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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Antes dormir sozinho que... acompanhado.

Poderá não ser o melhor para a vida conjugal, mas um estudo revela que dormir em camas separadas pode ser bem melhor para a sua saúde.

As premissas poderão não ser controversas, mas a conclusão não deve agradar à maioria dos casais: partilhar a cama pode levar a disputas sobre os cobertores ou a discussões a propósito do ressonar, o que implica a perda de horas de sono. A conclusão de um especialista britânico de que mais vale dormir sozinho chega depois de estabelecida uma ligação entre dormir mal e depressão, doenças cardíacas, derrames, distúrbios pulmonares, acidentes de trânsito e industriais e divórcio.

Neil Stanley, criador de um dos principais laboratórios para o estudo do sono na Grã-Bretanha, que dorme separado da mulher, argumenta que a moda de partilhar o leito só começou com a Revolução Industrial, por uma questão de espaço em cidades sobrelotadas, e que, antes disso, era raro os casais dormirem juntos.

Também Robert Meadows, sociólogo da Universidade de Surrey, defende, segundo a BCC, que "aa verdade, as pessoas sentem que dormem melhor quando estão com um parceiro, mas as evidências sugerem o contrário."

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Mutação de gene explica menor necessidade de dormir.

A mutação rara de um gene pode explicar a razão por que algumas pessoas precisam de dormir menos do que outras, revela um estudo da revista científica Science.

Investigadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, liderados pela professora de neurologia Ying-Hui Fu, identificaram uma mãe, de 69 anos, e uma filha, de 44 anos, que durante toda a vida tiveram menos necessidade de dormir do que a maioria dos indivíduos.

As duas mulheres, com mutações no gene que regula o relógio biológico (DEC2), precisavam de dormir apenas seis horas por noite, enquanto o tempo médio necessário para cada pessoa permanecer saudável varia entre sete e nove horas.