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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Tony Blair vai cobrar 196 euros por ser fotografado com admiradores.

Admiradores de Tony Blair terão oportunidade de ser fotografados com o antigo primeiro-ministro britânico pagando 180 libras (196 euros) durante uma conferência no Canadá.

Durante uma hora, 100 pessoas desfilarão diante do ex-líder trabalhista, com o qual trocarão apenas breves palavras e um amplo sorriso, enquanto um fotógrafo de serviço capta o momento para a posteridade, informa hoje o Sunday Times.

Trata-se da Cimeira Económica Regional de British Columbia marcada para o próximo dia 06 de Outubro, cujo custo para assistir é equivalente a 420 libras (462 euros), preço que já inclui um suplemento de 180 libras para pagar a fotografia com Blair.

Também foram postas à venda 500 outras entradas que custam menos 180 libras mas que não consignam retrato com o político, cuja eventual candidatura à presidência da União Europeia está a ser objecto de promoção.

Como explicou ao jornal Norman Stowe, um dos organizadores do evento, apenas foram postas à venda 100 entradas com direito a opção fotográfica.

Tony Blair dedicará duas horas à reunião e falará durante 30 minutos. Embora não tenha sido divulgado quanto receberá da organização da conferência, o Sunday Times calcula que seja cerca de 110 mil euros.

Em Março passado, o antigo primeiro-ministro britânico arrecadou cerca de 440 mil euros por duas conferências que pronunciou nas Filipinas.

Crê-se que Blair tenha ganho mais de 16 milhões de euros desde que deixou o seu cargo oficial na Downing Street há dois anos e passou o testemunho a Gordon Brown.

Segundo Tom Kenyon-Slaney, director do Londres Speaker Bureau, agência que se dedica a gerir este tipo de intervenções, "Blair é venerado nos Estados Unidos, onde é visto como uma combinação da Rainha Isabel II, Winston Churchill e Margaret Thatcher".

sexta-feira, 16 de maio de 2008

'Lamento e peço desculpa'

Foi deste modo que o Primeiro-Ministro, José Sócrates, reagiu à “chamada de atenção” das associações antitabágicas por este ter fumado a bordo do avião em que viajou até à Venezuela numa visita oficial àquele país.

“De facto fumei, com o ministro da Economia enquanto conversávamos, mas no convencimento de que se podia fumar, porque assim sempre aconteceu nas outras viagens anteriores”, foi desta forma que José Sócrates justificou o acto de ter fumado a bordo do avião que levou a comitiva oficial portuguesa a Caracas. “Se por algum motivo violei algum regulamento, alguma lei, lamento e peço desculpa, não voltará a acontecer, até porque vou deixar de fumar”, confessou.


No entanto, a penitência do Primeiro-Ministro não convenceu nem o PSD, nem o Bloco de Esquerda que defendem que Sócrates deverá ser multado “e de forma exemplar” de modo a dar o “exemplo”.