Mostrar mensagens com a etiqueta Primeiro-Ministro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Primeiro-Ministro. Mostrar todas as mensagens

domingo, 7 de junho de 2009

Saramago volta a chamar deliquente a Berlusconi.

O escritor José Saramago qualificou o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, de "deliquente" e um "vírus", num artigo publicado pelo jornal espanhol El Pais.

O escritor José Saramago qualificou o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, de "deliquente" e um "vírus", num artigo publicado hoje pelo jornal espanhol El Pais ( LEIA AQUI na íntegra ).

"Chamei-o de delinquente e não me arrependo", escreve Saramago que já tinha chamado "delinquente" a Berlusconi no seu mais recente livro "Caderno" que a editora Einnaudi se recusou a publicar.

"Desde há vários anos, a coisa Berlusconi comete delitos de gravidade variável mas sempre provado. E que mais é, ele não transgride as leis, mas bem pior, com efeito fabrica-as para proteger os seus interesses públicos e privados, o do político, do empresário, e do acompanhador de menores", segundo Saramago.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Zapatero diz asneira à frente do presidente russo.

A língua do Primeiro-Ministro espanhol atraiçoou-o em plena conferência de imprensa conjunta com o Presidente russo, Dmitri Medvedev, colocando-o numa situação embaraçosa. Veja o VÍDEO.
Num encontro deste género já é habitual a 'troca de galhardetes' que os chefes de estado ou os representantes dos mesmos fazem entre si. Mas desta vez, o discurso não correu de feição a Zapatero, que enquanto enaltecia a relação entre Espanha e Rússia, acabou por pronunciar a palavra 'proibida'. Essa mesmo, a que começa com um F.

Uma mera troca de palavras colocou o Primeiro-Ministro espanhol numa situação embaraçosa. No entanto, Zapatero não se desmanchou e continuou o seu discurso. Quem não conseguiu esconder a incredulidade foi Medvedev, que após ter ouvido a tradução retirou o phone do ouvido para tentar perceber se tinha entendido bem.

"O número de turistas espanhóis na Rússia tem aumentado nos últimos tempos. Estima-se que sejam já cerca de 500 mil. Já decidimos, inclusivamente, criar um acordo que estimule, beneficie e f..." disse Zapatero, que após uma breve pausa (na qual surgiram algumas reacções hilariantes de todos os presentes), prosseguiu e concluiu o seu discurso... "para suportar o turismo".

É caso para dizer que, afinal, não é só a Língua Portuguesa que é traiçoeira.