, funcionando sobre todos os principais browsers.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Cábulas tecnológicas acabam em prisão.

Pelo menos oito chineses foram presos recentemente por terem ajudado os seus filhos a cabular nos exames de acesso à universidade, com recurso a dispositivos electrónicos.

A informação é avançada pela agência Reuters, que citando a imprensa local refere que estes oito condenados foram acusados de ajudar os seus filhos a cabular, utilizando sistemas de comunicações sem fios.

O caso deste grupo de oito pais remonta a 2007, quando tiveram a ideia de ajudar os seus filhos através de métodos electrónicos.

Além do recurso a telemóveis e a auscultadores sem fios, estes pais contrataram estudantes universitários, que foram pagos para responder às questões dos exames de acesso ao ensino superior, que deviam ser respondidas pelos seus filhos.

A táctica foi descoberta quando as autoridades identificaram aquilo que denominam como «sinais de rádio anormais» junto da escola onde tudo correu.

Como resultado os pais foram condenados a penas de prisão entre os seis meses e três anos de prisão por acesso ilegal a segredos de Estado.

Fonte: Xicórias & Xicorações

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Windows Vista e Second Life disputam “fiasco do ano”.

Já foram apresentados os candidatos à edição deste ano dos Fiasco Awards, uma iniciativa que tem como objectivo distinguir os projectos tecnológicos que se revelaram um fiasco em 2008. O mundo virtual Second Life e o sistema operativo Windows Vista são dois dos finalistas.
Sob o lema «Deus distingue os tolos», os prémios Fiasco são o equivalente aos prémios Razzies para os Óscares de Hollywood, que premeiam os piores filmes do ano, e têm como objectivo «promover uma atitude positiva perante os fiascos».

Neste caso os promotores pretendem premiar os projectos desenvolvidos a nível mundial na área das tecnologias, que custaram milhões e não tiveram os resultados esperados ou foram bastante criticados.

Além do Second Life e do Windows Vista, a lista de finalistas inclui ainda o Lively, o mundo virtual do Google que não durou meio ano, ou o projecto One Laptop per Child, entre outros.

A entrega dos prémios vai ter lugar a 26 de Fevereiro em Barcelona. Até lá os cibernautas podem visitar o site da iniciativa para votarem naquele que consideram ser o fiasco tecnológico do ano.

Fonte: Xicórias & Xicorações