Uma americana, casada há seis meses, estava decidida a matar o marido, mas encomendou o homicício a um polícia à paisana. Sem saber que tinha sido descoberta, encenou uma reacção dramática quando as autoridades lhe deram a falsa notícia da morte.
Dalia Dippolito, de 26 anos, enfrenta agora a acusação de homicídio qualificado e está detida na Florida, depois de ter encomendado a morte do marido, de 38 anos, com quem estava casada há apenas seis meses... a um polícia.
O agente disfarçado recebeu fotografias do alvo e 1200 dólares (cerca de 800 euros), além de informações detalhadas sobre a rotina de Michael Dippolito. Ao polícia, a mulher forneceu ainda todos os detalhes sobre o sistema de segurança da sua casa.
Quando o alegado atirador lhe perguntou se tinha a certeza do que estava a fazer, a resposta foi peremptória: "Não vou mudar de ideias. Estou 5000% segura de que o quero fazer."
As autoridades encenaram então um cenário de crime em casa dos Dippolito, na última quarta-feira, após o que contactaram Dalia, pedindo-lhe que se dirigisse até lá. Quando um agente lhe disse que o marido tinha morrido, a mulher desfez-se em lágrimas.
O final da história é previsível: foi levada para a prisão e enfrenta a acusação de homicídio.
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sábado, 8 de agosto de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Mulher atrai filho para carreira de tiro e mata-o a sangue frio.
A edição desta quinta-feira do Correio da Manhã conta-nos a história macabra de uma mulher, com inúmeros problemas mentais, que atraiu premeditamente o seu filho, de 20 anos, para uma carreira de tiro, local onde o abateu a sangue frio e se suicidou em seguida.
As câmaras de segurança de uma carreira de tiro em Casselberry, na Florida, testemunharam um crime macabro... Uma norte-americana, que dizia ser Anti-Cristo, atraiu o seu filho para uma inofensiva sessão de tiro e tornou-o no seu próprio alvo.
Aproveitando que o filho estava de costas, a mulher não hesitou e disparou à queima-roupa, matando o rapaz de 20 anos. De seguida, enfiou a pistola na sua boca e suicidou-se.
Este crime, que se sabe ter sido premeditado, devido a uma carta que a homicida deixou garantindo que esta era a única maneira de garantir "mil anos de paz na Terra", está a chocar os EUA pela forma fria como a mulher agiu.
As câmaras de segurança de uma carreira de tiro em Casselberry, na Florida, testemunharam um crime macabro... Uma norte-americana, que dizia ser Anti-Cristo, atraiu o seu filho para uma inofensiva sessão de tiro e tornou-o no seu próprio alvo.
Aproveitando que o filho estava de costas, a mulher não hesitou e disparou à queima-roupa, matando o rapaz de 20 anos. De seguida, enfiou a pistola na sua boca e suicidou-se.
Este crime, que se sabe ter sido premeditado, devido a uma carta que a homicida deixou garantindo que esta era a única maneira de garantir "mil anos de paz na Terra", está a chocar os EUA pela forma fria como a mulher agiu.
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sábado, 14 de março de 2009
Reino Unido: inocente passou 27 anos na prisão.
Sean Hodgson conseguiu provar a sua inocência graças a exames de ADN.
A vida de Sean Hodgson daria um bom argumento para um filme. Depois de passar 27 anos atrás das grades, condenado à prisão perpétua por um homicídio que não cometeu, este britânico de 58 anos será posto em liberdade.
Caso o tribunal de recursos admita que houve falha da justiça, Hodgson passará à história como o inocente que mais tempo permaneceu detido no Reino Unido.
A libertação de Sean Hodgson, que sofre de distúrbios mentais, pode valer-lhe ainda uma indemnização milionária, estimada em 1 milhão de libras (1,1 milhões de euros).
Em 1982, Sean Hodgson foi acusado de ter estrangulado Teresa de Simone, que na altura tinha 22 anos e trabalhava num bar. Quase 30 anos depois, a mãe da vítima descobriu que o assassino, afinal, nunca foi preso.
Durante quase todo o processo, Hodgson alegou sempre inocência, mas, na sequência dos interrogatórios, acabou por confessar o crime.
De acordo com o jornal "The Guardian", exames de ADN solicitados pelos advogados de defesa provaram que os vestígios encontrados no local do crime não pertenciam a Sean Hodgson.
Teresa De Simone, foi encontrada num carro estrangulada na região de Southampton em Dezembro de 1979.
A vida de Sean Hodgson daria um bom argumento para um filme. Depois de passar 27 anos atrás das grades, condenado à prisão perpétua por um homicídio que não cometeu, este britânico de 58 anos será posto em liberdade.
Caso o tribunal de recursos admita que houve falha da justiça, Hodgson passará à história como o inocente que mais tempo permaneceu detido no Reino Unido.
A libertação de Sean Hodgson, que sofre de distúrbios mentais, pode valer-lhe ainda uma indemnização milionária, estimada em 1 milhão de libras (1,1 milhões de euros).
Em 1982, Sean Hodgson foi acusado de ter estrangulado Teresa de Simone, que na altura tinha 22 anos e trabalhava num bar. Quase 30 anos depois, a mãe da vítima descobriu que o assassino, afinal, nunca foi preso.
Durante quase todo o processo, Hodgson alegou sempre inocência, mas, na sequência dos interrogatórios, acabou por confessar o crime.
De acordo com o jornal "The Guardian", exames de ADN solicitados pelos advogados de defesa provaram que os vestígios encontrados no local do crime não pertenciam a Sean Hodgson.
Teresa De Simone, foi encontrada num carro estrangulada na região de Southampton em Dezembro de 1979.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Fotogaleria: O dia seguinte ao tiroteio na Alemanha .
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
EUA : Homem mata a mulher, cinco filhos ainda crianças e suicida-se.
Los Angeles, Califórnia, 27 Jan (Lusa) - Sete membros de uma família, dois adultos e cinco crianças todas com menos de dez anos, foram encontrados mortos a tiro na sua casa perto de Los Angeles, anunciou a Polícia.
Os homicídios foram cometidos pelo pai que depois se suicidou, revelou a fonte.
Os corpos foram descobertos ao início da manhã numa casa de Wilmington, a 30 quilómetros a sul do centro de Los Angeles. A polícia não revelou, por hora, a identidade das vítimas.
Segundo a polícia, uma cadeia de televisão local recebeu um telefonema e um fax de um homem que afirmava que ia matar a família e depois suicidar-se. Esta mensagem afirmava que o homem acabava de perder o emprego.
Os filhos eram uma rapariga de oito, e dois casais de gémeos: meninas com cinco e rapazes de dois, segundo a mesma fonte.
"Foi um espectáculo terrível", disse o agente Ken Garner, adjunto do chefe da polícia de segunda cidade dos Estados Unidos ao microfone da rádio local KFWB quando evocava a cena do crime. "Sou polícia há 32 anos e nunca tinha visto algo semelhante. É horrível. É uma tragédia", acrescentou.
A Califórnia conheceu uma série recente de homicídios familiares. Em Dezembro, um homem disfarçado de Pai Natal irrompeu numa festa de Fim de Ano e matou a mulher e outras oito pessoas nos subúrbios de Los Angeles, antes de incendiar a casa e virar a arma contra ele.
Em Outubro, um homem de 45 anos matou a mulher, os três filhos e a sogra antes de se suicidar num subúrbio do noroeste de Los Angeles. Segundo os media debatia-se com problemas financeiros.
Os homicídios foram cometidos pelo pai que depois se suicidou, revelou a fonte.
Os corpos foram descobertos ao início da manhã numa casa de Wilmington, a 30 quilómetros a sul do centro de Los Angeles. A polícia não revelou, por hora, a identidade das vítimas.
Segundo a polícia, uma cadeia de televisão local recebeu um telefonema e um fax de um homem que afirmava que ia matar a família e depois suicidar-se. Esta mensagem afirmava que o homem acabava de perder o emprego.
Os filhos eram uma rapariga de oito, e dois casais de gémeos: meninas com cinco e rapazes de dois, segundo a mesma fonte.
"Foi um espectáculo terrível", disse o agente Ken Garner, adjunto do chefe da polícia de segunda cidade dos Estados Unidos ao microfone da rádio local KFWB quando evocava a cena do crime. "Sou polícia há 32 anos e nunca tinha visto algo semelhante. É horrível. É uma tragédia", acrescentou.
A Califórnia conheceu uma série recente de homicídios familiares. Em Dezembro, um homem disfarçado de Pai Natal irrompeu numa festa de Fim de Ano e matou a mulher e outras oito pessoas nos subúrbios de Los Angeles, antes de incendiar a casa e virar a arma contra ele.
Em Outubro, um homem de 45 anos matou a mulher, os três filhos e a sogra antes de se suicidar num subúrbio do noroeste de Los Angeles. Segundo os media debatia-se com problemas financeiros.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Estudantes mortos com 243 facadas em Londres

A Polícia britânica está a investigar a morte de dois estudantes franceses, Laurent Bonomo e Gabriel Perez, assassinados com 243 facadas em Londres.
Inglaterra e França em estado de choque.
A Polícia britânica ainda não sabe a causa dos homicídios de Laurent Bonomo e Gabriel Perez, ambos com 23 anos, assassinados brutalmente domingo passado à noite, em Londres.
Os estudantes foram mortos com cerca de 243 facadas num apartamento do sudoeste da cidade, que depois foi incendiado pelo assassino, provavelmente para apagar as pistas do crime.
O crime está a abalar a Inglaterra e a França. O principal investigador do caso, Mick Duthie, disse à BBC nunca ter visto nada semelhante. Os dois estudantes foram esfaqueados na cabeça, pescoço e peito.
O jornal 'The Sun' diz que a violência com que foram assassinados os estudantes faz lembrar uma cena de um filme do realizador Quentin Tarentino.
Assassinados durante um jogo de vídeo
O corpo de Bonomo apresentava 196 perfurações. Segundo a Polícia científica, 100 dessas facadas foram dadas quando já estava morto. Perez foi esfaqueado 47 vezes.
Tudo indica que os dois estudantes estavam a jogar no computador, em casa, quando foram atacados. A Polícia foi alertada por vizinhos que ouviram uma explosão. Não há evidências de arrombamento e as autoridades acreditam que o assassino utilizou uma chave para abrir a porta, de modo a surpreender as vítimas.
Não foi encontrada a arma do crime.
De acordo com o investigador Duthie, o apartamento dos estudantes tinha sido arrombado sete dias antes, quando foi roubado um "notebook". Um homem branco terá sido visto a fugir do local.
Os estudantes de Bio-engenharia, considerados brilhantes, preparavam-se para voltar à França este mês, depois de terem passado três meses em Londres. Participavam de um projecto de pesquisa sobre o DNA, numa universidade britânica.
Suspeitas de erro de identidade
Segundo os investigadores, nenhum dos dois tinha antecedentes criminais em França nem no Reino Unido. Também não estavam envolvidos em actividades suspeitas. Uma das linhas da investigação verifica a possibilidade de os estudantes terem sido assassinados por engano. Ou seja, pode ter havido um erro de identidade.
'Meu amor, infelizmente eu não estava contigo nessa noite. Penso em ti cada segundo. Ao teu lado vivi dez meses de felicidade, os melhores da minha vida", escreveu hoje Mary Bertez, namorada de Bonomo, na página que o estudante mantinha no site de relacionamento Facebook.
terça-feira, 4 de março de 2008
Homicídio no Colombo.
O INEM foi alertado às 13h25 e a primeira equipa da Emergência Médica chegou ao local cinco minutos depois, segundo o porta-voz do INEM, Pedro Coelho dos Santos.
O homem que hoje foi encontrado no Centro Comercial Colombo, Lisboa, apresentando três facadas no peito já estava morto quando chegou a equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), disse à Lusa fonte desta entidade.
O INEM foi alertado às 13h25 e a primeira equipa da Emergência Médica chegou ao local cinco minutos depois, segundo o porta-voz do INEM, Pedro Coelho dos Santos.
Para o local seguiram uma viatura médica e uma ambulância do INEM, mas o homem, aparentando cerca de 30 anos, estava já em paragem cardio-respiratória e com uma "hemorragia abundante", acrescentou.
Apesar do sucedido, o centro comercial permanece em funcionamento e em normalidade.
Cerca das 13h00, um operário da construção da Torre 2 encontrou o segurança morto, com uma faca ao lado, num corredor técnico na zona de restauração, perto de um restaurante de uma cadeia internacional, no segundo piso do edifício.
O caso foi entregue pela PSP à Polícia Judiciária, que irá investigar se se tratou de homicídio ou suicídio.
O homem que hoje foi encontrado no Centro Comercial Colombo, Lisboa, apresentando três facadas no peito já estava morto quando chegou a equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), disse à Lusa fonte desta entidade.
O INEM foi alertado às 13h25 e a primeira equipa da Emergência Médica chegou ao local cinco minutos depois, segundo o porta-voz do INEM, Pedro Coelho dos Santos.
Para o local seguiram uma viatura médica e uma ambulância do INEM, mas o homem, aparentando cerca de 30 anos, estava já em paragem cardio-respiratória e com uma "hemorragia abundante", acrescentou.
Apesar do sucedido, o centro comercial permanece em funcionamento e em normalidade.
Cerca das 13h00, um operário da construção da Torre 2 encontrou o segurança morto, com uma faca ao lado, num corredor técnico na zona de restauração, perto de um restaurante de uma cadeia internacional, no segundo piso do edifício.
O caso foi entregue pela PSP à Polícia Judiciária, que irá investigar se se tratou de homicídio ou suicídio.
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