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domingo, 5 de julho de 2009

Alunos recebem DVD com professora a protagonizar cenas de sexo.

Os alunos da escola Isabelle Jackson Elementary, em Elk Grove, Califórnia, foram surpreendidos nas suas casas com um DVD que, para além dos melhores momentos do ano lectivo, também continha cenas ousadas da sua professora. A docente só soube do sucedido depois de ter recebido chamadas dos pais dos alunos.

Crystal Defanti enviou para os seus alunos um DVD com os melhores momentos das aulas, no entanto, o video não continha só isso... havia algo bem mais picante e nada apropriado. A docente aparecia a ter relações sexuais num sofá.

O Daily News diz que a professora americana só soube deste 'pequeno' descuido quando foi contactada por o pai de um dos alunos. Crystal falou, de imediato, com os restantes pais e pediu para que os DVD fossem destruídos.

De acordo com a CBS, Crystal não deverá perder o seu emprego.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Agressão a professora na sala de aula filmada e reproduzida na Net

O episódio aconteceu na quarta-feira da semana passada e colocado, pela primeira vez, no You Tube (site de partilha de vídeos online), no dia seguinte. Sob o título “9ºC em grande!”, as imagens mostram uma aluna da Escola Secundária com 3.º ciclo Carolina Michaelis, no Porto, a agarrar e a puxar o braço da professora de Francês por esta lhe ter tirado o telemóvel.

O episódio foi filmado por um dos estudantes presentes na sala, ouvindo-se repetidamente a aluna em causa a gritar para a professora: “Dá-me o telemóvel já”. Durante minutos os alunos nada fazem e limitam-se a assistir à cena em pé. Ouvem-se risos e alguém comenta: “Isto é demais, ouve lá!”. Ao fim de algum tempo, um grupo de alunos tenta separar as duas pessoas envolvidas. Aumenta a confusão e ouve-se um dos alunos a avisar: “Olha que a velha vai cair”, referindo-se à professora.

Contactada pelo PÚBLICO, a escola escusou-se a responder a qualquer pergunta e informou apenas que tinha sido aberto um “processo de averiguações”. E disse ainda que tinha tomado conhecimento do caso ontem, quando foi avisada de que o vídeo tinha sido colocado na Internet. De acordo com o assessor de imprensa do Ministério da Educação a professora apenas apresentou queixa hoje.

À edição online do "Expresso", António Leite, director-adjunto da Direcção Regional de Educação do Norte disse também só ter tido conhecimento do caso ontem, através de um e-mail enviado por uma cidadã. E que tinha ordenado à escola a abertura de um inquérito.

O vídeo chegou a ser retirado do You Tube mas voltou a estar disponível, desta vez sob o título “Numa escola portuguesa – Vergonha”.

Os números mais recentes sobre a violência na escolas, compilados pelo Observatório da Segurança em Meio Escolar e divulgados no final do ano passado, davam conta de 185 agressões participadas contra professores em 2006/2007. Ou seja, em média, a cada dia que passa há um docente agredido(o ano lectivo tem cerca de 180 dias de aulas).

Os funcionários das escolas estão sujeitos ao mesmo tipo de violência e, de acordo com o mesmo relatório, houve 147 agressões ou tentativas contra o pessoal auxiliar.

P.s: Visto ja terem retirado o videoclip do youtube, aqui fica um link para verem a noticia publicada no espresso.

http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/272662

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Aulas de borla pela Internet.


Já é possível tirar um curso universitário assistindo aulas pela Internet bem como esclarecer as dúvidas via e-mail. Porém, a modalidade de ensino à distância não dá direito a diploma.

Já vai longe o tempo da tele-escola. Actualmente, as melhores universidades do mundo estão a oferecer cursos na Internet, inteiramente gratuitos.

Para ter-se acesso às aulas da Universidade Yale, do Instituto de Massachusetts (MIT) ou do Instituto de Tecnologia de Paris, algumas das mais procuradas pelos internautas, basta um 'clique', como refere uma reportagem publicada na edição desta semana da revista brasileira 'Veja'.

As aulas são filmadas e podem ser assistidas através de visita aos sites dos estabelecimentos. Segundo a revista, circulam na Internet cursos de nível superior dados por mais de 5.000 professores de 200 das melhores universidades do mundo.

A um clique de Yale

Até há três anos, essa nova modalidade de ensino à distância era uma miragem. Os cursos não dão direito a diploma, mas contribuem para aprimorar os conhecimentos dos internautas.
De acordo com a revista, "constituem uma preciosa fonte de conhecimento para gente sem tempo, dinheiro ou mesmo ambição para engatar um curso tradicional". Além disso, ajudam pessoas que estão interessadas em fazer uma especialização mas não têm conhecimentos suficientes sobre determinadas disciplinas que são pré-requisitos para acesso aos cursos.

Os cursos online também estão a contribuir para melhorar o nível da própria rede. Com efeito, uma pesquisa realizada pelo MIT, coordenada pelo professor Steven Carson, revela que apenas 10% dos 5.000 sites mais procurados nos EUA divulgam dados com alguma base científica. Do ponto de vista académico, isto significa que 90% das informações que circulam na Web não interessam.
As aulas pela Internet estão, ainda, a tornar populares professores como o holandês Walter Levin, um dos mais influentes físicos nucleares. As aulas de Lewis lideram as visitas virtuais. "Como físico, nunca fui tão popular", afirma Lewin, que recebeu mais de um milhão de visitas somente no ano passado.

Lewin, que contribuiu para o desenvolvimento de uma tecnologia de raio X que permitiu enviar ao espaço os primeiros balões para fazer o mapeamento da superfície terrestre, no final dos anos 60, é, também, professor de um dos cursos mais procurados pelos estudantes do MIT.