Mostrar mensagens com a etiqueta estranho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta estranho. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Como é que um sapo foi parar dentro de uma lata de Pepsi?

Depois de analisado o estranho intruso encontrado dentro de uma lata de Diet Pepsi, as autoridades norte-americanas concluiu tratar-se de um sapo ou rã, mas sem alguns órgãos.

Fred DeNegri repetiu um gesto habitual: abriu uma lata de Diet Pepsi e levou-a à boca. O que se seguiu é que foi tudo mesmo usual: Ao primeiro golo engasgou-se com alguma coisa. Despejada a bebida para o lavatório, algo pesado permanecia, no entanto, preso na lata. Algo "nojento" nas palavras da mulher de DeNegri.

O casal chamou a FDA, que concluiu tratar-se de um sapo ou de uma rã, mas sem "os órgãos normalmente encontrados na cavidade abdominal e torácica".

As autoridades analisaram ainda outra lata do mesmo pack de 36, mas não encontraram nada de anormal. Entre 4 e 11 de Agosto, a FDA investigou também as instalações de engarrafagamento da Pepsi local, onde não viram nada que justificasse o incidente.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Dono de loja evita assalto e ajuda ladrão.

O sangue frio da potencial vítima evitou o assalto. Depois, perante a angústia do ladrão, o dono da loja encheu-se de pena, fê-lo prometer que nunca mais tentaria um assalto e ainda lhe deu 40 dólares e um pão.

Mohammad Sohail estava a fechar a sua loja de conveniência, pouco depois da meia-noite do dia 21 de Maio, quando viu um homem dirigir-se a ele, com taco de basebol, exgindo dinheiro.

O dono da loja conta à CNN que conseguiu chegar ao balcão para pegar na sua arma e ordenou ao ladrão que largasse o taco e se ajoelhasse, ao que aquele terá obedecido em lágrimas, implorando que a potencial vítima não chamasse a polícia.

"Não tenho dinheiro, não tenho comida em casa", implorou o ladrão.

Tocado pela história do homem que minutos antes o tentara assaltar, Sohail fê-lo prometer que não tornaria a roubar e, quando este concordou, deu-lhe 40 dólares e um pão.

A reacção do assaltante não foi menos invulgar: "quero ser muçulmano, como tu."

segunda-feira, 27 de abril de 2009

FC Porto 2-0 V. Setúbal: O estranho caso do minuto 58.

Minuto 58 do FC Porto-Vitória de Setúbal. De uma assentada, Leandro Lima e Bruno Gama foram substituídos por dois colegas de equipa. Coincidência ou não, Leandro Lima e Bruno Gama, jogadores emprestados pelo FC Porto ao Setúbal, estavam a ser os dois jogadores mais perigosos dos sadinos. Coincidência ou não, o jogo que estava empatado ganhou outra vida quatro minutos depois com o primeiro de dois golos de Lisandro (2-0). O tiro no pé de Carlos Cardoso deu uma segunda vida ao campeão nacional.

Alguém quer explicar a substituição? Pontaria de Carlos Cardoso, que na véspera até vaticinara uma “gracinha”? Sorte de Jesualdo Ferreira, que via o placard a andar para trás? “Com a saída dos dois jogadores, o FC Porto passou a ter mais espaço e mais linhas”, respondeu Jesualdo. “Já não atacavam com a mesma intensidade”, justificou Carlos Cardoso.

Antes de o jogo começar, os portistas aplaudiram a entrega a Bruno Alves do troféu A Bola/BES, que premeia o melhor dos três grandes no campeonato nacional. No final, aplaudiram Lisandro, autor de dois golos à ponta-de-lança que deixam o FC Porto com o avanço do costume. Pelo meio, aos 58’, fez-se silêncio no Estádio do Dragão, estupefacto com a sorte que lhes calhara na rifa.

Ontem, houve claramente um antes e um depois “minuto 58”. Antes, o ataque do FC Porto resumia-se a dois ensaios de Raul Meireles já na segunda parte (aos 47’ e aos 51’) e a um cabeceamento de Rolando (52’). Antes, o FC Porto tinha tido dois bons períodos de pressão, mas inconsequente. Antes, falava-se da falta que fazia uma cabeça (de Lucho) no meio-campo e músculo (de Hulk) na frente de ataque. Antes, o Setúbal era uma equipa modesta e humilde, mas concentrada e com Auri a varrer tudo lá atrás. Antes, Leandro Lima e Bruno Gama tinham tido a ousadia de invadir a área portista (e aos 40’, o português, com o consentimento de Tomás Costa, até podia ter marcado). Jesualdo Ferreira “esperava mais” da “largura” que dera ao seu ataque. Mas a prática não confirmou a teoria.

Depois, a equipa da casa, dona da bola durante quase 90 minutos, fez mais um assalto à baliza de Kieszek e marcou. Depois, o estádio despertou de um estado de letargia e apoiou os seus heróis, Lisandro à cabeça. Depois, o goleador argentino voltou a aparecer na cara do guarda-redes polaco para bisar e definitivamente colocar os três pontos no bolso do FC Porto, que volta a olhar para trás e a não ver o Sporting por perto.

Desde a 18.ª jornada que a Liga parece “Um Assassino pelas Costas”, primeira longa-metragem de Steven Spielberg, que acompanha uma extenuante perseguição de um camião a um ligeiro. Ganha o FC Porto, ganha o Sporting. Três pontos para o Sporting, três para o FC Porto. Esta série de vitórias partilhadas já vai em oito jornadas e só foi interrompida na 20.ª ronda, em que os dois clubes tiveram o seu duelo (0-0).

Com o 2-0 no placard, o FC Porto não tirou o pé do acelerador. Nem coisa que se pareça. Decorria o minuto 81 e Rodríguez acertou no poste. Nas bancadas, os espectadores exultavam. Gritava-se o nome de Lucho, de Raul Meireles, de Lisandro outra vez.

“Acho que ganhámos o jogo com inteligência e paciência”, disse no final Jesualdo Ferreira, anunciando o fim de um ciclo “difícil” de “muitos jogos seguidos” e deixando claro que as semanas que faltam não serão pêra doce. “Calendário nada fácil”, resumiu.Lisandro e Raúl Meireles festejam um golo na partida com o V. Setúbal.