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sábado, 23 de maio de 2009

Caso suspeito de gripe A nos Açores deu negativo.

O homem de 34 anos que foi hoje internado no Hospital Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, por suspeita de gripe A não está infectado com o vírus H1N1, revelou a Secretaria Regional de Saúde dos Açores.

Um comunicado enviado à agência Lusa revela que "foram negativos os resultados das análises do caso em investigação", afastando as suspeitas levantadas quando o homem se dirigiu à unidade de saúde com sintomas de gripe.

O homem, regressado há dois dias dos Estados Unidos, ficou em observação no Hospital de Ponta Delgada devido às queixas que apresentava e à sua proveniência.

Este foi o segundo caso suspeito de gripe A no arquipélago, tendo as análises em ambas as ocasiões sido negativas.

A Secretaria Regional de Saúde confirmou que "não existem mais casos em investigação nos Açores" relacionados com a gripe A. Portugal continua a ter apenas um caso confirmado.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Espanhol mordido por tubarão nos Açores.

Um tripulante do pesqueiro espanhol "Nuevo Cedes" foi mordido ontem por um tubarão no mar dos Açores. De nacionalidade espanhola, a vítima, de 49 anos, ficou ferida no antebraço esquerdo.

O homem foi imediatamente recolhido pelo navio hospital "Juan de la Costa" - que presta auxílio a embarcações pesqueiras da Comunidade Europeia no Atlântico Norte - , mas ao início da manhã de hoje teve de ser evacuado pela Força Aérea Portuguesa para o Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada.

A evacuação aeromédica foi solicitada pouco depois das seis horas da manhã e a recuperação, através do sistema de guincho de um helicóptero Puma, foi concretizada às 8h45 a 240 quilómetros a Sudoeste do Faial. O pescador foi transportado para a Base Aérea Nº4 e daí transferido para um Aviocar, que o levou até ao Aeroporto de Ponta Delgada. Ali, uma ambulância aguardava a vítima para a transportar até ao hospital da cidade.

As circunstâncias em que o tripulante espanhol foi atacado ainda são desconhecidas, mas pode ter ocorrido durante a descarga das redes para bordo. O caso não é inédito nas missões de resgate da Força Aérea Portuguesa naquelas águas.